Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca

Unidade Local de Saúde Amadora / Sintra
Not a member yet
    2224 research outputs found

    Avaliação da situação nacional dos blocos operatórios, relatório final. Bloco operatório: estado da arte no HFF e em Portugal

    No full text
    N/

    Arterial tonometry-derived subendocardial viability ratio in coronary artery disease patients: the jury is still out.

    Get PDF
    info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Metástasis hemorrágicas en pulmón

    Get PDF
    info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Obstructive sleep apnea syndrome monitoring by implantable cardiac

    Get PDF
    A síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS) tem sido um problema clínico subestimado e que está amplamente associado a morbimortalidade cardiovascular elevada. Durante o período noturno ocorrem bloqueios auriculoventriculares em pacientes com SAOS por consequência dos efeitos autonómicos de apneias recorrentes com a subsequente dessaturação de oxigénio, dando origem a alterações hemodinâmicas cardíacas. A SAOS é identificada como um fator de risco para quase todos os tipos de arritmias, que vão desde bradicardia sinusal assintomática à morte súbita. Entretanto, novos algoritmos têm sido testados para comprovar a sua eficácia na quantificação dos distúrbios respiratórios durante o sono em doentes portadores de pacemaker (PM). Contudo, é necessário um diagnóstico prévio da SAOS e respetivo tratamento que, em muitos dos casos, rapidamente reverte as arritmias cardíacas. Hoje, os meios de tratamento da apneia do sono são bastante limitados, especialmente desconfortáveis. O método mais eficaz é a utilização de um dispositivo de pressão positiva contínua (Continuous Positive Airway Pressure [CPAP]), que requer uso de uma máscara de ventilação durante a noite para emitir continuamente o ar sob pressão positiva para o paciente. Por outro lado, reconhece-se que muitos dos doentes com SAOS tratados com CPAP não são aderentes pelo facto de a máscara não facilitar o sono tranquilo do doente. Nesse sentido, vários investigadores observaram que o pacing cardíaco pode desempenhar um papel importante no diagnóstico e terapêutica da SAOS, essencialmente na minimização dos sintomas de bradicardia.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Moyamoya syndrome and sickle cell anemia: a clinical report

    Get PDF
    A síndrome de moyamoya é uma entidade clínica rara, de etologia desconhecida, encontrando-se descrita em associação com várias patologias, entre as quais a drepanocitose. Os autores apresentam o caso de uma mulher de 28 anos com antecedentes de drepanocitose, dois episódios de acidente vascular cerebral e hemiparesia esquerda sequelar: recorre ao serviço de urgência por agravamento da hemiparesia esquerda, alterações da sensibilidade e cefaleia fronto-parietal homolaterais. À observação, foi objectivado o défice neurológico descrito. Tomografia computorizada e angio-ressonância magnética de crânio: alteração do padrão vascular cerebral, com estenose franca bilateral ao nível da carótida interna e artéria cerebral média: presença de pequenos vasos emaranhados sublentriculares – padrão sugestivo de moyamoya. Feita angiografia diagnóstica, que confirmou alterações vasculares descritas. Optou-se por tratamento conservador, atendendo aos riscos inerentes à intervenção cirúrgica neste caso. “Moyamoya” significa, em japonês, “sopro de fumo de cigarro”, ilustrando um padrão angiográfico cerebral característico. Este é um caso de síndrome de moyamoya, situação em que este padrão angiográfico se associa a um determinado factor de risco. Pretendemos não só documentar o caso, como rever a evidência actual acerca desta entidade clinica rara.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Anatomic Variotions of the Paranasal Sinuses

    Get PDF
    Devido à grande proximidade dos seios perinasais (SPN) com a órbita, sistema nervoso central e outras estruturas, o cirurgião deve estar bem familiarizado com a anatomia nasossinusal. Foi efectuado um estudo retrospectivo de 150 TC-SPN realizadas no nosso centro, durante 2015. 75 exames preencheram os critérios de inclusão. Foi realizada análise de variáveis demográficas e anatómicas. A idade média foi 48 anos. Observámos agenésia em 6% dos seios frontais e hipoplasia em 15%, defeito da lâmina papirácea (LP) em 11%, deiscência da artéria etmoidal anterior em 29%, célula Onodi em 16%, exposição do nervo óptico em 28% e exposição da artéria carótida interna em 19%, entre outras variáveis avaliadas. A altura média da lamela lateral foi maior no sexo masculino. O sexo feminino correlacionou-se com hipoplasia do seio maxilar e LP medializada. Uma avaliação cuidada da TC-SPN é essencial para alcançar melhores resultados cirúrgicos e menor taxa de complicações.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Envelhecimento, metabolismo e nutrição no doente ortopédico

    Get PDF
    O envelhecimento é com frequência acompanhado de diminuição do metabolismo basal. São vários os fatores que condicionam o seu aparecimento. Como consequência destes fatores a prevalência da desnutrição varia entre 5-20% em idosos residentes na comunidade e superior a 60% em idosos institucionalizados. São vários os estudos que apontam para um aumento de risco de infeção em cirurgia ortopédica associada à desnutrição. Neste trabalho os autores efetuaram uma revisão da literatura sobre o tema entre 1980 e 2016. Na literatura científica têm sido utilizados vários métodos para identificar a desnutrição: valores serológicos laboratoriais, medidas antropométricas ou a utilização de sistemas de score. Entre estes o “RayneyMacDonald nutritional índex“ é um dos mais utilizados e usa os valores séricos da albumina e da transferrina para efetuar o calculo que permite identificar o estado nutricional do doente. É importante que os serviços de ortopedia desenvolvam uma metodologia de avaliação do estado nutricional dos doentes, em especial os mais idosos como é o caso dos doentes com fratura da extremidade proximal do fémur de forma a corrigir deficiências e prevenir complicações.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Cellular Variant of Focal Segmental Glomerulosclerosis Treated with Plasma Exchange

    Get PDF
    Focal segmental glomerulosclerosis (FSGS) is the most common primary glomerular disease in nephrotic patients in the United States, frequently leading to end stage renal disease (ESRD). The cellular variant is a rare form of FSGS commonly associated with poor outcome. We report a case of cellular variant FSGS with progressive kidney dysfunction successfully treated with plasma exchange (PE). A 49-year-old Caucasian female presented with two days of ankle edema and hypertension. Laboratory findings showed serum creatinine (SCr) 1.6 mg/dL, urine albumin/creatinine ratio (uACR) 2.8 g/g, haematuria 3+ and no immunological abnormalities. Kidney biopsy revealed a cellular FSGS variant with segmental endocapillary proliferation on light microscopic, negative immunofluorescence and widespread foot process effacement by electronic microscopic. Prednisolone 1 mg/Kg was started. Four days later the SCr worsened (3.6 mg/dL) and the patient became severely nephrotic with uACR of6.8g/g, quickly attaining a maximum of 24.6 g/g in a short time and albumin of 2.15g/dL. Pulsed methyl prednisolone was started. Despite a 10 course of steroids, no clinical improvement was observed. Considering the rapidly worsening renal function and severe nephrotic syndrome, PE was begun in association with mycophenolate mofetil and tacrolimus. Kidney function recovered after one week. Complete remission was achieved at 3rd week and remains in complete remission at 27 months follow-up. Prolonged remission is a challenge in primary FSGS. PE associated with combined immunosuppression was effective in the present case. The short and long-term effects of plasma exchange in primary FSGS should be evaluated in prospective studies.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    On the utility of 3D hand cursors to explore medical volume datasets with a touchless interface.

    No full text
    Analyzing medical volume datasets requires interactive visualization so that users can extract anatomo-physiological information in real-time. Conventional volume rendering systems rely on 2D input devices, such as mice and keyboards, which are known to hamper 3D analysis as users often struggle to obtain the desired orientation that is only achieved after several attempts. In this paper, we address which 3D analysis tools are better performed with 3D hand cursors operating on a touchless interface comparatively to a 2D input devices running on a conventional WIMP interface. The main goals of this paper are to explore the capabilities of (simple) hand gestures to facilitate sterile manipulation of 3D medical data on a touchless interface, without resorting on wearables, and to evaluate the surgical feasibility of the proposed interface next to senior surgeons (N=5) and interns (N=2). To this end, we developed a touchless interface controlled via hand gestures and body postures to rapidly rotate and position medical volume images in three-dimensions, where each hand acts as an interactive 3D cursor. User studies were conducted with laypeople, while informal evaluation sessions were carried with senior surgeons, radiologists and professional biomedical engineers. Results demonstrate its usability as the proposed touchless interface improves spatial awareness and a more fluent interaction with the 3D volume than with traditional 2D input devices, as it requires lesser number of attempts to achieve the desired orientation by avoiding the composition of several cumulative rotations, which is typically necessary in WIMP interfaces. However, tasks requiring precision such as clipping plane visualization and tagging are best performed with mouse-based systems due to noise, incorrect gestures detection and problems in skeleton tracking that need to be addressed before tests in real medical environments might be performed.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    0

    full texts

    0

    metadata records
    Updated in last 30 days.
    Unidade Local de Saúde Amadora / Sintra
    Access Repository Dashboard
    Do you manage Open Research Online? Become a CORE Member to access insider analytics, issue reports and manage access to outputs from your repository in the CORE Repository Dashboard! 👇