Resistances. Journal of the Philosophy of History
Not a member yet
205 research outputs found
Sort by
O entendimento hegeliano do crime
En el presente trabajo se argumenta que la comprensión hegeliana del delito en la Filosofía del derecho (1821) tiene tres momentos diferenciados y complementarios. En el primero, se define al delito en su concepto con total independencia de lo establecido por la ley positiva; en términos objetivos, el delito puede ser interpretado como un juicio contradictorio en la medida en que niega aquello que afirma: el valor de la persona. En el segundo, se explica por qué una acción delictiva es imputable a un sujeto; en términos subjetivos, el delito es una acción que ha de poder ser imputada a un actor y para ello el agente debe ser consciente de su acto y éste responder a su propósito. En el tercero, se considera la acción criminal a partir de su peligrosidad social; en términos de la eticidad, el delito implica no sólo violencia sino defraudar y poner en tela de juicio las expectativas sociales depositadas en el cumplimiento de las normas vigentes en el Estado.This paper presents the Hegelian understanding of crime in the Philosophy of Right (1821), according to which there are three differentiated and complementary moments. In the first one, crime is defined in its concept with total independence from what is established by positive law. The crime can be interpreted in objective terms as a contradictory judgment as far as it denies what it affirms: the value of the person. In the second one, it is explained why a criminal action is attributable to a subject. The crime is in subjective terms an action that must be imputed to an actor and to this extent the agent must be aware of its acts and this act must respond to their purpose. In the third one, criminal action is considered based on its social danger. The crime involves, in terms of ethics, not only violence but also defrauding and questioning the social expectations placed in compliance with the State regulations in force.Este documento argumenta que a compreensão hegeliana do crime na Filosofia da Direita (1821) tem três momentos distintos e complementares. No primeiro, o crime é definido em seu conceito em total independência do que é estabelecido pela lei positiva; em termos objetivos, o crime pode ser interpretado como um julgamento contraditório na medida em que nega o que ele afirma: o valor da pessoa. Na segunda, explica porque uma ação criminal é imputável a um sujeito; em termos subjetivos, o crime é uma ação que deve ser imputável a um ator, e para isso o agente deve estar consciente de seu ato e deve responder ao seu propósito. No terceiro, a ação criminal é considerada com base em sua perigosidade social; em termos de ética, o crime envolve não apenas violência, mas também fraudes e questionamentos das expectativas sociais colocadas no cumprimento das regras em vigor no Estado.
Traduzido com a versão gratuita do tradutor - www.DeepL.com/Translator
Este documento argumenta que a compreensão hegeliana do crime na Filosofia da Direita (1821) tem três momentos distintos e complementares. No primeiro, o crime é definido em seu conceito em total independência do que é estabelecido pela lei positiva; em termos objetivos, o crime pode ser interpretado como um julgamento contraditório na medida em que nega o que ele afirma: o valor da pessoa. Na segunda, explica porque uma ação criminal é imputável a um sujeito; em termos subjetivos, o crime é uma ação que deve ser imputável a um ator, e para isso o agente deve estar consciente de seu ato e deve responder ao seu propósito. No terceiro, a ação criminal é considerada com base em sua perigosidade social; em termos de ética, o crime envolve não apenas violência, mas também fraudes e questionamentos das expectativas sociais colocadas no cumprimento das regras em vigor no Estado
A moralidade em Hegel e os conceitos legais de dolus indirectus e culpa
En los últimos treinta años, la teoría hegeliana de la acción ha estado en el centro del debate entre los estudiosos del territorio europeo y angloamericano interesados en las cuestiones de la acción humana y la responsabilidad del agente, mostrando su relevancia tanto en la perspectiva moral como en la jurídica. Los estudios que han identificado elementos puramente jurídicos en la filosofía práctica hegeliana se han centrado, sin embargo, sobre todo en la doctrina hegeliana del crimen y el castigo dentro del derecho abstracto o en el papel del tribunal dentro de la sociedad civil. En cambio, esta contribución pretende poner de manifiesto algunas de las reflexiones hegelianas jurídicamente relevantes de la sección de Moralidad de las Líneas fundamentales de la Filosofía del derecho: En particular, nos centraremos en el concepto de dolus indirectus, cuya presencia y conceptualidad se encuentra en el texto de Hegel, así como en los apuntes de los estudiantes sobre las Lecciones sobre Filosofía del Derecho, y en las reelaboraciones de los alumnos directos de Hegel, Karl Ludwig Michelet y Eduard Gans (2); en los conceptos de culpa y negligencia (3), mostrando cómo el texto hegeliano presenta ejemplos de actos ilícitos atribuibles a ellos. También se corroborará la afirmación de Michelet de que la moral hegeliana es precisamente el fundamento de la doctrina de la imputación, tanto moral como jurídica.In the last thirty years, Hegel’s action theory has been at the center of the debate among European and Anglo-American scholars, interested in the questions of human agency and of the agent’s responsibility, showing its relevance from both a moral and a legal perspective. However, the studies that have identified purely legal elements in Hegel’s practical philosophy have mostly focused on the Hegelian doctrine of crime and punishment within Abstract Right, or on the role of the court of law within civil society. The present contribution aims instead at bringing out some of Hegel’s relevant reflections in the juridical field present in the Morality section of the Elements of the Philosophy of Right: the focus will be, in particular, on the concept of dolus indirectus, whose presence and conceptuality can be found in Hegel’s text, as well as in the student’s notes relating to the Lectures on the Philosophy of Right, as well as in the elaborations of Hegel’s direct students, Karl Ludwig Michelet and Eduard Gans (2); on the concepts of culpa and negligence (3), showing how Hegel’s text presents examples of illicit acts which can be traced back to these concepts. In this way, Michelet’s claim that Hegel’s Morality is precisely that ground on which the doctrine of both moral and legal imputation is based will also be corroborated.Nos últimos trinta anos, a teoria Hegeliana da ação tem estado no centro do debate entre estudiosos europeus e anglo-americanos interessados em questões de ação humana e responsabilidade dos agentes, mostrando sua relevância tanto na perspectiva moral quanto na legal. Estudos que identificaram elementos puramente jurídicos na filosofia prática hegeliana, no entanto, se concentraram principalmente na doutrina hegeliana do crime e da punição dentro da lei abstrata ou no papel do tribunal na sociedade civil. Em contraste, esta contribuição visa destacar algumas das reflexões hegelianas juridicamente relevantes na seção Moralidade das Linhas Básicas da Filosofia do Direito: Em particular, vamos nos concentrar no conceito de dolus indirectus, cuja presença e conceitualidade se encontra no texto de Hegel, assim como nas notas dos estudantes sobre as Lições de Filosofia do Direito, e nos retrabalhos dos estudantes diretos de Hegel Karl Ludwig Michelet e Eduard Gans (2); nos conceitos de culpa e negligência (3), mostrando como o texto hegeliano apresenta exemplos de atos ilícitos atribuíveis a eles. A afirmação de Michelet de que a moral hegeliana é precisamente o fundamento da doutrina da imputação, tanto moral como jurídica, também será corroborada
Estado contra Capital. Comentários sobre a Função da Economia na Filosofia Hegeliana da História Mundial
En este artículo abordaremos el problema de la relación entre el Estado y el capital como una disputa abierta en la modernidad entre la política y la economía. Desde la perspectiva de la filosofía hegeliana de la historia y el derecho, analizaremos la manera en la que la economía tiende en su proceso estructural de expansión espacial global a subsumir y subordinar las funciones administrativas y jurídicas de las formas estatales previas al ciclo sistémico inglés de acumulación capitalista. Para esto analizaremos primero la conceptualización hegeliana de la economía política, para después exponer la manera específica en que esta se traduce en una forma de comportamiento global determinado por los procesos de distribución diferencial del capital y así, finalmente, abordar la manera en la que la economía cumple sus funciones determinantes en la conformación del mercado mundial y la historia universal, teniendo siempre como referencia directa el tiempo histórico en el cual Hegel desarrolló sus reflexiones filosóficas sobre la economía.In this article, we will approach the problem of the relationship between the state and capital as an open dispute in modernity between politics and the economy. From the perspective of the Hegelian philosophy of history and right, we will analyze the way in which the economy tends in its structural process of global spatial expansion to subsume and subordinate the administrative and legal functions of state forms prior to the English systemic cycle of capitalist accumulation. For this, we will first analyze the Hegelian conceptualization of political economy, and then expose the specific way in which it is translated into a form of global behavior determined by the processes of differential distribution of capital and thus, finally, address the way in which the economy fulfills its determining functions in shaping the world market and universal history, always having as a direct reference the historical time in which Hegel developed his philosophical reflections on economy.Neste artigo, abordaremos o problema da relação entre o Estado e o capital como uma disputa aberta na modernidade entre a política e a economia. Da perspectiva da filosofia hegeliana da história e da direita, analisaremos a forma como a economia tende em seu processo estrutural de expansão espacial global a subsumir e subordinar as funções administrativas e jurídicas das formas estatais antes do ciclo sistêmico inglês de acumulação capitalista. Para isso, primeiro analisaremos a conceituação hegeliana de economia política e, em seguida, exporemos a forma específica como ela se traduz em uma forma de comportamento global determinada pelos processos de distribuição diferencial do capital e, assim, enfim, abordaremos a forma como a economia cumpre suas funções determinantes na formação do mercado mundial e da história universal, tendo sempre como referência direta o tempo histórico em que Hegel desenvolveu suas reflexões filosóficas sobre a economia
Crime e Castigo na Filosofia do Direito de Hegel
Este artículo tiene como objetivo examinar la concepción que la Filosofía del Derecho ofrece de la conciencia que fracasa moralmente. La originalidad de Hegel es que coloca el problema del mal (y del bien) en torno a la libertad humana. Comprender el surgimiento del mal exige examinar la dialéctica incesante entre la naturaleza finita del ser humano y su naturaleza espiritual asociada a la ley y el derecho. De este modo, ofrece una compresión del crimen que no descansa ni en las profundidades del alma, ni el misterio de la religión. El crimen es un acto humano y por ello puede elaborarse una teoría de la pena que descansa en la dignidad y la libertad del culpable. El artículo se propone mostrar que Hegel ofrece una concepción propia de la acción humana, en el bien y en el mal y propone que, a pesar de su aspecto abominable, es posible una reconciliación del criminal con la Vida. Como conclusión sugerimos que esta dialéctica inteligible es la que se exhibe en Raskólnikov, el personaje central de la obra bien conocida de Dostoyevski.This article aims to examine the conception that the Philosophy of Right offers of the conscience that fails morally. Hegel’s originality is that he places the problem of evil (and good) around human freedom. Understanding the emergence of evil requires examining the incessant dialectic between the finite nature of the human being and his spiritual nature associated with law and right. In this way, it offers an understanding of crime that does not rest in the depths of the soul, nor the mystery of religion. Crime is a human and therefore can be elaborated a theory of punishment that rests on the dignity and freedom of the guilty. The article aims to show that Hegel offers his own conception of human action, in good and in evil and proposes that, despite its abominable aspect, a reconciliation of the criminal with Life is possible. As a conclusion we suggest that this intelligible dialectic is the one exhibited in Raskolnikov, the central character in Dostoyevsky’s well-known work.Este artigo visa examinar a concepção que a Filosofia de Direito oferece da consciência moralmente falhada. A originalidade de Hegel é que ele coloca o problema do mal (e do bem) em torno da liberdade humana. Compreender o surgimento do mal requer examinar a incessante dialética entre a natureza finita do ser humano e sua natureza espiritual associada à lei e ao direito. Assim, ela oferece uma compreensão do crime que não repousa nem no fundo da alma nem no mistério da religião. O crime é um ato humano e, portanto, pode ser elaborada uma teoria de punição que repousa sobre a dignidade e a liberdade dos culpados. O artigo pretende mostrar que Hegel oferece uma concepção adequada da ação humana, no bem e no mal, e propõe que, apesar de seu aspecto abominável, uma reconciliação do criminoso com a Vida é possível. Em conclusão, sugerimos que é esta dialética inteligível que é exibida em Raskolnikov, o caráter central da conhecida obra de Dostoievsky.
 
Right to cultural participation as a dimension of access to health. Migrants and Human Rights
El artículo propone sistematizar y analizar el lugar del derecho a la participación cultural en la configuración del derecho a la salud como derecho humano, a partir del entramado de normas y acuerdos construidos en la comunidad internacional, focalizando en el caso de las personas migrantes. A partir de la compilación y revisión crítica del material documental y normativo elaborado en los sistemas internacionales de protección sobre la temática, se reflexiona sobre cómo el derecho a la participación cultural y la valoración de la interculturalidad resulta una dimensión de alta relevancia en la concreción del derecho a la salud como derecho humano para los/as migrantes. El armado metodológico del trabajo se sustenta en un diseño combinado que articula análisis del discurso, enfoque de derechos humanos como abordaje metodológico, y la propuesta de las Epistemologías del Sur. Esta última perspectiva resulta de utilidad en función de la perfectibilidad de los sistemas de protección y del desafío que implica ahondar en el alcance de las principales dimensiones de los derechos humanos (universalidad, accesibilidad, interdependencia, progresividad) de allí su condición de progresividad y el impacto sobre la interdependencia. Este trabajo propone un diálogo entre el enfoque de derechos humanos y las epistemologías del Sur que permita sostener el nivel de obligatoriedad que aquél reviste para los Estados, a pesar de ser un abordaje hegemónico, con una constante contrapartida reflexiva que aborde con una mirada alternativa y crítica su contenido. Una mirada Sur-Sur en la discusión permitirá contrarrestar cristalizaciones y generalizaciones propias del poder que emanan los instrumentos de derechos humanos en virtud de sus condiciones de producción y circulación. The article proposes to systematize and analyze the place of the right to cultural participation in the configuration of the right to health as a human right, from the framework of norms and agreements built in the international community, focusing on the case of migrants. Based on the compilation and critical review of the documentary and normative material elaborated in the international protection systems on the subject, we reflect on how the right to cultural participation and the valuation of interculturality is a highly relevant dimension in the realization of the right to health as a human right for migrants. The methodological framework of the work is based on a combined design that articulates discourse analysis, the human rights approach as a methodological approach, and the proposal of the Epistemologies of the South. The latter perspective is useful in terms of the perfectibility of protection systems and the challenge implied in delving into the scope of the main dimensions of human rights (universality, accessibility, interdependence, progressiveness), hence their progressive nature and the impact on interdependence. This paper proposes a dialogue between the human rights approach and the epistemologies of the South that allows sustaining the level of obligation that it has for the States, despite being a hegemonic approach, with a constant reflexive counterpart that addresses its content with an alternative and critical view. A South-South approach to the discussion will make it possible to counteract the crystallizations and generalizations inherent to the power emanating from human rights instruments by virtue of their conditions of production and circulation
La razón frente a los estilos de razonamiento científico de Ian Hacking
There is a view in contemporary philosophy of science according to which scientific methodology itself is subject to radical change as part of scientific progress. According to this view, change in science is not confined to accepted theories. The core principles of scientific theory appraisal, including the rules and categories used to rank and confer truth-values on theories, are also said to be subject to radical change as science develops. In this paper, I examine Ian Hacking’s (1975; 1980; 1982; 1983; 1985; 1996; 1999; 2012) version of this no-invariant-methodology thesis. I argue that, just like Thomas Kuhn’s “paradigms,” Larry Laudan’s “research traditions,” and Imre Lakatos’ “research programmes,” Hacking’s “styles of reasoning” fail to give an adequate account of scientific progress.En la filosofía contemporánea de la ciencia existe una opinión según la cual la propia metodología científica está sujeta a cambios radicales como parte del progreso científico. Según este punto de vista, el cambio en la ciencia no se limita a las teorías aceptadas. También se dice que los principios básicos de la evaluación de las teorías científicas, incluidas las reglas y categorías utilizadas para clasificar y otorgar valores de verdad a las teorías, están sujetos a cambios radicales a medida que la ciencia se desarrolla. En este artículo, examino la versión de Ian Hacking de esta tesis de la metodología no invariable. Sostengo que, al igual que los “paradigmas” de Thomas Kuhn, las “tradiciones de investigación” de Larry Laudan y los “programas de investigación” de Imre Lakatos, los “estilos de razonamiento” de Hacking no dan cuenta adecuada del progreso científico
Presentación del dossier: Ética, ciencia y política sanitaria. Aportes filosóficos y transdisciplinarios para una transformación del sistema de salud
Presentation of the dossier: Ethics, science, and health policy. Philosophical and trans-disciplinary contributions for a transformation of the health system.Presentación del dossier: Ética, ciencia y política sanitaria. Aportes filosóficos y transdisciplinarios para una transformación del sistema de salu
The dilemma of difference. Reflections from feminist political theory on violence against natives women in Argentina
La violencia contra las mujeres y niñas indígenas se ha incrementado a raíz de las medidas de aislamiento y confinamiento aplicadas por razón de la pandemia en ciernes. Frente a esta situación, surgen una serie de interrogantes que motivan al presente artículo: ¿qué lugar ocupan las políticas de la diferencia en tiempos de pandemia? ¿Qué respuestas institucionales-estatales se gestionan para canalizar las denuncias y demandas particulares de las mujeres indígenas? Y, ¿de qué forma las políticas de la diferencia pueden perpetuar o superar la desigualdad e inequidad de género al interior de los pueblos y naciones indígenas? Todas estas preguntas conducen a la díada igualdad-diferencia y a los debates entre feminismo(s) y multiculturalismo. El punto de partida es dilema en torno al reconocimiento (de las diferencias), la redistribución (de recursos) y la representación (participación política) como dimensiones clave de la justicia social, más aún de la justicia de género. El principal objetivo es reflexionar sobre la situación actual de las mujeres indígenas -con especial atención en las mapuce- ante las múltiples formas de violencia y desigualdad que atraviesan a la región. A tal fin, se propone un abordaje teórico capaz de articular características propias de la teoría fundamentada, métodos biográficos como la historia de vida y datos construidos a partir del trabajo etnográfico en distintas comunidades en la Norpatagonia argentina. Violence against indigenous women and girls has increased because of the isolation and confinement measures applied due to the pandemic in the making. Faced with this situation, a series of questions arise that motivates this article: what is the place of the politics of difference in times of pandemic? How are institutional-state responses managed to channel the complaints and particular demands of indigenous women? And how can the politics of difference perpetuate or overcome gender inequality and inequity within indigenous people and nations? All these questions lead to the equality-difference dyad and the debates between feminism (s) and multiculturalism. The starting point is a dilemma around recognition (of differences), redistribution (of resources), and representation (political participation) as key dimensions of social justice, more so of gender justice. The main objective is to reflect on the current situation of indigenous women - with special attention to Mapuche women - in the face of the multiple forms of violence and inequality that affect the region. To this end, we propose a theoretical approach capable of articulating characteristics of grounded theory, biographical methods such as life history, and data constructed from ethnographic work in different communities in the Argentine North Patagonia
Presentation of the Dossier: Legal, economic and political in Hegel’s Philosophy of Right
Presentación del Dossier: Lo jurídico, lo económico y lo político en el Hegel de la Filosofía del derechoPresentation of the Dossier: Legal, Economic and Political in Hegel’s Philosophy of RightPresentation of the Dossier: Legal, economic and political in Hegel’s Philosophy of Righ
Between distribution and recognition. Reflections on the debate on justice in public health
Proponemos una reflexión en torno a los problemas de justicia (e injusticia) con el propósito de aportar a la fundamentación de criterios para una revisión y transformación del modo en que se instrumentaliza la atención de salud de grupos subalternizados (v. gr. mujeres migrantes). Repasamos las concepciones clásicas (Aristóteles) y contemporáneas de justicia (Rawls, Sen), así como una elaboración ético-crítica con perspectiva latinoamericana (Dussel), con el propósito de dilucidar en modo en que se operacionaliza, entre distribución y reconocimiento, una concepción de justicia que habilite prácticas acordes a la libre decisión y realización del propio proyecto de vida. We propose a reflection on the problems of justice (and injustice) in order to contribute to the foundation of criteria for a review and transformation of the way in which the health care of subaltern groups is instrumentalized (v. gr. migrant women). We review the classical (Aristotle) and contemporary conceptions of justice (Rawls, Sen), and a critical ethic elaboration with a Latin American perspective (Dussel), with the purpose of elucidating the way in which a conception of justice is operationalized, between distribution and recognition, that enables practices according to the free decision and realization of one’s life project