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A AVALIAÇÃO INICIAL NA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO
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ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: UMA PROPOSTA LÚDICA DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL COM ESCOLARES - APRENDER BRINCANDO
Introdução: A infância representa uma fase crucial para o desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis, sendo o ambiente escolar um espaço estratégico para a promoção da Educação Alimentar e Nutricional (EAN). Utilizar abordagens lúdicas facilita a compreensão dos conteúdos e promove o interesse dos estudantes. Diante disso, desenvolveu-se uma ação educativa com o objetivo de incentivar práticas alimentares saudáveis entre crianças do ensino fundamental, por meio de atividades práticas e interativas. Objetivos: Promover a Educação Alimentar e Nutricional entre escolares de forma lúdica, reforçando conceitos sobre alimentação saudável, hidratação e escolhas conscientes. Métodos: Trata-se de um relato de experiência com abordagem qualitativa, realizado em uma escola pública do município de Várzea Grande - MT, com alunos de 7 a 9 anos do ensino fundamental. A atividade foi organizada em duas etapas: (1) aplicação de palestra educativa com linguagem acessível, ilustrada com slides coloridos sobre os grupos alimentares, hidratação e formação de um prato saudável; (2) distribuição de folders educativos contendo um jogo de caça-palavras no verso, com vocabulário relacionado a frutas, legumes e verduras. Participaram 50 crianças, organizadas em uma turma, com duração média de 25 min. Resultados: A atividade obteve alto nível de participação e envolvimento por parte dos alunos. Observou-se interesse no tema, facilidade de assimilação dos conceitos apresentados e entusiasmo durante os momentos lúdicos. A maioria das crianças conseguiu reconhecer alimentos saudáveis, responder corretamente às perguntas interativas e interagir contando relatos do cotidiano. Os folders foram levados para casa, o que pode favorecer a continuidade do aprendizado em ambiente familiar. Conclusão: A aplicação da ação “Alimentação Saudável: Aprender Brincando” demonstrou a efetividade do uso de metodologias lúdicas como ferramenta de apoio à EAN em ambiente escolar. A inserção de jogos, linguagem acessível e materiais ilustrativos contribuiu para o engajamento das crianças e a fixação dos conteúdos, mostrando-se uma estratégia replicável e de fácil aplicação em outras instituições.
Palavras-chave: Educação Alimentar e Nutricional; Alimentação Infantil; Promoção da Saúde
VÍNCULO TERAPÊUTICO E INTERVENÇÕES NO TRATAMENTO DE TRANSTORNOS PSIQUIÁTRICOS: REFLEXÕES A PARTIR DE UM CASO CLÍNICO-ESCOLAR
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CONSCIENTIZANDO SOBRE NÍVEL DE PROCESSAMENTO DOS ALIMENTOS
Introdução: O tema do nosso projeto é a conscientização sobre o nível de processamento dos alimentos, escolhemos esse tema após realizar uma pesquisa em campo com alunos de nove a dez anos, constatamos que eles consomem uma quantidade significativa de alimentos ultraprocessados. A falta de conhecimento sobre as consequências do consumo frequente desses produtos justifica a necessidade do nosso estudo. Objetivo: Apresentar aos alunos os diferentes níveis de processamento dos alimentos e as consequências da ingestão regular de ultraprocessados. Métodos: Utilizamos um estudo de intervenção educativa. As atividades incluíram uma mini aula expositiva sobre os níveis de processamento de alimentos, a distribuição de um folder informativo com base no Guia Alimentar da População Brasileira e a apresentação de amostras físicas de milho em diferentes níveis de processamento, permitindo que os alunos tocassem e visualizassem os alimentos. Realizamos também um jogo de associação, onde os alunos deviam combinar imagens de alimentos aos seus respectivos níveis de processamento, e por fim uma atividade de competição em que os alunos, divididos em equipes, jogaram dois dados um com letras e o outro com os níveis de processamento para nomear rapidamente alimentos correspondentes. Resultados: Os alunos demonstraram boa compreensão do tema após as explicações, evidenciada pelo desempenho satisfatório nas brincadeiras e nas atividades propostas. Conclusão: A intervenção educativa foi eficaz em aumentar a conscientização dos alunos sobre os níveis de processamento dos alimentos e suas consequências. Através das atividades interativas, os estudantes se mostraram mais informados e engajados, o que indica que estratégias lúdicas podem ser valiosas para ensinar sobre alimentação saudável.
Palavras-chave: Níveis de processamento; Alimentos ultraprocessados; Educação alimentar; Conscientização; Intervenções educativas
AÇÚCAR: O AMIGUINHO DOCE OU VILÃO DISFARÇADO
Introdução: A educação alimentar e nutricional nas escolas deve promover, desde a infância, a construção de hábitos saudáveis, por meio de abordagens práticas, lúdicas e envolventes. Objetivos: Educar os alunos do ensino fundamental sobre os efeitos negativos do consumo diário de bebidas açucaradas industrializadas. Métodos: O trabalho foi realizado em uma escola privada de Cuiabá com alunos do 5º ano do ensino fundamental, com idades entre 10 e 11 anos. A atividade teve início com a apresentação de slides educativos e lúdicos, abordando os malefícios do consumo excessivo de bebidas açucaradas. Durante a apresentação, os alunos foram convidados a participar de um desafio criativo: desenhar um super-herói “anti-açúcar”, atribuindo-lhe um nome e um superpoder relacionado à saúde. Em seguida, foi realizada uma oficina prática na cozinha, onde os alunos prepararam uma receita de chá mate gelado saborizado com limão e hortelã, adoçado com açúcar em quantidade controlada. Durante a atividade, discutimos de forma leve e participativa sobre hábitos alimentares, alternativas mais saudáveis e o papel das escolhas no dia a dia. Ao final, cada aluno recebeu um livro de pintura com a temática abordada, como forma de reforço educativo para levar para casa com a família. Resultados: Os alunos demonstraram grande interesse e participação durante a atividade educativa sobre bebidas açucaradas. A criação do super-herói “anti-açúcar” estimulou a criatividade e ajudou na fixação do conteúdo. Na oficina prática, os estudantes se mostraram abertos a experimentar alternativas mais saudáveis, como o chá gelado com pouca adição de açúcar. A atividade contribuiu para uma mudança positiva na percepção dos alunos sobre hábitos alimentares, e o material entregue ao final reforçou o aprendizado em casa, envolvendo também as famílias no processo educativo. Conclusão: A atividade demonstrou que a educação alimentar e nutricional, quando aplicada de forma lúdica, prática e participativa, pode ser uma ferramenta eficaz para sensibilizar crianças sobre os impactos negativos do consumo excessivo de bebidas açucaradas. Ao envolver os alunos de maneira criativa e proporcionar experiências concretas, como o preparo de uma receita mais saudável, foi possível promover reflexões importantes sobre escolhas alimentares. Além disso, o envolvimento da família por meio do material educativo reforçou a continuidade do aprendizado fora do ambiente escolar. Conclui-se, portanto, que estratégias pedagógicas interativas são fundamentais para a construção de hábitos alimentares mais saudáveis desde a infância.
Palavras-chaves: Educação alimentar; Crianças; intervenção escolar; Bebidas açucaradas; Alimentação saudável
A RELEVÂNCIA DA INTERVENÇÃO DOMICILIAR REALIZADA POR EQUIPES INTERPROFISSIONAIS NA PROMOÇÃO DA SAÚDE DE IDOSOS
Introdução: A visita domiciliar é uma estratégia essencial na promoção de atenção integral à saúde, especialmente no cuidado de idosos com doenças crônicas como diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica. Quando realizada por uma equipe interprofissional composta por médicos, enfermeiros, assistentes sociais, fisioterapeutas, nutricionistas e outros profissionais, ela possibilita uma compreensão ampla do contexto biopsicossocial do paciente. Essa abordagem favorece avaliações detalhadas do ambiente social, econômico, emocional e familiar, permitindo intervenções mais personalizadas e eficazes. Objetivo: Relatar uma visita domiciliar realizada a um casal de idosos com diagnóstico de diabetes e hipertensão, destacando a abordagem interprofissional na prevenção de doenças crônicas. Métodos: A metodologia incluiu duas visitas ao casal. Na primeira, foi feita uma anamnese detalhada para compreender sua história de saúde, relacionamentos familiares e sociais. Entre as visitas, houve interação entre estudantes de nutrição, equipe interprofissional formada por enfermeira, agente comunitário e médico, supervisionados por uma professora nutricionista, com o objetivo de aprimorar a compreensão da realidade do casal e desenvolver intervenções mais direcionadas. Foram utilizados instrumentos como genograma que mapeia a estrutura familiar e fatores hereditários, e ecomapa, que analisa as redes sociais e suporte social do casal. Com base nessas informações, elaborou-se plano terapêutico voltados à promoção da saúde, às necessidades específicas do casal e ao fortalecimento de suas redes de apoio. Resultados: O casal, com idades de 64 e 60 anos, vivia em uma residência simples, com renda limitada e dependência dos filhos para atividades cotidianas, como compras e cuidados. A rotina era predominantemente doméstica, com pouca interação social. O genograma revelou histórico familiar de hipertensão e diabetes, adquiridos ao longo dos anos pelos próprios. O Ecomapa indicou baixa atividade social, com contato frequente apenas com familiares e o agente comunitário. O plano terapêutico focou na educação em saúde, utilizando estratégias de baixo custo, com materiais educativos que abordaram alimentação saudável e autocuidado. As orientações foram bem recebidas pelo casal, que demonstrou interesse em adotar hábitos mais saudáveis, com maior autonomia na gestão de suas condições. A relação positiva com a equipe, especialmente com o agente comunitário, facilitou a aceitação das intervenções. Considerações finais: As visitas domiciliares demonstram ser uma estratégia eficaz para fortalecer vínculos entre a equipe de saúde e a comunidade, possibilitando intervenções nutricionais e educativas mais personalizadas. A atuação de uma equipe interprofissional favorece uma abordagem holística, englobando orientações, monitoramento clínico, avaliação do uso de medicamentos e fatores ambientais e sociais que influenciam na adesão ao tratamento. Essa integração contribui para o controle glicêmico e pressórico, redução de complicações e manutenção da autonomia do idoso, promovendo maior qualidade de vida.
Palavras-chave: Interprofissionais; Intervenção domiciliar; Diabetes; Hipertensão
EDUCAÇÃO ALIMENTAR E NUTRICIONAL E COMBATE À OBESIDADE
Introdução: A obesidade é uma condição de saúde pública, crescente e multifatorial, que afeta a qualidade de vida e aumenta os riscos do desenvolvimento de outras doenças crônicas. No contexto laboral, os desafios com horários, estresse e alimentação desregulada contribuem para esse cenário. Diante disso, ações de educação alimentar e nutricional tornam-se fundamentais para promover hábitos saudáveis entre trabalhadores Objetivos: Estimular a conscientização sobre a alimentação saudável e oferecer ferramentas práticas para o enfrentamento da obesidade, por meio de orientações personalizadas e avaliação do estado nutricional dos servidores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Métodos: A ação foi realizada nos dias 14 a 16 de maio de 2026, envolvendo alunos extensionistas de Nutrição. Aplicou-se a avaliação corporal por bioimpedância e realizou-se uma devolutiva individual com diagnóstico e orientações baseadas no Método das Janelas. Os participantes também receberam materiais educativos com sugestões práticas para melhorar a alimentação no ambiente de trabalho. Resultados: A análise de 115 fichas apontou um cenário preocupante: 33% dos participantes apresentavam sobrepeso e 39,1% obesidade, totalizando 72,1% com excesso de peso. Especificamente, entre as 75 mulheres, 26,7% estavam com sobrepeso e 41,3% com obesidade. Já entre os 40 homens, 45% apresentavam sobrepeso e 35% obesidade. Por outro lado, apenas 27,9% encontravam-se com peso ideal. Além dos dados antropométricos, identificou-se que muitos mantinham rotinas alimentares inadequadas, marcadas por longos períodos de jejum e baixa qualidade nutricional. Diante desse contexto, após as orientações oferecidas durante a intervenção, observou-se uma mudança positiva na postura dos colaboradores. De forma geral, muitos relataram reorganizar os horários das refeições, reduzir o tempo de jejum e aumentar o consumo de alimentos mais nutritivos. Conclusão: Conclui-se, que a ação mostrou-se eficaz ao promover conscientização, estimular mudanças positivas e reforçar a importância de estratégias educativas no cuidado com a saúde e na prevenção da obesidade no ambiente. A combinação entre diagnóstico nutricional e estratégias educativas práticas contribuiu para aumentar o conhecimento dos colaboradores e incentivá-los a adotar mudanças sustentáveis em sua rotina alimentar.
Palavras-chaves: Obesidade; Avaliação Nutricional; Educação em Saúde; Bioimpedância
CONTROLE DA HIPERTENSÃO EM IDOSOS AMIGOS DO CORAÇÃO
Introdução: A hipertensão arterial sistêmica é uma condição crônica muito prevalente na população idosa, caracterizada por níveis elevados e persistentes da pressão arterial, o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares e outras complicações. A clínica do UNIVAG identificou uma alta incidência de idosos hipertensos com controle inadequado da pressão arterial, o que motivou a elaboração do presente projeto. Objetivos: Desenvolver e aplicar estratégias de acompanhamento e controle da hipertensão arterial em idosos por meio de ações educativas, nutricionais e do uso de um tempero sem sal como alternativa saudável para a redução do consumo de sódio. Métodos: Trata-se de um projeto de extensão com abordagem prática e educativa, envolvendo acadêmicos de Nutrição. As ações incluíram visitas a clínica do UNIVAG, palestras educativas sobre alimentação saudável e distribuição do produto desenvolvido pela empresa Amigos do Coração: um tempero natural, sem adição de sal. As análises foram baseadas na observação da adesão dos participantes e na avaliação da aceitação do produto. Resultados: Os idosos demonstraram interesse e boa receptividade tanto às orientações quanto ao produto ofertado. Houve relato de maior conscientização sobre os riscos do excesso de sódio e melhoria na adesão a práticas alimentares mais saudáveis. A integração das ações educativas e nutricionais mostrou-se eficaz para promover autonomia alimentar e auxiliar no controle pressórico. Conclusão: O projeto alcançou seus objetivos ao oferecer ações aliadas ao uso de alternativas saudáveis como o tempero sem sal, contribuindo para a adesão e hábitos alimentares mais adequados entre idosos hipertensos, promovendo maior autonomia e controle da pressão arterial.
Palavras-chave: Hipertensão arterial; Idosos; Saúde pública; Nutrição