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CICLISMO INDOOR: COMO A MÍDIA APRESENTA ESSA MODALIDADE NOS MEIOS DIGITAIS CONTRIBUINDO PARA O CRESCIMENTO DA DEMANDA
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O PERFIL DOS EGRESSOS DO CURSO DE MEDICINA DE UMA UNIVERSIDADE FEDERAL SITUADA NO VALE DO JEQUITINHONHA, MINAS GERAIS, BRASIL
O objetivo do presente estudo foi analisar o perfil dos egressos do curso de medicina de uma universidade federal situada no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais, Brasil. O método utilizado foi o estudo transversal descritivo, quantitativo, com coleta de dados realizada por meio de questionário enviado aos egressos, formados entre 2020 e 2022. Os resultados obtidos demonstraram um perfil de médicos solteiros, sem filhos, com média salarial de R$13.656,19. Em relação à procedência geográfica, a maioria dos participantes (47) eram provenientes de Minas Gerais, sendo apenas 7 oriundos de Diamantina (MG), sede do curso e da Macrorregião de Saúde do Vale do Jequitinhonha. Um ano após a formatura foi possível constatar que houve uma significativa inserção de 44 novos médicos em cidades mineiras, dos quais 24 foram absorvidos por cidades da Macrorregião de Saúde, sendo 15 em Diamantina. A inserção dos egressos no mercado de trabalho ocorreu de forma imediata para a maioria (94%). Conclui-se que houve relevante papel desempenhado pelo curso de Medicina na inserção de profissionais em regiões de baixa densidade médica, como o Vale do Jequitinhonha, especialmente em Diamantina, contribuindo para o fortalecimento e desenvolvimento dos serviços de saúde da região e do Sistema Único de Saúde.
Palavras-chave: Faculdade de Medicina; Egressos; Médicos
LAÇOS PARTIDOS E DESTINOS ENTRELAÇADOS: ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO E O FIM DO VÍNCULO CONJUGAL
O presente artigo propõe fomentar o debate sobre o destino e os cuidados dispensados aos animais de estimação inseridos em uma unidade familiar no contexto da separação conjugal ou da dissolução da união estável de seus tutores. Parte-se do entendimento de que os animais de companhia, embora ainda não plenamente amparados pela legislação brasileira em determinados aspectos, são seres sencientes, capazes de sentir dor e prazer, bem como de estabelecer vínculos afetivos com seus tutores. Diante disso, defende-se a necessidade de reconhecer e normalizar sua condição enquanto membros das chamadas famílias multiespécies, assegurando que seu bem-estar seja garantido nas situações em que ocorre a ruptura do núcleo conjugal humano.
Palavras-chave: Famílias multiespécies; Direitos dos animais; Animais não humanos; Vínculo conjugal
COMPARANDO OS MICRODADOS DA PNAD CONTÍNUA 2018 E DA PESQUISA DE ORÇAMENTOS FAMILIARES DE 2018
O presente estudo visa comparar os resultados obtidos da pesquisa PNAD contínua 2018 e da POF 2018 através dos microdados. É possível considerar, em especial as variáveis relacionadas aos moradores, que para a grande maioria das variáveis estudadas, que as Pesquisas PNAD Contínua 2018 e POF 2018 produzem amostras com valores bastante aproximados e consistentes. Destacando-se as seguintes situações: métodos de ponderação amostral diferentes no estudo, períodos não coincidentes de coleta e tamanhos amostrais diferenciados. O estudo indica que as amostras de pesquisas demográficas e consequentes extrapolações para as populações devem ser avaliadas com cuidado, sempre considerando se as variáveis escolhidas fazem parte das que são utilizadas para cálculo e dimensionamento amostral.
Palavras–chave: Pof; Pnad Contínua; Microdados
NUTRIÇÃO NA DEPRESSÃO
Introdução: A depressão, um transtorno mental complexo e multifatorial, representa uma das principais causas de incapacidade global, afetando milhões de indivíduos. Embora as abordagens terapêuticas convencionais, como a farmacoterapia e a psicoterapia, sejam pilares no manejo da depressão, a nutrição e os padrões alimentares emergem como um campo de pesquisa de crescente relevância, consolidando a disciplina da psiquiatria nutricional. Objetivos: Conscientizar e incentivar os profissionais da educação, sobre a importância de uma alimentação adequada como uma aliada na prevenção e no tratamento da depressão, atuando como um complemento ao tratamento médico e psicológico. Métodos: Foi realizada uma coleta de dados através de anamnese e posteriormente, uma entrevista com o coordenador Aly Baddauhy, via Zoom a fim de identificar o perfil dos educadores de uma escola de inglês. Ademais houveram consultas em bases de dados eletrônicas como PubMed e Scielo. Foram priorizados artigos de revisão sistemática, estudo de coorte e metanálises que abordassem a relação entre aspectos nutricionais e a depressão em populações humanas. Após identificarmos o perfil dos profissionais e compreendermos como eles veem a alimentação, fomos ao local e apresentamos em forma de slide fatores relacionados entre a depressão e a alimentação, quais alimentos contêm compostos bioativos que atuam na melhora do humor, juntamente com a distribuição de um kit contendo esses alimentos. Resultados: Os resultados obtidos através dos profissionais da educação, demonstraram a ligação com altos níveis de estresse, mostrando índices elevados de sintomas depressivos, associados muitas vezes a hábitos alimentares inadequados, como grande consumo de alimentos ultraprocessados e à deficiência de nutrientes essenciais. Após realizarmos a atividade no local da apresentação do slide e da entrega do kit “anti depressivo” pudemos observar que muitos aprenderam com o que foi explicado e entenderam como a alimentação está relacionada ao tratamento da depressão. Conclusão: Com os estudos e pesquisas realizados para elaboração deste projeto, concluímos que com uma alimentação balanceada rica em frutas, vegetais, grãos integrais, leguminosas, peixes e gorduras boas como ômega 3, é possível contribuir para prevenção, manejo e até uma melhora significativa dos sintomas depressivos, essa mesma alimentação não substitui o tratamento médico e psicológico, mas que pode ser um método bastante importante para cuidar da saúde mental. Após os conhecimentos levados aos profissionais da educação, puderam perceber como é importante cuidar da alimentação e colocar em prática bons hábitos alimentares e como o consumo de industrializados, açúcar, café, álcool, podem prejudicar no tratamento, nos sintomas e na condução da doença e sua melhora.
Palavras-chaves: Alimentação; Depressão; Nutrição; Saúde Mental
CONSUMO DE FRUTAS ENTRE CRIANÇAS: UMA ABORDAGEM LÚDICO-SENSORIAL PARA PROMOÇÃO DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
Introdução: O consumo adequado de frutas na infância é essencial para o crescimento e desenvolvimento saudável, fornecendo nutrientes como vitaminas e minerais. Contudo, muitas crianças apresentam resistência ao consumo de frutas, especialmente as menos comuns ou de sabor mais ácido. Esse projeto surge da necessidade de promover hábitos alimentares saudáveis de maneira lúdica e educativa, utilizando a degustação sensorial como ferramenta de estímulo e aprendizado. Objetivos: Analisar a preferência e frequência de consumo de frutas entre crianças, promovendo a educação alimentar de forma lúdica. Especificamente, buscou-se ampliar o repertório alimentar, contribuir para a formação de hábitos saudáveis e sensibilizar as crianças sobre a importância do consumo regular de frutas. Métodos: Trata-se de um estudo de caráter qualitativo, com abordagem lúdico-educativa. A ação foi realizada com crianças de 9 a 12 anos da catequese da Paróquia São Mateus, em Cuiabá. Utilizou-se uma dinâmica sensorial com olhos vendados, onde os participantes degustaram frutas como banana, abacate, mamão, kiwi e laranja, tentando identificá-las apenas pelo paladar. Também foi aplicado um questionário oral sobre suas preferências alimentares. Os instrumentos incluíram vendas, talheres descartáveis, certificados e picolés como brindes. A coleta ocorreu em abril de 2025, com autorização da coordenação local. Resultados: Observou-se alto engajamento das crianças durante a dinâmica, com grande curiosidade em experimentar novas frutas. A aceitação variou conforme as características sensoriais (sabor, acidez, textura). Muitas crianças demonstraram surpresa positiva ao experimentar frutas que normalmente não consumiam. A atividade permitiu identificar preferências, estimular a curiosidade e fortalecer vínculos com a alimentação saudável. Conclusão: A estratégia de degustação sensorial mostrou-se eficaz na promoção da educação alimentar infantil, possibilitando a introdução de frutas de forma divertida e interativa. O projeto evidenciou que ações práticas e lúdicas podem impactar positivamente o comportamento alimentar das crianças, contribuindo para a formação de hábitos saudáveis desde a infância.
Palavras-chave: Educação alimentar; Frutas; Crianças; Degustação sensorial; Hábitos saudáveis
INCENTIVO AO CONSUMO DE FRUTAS E VEGETAIS COM ATIVIDADES SENSORIAIS
Introdução: O presente estudo teve como foco o baixo consumo de frutas e legumes entre crianças do ensino fundamental, identificado durante uma visita à EMEB Prof. Antônio Salustio Areias, localizada na rede municipal de ensino. Durante a observação, notou-se que os alunos do 3o ano, com idades entre 7 e 8 anos, apresentavam comportamentos de rejeição significativa a frutas e legumes, frequentemente retirando esses alimentos do prato antes mesmo de experimentá-los. Tal comportamento indicava não apenas resistência aos sabores, mas também a ausência de curiosidade, o desconhecimento das características sensoriais e o distanciamento cultural em relação a esses alimentos. Essa realidade justificou a elaboração de uma intervenção que promovesse, de maneira acessível e atrativa, a reaproximação das crianças com alimentos in natura. Objetivo: Transformar a relação das crianças com frutas e legumes de maneira educativa, sensorial e divertida, despertando a curiosidade, reduzindo a rejeição e promovendo uma valorização desses alimentos no cotidiano escolar e familiar. Métodos: Trata-se de um estudo de intervenção educativa, desenvolvido por meio da aplicação de três etapas integradas em sala de aula. A primeira consistiu na realização de uma palestra dinâmica e interativa, utilizando recursos visuais e linguagem acessível, com o objetivo de explicar os benefícios nutricionais dos alimentos de forma lúdica e compreensível. Em seguida, foi realizada uma experiência sensorial surpresa, onde as crianças, com os olhos vendados, utilizaram os sentidos do olfato e do paladar para explorar frutas e legumes previamente selecionados, o que favoreceu a quebra de barreiras visuais e o estímulo à experimentação. A terceira etapa envolveu uma atividade lúdica de caça-palavras com os nomes dos alimentos trabalhados, promovendo a fixação do conteúdo e incentivando a interação entre os alunos. Resultados: Os resultados da intervenção foram positivos e demonstraram a eficácia da proposta. Observou-se que muitas crianças demonstraram maior aceitação dos alimentos durante a experiência sensorial e relataram surpresa ao perceber que gostavam de sabores antes rejeitados. Além disso, os professores relataram mudanças comportamentais positivas nos dias seguintes, como uma menor rejeição durante a merenda escolar e maior disposição para experimentar novos alimentos. Conclusão: Conclui-se, portanto, que a intervenção alcançou seus objetivos e que estratégias educativas aliadas a metodologias lúdicas e sensoriais podem ser ferramentas valiosas na promoção de hábitos alimentares saudáveis, especialmente quando aplicadas de forma prática e significativa no ambiente escolar, respeitando o contexto e o ritmo de aprendizagem das crianças.
Palavras-chaves: Educação nutricional; Alimentação infantil; Frutas e legumes; Intervenção lúdica; Experiência sensorial