Conjuntura Austral: Journal of the Global South
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    De la red al piso de protección social: la trayectoria de la política social en los organismos multilaterales

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    From the mid-1990s to the present, the dominant development model shifted from the Washington Consensus to the Post Washington Consensus. This shift encouraged a shift in the global social policy paradigm, from the Social Safety Net to the Social Protection Floor. The objective of this article is to analyse the political process of transformation of global social policy promoted by multilateral organizations. Based on a qualitative methodology, centred on documentary analysis, it is proposed that each paradigm of social policy is linked to the postulates of the current development model. While in the 1990s the World Bank promoted the Social Safety Net, understood as focused and exceptional social policies in the face of optimism in market solutions; following the 2008 financial crisis, and inspired by the experience of conditional cash transfers in Latin America, the ILO promotes the Social Protection Floor, which includes a broader, quasi-universal and rights-based approach to social policy.Desde mediados de la década de 1990 hasta la actualidad, el modelo de desarrollo dominante viró del Consenso de Washington al Pos Consenso de Washington. Ese viraje alentó un cambio en el paradigma de política social global, desde la Red de Seguridad Social al Piso de Protección Social. El objetivo de este artículo es analizar el proceso político de transformación de la política social global promovida por los organismos multilaterales. En base a una metodología cualitativa, centrada en el análisis documental, se propone que cada paradigma de política social está vinculado a los postulados del modelo de desarrollo vigente. Mientras que en la década de 1990 el Banco Mundial promueve la Red de Protección Social, entendida como políticas sociales focalizadas y excepcionales frente al optimismo en las soluciones de mercado; luego de la crisis financiera de 2008, e inspirado por la experiencia de las transferencias monetarias condicionadas en América Latina, la OIT impulsa el Piso de Protección Social, que comprende un enfoque de la política social más amplio, cuasi universal y basado en derechos

    O risco doméstico das parcerias com a china: a condicionalidade cruzada e a construção de coalizões

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    Chinese credits became a viable, and preferred, alternative during the pink tide in part because it lacked traditional conditionality clauses. However, these financial operations, as well as others, often imply the existence of cross-conditionality. In opposition to traditional variants of conditionality, cross-conditionality implies that operations in the realms of trade, finance, or aid for development can be jeopardized as a response to decisions taken by national authorities that change previously agreed conditions in parallel projects. The main objective of this study is to explore the possible consequences of cross-conditionality, particularly the political consequences, in the realm of Latin American domestic affairs. The hypothesis is that cross-conditionality represents a similar risk than the one that traditional conditionality represented in terms of national autonomy insofar as national governments would still have their hands tied, although for different reasons. We find that cross-conditionality affects the coalition-building efforts of national governments since it can be used to affect key government partners. In Brazil, agribusiness, a key partner of the current government, is the sector that could be potentially affected if the Chinese government decides to implement cross-conditionality as a retaliatory measure to hostile policies or declarations of the Brazilian government vis-à-vis Chinese interests.Empréstimos chineses se tornaram alternativas viáveis de financiamento durante a onda rosa devido à ausência de cláusulas de condicionalidade tradicionais. No entanto, essas operações financeiras, além de outras de diversos tipos, implicam com frequência a condicionalidade cruzada. Contrário à condicionalidade tradicional, a condicionalidade cruzada implica que operações nas áreas de comércio, financeira ou de ajuda ao desenvolvimento sejam prejudicadas em resposta a decisões de autoridades nacionais que mudem condições de projetos paralelos. O objetivo do presente trabalho é explorar as possíveis consequências políticas da condicionalidade cruzada nos assuntos domésticos dos países da América Latina. A hipótese é que a condicionalidade cruzada representa um risco similar àquele da condicionalidade tradicional em termos de autonomia nacional, mas por motivos diferentes.  Se conclui que a condicionalidade cruzada afeta os esforços governamentais de construção de uma coalizão de governo devido aos impactos potenciais que ela possa ter sobre parceiros importantes do mesmo. No Brasil, o setor agroexportador, parceiro chave da coalizão de governo atual, seria aquele que poderia ser potencialmente afetado se o governo chinês decide implementar a condicionalidade cruzada como medida de retaliação a políticas ou declarações hostis do governo brasileiro a respeito de interesses chineses

    Política externa no mundo real: os anos Obama

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    The text presents the analysis of books written by three former Barack Obama government members - Tough Love: My Story of the Things Worth Fighting For, by Susan Rice, The Education of an Idealist: A Memoir, by Samantha Power, and The World as It Is: A Memoir of the Obama White House, by Ben Rhodes - and seeks to demonstrate how they all manage to present many of that administration's internal debates, as well as reveal the limitations of its foreign policy.O texto apresenta a análise de livros escritos por três ex-assessores do governo Barack Obama - Tough Love: My Story of the Things Worth Fighting For, de Susan Rice, The Education of an Idealist: A Memoir , de Samantha Power e The World as It Is: A Memoir of the Obama White House, de Ben Rhodes -, e busca demonstrar como todos eles conseguem apresentar muitos dos debates internos daquela administração, bem como revelar as limitações de sua política externa.

    Reconfiguración mundial: fracturas globales y cambios geo/económico/político/estratégicos

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    This investigation starts from the premise, according to which, we are witnessing a change of epoch that began with a transition stage, which begins with the fall of the Berlin wall and ends in 2001 with the collapse of the World Trade Center . The objective is to problematize and analyze the instability that characterizes this period of global transition and reconfiguration, in which global fractures have occurred that have given rise to geopolitical and geoeconomic changes. It makes use of the qualitative methodology, specifically, the documentary review and the hermeneutic analysis, while, it consists of a historical and conjuncture analysis. While, from a theoretical point of view, it is an interdisciplinary study, which uses structuralist and transnationalist theories to carry out the analysisEn esta investigación se parte de la hipótesis según la cual estamos asistiendo a un cambio de época, que inició con una transición a partir de la caída del muro de Berlín y que terminó en 2001 con el derrumbe de las Torres Gemelas, momento a partir del cual se evidencian una serie de crisis, fracturas y cambios que han desconfigurando viejas estructuras surgidas de los acuerdos de Bretton Woods, así como la institucionalidad nacida luego de la 2da. Guerra Mundial con implicaciones geopolíticas, geoeconómicas y geostratégicas que dan paso a la configuración de un nuevo orden mundial que luce incierto, especialmente, en un contexto de pandemia por causa de COVID-19. Se busca explicar las características que asumió la transición, analizar las fracturas globales a las que estas dieron lugar y explicar los cambios geopolíticos y geoeconómicos que se están produciendo. Se realizó mediante el uso de la metodología cualitativa, la revisión documental y el análisis hermenéutico

    Uma análise comparativa dos países do BRICS no campo de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento

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    In the last decade, some changes have occurred in the IDC landscape as developing countries started to assume a prominent role in a topic historically dominated by traditional donors. Among these new players, the BRICS deserve special attention. Using a descriptive and comparative methodology, we analyze the convergences and divergences among these countries regarding their IDC practices. In particular, we tried to answer the following question: How do the BRICS have performed on the IDC field in the last decade? Therefore, we analyzed this variable through four analytical dimensions i) the historical context, ii) the geopolitical context, iii) the institutional context, and iv) the domestic policy context. The general findings suggest that although their IDC policies present some commonalities, they manifest important differences, especially regarding the amount and scope of recipients, and adherence to DAC/OECD guidelines and terminologies.Este artigo analisa as atividades dos países do BRICS no campo da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (CID) por meio de uma análise comparativa. Na última década, ocorreram mudanças neste regime na medida em que países em desenvolvimento passaram a assumir papel destacado nesta área historicamente dominada pelos doadores tradicionais. Dentre estes novos atores, os BRICS merecem atenção especial. Ao combinar metodologia descritiva e comparativa, nós analisamos as convergências e divergências entre estes países quanto às suas práticas de CID. Em particular, tentamos responder à seguinte questão: “Como os países do BRICS têm atuado no campo da CID na última década? Analisamos esta variável por meio de quatro dimensões analíticas: i) contexto histórico; ii) contexto geopolítico; iii) contexto institucional; e iv)contexto doméstico político. Os achados gerais sugerem que embora as políticas do BRICS de CID apresentem algumas semelhantes, manifestam, por outro lado, importantes diferenças, sobretudo com relação aomontante e escopo dos receptores, a aderência às diretrizes da DAC/OCDE, e as terminologias utilizadas

    Brasil e sua projeção regional: perspectivas sobre hegemonia e regionalismo da América do Sul no pós-Guerra Fria

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    Brazilian projection towards South America has been an important issue since its re-democratization process in the 1980s. Still, Brazil’s regional behavior could not be considered as a hegemony, under the realist point of view, that is, exerted by its hard power. Nor liberal, considering the option for multiplicities initiatives and a low level of institutionalization. Therefore, we propose to apply the Gramscian concept of hegemony to analyze if Brazil could exert hegemony towards South America throughout its participation in regional integration processes. To do so, we have chosen to use a qualitative method of analysis along with a typical case-study to develop a prelaminar theory illustration, based upon a literature review of the Brazilian foreign policy (primary and secondary sources). This inquiry leads us to argue that there is a dubiety regarding Brazil’s regional action. Firstly, due to the lack of institutionalization of South American regional organizations and; secondly, because Brazilian foreign policy was not able to wield coercive power during regional crises. However, even considering that Brazil’s projection towards the region do not represent a typical case of hegemony (realist), bearing in mind the findings low rates of validity beyond this case-study, there are enough evidences that its actions in many arrangements as leader and constructor of consensus it is a way to employ hegemony (Gramscian) in regional terms. A projeção brasileira sobre a América do Sul foi destaque desde sua redemocratização, ocorrida na década de 1980. Ainda assim, seu comportamento não pode ser considerado hegemônico em seu sentido realista, exercido pelo poder duro. Nem liberal, já que optou pela multiplicidade de iniciativas, de baixa grau de institucionalização. Propomos a aplicação do conceito gramsciano de hegemonia para analisar se o Brasil exerce a sua na América do Sul por meio de um ativismo nos processos de integração regional. Para isto, utilizamos o método qualitativo com um estudo de caso único típico para desenvolver uma ilustração preliminar de teoria, baseado em uma revisão bibliográfica da história da política externa Brasileira (fontes primárias e secundárias). Esta análise nos leva a argumentar que há dubiedade na atuação brasileira regional, já que optou por não aprofundar o grau de institucionalização das organizações regionais e por não exercer poder coercitivo durante crises regionais. Ainda que o comportamento brasileiro não representa um caso típico de hegemonia, tendo os achados pouca validade externa para além deste caso, há evidências sua atuação em diversos arranjos regionais como líder e construtor de consensos é uma forma de exercer hegemonia (gramsciana) na região

    Por uma outra forma de (re)pensar as Relações Internacionais: hegemonia e criação de consenso

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    This work is a theoretical effort that aims to contribute to rethinking IR from sociological and neogramscian lenses focusing on the United States hegemonic role in Latin America through consensus practices. This study presents the strategies of internationalization by an economic and dominant social class promoting the US capitalist system using, for that, institutions and individuals part of a certain economic and dominant class. To do so, we analyze the role that the National Endowment for Democracy and Atlas Network have been developing in Latin America while vehicles for a strategy of US hegemonic maintenance. As a result, we find an intrinsic relationship between these institutes and the State Department as well as between Latin American and US institutes and when delivering and naturalizing the neoliberal ideal. More than just presenting the ties between two dominant fractions and their efforts on promoting a neoliberal agenda, this study incite us to reflect upon practices and concepts relatively marginalized in International Relations such as hegemony, consensus building and the role of ideologies such as neoliberalism that maintain the dominant economic structure.Esse trabalho busca repensar as Relações Internacionais a partir de lentes sociológicas e neogramscianas levando em conta o papel da hegemonia estadunidense no âmbito latino americano através de práticas de consenso. Esse estudo apresenta as estratégias de internacionalização de uma classe dominante na promoção do modelo capitalista neoliberal estadunidense utilizando-se de instituições e indivíduos parte dessa mesma classe. Para isso, se analisa o papel que o National Endowment for Democracy e a Atlas Network vem desempenhando na América Latina enquanto veículos de estratégia para manutenção da hegemonia estadunidense. Como resultado, encontramos uma relação de proximidade entre esses institutos e o Departamento de Estado além de uma relação de simbiose entre os institutos latino-americanos e os estadunidenses na divulgação e naturalização do ideário neoliberal. Mais do que apresentar o laço entre duas camadas dominantes e seus esforços na promoção de uma agenda neoliberal, esse estudo nos incita a refletir acerca de práticas e conceitos relativamente  marginalizados nas Relações Internacionais como imperialismo, hegemonia e o papel da ideologia na manutenção da estrutura econômica dominante.

    As estrategias econômicas da Índia e seus desafios: da “taxa de crescimento Hindu” ao desenvolvimento acelerado

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    This article presents a general characterization of the Indian economy – which permeates the different development strategies of the country - and its main challenges. After obtaining the status of Nation-State in 1947, the country sought to develop itself economically through five-year plans with strong Stateintervention. However, the India’s economic performance fell short of expectations and received the stigmaof the “Hindu growth rate” due to its stagnation. From the 1980s, India began to reverse this path, but soon succumbed to a strong economic crisis. In this trajectory, despite of the liberalizing reforms of the 1990s, the country has achieved its own pace, encouraging the dynamism of its economy and the results in terms of good results. Even though, the country endures a series of energy and energy challenges as well as existingdisparities in terms of inequality and employment. Thus, the article is structured by: the exposition of thedevelopment strategy “turned inside” from the just created Nation-State of India; the country’s new development strategy in the neoliberal era; and by the end are addressed the high rates of growth and some of its challenges.Este artigo realiza uma caracterização geral da economia indiana - perpassando as diferentes estratégias desenvolvimento do país - e dos seus principais desafios. Após adquirir status de Estado-Nação independente em 1947, a Índia procurou desenvolver-se economicamente através de planos quinquenais com forte intervenção do Estado. Mas, a despeito disso, a performance econômica do país ficou aquém das expectativas e recebeu o estigma da “taxa de crescimento hindu” por sua estagnação. A partir da década de 1980 a Índia começa a reverter essa trajetória, mas logo sucumbenuma forte crise econômica. Contudo, apesar das reformas liberalizantes da década de 1990, o país logra manter certa autonomia, estimular o dinamismo de sua economia e obter resultados econômicos positivos. No entanto, a Índia ainda necessita superar uma série de desafios como o energético e de infraestrutura, assim como as disparidades já existentes, em termos de desigualdade e emprego.Assim sendo, o artigo estrutura-se em: a exposição da estratégia de desenvolvimento “voltado para dentro” do recém-formado Estado-nação da Índia; a discussão da nova estratégia de desenvolvimento do país na era neoliberal; e, por último são abordas as altas taxas de crescimento do Estado indiano e alguns de seus desafios

    Internacionalismo reaccionario y nuevas derechas neopatriotas latinoamericanas frente al orden internacional liberal

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    This work argues that the new far-right, which we characterise as neo-patriotic, emerges through a combination of agency and structural factors amid a crisis of globalisation, understanding it as a crisis in the hegemonic order. The crisis of globalisation opens opportunities for the rise of a new far-right which redefines the popular, the national, and the international based on Schmittian friend-enemy distinctions, as an autonomous categorisation, which gives political meaning to their identity as a political actor.  A key element of this identity is a reactionary internationalism based on the defence of tradition against cosmopolitan globalism. Thus, the reinstatement of a traditionalist “Arcadia” gives meaning to the process of re-politization and challenges to the liberal international order, its national, regional, and global dimensions, universalist and globalist discourse, and its teleologies of progress. In sum, these actors do not merely question globalisation as an established order but fight for the construction of an alternative international order of a reactionary type.Este trabajo argumenta que las nuevas extremas derechas, que caracterizamos como neopatriotas, emergen por una combinación de factores de agencia y estructura en el marco de la crisis de la globalización, entendiendo esta última como orden hegemónico. La crisis la globalización como crisis abre oportunidades para el ascenso de una nueva extrema derecha que redefine lo popular, lo nacional y lo internacional a partir de la distinción schmittiana de “amigo-enemigo” como categorización autónoma, dando sentido político a su identidad como actor político. Elemento clave de esa identidad es un nuevo internacionalismo reaccionario basado en la defensa de la tradición frente a la globalización y el cosmopolitismo. Así, la reinstauración de una “Arcadia” tradicional da sentido a un proceso de repolitización y contestación del orden liberal internacional, en sus dimensiones nacional, regional y global, de sus discursos universalistas y cosmopolitas, y de sus teleologías de progreso humano. En suma, estos actores no solamente cuestionan la globalización como orden establecido, sino que pugnan por la construcción de otro orden internacional alternativo de signo reaccionario

    Rebalanceamento econômico e desafios geoeconômicos para a China: o caso do comércio e investimento intra-BRICS

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    This article investigates a challenge that China will face in the coming years: the geoeconomic consequences of rebalancing its growth regime. On the demand side, Chinese investment and exports give room for consumption, reducing imports of capital goods and increasing imports of consumption goods. Onthe production side, manufacturing loses ground to services. Yet, each regime implies different streams of commercial and investment flows, and patterns of influence, cooperation, and partnership. Thus, the spatial distribution of international trade and FDI must change, modifying economic linkages between China and its partners, like BRICS, and their bargaining power in the world economy. This study evaluates the trajectory of Chinese imports of goods and FDIs from other BRICS countries. In terms of trade, we assess the competitiveness of each country’s exports in relation to Chinese output. Regarding FDI flows, we consider the sectoral distribution of investments carried out by the largest Multinational Corporations (MNCs) from BRICS to assess likely changes. Our research suggests that the impacts of rebalancing on each BRICScountry are mostly negative and asymmetrical, depending on the position of the latter in the international division of labor, shaped by the very geoeconomic influence of China.Este artigo investiga um importante desafio que a China enfrentará nos próximos anos: as consequências geoeconômicas do rebalanceamento de seu regime de crescimento. Do lado da demanda, o investimento e as exportações chinesas abrem espaço para o consumo, reduzindo as importações de bens de capital e aumentando as importações de bens de consumo. Do lado da produção, a indústria perde terreno para os serviços. Contudo, cada regime implica diferentes fluxos comerciais e de investimento e padrões de influência, cooperação e parceria. Assim, a distribuição espacial do comércio e do IED da China deve mudar, modificando os vínculos econômicos com seus parceiros, como os BRICS, e seus poderes de negociação na economia mundial. Este estudo avalia a trajetória das importações chinesas de bens e dos IEDs de outrosBRICS. Em termos de comércio, avaliamos a competitividade das exportações de cada país em relação à produção chinesa. Sobre os fluxos de IDE, consideramos a distribuição setorial do investimento realizado pelas maiores Empresas Multinacionais (EMN) do BRICS para avaliar as mudanças prováveis. Nossa pesquisa sugere que os impactos do rebalanceamento em cada BRICS são geralmente negativos e assimétricos, dependendo da posição destes últimos na divisão internacional do trabalho, moldada pela própria influência geoeconômica da China

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