Revistas Eletrônicas Unicruz
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EMERGÊNCIA, ASCENSÃO E CONSAGRAÇÃO: A TRAJETÓRIA OLÍMPICA DO BOXE BRASILEIRO
O boxe foi um dos esportes mais comentados no ano de 2016 devido a conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos. Nesse contexto, se percebeu a ausência de pesquisas que tecessem sobre a trajetória do esporte no contexto brasileiro, além disso, a recente medalha olímpica abre espaço para discussão inédita científica que trilhe os caminhos percorridos até o ouro, a fim de que pesquisadores possam conhecer a trajetória do esporte no evento olímpico. Destarte, o objetivo desta pesquisa foi identificar e apontar alguns pontos históricos sobre a trajetória do boxe brasileiro nos Jogos Olímpicos. Neste trabalho foi empregada a pesquisa bibliográfica, a partir de jornais eletrônicos. Como resultado, podemos identificar três momentos marcantes na trajetória olímpica do boxe, a saber: Emergência, com Servilio de Oliveira, o primeiro medalhista; Ascensão, com os irmãos Falcão e Adriana Araújo, a primeira medalhista; e Consagração, com Robson Conceição, o primeiro medalhista de ouro da modalidade
ESTILO DE VIDA DE UNIVERSITÁRIOS: UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE HÁBITOS ALIMENTARES, ATIVIDADE FÍSICA E ESTRESSE
O estilo de vida (EV) representa o modo de vida na qual as pessoas vivem. Quando positivo e saudável pode agir de forma preventiva contra riscos de acidentes e doenças, do contrário eleva a susceptibilidade. Atividade física, nutrição e estresse representam três componentes do EV, sendo que quando adequados contribuem para a saúde geral do indivíduo, porém, durante a vida universitária nem sempre o EV parece adequado. Assim o objetivo do trabalho é investigar o estilo de vida de universitários e mais especificamente os comportamentos de atividade física, hábitos alimentares e estresse. Todos (n=1393) responderam o questionário Estilo de vida Fantástico (EVF), composto por 25 questões em escala likert. O questionário é subdividido em 9 dimensões de análise sendo: Família e amigos (F); Atividade Física (AF); Nutrição (N); Tabaco e drogas (TD); Álcool (Al); Segurança, estresse e atividade sexual (S); Tipo de comportamento (TC); Introspecção (I); Carreira (C). Cada resposta atribui um valor de 0 a 4 pontos totalizando escore máximo de 100. As dimensões AF, N e S foram consideradas separadamente e associadas para análise de resultados. Considerou-se adequado quando as respostas compreendiam valores 3 e 4. O EV dos universitários representou em média 65,6±10,6pts na qual 38% obtiveram EV considerado adequado e seguro para saúde. Observou-se que 14,7%, 15,3% e 87,1% apresentaram níveis adequados de EV para as dimensões AF, N e S respectivamente. O sexo masculino apresentou percentual de casos adequados maior que o feminino para AF (M=20,5%; F=11,5%) e S (M=89,4%; F=85,9%), já na dimensão N o feminino foi mais adequado (F=16,1%; M=13,4%). Quando observada condições em que as dimensões de EV eram associadas (AF+N; AF+S; N+S; e AF+N+S) verificou-se que em 3,5%, 6,2%, 5,6% e 1,6% respectivamente apresentavam EV adequado e seguro à saúde. Estudantes universitários predominantemente não apresentam EV adequado à saúde e para prevenir riscos. Especificamente também não apresentaram condições de AF, N e S adequados, sendo que um número muito pequeno de estudantes universitários demonstrou ter hábitos de atividade física, nutrição e estresse adequado
NÍVEL DE ESTRESSE EM OFICIAIS DE ARBITRAGEM DE HANDEBOL DO PARANÁ
Contextualização: A presença do árbitro em qualquer modalidade esportiva é indispensável para que uma partida se realize, identificando que ele é o responsável pelo controle do jogo e aplicação das regras. Objetivo: Sendo assim, esse estudo teve como objetivo avaliar os principais fatores que mais se configuram como agentes estressores em árbitros de Handebol do Paraná. Métodos: Foi um estudo quantitativo descritivo com delineamento metodológico transversal. A amostra foi composta por 52 árbitros de ambos os sexos. Utilizou-se o Formulário para Identificação de Situações de “Stress”, o qual, apresentava 38 questões, que dividia o nível de estresse em 5 categorias: técnico, atletas, torcida, motivo pessoal e equipe de arbitragem. Após, os dados foram submetidos a análise estatística, recorreu-se aos procedimentos da estatística descritiva de frequência absoluta e relativa (percentual - %). Resultados: De acordo com os resultados desse estudo, verifica-se como principais fatores estressores, o técnico que incita a violência em quadra (38,5%), o jogador desleal (32,7%), as ameaças de agressão por parte da torcida (19,2%), cometer erros em momentos decisivos (36,5%) e a falta de apoio da equipe de arbitragem quando o árbitro da partida comete um erro (23,1%). Conclusões: Conclui-se, que o principal fator estressor para os árbitros da Associação Paranaense de Handebol é o técnico que incita a violência em quadra
PRINCÍPIOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS COMO POSSIBILIDADE METODOLÓGICA PARA O ENSINO DO ATLETISMO
O objetivo deste ensaio é propor o ensino do atletismo, no campo da iniciação esportiva, a partir dos princípios didático-pedagógicos enquanto estratégia metodológica de orientação do trabalho da ação docente. Dessa maneira, são apresentados quatro princípios didático-pedagógicos, são eles: inclusão, diversidade, complexidade e adequação ao aluno. Ao longo do texto os princípios são apresentados no contexto do ensino do atletismo, a fim de contribuir para a organização didática das aulas em que o atletismo é tematizado enquanto objeto de conhecimento
ESTRESSE OCUPACIONAL DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM QUE ATUA EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
Objetivo: Descrever características sociodemográficas e laborais e fatores estressores bem como avaliar estresse ocupacional de profissionais da enfermagem que atuam em duas Unidades de Terapia Intensiva Adulto. Método: Pesquisa de cunho quantitativo, desenvolvida em 2018 com profissionais da enfermagem que trabalhavam em Unidade de Terapia Intensiva de dois hospitais do Rio Grande do Sul. A coleta dos dados foi por meio de questionário com questões fechadas. Resultados: Participaram do estudo 41 profissionais, sendo 37 (90,2%) do sexo feminino, com média de 33,8 anos de idade e, em sua maioria, 32 (78%) técnicos de enfermagem. Os profissionais demonstraram escores elevados para as dimensões demanda (14,9 pontos), controle (16,7 pontos) e apoio social (19,1 pontos), indicando que os trabalhadores desenvolvem a forma ativa do trabalho. Conclusão: Verifica-se a necessidade dos próprios profissionais, bem como as instituições, encontrarem maneiras, além de aperfeiçoarem as já existentes, para minimizarem os efeitos do estresse ocupacional