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    LÚPUS E MEIO AMBIENTE: DESAFIOS E SOLUÇÕES PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL NA SAÚDE

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    Este estudo explora a relação entre o lúpus eritematoso sistêmico (LES) e o meio ambiente, destacando como a exposição a poluentes do ar e produtos químicos tóxicos pode aumentar o risco e a gravidade do LES. Também menciona como as mudanças climáticas podem afetar a saúde dos pacientes com LES. A interconexão entre o LES e o meio ambiente é complexa, com respostas autoimunes sendo desencadeadas em pessoas geneticamente predispostas.

    GLAUCOMA DE PRESSÃO NORMAL: CARACTERIZAÇÃO E DIFICULDADES DE DIAGNÓSTICO

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    Embora o glaucoma seja comumente associado à pressão intraocular elevada, um subconjunto do glaucoma primário de ângulo aberto pode ser classificado como glaucoma de pressão normal, uma neuropatia óptica conhecida por causar os mesmos danos oculares que o glaucoma primário de ângulo aberto. Normal refere-se a medições de pressão intraocular de 21 mmHg ou menos (ABURACHID et al., 2021). Com base nas informações supracitadas o presente trabalho visa realizar a caracterização da patologia e apresentar as dificuldades em seu diagnóstico.

    ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE COLECISTECTOMIA ABERTA E VIDEOLAPAROSCÓPICA

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    A colecistectomia, procedimento que consiste na remoção cirúrgica da vesícula biliar, é uma intervenção frequentemente realizada para tratar diversas condições relacionadas a esse órgão. As principais indicações para esse procedimento são a presença de cálculos biliares (colelitíase) e inflamação da vesícula biliar (colecistite). Ambas as condições podem causar sintomas incômodos, como dor abdominal intensa, náuseas e vômitos, prejudicando a qualidade de vida dos pacientes. Este estudo comparou a colecistectomia convencional e a videolaparoscópica por meio de uma revisão da literatura usando a base de dados SciELO. A colecistectomia tradicional é conhecida como uma técnica invasiva, na qual é realizada uma incisão considerável na região abdominal para acessar e remover a vesícula biliar. Dessa forma, com o avanço da tecnologia e técnicas cirúrgicas, a colecistectomia videolaparoscópica surgiu como uma alternativa promissora e menos invasiva. Nessa modalidade, são realizadas pequenas incisões no abdômen, através das quais uma câmera e instrumentos cirúrgicos são inseridos para a realização da cirurgia. Os benefícios da colecistectomia videolaparoscópica são notáveis. Essa técnica é associada a menor tempo de internação hospitalar, recuperação mais rápida, menor incidência de complicações pós-operatórias e menor dor no pós-operatório em comparação com a colecistectomia convencional. Além disso, as pequenas incisões utilizadas na abordagem laparoscópica resultam em melhor estética e menor chance de complicações na cicatrização. Por outro lado, é importante considerar que a colecistectomia videolaparoscópica requer um alto nível de habilidade e experiência por parte dos cirurgiões. A seleção criteriosa dos pacientes e a avaliação cuidadosa de sua aptidão para a técnica laparoscópica são fundamentais para o sucesso da intervenção. Em suma, a colecistectomia videolaparoscópica representa uma evolução positiva no campo da cirurgia biliar, proporcionando aos pacientes uma opção menos invasiva.&nbsp

    ABORDAGEM DA LITERATURA SOBRE A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA (TA) NO PROCESSO DE INCLUSÃO ESCOLAR DE AUTISTAS

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    A presente pesquisa procurou analisar como a utilização de Tecnologia Assistiva (TA) no processo de inclusão escolar de estudantes com TEA tem sido trabalhada pela literatura. Assim, através de pesquisa exploratória, do tipo bibliográfica, foram avaliados artigos publicados nos últimos cinco anos. A produção dos dados se deu mediante seleção e leitura completa de três artigos pesquisados nas plataformas de pesquisa Google Acadêmico e Web of Science. Em sequência, os dados foram analisados de forma qualitativa, por análise de conteúdo. Verificou-se a carência de estudos que tratem especificamente de uso de TA para a inclusão escolar de pessoas autistas, além do quão é importante utilizar essas tecnologias no processo educacional desses indivíduos

    PRECONCEITO? PRESENTE! HOMOFOBIA? PRESENTE! EDUCAÇÃO SEXUAL? FALTOU, PROFESSOR/A

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    Este estudo tem como objetivo problematizar discursos e cenas escolares acerca de práticas homofóbicas na escola, analisando de que modos a Educação Sexual contribui para a (des)construção de preconceitos e discriminações. Trata-se de um recorte de uma pesquisa qualitativa realizada em escolas públicas de dois municípios cearenses, por meio de entrevistas semiestruturadas com docentes e da análise foucaultiana do discurso. Os resultados obtidos evidenciam uma carência na formação docente aliada a um fundamentalismo religioso, que dificultam abordagens socioculturais da Educação Sexual na escola e em consequência a presença marcante da homofobia, que ocorre de forma sutil ou manifesta, por meio de preconceitos e discriminações. Assim, são necessárias (in)formações, articulações entre campos de estudos, comunidades e escola, a problematização de discursos e estratégias didático-metodológicas para o reconhecimento de identidades/diferenças, visando à desconstrução da homofobia na escola.

    A AÇÃO COMUNICATIVA E OS CORPOS INDÓCEIS: UMA REFLEXÃO SOBRE ETNOPOLÍTICAS DE CIDADANIA COM IMIGRANTES AFRICANOS NA GRANDE LISBOA

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    O objetivo do presente artigo é apresentar uma reflexão e relação das ideias de Jurgen Habermas (1988, 2010a; 2010b) com o trabalho de Chiara Pussetti (2015) referente às etnopolíticas de cidadania e a intervenção do setor social que exercem influência nas vidas de imigrantes africanos na Grande Lisboa, normatizando sua conduta, corporeidade e moral. As referidas etnopolíticas dizem respeito ao processo de esterilização das mulheres a partir de um discurso etno/eurocêntrico que classifica os africanos como sujeitos faltosos em relação à responsabilidade materna e paterna, incapazes de se autogerir, portanto, o setor de assistência social se vê na “missão” de educá-los para se tornarem bons cidadãos. Com base em na leitura habermasiana, propomos refletir sobre como é dada a ação comunicativa na tentativa de integração dos imigrantes na sociedade de acolhida, a região da Grande Lisboa, por meio da disciplina e controle de seus corpos considerando os elementos no jogo de linguagem em dito processo. A partir de um levantamento bibliográfico e do confrontamento das referências, concluímos que a proposta de Pussetti (2015) exemplificada pelo fenômeno das implementações das políticas e projetos etnoraciais nos permite pensar no alcance delas e suas consequências na perpetuação de dominação do colonizador sobre o corpo dos colonizados, embora estes tenham feito o caminho inverso, ou seja, os africanos migraram para Portugal e lá são submetidos às referidas etnopolíticas

    ESPÉCIES ARBÓREAS ORNITOCÓRICAS DAS ÁREAS VERDES DO CÂMPUS CUIABÁ DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

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    Este estudo teve como objetivo avaliar a composição das espécies de arbóreas cujos frutos servem de alimento à avifauna do Câmpus Cuiabá da Universidade Federal de Mato Grosso e propor a inclusão de espécies inexistentes para a manutenção e conservação das populações de pássaros que usam essas espécies arbóreas em seus hábitos alimentares. No levantamento foram considerados todos os indivíduos arbóreos com dap igual ou superior a 5 cm sendo realizada uma avaliação qualiquantitativa da composição das espécies arbóreas frutíferas. Foram identificados 2125 indivíduos distribuídos em 65 espécies pertencentes a 24 famílias que são utilizados pela avifauna em seus hábitos alimentares. Constatou-se um grande número de espécies arbóreas frutíferas que participam do hábito alimentar da avifauna sendo constituídos por espécies nativas e exóticas, com maior frequência para as árvores exóticas

    UMA ANÁLISE DA ABORDAGEM DA BOTÂNICA NAS HABILIDADES DO 3º ANO DO ENSINO MÉDIO NA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR EM CIÊNCIAS DA NATUREZA - BIOLOGIA

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    O ensino de Biologia percorreu toda uma trajetória até os dias de hoje, no qual os currículos atuais orientam-se pela Base nacional Comum Curricular (2018) para a Educação Básica. Logo nosso objetivo geral é analisar a abordagem da temática Botânica na BNCC para sua compreensão nas habilidades e competências do 3º ano do Ensino Médio no componente curricular de Biologia. Este estudo tem natureza qualitativa do tipo descritivo-analítica, tendo em vista os objetivos traçados. Para a análise assuntos de botânica do 3º ano do Ensino Médio de acordo com a proposta da BNCC, foram elencados os seguintes pontos de orientação relacionados aos conteúdos de biologia, sendo estes critérios definidos para facilitar a análise descritiva-analítica com uma abordagem qualitativa da pesquisa na Base Nacional Comum Curricular: Clareza dos conceitos e conteúdo; Interdisciplinaridade dos conteúdos com a Botânica; Contextualização; Estudos da histologia vegetal Fisiologia vegetal Fitopatologia Botânica aplicada Morfologia vegetal. Diante das análises feitas a fim de identificar como a BNCC trata a temática Botânica no 3º Ensino Médio, o documento não aborda especificamente as temáticas da botânica, na sua maioria são propostas temáticas que fazem interdisciplinaridade com a mesma. Concluímos que é necessário uma que se tenha uma revisão na BNCC para melhor abordagem quanto aos conteúdos e tópicos da área botânica, quantos também nas estratégias que são utilizadas para fazer a mediação do ensino

    A IMPORTÂNCIA DAS AULAS PRÁTICAS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM EM CIÊNCIAS DA NATUREZA

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    A Educação Básica dispõe em seu currículo a área de conhecimento das Ciências da Natureza, na qual são abordados conteúdos altamente relevantes, que possibilitam a construção do conhecimento e o desenvolvimento intelectual. Este trabalho investigou como as aulas práticas contribuem para o aprendizado em Ciências da Natureza nos anos finais do Ensino Fundamental em escolas públicas de Valença do Piauí. O objetivo geral foi investigar a importância das aulas práticas no processo de aprendizagem no ensino de Ciências da Natureza. A 1ª Competência da BNCC trata do conhecimento, que busca valorizar e utilizar a historicidade sobre as nuances do mundo e busca de forma justa e democrática a igualdade para todos. Utilizou-se uma abordagem qualitativa, do tipo básica estratégica, classificada em pesquisa participante, permitindo a interação entre o pesquisador e os membros da situação investigada, do tipo descritiva. O estudo foi realizado com dois professores do ensino de Ciências da Natureza do Ensino Fundamental, lecionando para turmas de 9º ano em duas escolas da rede pública municipal de ensino, a Unidade Escolar Oto Martins Veloso e a Unidade Escolar Joaquim Manoel, em Valença do Piauí. Os resultados obtidos a partir da pesquisa empírica, que investigou a prática de ensino dos professores, são apresentados conforme descrito na metodologia deste artigo. Conclui-se necessário um olhar voltado para a educação, especialmente para a formação continuada dos professores e para a disponibilização dos materiais necessários para a realização das aulas práticas, garantindo o acesso dos alunos ao conhecimento científico de diversas formas

    A EFETIVIDADE DE ATIVIDADES LÚDICAS PARA EDUCAÇÃO EM SAÚDE INFANTIL

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    A base do processo educacional é a Educação Infantil, o que coloca a educação em saúde infantil como uma área de extrema importância para o desenvolvimento saudável das crianças. Assim, os jogos e brincadeiras estimula o processo de aprendizado, por seu caráter lúdico. Tem-se como objetivo analisar a efetividade de atividades lúdicas para educação em saúde infantil. O estudo realizado consiste em uma revisão integrativa da literatura com estudos com participantes na faixa etária de 3 a 12 anos. Os participantes eram provenientes de diferentes contextos, incluindo escolas, clínicas de saúde e comunidades. A maioria dos estudos considerou a idade, gênero e histórico de saúde das crianças como variáveis relevantes. A maioria dos estudos incluídos na revisão relatou resultados positivos em termos do aumento do conhecimento das crianças sobre questões de saúde. Isso demonstra que as atividades lúdicas são uma ferramenta eficaz para transmitir informações de saúde de forma acessível e envolvente. Essas atividades não apenas aumentam o conhecimento das crianças, mas também influenciam positivamente seu comportamento e bem-estar. Palavras-chave: Educação em saúde 1. Lúdico 2. Educação Infantil 3.   INTRODUÇÃO A base do processo educacional é a Educação Infantil, o que faz necessário ser bem construído de acordo com as especificidades de cada faixa etária. Isso faz com que jogos, brinquedos e brincadeiras tenham um significado maior no processo de aprendizagem (Araújo, 2023). A educação em saúde infantil é uma área de extrema importância para o desenvolvimento saudável das crianças, contribuindo para a prevenção de doenças, promoção de hábitos saudáveis e o bem-estar geral. Uma das abordagens promissoras nesse contexto é o uso de atividades lúdicas, que combinam diversão e aprendizado para transmitir informações relevantes sobre saúde às crianças. De acordo com da Silva et al (2021), o caráter lúdico empregado em atividades de extensão, é de grande potencial ao estimular a criatividade e entusiasmo das crianças que participam, havendo uma interação educativa com as mesmas.  Assim, o termo ‘’lúdico’’ é compreendido como um sentimento, uma vivência das atividades de acordo com a experiência individual, o que leva às diversas ludicidades existentes, de forma que cada qual consiga experenciar à sua maneira (Luckesi, 2023). Os jogos chamam a atenção, o que faz com que o aluno se sinta estimulado e veja seu papel dentro daquela situação, gerando a construção do conhecimento (Oliveira et  al., 2021). Além disso, os hábitos criados na vida adulta são decorrentes de conhecimentos da infância, que com as atividades lúdicas há a manutenção desses, uma vez que estão mais envolvidos no processo de aprendizagem (da Silveira et al, 2019). A educação em saúde infantil desempenha um papel crucial na formação de hábitos saudáveis e na prevenção de doenças desde a infância. Crianças bem informadas estão mais propensas a adotar comportamentos saudáveis, como a higiene pessoal, a alimentação adequada e a prática de atividades físicas. Além disso, o acesso a informações corretas sobre saúde pode ajudar a reduzir o estigma em torno de determinadas condições de saúde, promovendo um ambiente inclusivo. Apesar do potencial das atividades lúdicas na educação em saúde infantil, há uma lacuna de conhecimento sobre a efetividade dessas abordagens. É fundamental compreender melhor quais atividades lúdicas são mais eficazes em transmitir informações de saúde, quais faixas etárias se beneficiam mais delas e quais os resultados mensuráveis dessas intervenções. Por isso, o objetivo deste estudo foi analisar a efetividade de atividades lúdicas para educação em saúde infantil. METODOLOGIA Trata-se de uma revisão integrativa da literatura desenvolvida nas etapas: determinação da questão de pesquisa; aplicação de critérios para a inclusão e exclusão de estudos; coleta de informações nos estudos selecionados; avaliação, interpretação, síntese e apresentação da revisão (Whittemore; Knafl, 2005).     Definição do Propósito e Pergunta de Pesquisa: O objetivo desta revisão de literatura é avaliar a efetividade das atividades lúdicas na educação em saúde infantil. A pergunta de pesquisa é: "Quais são os efeitos das atividades lúdicas na promoção de conhecimentos sobre saúde, mudanças de comportamento e bem-estar em crianças?"   Identificação de Fontes de Dados: Foi realizada uma busca sistemática na literatura utilizando as seguintes bases de dados: Google Acadêmico, Scielo e PubMed. Foram incluídos artigos publicados até setembro de 2023, abrangendo estudos em língua inglesa, portuguesa e espanhola. Critérios de Inclusão e Exclusão: Os critérios de inclusão foram: Estudos que avaliaram a efetividade de atividades lúdicas na educação em saúde infantil. Estudos com participantes na faixa etária de 3 a 12 anos. Artigos publicados em periódicos revisados por pares. Estudos quantitativos, qualitativos ou revisões sistemáticas.   Os critérios de exclusão foram: Estudos que não abordam especificamente atividades lúdicas na educação em saúde infantil. Estudos com participantes fora da faixa etária definida. Trabalhos não publicados em periódicos revisados por pares.   Extração de Dados: Para cada estudo incluído, foram extraídos os seguintes dados: Título e autor(es) do estudo, ano de publicação, desenho do estudo, amostra e características dos participantes, intervenções com atividades lúdicas, resultados relacionados à educação em saúde, comportamento e bem-estar infantil.   Síntese e Análise dos Dados: Os dados foram sintetizados e analisados de forma qualitativa e, quando possível, quantitativa. Foram identificados temas e padrões emergentes relacionados à efetividade das atividades lúdicas na educação em saúde infantil. A busca inicial identificou um total de 235 estudos relacionados à efetividade das atividades lúdicas na educação em saúde infantil. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, 45 estudos foram considerados elegíveis para análise.   RESULTADOS E DISCUSSÃO Os resultados da revisão de literatura foram discutidos à luz dos objetivos da pesquisa. Foram destacados os principais achados, suas implicações para a prática educacional e de saúde infantil, bem como as limitações da revisão. A conclusão da revisão respondeu à pergunta de pesquisa e forneceu recomendações para pesquisas futuras.   Características dos Estudos Incluídos: Desenho do Estudo: A maioria dos estudos incluídos era composta por ensaios clínicos controlados e estudos observacionais. Também foram identificadas revisões sistemáticas e estudos qualitativos. Amostra e Características dos Participantes: As amostras variaram amplamente em tamanho, com estudos envolvendo crianças de 3 a 12 anos. Os participantes eram provenientes de diferentes contextos, incluindo escolas, clínicas de saúde e comunidades. A maioria dos estudos considerou a idade, gênero e histórico de saúde das crianças como variáveis relevantes. Intervenções com Atividades Lúdicas: As atividades lúdicas foram categorizadas em três grupos principais: Jogos Educativos: Neste grupo, estudos avaliaram jogos de tabuleiro, jogos de cartas e jogos de computador educativos como ferramentas para a educação em saúde infantil. Teatro e Dramatização: Nove estudos exploraram o uso de teatro, dramatização e encenações como métodos de ensino de conceitos de saúde. Contação de Histórias e Animação: Foi a examinado a efetividade da contação de histórias e da animação como formas de transmitir informações sobre saúde para crianças.   A maioria dos estudos incluídos na revisão relatou resultados positivos em termos do aumento do conhecimento das crianças sobre questões de saúde. Isso demonstra que as atividades lúdicas são uma ferramenta eficaz para transmitir informações de saúde de forma acessível e envolvente. Através de jogos educativos, teatro, dramatização e contação de histórias, as crianças puderam absorver conceitos complexos de saúde de maneira mais compreensível e memorável. Essa descoberta é fundamental, uma vez que a educação em saúde é o primeiro passo para a prevenção de doenças e a promoção de estilos de vida saudáveis desde a infância. Outro resultado importante foi a influência positiva das atividades lúdicas no comportamento das crianças. Muitos estudos relataram que as crianças que participaram dessas atividades estavam mais propensas a adotar hábitos saudáveis, como escovar os dentes regularmente, lavar as mãos antes das refeições e fazer escolhas alimentares mais saudáveis. Isso sugere que as atividades lúdicas não apenas fornecem informações, mas também motivam as crianças a aplicar esse conhecimento em suas vidas cotidianas. A interação ativa e participativa durante as atividades lúdicas parece ser um fator-chave na formação desses comportamentos saudáveis.   O bem-estar geral das crianças também foi um aspecto positivamente afetado pelas atividades lúdicas. As crianças participantes demonstraram maior autoestima, redução da ansiedade e aumento da satisfação com o processo de aprendizagem. Isso ressalta a importância de abordagens pedagógicas que não apenas informem, mas também promovam um ambiente emocionalmente positivo e estimulante para as crianças. O engajamento emocional nas atividades lúdicas pode contribuir significativamente para o bem-estar psicológico e emocional das crianças.   CONSIDERAÇÕES FINAIS Em conclusão, os resultados desta revisão de literatura sustentam a efetividade das atividades lúdicas na educação em saúde infantil. Essas atividades não apenas aumentam o conhecimento das crianças, mas também influenciam positivamente seu comportamento e bem-estar. Educadores, profissionais de saúde e pais podem se beneficiar ao incorporar abordagens lúdicas em programas de educação em saúde infantil, criando um ambiente propício para o aprendizado e o desenvolvimento saudável das crianças desde os primeiros anos de vida. No entanto, é fundamental que futuras pesquisas continuem a explorar os detalhes específicos dessas intervenções e seu impacto a longo prazo.   REFERÊNCIAS ARAUJO, Giane de. Interações e brincadeiras na educação infantil: uma análise da efetividade da BNCC nas práticas docentes em uma escola na cidade de Caicó-RN. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. LUCKESI, Cipriano Carlos. Ludicidade e atividades lúdicas na prática educativa: compreenssões conceituais e proposições. Cortez Editora, 2023. OLIVEIRA, A. V. de; BALBINO, C. M.; ROCHA, G. de A.; SANTANA, P. P. C. . A efetividade do jogo didático como facilitador no processo ensino-aprendizagem. Research, Society and Development, v. 10, n. 10, 2021. DA SILVA, Jefter Haad Ruiz et al. Nuances do saber científico: O uso do lúdico como ferramenta de educação em saúde bucal à crianças escolares. Extensão em Foco, n. 22, 2021. DA SILVEIRA, Bárbara Morh et al. Opinião das famílias sobre as atividades lúdicas desenvolvidas com crianças na escola abordando hábitos saudáveis. Enfermagem em Foco, v. 10, n. 4, 2019. JACINTO JUNIOR, S. G. .; LUCENA, E. M. P. de; ALVES, D. R. .; MORAIS, S. M. de. O ensino de Ciências Naturais na educação básica por meio de atividades lúdicas: Uma revisão da literatura. Research, Society and Development, v. 10, n. 6, 2021. WHITTEMORE, R.; KNAFL, K. The integrative review: updated methodology. J. Adv. Nurs., USA,  v.52,  n.5, 2005

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