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COMPLICAÇÃO TARDIA EM OSH COM EMPREGO DE ABRAÇADEIRA DE NYLON PARA LIGADURA DE PEDÍCULOS OVARIANOS E UTERINO: RELATO DE CASO
A ovariosalpingohisterectomia (OSH) é uma das cirurgias mais realizadas na rotina hospitalar veterinária. Tradicionalmente a sutura com fio cirúrgico é utilizada na ligadura dos pedículos ovarianos e uterino. Abraçadeiras de náilon têm sido utilizadas como alternativa, visando rapidez e baixo custo. No entanto, estudos relatam diversas complicações relacionadas a essa técnica. Objetivou-se neste relato, descrever o caso de uma cadela, sem raça definida, 7 anos, que apresentava fistula profunda em flanco abdominal como complicação tardia devido a utilização de abraçadeiras de náilon em OSH. A paciente atendida na clínica veterinária Uningá, apresentava fistulas recorrentes em flanco com evolução de aproximadamente 5 anos após ter sido submetida a OSH. Foram solicitados exames hematológicos e ultrassom. O exame hematológico indicou leucocitose por neutrofilia e na ultrassonografia foi possível observar aderências entre intestinos e coto uterino. A paciente então foi submetida a celiotomia exploratória onde foram retiradas 3 abraçadeiras de pedículo ovariano bilateral e corpo do útero. No local, havia grande aderência, devido à reação tecidual e presença de granulomas. As abraçadeiras foram substituídas por ligaduras com fio sintético absorvível, monofilamentar, 2-0. Além disso, foi realizada a curetagem externa das fistulas para estimular a cicatrização por segunda intenção. Trinta dias após a cirurgia, ocorreu o fechamento completo da fístula. Foi prescrito como medicação pós-operatório analgésico, anti-inflamatório e antibiótico. Embora haja descrições na literatura que aprovam o uso das abraçadeiras de náilon em OSH; tais trabalhos não fazem avaliações pós-operatórias tardias; o que impossibilita a observação de possíveis granulomas que geralmente ocorrem após longos períodos. Concluiu-se que, neste caso, a utilização de abraçadeiras de náilon causou complicações tardias na paciente, as quais foram resolvidas através da retirada das abraçadeiras e substituídas por ligaduras de fio sintético absorvível, ocorrendo o fechamento da fístula por segunda intenção
ESPOROTRICOSE FELINA: RELATO DE CASO
A esporotricose é uma micose de evolução subaguda ou crônica causada pelos fungos do gênero Sporothrix. O gênero é composto por fungos dimórficos, que apresentam a forma miceliana quando em temperatura ambiente e a forma leveduriforme quando exposto a 37ºC. Pode viver em saprofitismo em vegetais, detritos de plantas com material orgânico, solo ou água contaminada e também na pele, boca, pelos e unhas de animais e cavidade orofaríngea humana. Entre os animais domésticos, a doença tem maior frequência nos gatos. A espécie felina está envolvida com relatos zoonóticos, uma vez que a transmissão ocorre principalmente através de arranhaduras, mordeduras e até mesmo pelo contato de seres humanos com lesões. No Brasil, a esporotricose em humanos tem maior incidência nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Devido ao aumento considerável no número de pessoas e animais doentes, o objetivo deste estudo foi relatar um caso de esporotricose felina no município de Paranavaí, Paraná. Um felino macho, sem raça definida, pesando 4,3 kg, não castrado, encontrado nas ruas da cidade, apresentava nódulos e lesões ulceradas na cavidade nasal e orelhas sugestivos de neoplasia de células escamosas. Diante dos sinais clínicos apresentados pelo animal foram realizados os exames citológico e histopatológico das lesões, sendo o resultado sugestivo de esporotricose. Perante os resultados obtidos, a droga de escolha para o tratamento do animal foi o antifúngico Itraconazol, 100mg por animal, uma vez ao dia, durante 90 dias. Após 40 dias de tratamento, o animal já apresentava remissão das lesões. Embora a cultura fúngica para isolamento do agente não tenha sido realizada, a associação dos sinais clínicos, histórico do animal e resposta ao tratamento estabelecido contribuíram para a confirmação de infecção pelos fungos do gênero Sporothrix. Por se tratar de uma zoonose considerada emergente, o diagnóstico precoce da doença é de extrema importância, devendo a mesma ser inclusa como diagnóstico diferencial em casos de presença de lesões ulcerativas em felinos. Adicionalmente, a posse responsável se faz de extrema importância para diminuição da incidência de animais abandonados que podem servir de reservatórios da doença para outros animais e humanos
OSTEOMIELITE POR STENOTROPHOMONAS MALTOPHILIA EM UM CÃO: RELATO DE CASO
A osteomielite é definida como uma inflamação que acomete os ossos, podendo ser de origem hematógena, secundária a lesões de continuidade de foco infeccioso e associada à insuficiência vascular. O diagnóstico pode ser sugerido por radiografia, uma vez que o osso acometido apresenta característica de lesão óssea agressiva. O diagnóstico definitivo se dá por citologia e isolamento do agente causador da inflamação. A osteomielite bacteriana ocorre, geralmente, após lesões abertas e manipulação cirúrgica. Stenotrophomonas maltophilia é um bacilo gram-negativo, relacionado principalmente a infecções associadas à pacientes imunodeprimidos. Em humanos é relatada com predileção para infecção na corrente sanguínea, trato urinário e tecidos moles. A S. maltophilia possui padrão de resistência intrínseca à maioria das classes de antibióticos, como os β-lactâmicos, quinolonas e aminoglicosídeos. O relato tem como objetivo descrever o caso de um cão com osteomielite bacteriana por S. maltophilia. Foi atendido na Clínica Veterinária Vets e Pets um canino macho, de 5 anos, da raça akita, com queixa principal de claudicação do membro torácico esquerdo há 60 dias. No exame físico específico observou-se aumento de volume do cotovelo, negando lesões de pele e crepitação à palpação. Foi prescrito como tratamento conservador meloxicam 0,5mg/kg, a cada 24 horas, durante 4 dias. A claudicação persistiu após o tratamento e, então, o animal foi encaminhado ao exame radiográfico da articulação do cotovelo. No exame observou-se intensa reação periosteal irregular e áreas de esclerose. Obteve-se diagnóstico sugestivo de osteomielite. Foi realizado exame de citologia aspirativa por agulha fina, com material encaminhado ao exame citológico e de cultura e antibiograma. A cultura indicou a presença da bactéria Stenotrophomonas maltophilia, confirmando a osteomielite, com antibiograma sensível apenas a Levofloxacina e Minociclina. Prescreveu-se Levofloxacina 30mg/kg e cloridrato de ranitidina 2mg/kg, ambos a cada 12 horas, durante 30 dias. Na avaliação após 30 dias do tratamento o animal apresentou melhora significativa da claudicação e redução do edema de tecidos moles. Com o relato conclui-se que há elevada importância na realização da cultura e antibiograma de lesões agressivas, uma vez que, no caso em questão a bactéria apresentava resistência a antibióticos comumente utilizados em osteomielite
CONSIDERAÇÕES SOBRE O CANABIDIOL NO PROCESSO PSICOTERAPÊUTICO DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
The article aims to discuss how the effects of cannabidiol can contribute to the psychotherapy process of a child with Autistic Spectrum Disorder (ASD). Therefore, research was conducted on databases and indexers, about the subject, selecting the articles referred to the psychology area, ASD and Cannabidiol. Autistic Spectrum Disorder (ASD), is understood as a disorder of neurodevelopment, affecting verbal communication, social interaction and developing stereotyped behaviors. The Cannabidiol (CBD), one of several substances of the Cannabis sativa, has been indicated as a treatment form and its benefits include the decrease of aggression, insomnia, hyperactivity, among other symptoms. That way, the use of the Cannabis sativa oil (CBD), has a phytotherapic function, acts in the decrease of symptoms and assists in a better advantage of the psychotherapy process. As a result, the children with ASD who make the use of the CBD, improve their perception, attention, social interaction, as well as, decrease anxiety symptoms, which contributes to a better psychotherapy adhesion.O presente artigo tem como objetivo discutir como os efeitos do canabidiol podem contribuir para o processo psicoterapêutico da criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para tanto, foram realizadas pesquisas em bancos de dados e indexadores, sobre o tema em questão, selecionando os artigos referentes à área da Psicologia, TEA e Canabidiol. Entende-se como Transtorno do Espectro Autista um transtorno do neurodesenvolvimento, comprometendo a comunicação verbal, interação social e desenvolvendo comportamentos estereotipados. Como forma de tratamento tem sido indicado uma das várias substâncias da Cannabis sativa que possui potencial terapêutico, o canabidiol (CBD) que tem como benefícios a diminuição da agressividade, insônia, hiperatividade, entre outros sintomas. Desse modo, o uso do óleo da Cannabis sativa (CBD) exerce uma função fitoterápica, que atua na diminuição dos sintomas e auxilia num melhor aproveitamento do processo psicoterápico. Portanto, a criança com TEA que faz uso do CBD melhora sua percepção, atenção, interação social, bem como, a diminuição de quadros ansiosos, o que contribui para uma melhor adesão psicoterapêutica
ESTUDO COMPARATIVO ENTRE O PESO DE BALANÇA E FITA DE PESAGEM EM BOVINOS DA RAÇA NELORE E CRUZADO
A pesagem é um importante parâmetro dentro da avaliação dos animais, sendo utilizada como forma de acompanhar o crescimento, ganho e perda de peso, aplicação de medicamentos e formulação de dietas. O objetivo deste trabalho foi comparar o peso de balança e fita de pesagem em bovinos da raça Nelore e Cruzado. O experimento consistiu na avaliação de 34 bovinos, da raça Nelore (n=6) e Cruzado (n=28), com idade variando entre 8 a 10 meses, manejados de forma extensiva em piquetes de capim estrela, água ad libitum e suplementados com sal mineral. Os bovinos foram submetidos a pesagem de balança eletrônica e fita de pesagem (LA Saúde Animal®) utilizando a escala média para bovinos de corte. Foi realizada, concomitantemente, a avaliação de escore de condição corporal (ECC) na escala de 1 a 5, importante para não haver discrepâncias de peso entre os animais. O Teste T de amostras independentes foi empregado para comparação entre os diferentes métodos de pesagem, admitiu-se 5% de probabilidade de erro. O programa Bioestat 5.3 foi utilizado para a análise. Os resultados obtidos demonstraram que não há diferença estatística entre os métodos de pesagem nos bovinos da raça Nelore (P=0,43) e Cruzados (P=0,88), reforçando que a campo a utilização da fita de pesagem é um método possível e confiável para o manejo dos bovinos. Nota-se que apesar de não haver diferença estatística entre os métodos foi possível observar que há uma elevação na média de 37,94 Kg nos bovinos da raça Nelore e de 28,32Kg nos Cruzados no método de pesagem por fita, o que reflete em um peso levemente maior, e os bovinos submetidos a esse método, podem receber sobredoses quando medicados. Esses achados devem ser levados em consideração, principalmente quando for instituir terapias medicamentosas. Conclui-se, portanto, que não há diferença estatística entre os métodos de pesagem entre fita e balança eletrônica
INTOXICAÇÃO AGUDA POR MICOTOXINA EM SUÍNOS: RELATO DE CASO
A suinocultura no Brasil está em constante evolução, dada por diversos fatores, no qual se destaca o manejo nutricional. A formulação fornecida aos suínos deve ser suplementada com grãos, como por exemplo o milho, para alcançar níveis desejados de proteína. Deve-se observar que o milho é suscetível ao desenvolvimento de fungos que produzem toxinas, ocasionando intoxicações graves em suínos, levando a grandes perdas econômicas. Faz-se importante observar a qualidade do grão ofertado, principalmente aos suínos, que são muito sensíveis a este tipo de intoxicação. Este é um relato de intoxicação aguda por micotoxinas em suínos, ocorrido na cidade de Dourados/MS. Na propriedade havia 18 animais, raça Piau, criados em sistema extensivo. A alimentação era formulada na propriedade, com sobras de grão. O veterinário responsável observou que alguns animais apresentavam temperatura >39ºC, pelos arrepiados, taquicardia, taquipneia, apatia, tremor e fraqueza muscular, e leve diarreia, em alguns casos como a presença de melena. Foi identificado na quirela de milho a presença de pontos pretos, rancidez e odor ardido indicativo de desenvolvimento fúngico. A suspensão da utilização da quirela de milho foi solicitada, e após, os sinais clínicos foram cessando gradativamente. Contudo, 4 animais vieram a óbito e 2 deles foram necropsiados. Os principais achados macroscópicos foram hidrotórax, líquido amarelado na cavidade torácica, pulmões armados com superfície lisa e brilhante, espessamento de septos e áreas avermelhadas com distribuição multifocal e fígado com padrão lobular evidente difuso. A avaliação histopatológica do fígado revelou degeneração hidrópica acentuada de hepatócitos, distribuição centrolobular e focos de hemorragia. No fragmento do pulmão observou-se conteúdo eosinófilo homogêneo, edema em alvéolos (multifocal), presença moderada de fibrina e focos hemorrágicos. O fragmento do rim apresentou conteúdo eosinofílico homogêneo dentro dos túbulos renais. Os achados clínicos, macroscópicos e histopatológicos evidenciaram intoxicação aguda causada por micotoxina, compatíveis com intoxicação por fumonisina. Destaca-se a importância da qualidade do alimento dado aos suínos e a adoção de medidas preventivas para evitar perdas econômicas significativas para os produtores. O grau de intoxicação depende da quantidade de toxina ingerida, no caso dos suínos acarreta queda na produção como no caso da propriedade relatada
MEGAESÔFAGO CONGÊNITO EM CÃO ASSOCIADO A VERMINOSE: RELATO DE CASO
O megaesôfago é caracterizado pela dilatação do esôfago devido à peristalse ineficiente esofágica, a motilidade esofágica pode ser reduzida ou ausente na qual resulta em retenção de líquidos e alimentos no esôfago. Esta dilatação resulta em uma desordem severa na motilidade esofágica, na qual deixa o órgão flácido, dilatado e tornando o peristaltismo ineficiente. Essa afecção pode ser congênita ou adquirida, onde na maioria das vezes é idiopática, alguns autores relatam predisposição hereditárias em algumas raças de cães, em gatos a doença é relativamente rara. Os sinais clínicos são caracterizados pela regurgitação de água e alimentos logo após a ingestão, crescimento deficiente, perda de peso, hipersalivação e som de borbulhas a deglutição. Foi atendido na Clínica Veterinária Uningá um canino, fêmea, pesando 1,650kg, de aproximadamente 3 meses, durante a anamnese a proprietária relatou vomito há aproximadamente 15 dias, com presença de vermes compridos sugerindo ancylostoma, os episódios ocorriam normalmente pós alimentação, porém podiam ser observados em outros momentos. Durante o exame clínico, físico, pode-se observar que o animal apresentava-se hidratado, mucosas hipocoradas, normodipsia, normorexia, normoquesia e com leve presença de secreção ocular. No consultório foi administrado uma dose de vermífugo a base de Praziquantel 12,5mg, Pamoato de Pirantel 36mg, Febantel 37,5mg, e Ivermectina 0,015mg/kg indicado a realização de outra dose após 15 dias. Para diagnóstico da afeção foram solicitados exames complementares como a realização de exames de imagem radiográfica para avaliação esofágica, o exame foi submetido a técnica contrastada, utilizando sulfato de bário 8ml via oral, evidenciando acentuada dilatação de esôfago em região cervical e intratoráxica, acompanhado de sinal de faixa de traqueia, impressão diagnóstica compatível com megaesôfago. Não foi realizado exame coproparasitológico, e não pode ser identificado o parasita descrito pelo tutor, apesar da descrição ser compatível com ancylostoma. O megaesôfago foi classificado como congênito devido à idade do animal. Alguns autores ainda afirmam que a presença de corpo estranho, parasitas, constrições ao anel vascular, intussuscepções esofágicas podem ser responsáveis pelo surgimento de dilatação esofágica, no entanto estas suspeitas são de difícil confirmação e não podemos correlacionar o megaesôfago do caso descrito com a parasitose gástrica relatada no animal
TRATAMENTO DE OTITE EXTERNA CRÔNICA EM FELINO COM AURITOP® E LIMP & HIDRAT® LOCALMENTE E CELESPORIN® DE FORMA SISTÊMICA
As otites são classificadas como afecções do sistema vestíbulo coclear, podendo ocorrer por diferentes agentes etiológicos. Pode ser classificada como otite externa, média e interna. Na otite externa ocorre inflamação do canal auditivo externo, incluindo as estruturas anatômicas do pavilhão auricular e canal horizontal e vertical. Objetivou-se neste relato, descrever o tratamento de um felino, sem raça definida, 9 anos, atendido na Clínica Veterinária Uningá, diagnosticado com otite externa crônica com calcificação em conduto auditivo, sendo preconizado o protocolo medicamentoso tópico com Auritop®, associado a solução de limpeza Limp&hidrat® e o medicamento Celesporin® oral, obtendo um resultado satisfatório. No exame clínico do animal, foi possível observar grande quantidade de secreção purulenta em ambos ouvidos com presença de sangue, principalmente em ouvido direito. Foram solicitados exames hematológicos e microbiológicos, como cultura fúngica, cultura bacteriana, antibiograma e raio x de crânio. O hemograma indicou leve trombocitopenia, no bioquímico não houve alterações dignas de nota. A cultura fúngica foi negativa e na cultura bacteriana o resultado foi Corynebacterium sp. em ouvido esquerdo e Staphylococcus sp. em ouvido direito. Na radiografia realizada, foi observado calcificação do canal auditivo externo direito do animal. Diante dos resultados apresentados pelos exames, foi prescrito um tratamento oral com medicamento Celesporin 150mg, sendo indicado 1 comprimido a cada 12 horas por 10 dias. Limpeza dos ouvidos com solução de limpeza Limp&Hidrat 2 vezes ao dia por 15 dias para remoção de todo excesso de cerúmen e outras sujidades, e o medicamento Auritop, 3 gotas em cada ouvido a cada 12 horas por 15 dias. Dado início ao tratamento, no 7º dia foi possível observar diminuição da secreção e da edemaciação. A partir do 13º dia de tratamento houve diminuição evidente de edemaciação, secreção e não houve mais presença de sangue. Vinte dias após início do tratamento, houve diminuição da calcificação em canal auditivo. Conclui-se que o tratamento obteve bom resultado no caso em questão, houve diminuição da secreção, odor, edemaciação, inflamação em ambos ouvidos e diminuição da calcificação em canal auditivo direito
SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS E A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO COMO REDUÇÃO DE DANOS
Este artigo apresenta reflexões acerca da atuação do psicólogo na área das chamadas substâncias psicoativas. De que forma o profissional se responsabiliza pelo cuidado com os indivíduos? Em um primeiro momento, apresenta-se uma periodização para história das substâncias psicoativas. Faz-se uma revisão bibliográfica sobre o percurso do homem relacionado às “drogas”. Em seguida, um apanhado sobre as Comunidades Terapêuticas (CT), bem como o modo de funcionamento e estrutura dessas instituições. Ainda há considerações voltadas para as Estratégias de Redução de Danos e seus planejamentos para a intervenção junto ao usuário. A fim de cumprir os objetivos propostos nesse trabalho, de pensar a atuação do profissional de psicologia, finaliza-se com um comparativo pautado no Código de Ética. Assim, esse artigo aponta olhares sobre a ética na saúde, que sustentam a postura profissional do psicólogo
TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL E O TRATAMENTO DO TRANSTORNO DE ANSIEDADE
A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) teve origem a partir da Terapia Comportamental, foi desenvolvida por Aaron Beck na década de 1960, trata-se de uma forma de tratamento estruturado pautada no problema apresentado pelo paciente naquele momento, buscando modificar os pensamentos distorcidos e consequentemente mudando o comportamento inadequado. É uma teoria que pode orientar o psicólogo no tratamento de diversos transtornos. Dentre eles, o Transtorno de Ansiedade é cada vez mais aparente, levando as pessoas a sentirem medo e sensação de ansiedade exacerbada e consequentemente a problemas comportamentais frequentes. Desta forma, a presente pesquisa tem por objetivo apresentar algumas das principais características da TCC, suas raízes e a utilização no tratamento do Transtorno de Ansiedade. A partir da pesquisa elaborada, concluiu-se que a TCC é muito usada no tratamento de diversos transtornos, bem como nos casos de Transtorno de Ansiedade. Tal transtorno é muito recorrente na vida de diversas pessoas, trazendo um amplo sofrimento não somente àqueles que vivenciam o transtorno, mas também àqueles que convivem com pessoas que são diagnosticadas com Transtorno de Ansiedade. A TCC é uma abordagem utilizada no tratamento de diversos transtornos, visando a modificação dos pensamentos distorcidos, para consequentemente modificar os comportamentos inadequados.