Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

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    A DIFUSÃO DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA ATRAVÉS DE CURSO DE EXTENSÃO E A MUDANÇA DE MINDSET ENTRE OS TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS: Demonstração e análise gráfica sobre como potencializar uma aposentadoria futura a curto, médio e longo prazo.

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    RESUMO: Introdução: Este trabalho visa analisar como a difusão da educação financeira através de cursos ou acompanhamento pontual através de célula a ser criada dentro de cada unidade pode ajudar no dia a dia dos técnicos administrativos visando uma sustentabilidade financeira ao longo da carreira ativa impactando, por conseguinte, ao término desta, no orçamento individual de cada um com a ida para a aposentadoria. A abordagem sistemática desenvolvida no presente trabalho se justifica em virtude da falta de conhecimento por parte de grande número dos técnicos administrativos sobre meios alternativos e complementares à previdência recolhida compulsoriamente Fundamentação: A falta de conhecimento e o acesso à educação financeira de maneira geral impactam no número de abonos, postergações de ida à aposentadoria e, diante do atual cenário político e econômico, antecipações prejudiciais – financeiramente – de pedido de aposentadoria à Gestão Universitária Metodologia: Demonstração através de cálculos e produtos existente no mercado financeiro atual que podem minimizar o impacto da aposentadoria a um servidor – antes ativo – do quadro universitário. Demonstrar através de análises comportamentais sobre como mudança a de mindset pode ajudar o servidor ativo a ter ganhos em seu orçamento com uma melhor gestão dos seus vencimentos. Resultados parciais: A baixa criação de cursos de extensão e apoio aos servidores bem como a mentalidade destes, consolida-se como um fator agregador negativo aos orçamentos pessoais individuais da comunidade técnico administrativa fato este que pode ser modificado em determinada escala de tempo. Conclusão: A Educação Financeira não consiste somente em aprender a economizar, cortar gastos, poupar e acumular dinheiro: É buscar uma melhor qualidade de vida tanto hoje quanto no futuro, proporcionando a segurança material necessária para aproveitar os momentos da vida e ao mesmo tempo obter uma garantia para eventuais imprevistos

    O Núcleo de Rádio e TV da UFRJ e a implementação da sua Diretoria Adjunta de Operações e Tecnologia.

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    O Núcleo de Rádio e TV da UFRJ constitui-se como um órgão Suplementar vinculado ao Fórum de Ciência e Cultura e tem por objetivos a execução do serviço de radiodifusão sonora com finalidade exclusivamente educativa, através do canal em FM consignado à Universidade para operação em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação - EBC, assim como a concepção, coordenação, produção, distribuição, programação e difusão de conteúdos e programas de rádio e TV, mídias sonoras e audiovisuais. O presente trabalho apresenta a experiência de implementação da Diretoria Adjunta de Operações e Tecnologia do NRTV, setor responsável pela viabilização das condições técnico-operacionais para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão do órgão e em parceria com as demais unidades acadêmicas e setores de comunicação da universidade. Serão abordados os estudos prévios e projetos técnicos em desenvolvimento para a instalação dos estúdios e central técnica, sistema de enlace com a estação transmissora, unidade móvel e sistemas de contribuição remota para transmissões ao vivo e coberturas jornalísticas em eventos. Também serão apresentadas as possibilidades de colaboração da comunidade universitária com o Núcleo, através dos projetos de extensão e pesquisa, elaboração de programas e produtos audiovisuais e nos diversos formatos de mídias sonoras

    Música e documentário

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    O estudo do som no cinema documentário tem crescido nos últimos anos. Embora abordagens teóricas e historiográficas ainda estejam num estado embrionário se comparadas às dos estudos do som no cinema ficcional, pode-se dizer que um campo fértil de debate vem emergindo desde os anos 1990. Na última década o campo tem ganhado uma forma mais densa, como podemos notar, por exemplo, a partir dos congressos acadêmicos (Ouvir o Documentário: música, vozes e ruídos, 2012, no Brasil; Sound and Music in Documentary Film International Symposium, 2017, no Reino Unido), livros (Ouvir o Documentário, 2015; Music and Sound in Documentary Film, 2015) e edições especiais de periódicos (Doc On-line: Documentary and Music, 2012; Doc On-line: Documentary Sonorities, 2017) dedicados especificamente ao tópico do som no cinema documentário. Também é notável como o tópico tem tomado corpo nas críticas fílmicas, nos cursos livres e na prática fílmica. As controvérsias, suspeitas, polêmicas e o interesse envolvendo a presença do som no documentário em todas essas áreas é sinal de um primeiro amadurecimento do campo, tanto no viés teórico como no viés prático. Um dos assuntos mais recorrentes (e de maior importância) no campo está relacionado com as dimensões éticas engendradas pela música na construção da narrativa documentária. Expressões como “a música manipula a realidade”, “a música estetitiza a realidade”, “a música tira a objetividade”, “a música manipula as emoções” e “a música adiciona percepções que não se aferem pelo visual” têm sido lugar-comum quando a música no documentário está em debate. Essa linha de raciocínio não é falsa em si. Como Platão e Aristóteles já haviam inferido antes do nascimento do cinema, a música possui tais potenciais. Contudo, o problema com essa perspectiva reside na ideia equivocada de que existe um problema ontológico na relação da música com uma (suposta) essência documentária – uma essência que, em verdade, é, mais do que tudo, se existente, transitória. Uma breve perspectiva diacrônica sobre a história do documentário consegue iluminar o aspecto transitório de sua estilística, ética e política, que evidencia a impossibilidade de uma abordagem voltada para uma essência. Tendo esses pressupostos em mente, minha apresentação irá abordar o tema da música na narrativa documentária e como o tema tem sido discutido nos últimos anos através de uma história da música na tradição do cinema documentário, ressaltando as principais transformações no uso e presença da música ao longo dos anos

    O momento musical como um investimento queer: notas sobre o conceito de fratura

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    Gênero cinematográfico que encontra seu auge na Hollywood clássica, o musical se destaca pelo erigir de um universo de música e dança, onde a vida é atravessada pelo espetacular, as narrativas canalizadas pelo ato de cantar e dançar. Ao se debruçar sobre musicais, Richard Dyer (2002) nos diz que esses filmes são capazes de gerar um senso de “utopia”, um preenchimento de fissuras da “vida real”. Nesse sentido, como é possível compreender os momentos de música como propulsores de afetos e sensações específicos, capazes de promover engajamentos que rompem ou ultrapassam a dimensão narrativa? De forma específica, como podemos pensar nesses momentos como possíveis fontes de uma sensibilidade queer? A música, quando inserida em filmes narrativos, é capaz de promover desvios da própria narrativa, despertar novos olhares, novas sensações, novas formas de engajamento do espectador. Partindo dessa premissa, busco analisar o momento musical como um possível lugar de investimento dissidente, uma força disruptiva capaz de gerar potências transgressoras e subversivas dentro de filmes cujas narrativas são pautadas por projetos hegemônicos e heteronormativos. Ou seja, pensar como os momentos musicais desses filmes podem gerar, principalmente no campo da estética, uma “fratura” em um corpo fílmico “sadio”. Para tanto, valho-me da criação do conceito de “fratura”, uma disruptura capaz de promover sensibilidades queer, baseado principalmente nos conceitos de “momento musical” (Herzog, 2010), “utopia” (Dyer, 2002; Muñoz, 2009), “afetivo-performativo” (Del Río, 2008), ao lado de teorias que ajudam a ter uma dimensão mais rizomática e articulada desses próprios conceitos, como os investimentos de Heather Laing (2000) e Brett Farmer (2000) sobre o gênero musical hollywoodiano (aquela sob uma análise dos números musicais como irrupções geradoras de emoção e este observando esses mesmos números do ponto de vista de uma espectatorialidade gay), a aproximação entre os conceitos de “afeto” e “atrações” operado por Mariana Baltar (2017), a busca de Denilson Lopes (2016) pelo que ele chama de afetos queer, marcadamente atravessados pelo camp e o artifício, e o conceito de “fracasso” em Jack Halberstam (2011), que pensa o ato de fracassar como a “arma dos mais fracos”, como boicotes sutis a regimes hegemônicos, como potência geradora de novas formas de vida. Amparado por este conceito e informado por essas teorias, deparo-me com um momento musical do filme Os Homens Preferem as Loiras (Gentlemen Prefer Blondes, 1953), de Howard Hawks, a canção “Ain’t There Anyone Here For Love”, analisando de que forma esse momento pode dar vazão a outras estéticas, sensibilidades e engajamentos que escapam à narrativa do filme, marcadamente pautada por valores heteronormativos. A hipótese central é de que, por meio da "fratura" promovida pelo momento musical, seja possível edificar, mesmo no âmbito de um cinema hegemônico, novas interpretações e usos das imagens em movimento, de forma a sinalizar um vislumbre de possibilidades positivas a uma espectatorialidade queer

    Cinema, literatura, trilha sonora e a adaptação interdisciplinar do roteiro cinematográfico contemporâneo - Uma análise do filme Bronson (2008)

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    Entre distinções formais, matriciais e tecnológicas, cinema e literatura sobrevivem e entrelaçam seus discursos, sobretudo no quesito da adaptação textual para a construção de um roteiro fílmico. Entre convergências teóricas e interdisciplinares, outras áreas das artes embarcam nessa continua e constante sublimação. Propõe-se aqui enxergar, sobretudo no cinema contemporâneo, a adaptação literária não só como a relação entre a página escrita e a imagem cinematográfica, mas sim como um coletivo de obras e autores não necessariamente fiéis à temporalidade de seu discurso de origem. Nesse coletivo atentamos em especial para o fato da trilha sonora ser um dos principais elementos narrativos enquadrados dentro deste contexto. Neste, há a reunião de distintos gêneros musicais, regravações e mixagens, que independentemente de serem estratégias comerciais ou estilísticas, trazem aos seus filmes um universo próprio e performático, para além do tempo diegético pré-determinado pela obra adaptada. No intuito de se traçar um embasamento teórico para esta linha investigativa,  diversos conceitos, como os desenvolvidos por Robert Stam e Hans Ulrich Gumbrecht nortearão aqui a análise do filme Bronson (2008), de Nicolas Winding Refn. Este filme conta a vida do presidiário Michael Peterson (Tom Hardy): considerado um dos detentos mais caros de toda a história do poder judiciário britânico, ainda sem uma data prevista para o seu julgamento. Inúmeras foram as biografias publicadas a seu respeito, além de editoriais e reportagens em tabloides sensacionalistas da imprensa britânica, como o The Sun. Para Peterson, o ator Charles Bronson, protagonista de filmes como Desejo de Matar (Death Wish, 1974), era o seu alter ego. A narrativa de Refn desenvolve-se na década de 70, na periferia de Londres. Mas sua trilha sonora possui canções que partem de antes, passam durante, e vão após o seu tempo diegético, incluindo composições de Strauss, Wagner, Verdi, New Order, The Walker Brothers, Pet Shop Boys e Glass Candy. São canções ora extra-diegéticas, ora diegéticas que têm uma funcionalidade narrativa. Sem elas o filme não teria força de impactar seu discurso como uma obra adaptada, performática e interdisciplinar; não teria força de impactar seu discurso como uma obra crítica que pontua o fato do poder judiciário britânico não conseguir resolver o seu caso mais polêmico há quase cinquenta anos. Referências Bibliográficas AUMONT, Jacques. A Estética do filme. Campinas: Ed. Papirus, 2012; BORDWELL, David. Figuras traçadas na luz: a encenação no cinema. Campinas: Ed. Papirus, 2008; Bronson. IMDB – Internet Movie Database. Disponível em: <http://www.imdb.com/title/tt1172570>. Acesso em: 29 mar. 2018; ________ Soundtrack. Spotify. Disponível em: <https://goo.gl/z2rK3q>. Acesso em: 29 mar. 2018; COOPER, Judy; ALFILLÉ, Helen. Assessment in Psychotherapy. Londres: Ed. Karnac Books, 1998; Death Wish. IMDB – Internet Movie Database. Disponível em: <http://www.imdb.com/title/tt0071402>. Acesso em: 29 mar. 2018; GAUDREAULT, André; JOST, François. A narrativa cinematográfica. Brasília: Ed. UnB, 2009; GUMBRECHT, Hans Ulrich. Nosso amplo presente. O tempo e a cultura contemporânea. 1ª ed. Trad.: Ana Isabel Soares. São Paulo: Ed. Unesp, 2015; ___________________. Lendo para a Stimmung? - Sobre a ontologia da literatura hoje. Revista Índice, vol. 01, n.01, 2009/2. Disponível em: <https://goo.gl/X8UXZZ>. Acesso em: 29 mar. 2018; STAM, Robert. A literatura através do cinema: Realismo, magia e a arte da adaptação. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2008; ____________. Teoria e prática da adaptação: da fidelidade à intertextualidade. Revista Ilha do Desterro, vol. 01, n.51, 2006. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/2175-8026.2006n51p19/9004>. Acesso em: 29 mar. 2018; TOMACHEVSKI, Boris. Teoria de la literatura. Madrid: Ediciones Akal, 1982; VADICO, Luiz; REINIGER NETO, Roberto Gustavo. Robert Stam – Cinema, Literatura e a trajetória de uma metodologia de pesquisa. Revista Brasileira de Ciências da Comunicação – INTERCOM. Disponível em: <http://www.portcom.intercom.org.br/revistas/index.php/revistaintercom/article/view/2703/2069>. Acesso em: 29 mar. 2018; Referência Filmográfica Bronson. Direção: Nicolas Winding Refn, Roteiro: Brock Norman Brock, Produção: Suzane Alizart, Intépretes: Tom Hardy, Kelly Adams, Luing Andrews e outros. Vertigo Films, 2008, DVD, 92 min., som, cor

    Processos Criativos de foley, soundscape e música ubíqua em produções audiovisuais

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    O som em produções audiovisuais é elemento essencial para que os filmes causem maior impacto e proporcione uma estética relacional com seus espectadores. Este breve estudo traz alguns levantamentos realizados em vídeos diversos que utilizam como proposta de processos criativos a técnica de foley (1), soundscape (2) e música ubíqua (3). 1. Foley é uma técnica de realizar o som no estúdio com efeitos sonoros relacionados à interação humana com o mundo; 2. soundscape na tradução literal é paisagem sonora, conceito de Murray Schafer, com aplicações diversas; 3. música ubíqua é a criação de composições musicais utilizando aparelhos tecnológicos ubíquos, este campo de estudo muito se assemelha a forma com que são feitas as técnicas de foley e captação de paisagens sonoras. Buscamos trazer em mais detalhes cada um destes conceitos e técnicas adotadas. Como exemplos trazemos algumas produções recentes realizadas nos últimos anos e duas criações artísticas feitas por Morandi em 2018. O primeiro exemplo é o filme Voz dos Sinos, que retrata a linguagem dos sinos e oficio de sineiros em São João del-Rei, cidade de Minas Gerais que é conhecida como a cidade onde os sinos falam, neste filme são apresentados alguns dos principais toques de sinos da cidade, assim como a forma com que eles são executados. O segundo exemplo é o filme Soundscape Film - Cuba Livre, que reúne vários recortes de paisagens sonoras de Havana e região e foi criado por meio de técnicas de composição musical de paisagens sonoras, porém utilizando trechos de vídeos captados entre 1 e 10 de maio de 2018, durante a participação de uma Bienal de Arte na capital cubana. Por fim, a proposta deste estudo é apresentar algumas possibilidades de captação musical que envolvam em certo ponto tecnologias, seus processos criativos, como o som dialoga com o visual e consequentemente com o espectador enquanto elemento social

    Os Impactos Individuais e Organizacionais de uma Instrutoria em Autoconhecimento – Programação Neurolinguística

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    Na realidade sócio-político-econômica atual, em que cada vez mais se entende o sujeito como agente de transformações, faz-se necessário o olhar diferenciado, global e individual, sobre esse indivíduo, sua qualidade de vida e os impactos organizacionais disso. Pesquisas, como a de Índice de Qualidade de Vida no Trabalho (IQVT) realizada pela Sodexo, apontam que o desenvolvimento de um ambiente de trabalho em que as pessoas se sintam bem e reconhecidas, a valorização de funcionários que assumem riscos e o incentivo à novas ideias, culmina em alta produtividade, bem como alavancagem organizacional. A UNEB, não estando alheia a este movimento, e entendendo que a melhoria de seus resultados perpassa pelo desenvolvimento e crescimento de seus servidores, fomentou instrutorias internas de Noções Básicas em Programação Neurolinguística, dentro do eixo de Qualidade de Vida. Os impactos desta abordagem vêm sendo mensurados, qualitativa e quantitativamente, tanto nos setores dos servidores como na ecologia organizacional como um todo, a citar mudanças como melhoria na ecologia setorial, formação de equipes integradas, ampliação da capacidade de resolução de problemas, estreitamento da comunicação intersetorial, consequência de um aumento na assertividade da comunicação interpessoal, dentre outros aspectos. O Objetivo geral deste trabalho é demonstrar a relevância do investimento subjetivo no servidor como sujeito ativo dos processos operacionais da IES, através do acesso a recursos e técnicas do autoconhecimento por realização de instrutorias internas. As instrutorias foram desenvolvidas através das seguintes estratégias de transmissão de conhecimento: aula expositiva; dinâmicas de grupo; debates participativos; apreensão de técnicas criadoras de novos caminhos neurais; roteirização de recursos para intervenção setorial com base nos conhecimentos adquiridos. Conclusão: A proposição desse tema em instrutoria interna baseou-se nas constantes mudanças observadas no cenário nacional e nas políticas públicas internacionais, objetivando trazer melhorias na abordagem gerencial humanizada da Universidade, demonstrando como a valorização das relações intra e interpessoais impactam na elevação de índices de resultado visto que pesquisas científicas apontam satisfação, ambiente de trabalho, valorização e ambiente relacional como aspectos importantes para os servidores

    PINC – Sistema do Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Medicina da UFRJ

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    O PINC é um sistema web desenvolvido pela InfoTIC para o gerenciar os projetos de pesquisa do Programa de Iniciação Científica da Faculdade de Medicina (FM) da UFRJ. Através dele, docentes da FM dos campi Cidade Universitária e Macaé conseguem cadastrar projetos, docentes colaboradores (que podem inclusive ser externos à UFRJ), alunos, e colocar no histórico membros do projeto que já saíram e o próprio projeto quando este é finalizado, e aprovar e reprovar os alunos participantes, juntamente com a submissão de relatórios de desempenho. Já os professores administradores do sistema podem, além do citado, gerenciar usuários, enviar e-mails a grupos de participantes ou a membros individuais, emitir certificados aos alunos aprovados e exportar relatórios. Quanto aos alunos, que devem pertencer à Universidade, eles apenas precisam manter seus dados atualizados e submeter o relatório final para avaliação. Por fim, para fins de transparência, o público externo pode ver os dados de cada projeto, docentes e alunos, já que não podem ser logar no sistema, que é feito usando a Intranet da UFRJ por motivos de segurança. O sistema atual foi refeito do zero ano passado quando foi pedido para que o sistema fosse implantado para o campus Macaé com a inclusão de novas funcionalidades. Isso foi feito porque o sistema antigo usava tecnologias descontinuadas e uma interface com o usuário antiquada. Já o atual foi feito usando técnicas, métodos e ferramentas mais modernos disponíveis no mercado, com uma interface moderna, responsiva e com foco na usabilidade do usuário. Estas alterações no sistema PINC foram feitas de acordo com as metas de usabilidade, que são: eficácia, eficiência, segurança, utilidade, learnability e memorability, além dos princípios de design, que são: visibilidade, feedback, restrições, consistência e affordance. O PINC conta também com a integração de outro sistema da InfoTIC, o Help InfoTIC, que integra ítens de ajuda através de sua API. Além disso, os dados dos projetos antigos e os dos respectivos professores responsáveis foram completamente importados para o novo sistema, cujo backend foi desenvolvido em PHP 7.2, usando o framework Laravel 5.6, com o frontend usando Blade, Vue.js, JavaScript, Jquery e framework MaterializeCSS. O banco de dados utilizado foi o MariaDB. Por fim, a metodologia utilizada para o desenvolvimento foi o SCRUM, e o sistema foi implantado num container Docker usando integração contínua para atualizar o sistema de maneira eficiente com as novas alterações

    Saúde mental do/a estudante universitário/a

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    Este trabalho traz um levantamento quantitativo contendo dados sociodemográficos e psicológicos dos/as alunos/as atendidos/as pelo Serviço de Atendimento Psicossocial ofertado pela UFGD – Universidade Federal da Grande Dourados na PROAE – Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis e no LABSPA – Laboratório Serviço de Psicologia Aplicada. O objetivo deste trabalho é realizar um mapeamento dos atendimentos e trazer reflexões sobre os avanços e desafios na prática que lida com a saúde mental de acadêmicos. A metodologia de pesquisa utilizada é a pesquisa documental, foram visitados os arquivos de registros de atendimento para obter dados e também o Relatório de Indicadores da PROAE, respeitando o sigilo dos/as usuários/as do serviço. Os atendimentos são embasados em teoria e prática pela Terapia Cognitivo Comportamental, Avaliação Terapêutica, Psicoterapia Breve de Orientação Psicanalítica, de acordo com as abordagens das profissionais. O serviço busca oferecer aos discentes um espaço para o acolhimento psicológico, propiciando um lugar de intervenção e escuta clínica e promoção da saúde mental. Quando necessário é realizada sensibilização para psicoterapia de longo prazo e encaminhamentos para especialistas e/ou instituições da área da saúde mental, como psiquiatras e CAPS - Centro de Atenção Psicossocial. O atendimento se dá na modalidade individual, com psicoterapia breve e também Plantões Psicológicos. A equipe ainda realiza palestras com temas voltados para saúde mental e está em fase de elaboração de projetos para atender de forma coletiva no 2º semestre de 2019, por meio de rodas de conversa e oficinas. De agosto de 2018 a junho de 2019 foram realizados cerca de 734 atendimentos e 290 alunos atendidos. A equipe tem conseguido alcançar o objetivo de oferecer um atendimento psicoterapêutico breve e focal com qualidade e eficiência. Contudo considera-se que ainda há desafios, como a questão da infraestrutura e a promoção de atendimentos coletivos para abranger maior parte da comunidade acadêmica

    Projeto RECICLAB: Química Verde e Sustentabilidade

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    A ideia de fazer um projeto para o Instituto de Química com o intuito de se mitigar ou, pelo menos, reduzir drasticamente o uso de solventes tóxicos, como os halogenados, por solventes mais verdes surgiu em 2016, partindo-se de uma iniciativa da direção do Instituto de Química da UFRJ. Foi assim que nasceu o Projeto RECICLAB: Química Verde e Sustentabilidade. A proposta inicial foi ampliada e, em novembro de 2017, o projeto foi registrado como projeto de extensão universitária. Para obtenção de fomento foi encaminhado para o Edital PROFAEX tendo recebido nota máxima. O projeto atua basicamente em três linhas de ação: (1) RECICLAB IQ aulas. Acompanhamento das aulas experimentais do IQ pela equipe do projeto onde são avaliados os processos e procedimentos laboratoriais por meio de uma ficha de diagnóstico. A equipe se reúne e discute o que pode ser melhorado e modificado de forma a tornar o procedimento adequado aos princípios da química verde a da sustentabilidade; (2) Sistema RECICLAB. O sistema RECICLAB é um sistema de trocas colaborativas de materiais sobressalentes entre setores do IQ e, agora, para toda a UFRJ, na qual servidores da universidade solicitam o cadastramento no sistema e podem disponibilizar solventes, reagentes, vidrarias, equipamentos e mobiliários que estão sem uso no ambiente de trabalho (laboratórios ou salas) e, ou solicitar algum item disponibilizado. Há um fórum que pode ser utilizado, por exemplo, para se fazer compras coletivas e, assim, buscar menores preços junto aos fornecedores; (3) RECICLAB Escolas. O projeto estabeleceu parcerias com duas escolas da Região metropolitana do Rio de Janeiro, uma em Vila Isabel e outra em Duque de Caxias, e atende a estudantes e professores por meio de duas Oficinas: Oficina Sustentabilidade e mini-curso Polímeros. Por fim, o Projeto RECICLAB conta com a valiosa participação de estudantes de graduação e pós-graduação que podem atuar como bolsistas, estudantes curriculares ou pesquisadores. A atuação dos estudantes impulsiona o projeto e gera trabalhos que são apresentados em congressos, eventos e compõem dissertações. Atualmente o projeto está aberto para receber, além dos estudantes de Química, estudantes dos cursos de Comunicação e de Engenharia Ambiental da UFRJ

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