Revista de Salud Ambiental
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Queima de resíduos, contaminação e riscos sanitários. Um estudo de caso na Argentina
This paper purports that the burning of household waste is growing at the same pace as residential expansion in the southern area of the city of Posadas, Argentina. This is a novel, exploratory study that provides a brief diagnosis of environmental pollution by particulate matter. Out of the wide range of pollutants released by waste burning, the study took PM2.5 as a “benchmark pollutant” and identified the places and times of the greatest impact, burning practices, risky behaviors, etc. Aside environmental pollution, the practice of waste burning affects air quality and has potential harmful effects on public health. The evidence gathered shows that garbage burning is the most hazardous environmental issue facing the city today, and the characteristics of the phenomenon indicate that emissions of particulate matter and pollutants are accelerating.Este artículo plantea que la quema de residuos domiciliarios está creciendo al ritmo de la expansión residencial en la zona sur de la ciudad de Posadas, Argentina. Se trata de un estudio inédito y exploratorio que ofrece un breve diagnóstico de la contaminación ambiental por material particulado. Del amplio repertorio de contaminantes que libera la quema de residuos, el estudio toma el PM2.5 como un “contaminante criterio” e identifica lugares y horas de mayor afectación, prácticas de quema, conductas de riesgos, etc. Al margen de la contaminación ambiental, la práctica de la quema afecta a la calidad del aire y conlleva potenciales efectos nocivos en la salud pública. La evidencia recabada permite sostener que la quema de basura es el problema ambiental más peligroso que enfrenta hoy la ciudad, y por las características del fenómeno, se advierte que se están acelerando las emisiones de material particulado y contaminante.Este artigo refere que a queima de resíduos domésticos está a crescer ao ritmo da expansão residencial na zona sul da cidade de Posadas, Argentina. Trata-se de um estudo inédito e exploratório que oferece um breve diagnóstico de contaminação ambiental por material particulado. A partir do amplo reportório de poluentes libertados pela queima de resíduos, o estudo assume o PM2.5 como um “poluente critério” e identifica locais e horários de maior afetação, práticas de queima, comportamentos de risco, etc. Além da poluição ambiental, a prática das queimadas afeta a qualidade do ar e tem potenciais efeitos nocivos na saúde pública. A evidência recolhida permite defender que a queima de resíduos é o problema ambiental mais perigoso que a cidade enfrenta hoje e, devido às características do fenómeno, alerta-se para o facto de estar a aumentar a emissão de material particulado e poluente
Resíduos de pesticidas proibidos e de uso atual em gestantes na Patagónia Norte, Argentina: estudo piloto
Exposure to banned organochlorine pesticides (BOCPs) and other currently used pesticides (CUPs) can occur at farming sites subjected to chemical pest control. Apple, pear and fine fruit crops are grown in the rural areas of the Río Negro, Neuquén Provinces and Northern Patagonia, Argentina. Chemical control was historically carried out using BOCPs, while now CUPs are used. In Argentina, particularly in this area, the level of pesticides in the placenta is unknown. In this pilot study, BOCP and CUP concentrations were determined in pregnant women living in Northern Patagonia. Placentas were collected (n=20), and maternal data and neonatal and placental anthropometric parameters were recorded. Residues of chlorpyrifos, trifluralin, chlorothalonil, HCHs, HCB, endosulfans, DDTs, chlordane and heptachlor were quantified by GC-ECD. The total concentration of pesticides in the placentas was 1 425.38 ± 1 659.19 ng/g lip, where ΣDDTs and chlorpyrifos exceed the levels reported in Asia, Europe and Africa. Chlorpyrifos was detected in 95% of the samples (106.17 ± 148.14 ng/g lip). The levels of pp ́-DDE, endosulfan sulfate, a-chlordane and g-HCH were associated with a lower neonatal mass index. Significantly higher concentrations of DDT, pp ́-DDE, pp ́-DDD and heptachlor-epoxide were found in mothers living in rural areas versus urban areas. Pregnant women living in northern Patagonia are exposed to a complex mixture of neurotoxic pesticides that can affect newborns through placental transfer.La exposición a los plaguicidas organoclorados prohibidos (POCs) y otros de uso actual (PUA) puede ocurrir en sitios de cultivo con control químico de plagas. En las provincias de Río Negro, Neuquén y Patagonia Norte de Argentina, los entornos rurales incluyen cultivos de manzana, pera y frutas finas. El control químico se realizó históricamente con POCs, mientras que actualmente se utilizan PUA. En Argentina, particularmente en esta área, se desconoce el nivel de plaguicidas en la placenta. En este estudio piloto se determinaron las concentraciones de POCs y PUA en mujeres embarazadas residentes en la Patagonia Norte. Se colectaron placentas (n=20), y se registraron los datos de las madres, parámetros antropométricos de los neonatos y de la placenta. Residuos de clorpirifos, trifluralina, clorotalonil, HCHs, HCB, endosulfanes, DDTs, clordanos y heptacloros fueron cuantificados mediante GC-ECD. La concentración total de plaguicidas en las placentas fue 1 425,38 ± 1 659,19 ng/g lip., donde ΣDDTs y clorpirifos superaron niveles reportados en Asia, Europa y África. Clorpirifos se detectó en el 95 % de las muestras (106,17 ± 148,14 ng/g lip). Los niveles de pp ́-DDE, endosulfan sulfato, a-clordano y g-HCH se asociaron con un menor índice ponderal de los neonatos. Se encontraron concentraciones significativamente más altas de DDT, pp ́-DDE, pp ́-DDD y heptacloro epóxido en madres que viven en los entornos rurales frente a los urbanos. Las mujeres embarazadas que viven en la Patagonia Norte están expuestas a una mezcla compleja de pesticidas neurotóxicos que pueden afectar a los recién nacidos a través de la transferencia placentaria.A exposição a pesticidas organoclorados proibidos (POCs) e a outros de uso atual (PUA) pode ocorrer em locais de cultivo com controlo químico de pragas. Nas províncias de Rio Negro, Neuquén e Patagónia Norte Argentina, as zonas rurais incluem o cultivo de maçã, pera e frutas finas. O controlo químico anteriormente realizou-se com POCs, embora atualmente se faça com PUA. Na Argentina, particularmente nesta área, desconhece-se o nível de pesticidas na placenta. Neste estudo piloto determinaram- se as concentrações de POCs e PUA em mulheres grávidas residentes na Patagónia Norte. Foram colhidas as placentas (n=20) e registaram-se os dados das mães, os parâmetros antropométricos dos recém-nascidos e das placentas. Resíduos de clorpirifos, trifluralina, clorotalonil, HCHs, HCB, endosulfan, DDTs, clordanos e heptacloros foram quantificados através de GC-ECD. A concentração total de pesticidas nas placentas foi 1 425,38 ± 1 659,19 ng/g lip., onde ΣDDTs y clorpirifos superaram níveis reportados na Ásia, Europa e África. Detetaram-se clorpirifos em 95% das amostras (106,17 ± 148,14 ng/g lip). Os níveis de pp ́- DDE, endosulfan sulfato, a-clordano y g-HCH foram associados a um menor índice de peso dos recém-nascidos. Encontraram-se concentrações significativamente mais altas de DDT, pp ́-DDE, pp ́-DDD y heptacloro epóxido em mães que vivem em ambientes rurais versus urbanos. As mulheres grávidas que vivem na Patagónia Norte estão expostas a uma mistura complexa de pesticidas neurotóxicos que podem afetar recém-nascidos através da transferência placentária
Estocolmo+50: um planeta saudável para a prosperidade de todos: a nossa responsabilidade, a nossa oportunidade, a COP27 e as comunicações seleccionadas no 1º Congresso Virtual Iberoamericano sobre Saúde Ambiental (SIBSA)
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Desconforto socioambiental: a saúde em relação à segurança. O caso de Córdoba, Argentina
In this paper we propose studying the way in which insecurity impacts health without establishing a linear correlation between them but rather by averaging their weights via the effects the former has at a subjective level. To this end, we used the category of “socio-environmental unease,” defined as the discomfort, negative impact or subjective suffering experienced as a result of living in a place or environment that is perceived as dangerous or potentially so. In order to show this, we focused on analyzing the results of the “Quality of Life and Well-being in Cordoba, Argentina” survey by means of two indicators: perception of public insecurity, and fear. Regarding the results, first we saw that respondents did not identify socio-environmental unease as a health issue. Secondly, we noted that although insecurity is felt in most Córdoba households, only a small group thereof is affected by fear, which would suggest that this experience has become naturalized. The survey—which was conducted in April 2019—used probability-proportional-to-size (PPS) sampling across the urban area of the city of Cordoba; 398 surveys were validated.En este artículo, nos proponemos analizar la forma en la que la inseguridad afecta a la salud, sin establecer entre ellas una correlación lineal sino mediando su ponderación por los efectos que produce a nivel subjetivo. Nos valemos para ello de la categoría “malestar socioambiental” definida como la incomodidad, afectación negativa o padecimiento subjetivo que suscita el habitar un espacio o entorno percibido como peligroso o potencialmente peligroso. Para mostrarlo, nos centraremos en el análisis de los resultados de la encuesta “Calidad de vida y bienestar en Córdoba, Argentina” articulando dos indicadores: la percepción de inseguridad ciudadana y el miedo. En relación con los resultados observamos, en primer lugar, que los respondentes no identifican los malestares socioambientales como problemas de salud. En segundo lugar, advertimos que, aunque la percepción de inseguridad es mayoritaria en los hogares de Córdoba, el miedo afecta a un grupo reducido, lo que tiende a sugerir una naturalización de esta vivencia. La encuesta, realizada en abril de 2019, utilizó un muestreo probabilístico del tipo PPS sobre el espacio urbano de la ciudad de Córdoba, validándose 398 encuestas.Neste artigo propomo-nos analisar a forma como a insegurança afeta a saúde, sem estabelecer uma correlação linear entre elas, mas medindo a sua ponderação pelos efeitos que produz a nível subjetivo. Para isso, utilizamos a categoria “desconforto socioambiental” definido como a incomodidade, afetação negativa ou sofrimento subjetivo causado por habitar um espaço ou ambiente percebido como perigoso ou potencialmente perigoso. Para mostrá-lo, focamo-nos na análise dos resultados da pesquisa “Qualidade de vida e bem-estar em Córdoba, Argentina” articulando dois indicadores: o sentimento de insegurança pública e o medo. Em relação aos resultados, observamos, em primeiro lugar, que os entrevistados não identificam desconfortos socioambientais como problemas de saúde. Em segundo lugar, observamos que, embora a perceção de insegurança seja maioritária nos lares de Córdoba, o medo atinge um pequeno grupo, o que tende a sugerir uma naturalização desta vivência. A pesquisa, realizada em abril de 2019, utilizou uma amostragem probabilística do tipo PPS no espaço urbano da cidade de Córdoba, validando 398 questionários