Repositório Científico da UMAIA (Univ. da Maia)
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Liderança e Motivação: Um Trabalho em Equipa nas Organizações
A liderança é um tema amplamente discutido, e desde a antiguidade vários autores propõem diferentes definições. A competitividade tem imposto às organizações uma procura contínua por melhores resultados a fim de garantir o crescimento e perpetuação nas organizações.
Com esta dissertação, pretende-se demonstrar as qualidades de um líder, perante os seus liderados, os estilos de liderança que sejam mais vantajosos para as respetivas organizações e quais as vantagens e desvantagens das mesmas, para concluírem os objetivos pretendidos.
Neste estudo, aborda-se o papel do líder, os estilos de liderança e as suas competências profissionais onde o líder e liderança são apresentados e analisados ao longo desta dissertação, onde a realidade é, essencialmente, definida pelos relacionamentos e pelos processos, onde se verifica um forte sentido de resultado e de êxito.N/
As cidades enquanto marcas - identidade Versus imagem: – estudo de caso da marca “Porto.”
A globalização levou a que houvesse um aumento exponencial na competitividade à escala mundial, que afetou os destinos turísticos no que diz respeito à pressão que estes sentem, na medida em que, esta revela-se cada vez maior e mais intensa. Neste sentido, adotar práticas inerentes ao Marketing Territorial, tornou-se imprescindível. A criação de marcas para os territórios surge como uma poderosa ferramenta uma vez que, permite aos destinos criarem uma identidade e, principalmente, uma imagem, que os diferencie da sua concorrência. Esta diferenciação deve focar-se na enfatização das suas qualidades e atributos únicos, de forma a captar os turistas. O place branding possibilita desenvolver estratégias que façam a difusão de uma imagem forte e positiva de um destino que, consequentemente, irá afetar a perceção dos seus públicos.N/
Efeito de um programa de treino resistido home-based na aptidão física e na fadiga
A doença renal crónica (DRC) é uma condição clínica caracterizada pela perda da função renal ao longo do tempo, sendo uma das enfermidades com maior risco de mortalidade e comorbilidades, estimando-se que 10 a 13% da população mundial é afetada por esta doença. Pacientes com DRC, especialmente aqueles em diálise, apresentam uma atividade física e aptidão física reduzida, pelo que o exercício físico parece induzir adaptações positivas nesta população. A presente dissertação tem como objetivo avaliar os efeitos de um protocolo de 12 semanas de treino resistido realizado em casa (home-based) e monitorizado remotamente em tempo real, na capacidade funcional e na fadiga, em doentes com DRC em hemodiálise.
A metodologia do trabalho consistiu na avaliação qualitativa e quantitativa da aplicação do treino resistido em dada amostra. Com efeito, recorreu-se a 109 pacientes das clínicas NephroCare Portugal, dos quais 59 não realizaram as sessões, mas aceitaram fazer as avaliações, e 50 aceitaram participar. Foi aplicado um programa de treino resistido home-based supervisionado, com uma duração de 12 semanas, cujas sessões foram realizadas em dias não dialíticos. O programa consistiu em 3 sessões de 50 minutos, divididos em 3 fases, designadamente uma de aquecimento geral de mobilidade e uma aeróbia, seguida da atividade principal do protocolo, onde o foco de trabalho era o treino de força e equilíbrio, com uma intensidade de 6 a 8 na escala de OMNI, e, por fim, a fase de retorno.N/
Exercício Físico em Doentes com cancro da próstata sob bloqueio androgénio – Programa Comunitário Prostata_Move
Este estágio foi realizado no Oncomove, um programa da Associação de Investigação de Cuidados de Suporto em Oncologia (AICSO), que tem como função inovar e otimizar os cuidados de suporte ao doente oncológico, otimizando a qualidade de vida dos pacientes. Estes princípios, com os quais os profissionais relacionados com o Oncomove se regem diariamente, aliados ao conhecimento que têm em quase todas as áreas interligadas entre si, foi uma das razões, entre muitas outras, que me levaram a optar por esta entidade, como entidade acolhedora para o meu estágio.
A realização deste estágio, teve como principal objetivo concluir o nosso percurso académico, preparar-nos para o mundo do trabalho e inserir-nos numa área mais restrita da saúde, a área do exercício físico, mais concretamente o exercício físico na Oncologia. Assim este relatório pretende expor todo o trabalho desenvolvido ao longo do ano no projeto Prostata_Move orientado pelo treinador André Coelho e do projeto MaMa_Move Gaia Comunidade orientado pela professora Alexandra Lima.N/
Exercício físico e cardiotoxicidade em doentes com Cancro da Mama - Programa Mama_Move Gaia On Treatment
Apesar da constante evolução da tecnologia, bem como a medicina, verifica-se,
ainda, uma elevada incidência de novos casos relativamente ao cancro – doença
caracterizada por uma mutação genética nas células somáticas e germinativas do
nosso organismo. Dos 19,3 milhões de novos casos de cancro por ano, 10 milhões
resultam em morte, sendo, a taxa de mortalidade mais elevada nos países em
desenvolvimento do que nos países desenvolvidos. Relativamente ao cancro da
mama, mais comum no sexo feminino, verifica-se um milhão de novos casos por ano,
sendo que a taxa de sobrevivência se encontra nos 80% nos países desenvolvidos e,
por outro lado, 40% nos países em desenvolvimento. Relativamente a Portugal,
verificamos que 11,6% dos novos casos de cancro correspondem ao cancro da
mama, sendo que apenas 6,2% resultam em morte, realçando, assim, o avanço que
o tratamento oncológico do cancro da mama tem sofrido nos últimos anos. Contudo,
apesar da constante evolução da medicina, com consequente evolução no tratamento
do cancro da mama, verifica-se, ainda, uma vasta rede indesejável de eventos
colaterais ao tratamento do mesmo devido à toxicidade imprimida pela farmacologia
presente na quimioterapia, diminuindo a eficácia do tratamento e qualidade de vida
do paciente, levando, então, à necessidade de encontrar novos meios que ajudem o
paciente oncológico a ultrapassar as barreiras surgidas durante e após a sua jornada
do tratamento oncológico. Deste modo, nos últimos anos tem-se investigado o papel
do exercício no colmatar de certos eventos colaterais ao tratamento oncológico, na
eficácia do tratamento, bem como na melhoria da qualidade de vida do paciente
oncológico.N/