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Abordagem ao doente com Pancreatite Aguda grave em Unidade de Cuidados Intensivos
A pancreatite é uma doença inflamatória do pâncreas provocada por uma multiplicidade de causas.
As mais frequentes são, por ordem decrescente, a presença de litíase biliar e o consumo excessivo
de álcool. Relativamente à sua apresentação, esta pode-se categorizar em aguda ou crónica.
Quanto à sua gravidade, divide-se em três a quatro categorias (ligeira, moderada, grave, sendo
que em algumas literaturas temos também a distinção de crítica).
Por vezes, tendo em conta a fisiopatologia da doença, a pancreatite pode cursar com disfunção
de um ou mais órgãos, o que requer um tratamento intensivo, rigorosamente monitorizado e
individualizado. Apesar de se optar por um tratamento essencialmente médico no decurso do
episódio, por vezes existem indicações para se recorrer a terapêuticas cirúrgicas, cada vez menos
invasivas. Pela variedade de possibilidade existentes na abordagens destes doentes, torna-se
difícil definir estratégias terapêuticas lineares.
O presente trabalho incide na abordagem do doente com Pancreatite Aguda Grave em contexto
de Unidade de Cuidados Intensivos. O objetivo será a revisão deste tema, apresentando as mais
recentes recomendações.N/
Endoscopios
Introdução: Os procedimentos endoscópicos são utilizados com finalidade diagnostica e
terapêutica, o risco de infeção depende do tipo de procedimento e da eficácia do
reprocessamento. Tínhamos como realidade serviços e locais de reprocessamento
dispersos e uma metodologia de controlo microbiológico ineficaz.
Objetivos:
Objetivo geral: Garantir qualidade e segurança dos cuidados de saúde durante a
procedimentos em que são utilizados endoscópios no hospital X.
Material e Métodos:
Foi utilizada a metodologia de projeto, no diagnóstico de situação, sendo Identificados
diferentes serviços e zonas de reprocessamento com endoscópios na instituição.
Após definição dos objectivos, planeamos como actividades actualização e revisão dos
procedimentos internos e a realização de auditoria interna, nos diferentes serviços e
pontos de reprocessamento de endoscópios no hospital, com envolvimento de entidades
internas, nomeadamente esterilização e SQS.
Resultados:
Da auditoria realizada constataram-se algumas inconformidades, nomeadamente:
Ausência de procedimento sobre o controlo microbiológico dos endoscópios, e de
uniformização do processo; Utilização incorreta de detergentes e desinfectantes; Falhas
no registo dos ciclos de reprocessamento; Inconformidades na utilização dos EPI e
higiene das mãos
Foram desenvolvidas acções de melhoria, nomeadamente:
Formação nas boas práticas no reprocessamento de endoscópios e precauções básicas
em controlo de infeção; Identificação dos dispositivos que podiam ser submetidos a ciclo
de esterilização; Aquisição de material; Elaboração de procedimento, com
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calendarização do controlo microbiológico dos endoscópios e circuito de partilha de
resultados pelas entidades internas envolvidas.
Foram divulgados relatórios e planos de acção individualizados, assim como um relatório
global enviado para a Gestão de topo, no qual foi fundamentada a necessidade de uma
central de reprocessamento para endoscópios, assim como investimento financeiro na
aquisição de mais endoscópios em determinadas áreas
Discussão:
A complexidade associada à natureza da técnica e ao design complexo dos
endoscópios, potencia falhas no seu reprocessamento, devendo ser ponderado o
impacto financeiro do reprocessamento e risco de infeção versus o custo de
endoscópios descartáveis.
A ISO 15883, tem como critérios o controle absoluto em cada uma das fases do
processo de reprocessamento dos dispositivos médicos, assim uma Central de
reprocessamento de endoscopios é uma solução que garante eficácia e controlo ao
longo de todo o processo.
Conclusões:
Este projecto foi implementado com sucesso, iniciativas institucionais que englobem
diversas entidades internas são mais enriquecedoras e permitem mais solidez nos
resultados assim como na continuidade de ciclo de melhoria da qualidade do processo.info:eu-repo/semantics/draf
Abordagem ao doente com Pancreatite Aguda grave em Unidade de Cuidados Intensivos
A pancreatite é uma doença inflamatória do pâncreas provocada por uma multiplicidade de causas.
As mais frequentes são, por ordem decrescente, a presença de litíase biliar e o consumo excessivo
de álcool. Relativamente à sua apresentação, esta pode-se categorizar em aguda ou crónica.
Quanto à sua gravidade, divide-se em três a quatro categorias (ligeira, moderada, grave, sendo
que em algumas literaturas temos também a distinção de crítica).
Por vezes, tendo em conta a fisiopatologia da doença, a pancreatite pode cursar com disfunção
de um ou mais órgãos, o que requer um tratamento intensivo, rigorosamente monitorizado e
individualizado. Apesar de se optar por um tratamento essencialmente médico no decurso do
episódio, por vezes existem indicações para se recorrer a terapêuticas cirúrgicas, cada vez menos
invasivas. Pela variedade de possibilidade existentes na abordagens destes doentes, torna-se
difícil definir estratégias terapêuticas lineares.
O presente trabalho incide na abordagem do doente com Pancreatite Aguda Grave em contexto
de Unidade de Cuidados Intensivos. O objetivo será a revisão deste tema, apresentando as mais
recentes recomendações.info:eu-repo/semantics/draf
Correction to: Clinical management of ageing people living with HIV in Europe: the view of the care providers.
info:eu-repo/semantics/publishedVersio
Consensus Document on Medical Faculty Education on the Treatment of Smoking.
We report the results of a consensus reached by an expert group of representatives from different medical societies in Latin America on the objectives, competencies (knowledge, and skills), content, and duration of smoking cessation education in Latin American medical schools. The document discusses the following aspects: epidemiology, nicotine dependence, factors for initiation and maintenance of tobacco use, smoking-related disorders, diagnosis, minimal intervention, non-pharmacological and pharmacological interventions for smoking cessation, and prevention of smoking.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
Urgent-Start Peritoneal Dialysis – a viable option? A case report and literature review
Background: Many patients with end -stage renal disease start renal replacement therapy in an unplanned manner. The vast majority
initiate hemodialysis by a central venous catheter, since its use is more widespread and available. This technique is associated with a
high risk of infection and damage of the vascular patrimony associated with the use of central veins. Urgent -start peritoneal dialysis
comes as an alternative treatment for selected patients. Case report: A 55 -year -old woman with focal segmental glomerulosclerosis
presented with a rapid decline of renal function and was given renal replacement therapy counselling and opted for peritoneal dialysis.
Her chosen modality was postponed for one month due to early uremic symptoms, followed by hemodialysis start through a central
venous catheter. During this period a sepsis due to central venous catheter infection occurred, implying four weeks of intravenous
antibiotics. Discussion and Conclusion: Although there has been an increase in the number of publications on urgent -start peritoneal
dialysis, showing that this technique has comparable results either to urgent -start hemodialysis and planned -start peritoneal dialysis,
there still is some resistance to the use of this modality. Given the importance of this subject, this review aims to describe and summarize the available evidence on urgent -start peritoneal dialysis outcomes. Moreover, specific barriers are addressed. Its use is encouraged in hospitals where peritoneal dialysis is available, as an opportunity to improve chronic kidney disease patient management and
transition to dialysis.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
Seropositivity rate and sociodemographic factors associated to HIV, HBV, HCV and syphilis among parturients from Irene Neto Maternity of Lubango city, Angola
OBJECTIVES:
To characterise infections by HIV, Treponema pallidum, hepatitis B (HBV) and C virus (HCV) in parturients admitted to Irene Neto Maternity, Lubango city, Huíla province, Angola, namely its seropositivity rate and its association with sociodemographic factors.
METHODS:
An observational, cross-sectional and analytical facility-based survey was conducted among 500 parturients at Irene Neto Maternity, from October 2016 to September 2017. Women in labour were screened for antibodies against HIV-1/2, T. pallidum and HCV. Antigen detection was used to diagnose HBV infections. Sociodemographic data were also collected. The seropositivity rate and respective CIs were estimated at a level of 95%. Multivariable logistic regression models were performed to explore the association between the studied infections and sociodemographic factors.
RESULTS:
In 11.8% of the parturients (95% CI 9.3 to 14.9), at least one infection was detected. HBV infection was the most common (8.6%), followed by HIV infection (3.0%) and syphilis (1.0%). Coinfection with HBV and HIV was observed in two parturients (0.4%) and HBV, HIV and T. pallidum were all detected in one parturient (0.2%). No HCV infection was detected. For each additional year of formal education, pregnant women had a 10.0% lower chance of being infected with HBV (adjusted OR=0.900, 95% CI 0.816 to 0.992).
CONCLUSIONS:
This study is one of the few reports contributing for the knowledge of some sexually transmitted infections epidemiology in Angola. The seropositivity rate of the studied infections is of concern, especially the high endemicity of HBV. There is a need for a stronger commitment and further research to design cost-effective public health and clinical interventions to improve the situation.info:eu-repo/semantics/publishedVersio
Flow-safe disposable CPAP efficiency in cardiogenic pulmonary oedema
info:eu-repo/semantics/publishedVersio