Revistas Eletrônicas Unicruz
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COMORBIDADES NEUROPSIQUIÁTRICAS EM CLIENTES COM LESÃO CEREBRAL TRAUMÁTICA
A lesão cerebral traumática é um dos principais problemas de saúde pública, desta maneira corrobora com incapacidade neurológica de ordem cognitiva, emocionais e comportamentais, reduzindo a qualidade de vida. O objetivo do estudo foi relatar as consequências geradas por um trauma craniano e quais seus reflexos nos comportamentos na vida, considerando seus aspectos sociais e familiares. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, a busca foi conduzida nas bases de dados da LILACS, Bdenf e PubMED, culminando na escolha de nove artigos. As lesões cerebrais traumáticas podem desencadear as mais diversas patologias relacionadas ao campo da saúde mental na qual tem-se diversos graus de acometimentos, passando de um estado leve até os mais graves. As lesões cerebrais podem interferir diretamente no surgimento de uma depressão, esta por sua vez prediz a qualidade de vida prejudicada, perspectiva há uma relação significativa entre depressão, qualidade de vida e lesão cerebral traumática, pode-se ainda evidenciar que as pessoas com as lesões se comportam diferentes em situações ou com pessoas que antes convivia e fazia parte do seu círculo social. Desta maneira, conclui-se que é de primordial importância conhecer quais fatores que predispõem a incidência e prevalência dos transtornos mentais naqueles que são acometidos por quadro clinico de são cerebral traumática, pois as comorbidades psiquiátricas que lhe são atribuídas interferem na qualidade de vida destas pessoas
A IMPESSOALIDADE NA GESTÃO: UM PROBLEMA GERADO PELO CAPITALISMO?
Propõe-se, neste artigo, um debate sobre a visão de autores que defendem que a impessoalidade na gestão é um problema gerado pelo capitalismo frente a análises históricas que demonstram que os gestores tinham características fortes de impessoalidade e traçava suas metas gerenciais visando estabelecê-las. A impessoalidade advém do capitalismo ou a mesma vem sendo cultivada ao longo da história, na qual o modelo econômico figura-se apenas como um objeto propulsor e não sua causa primária? Não seria a organização uma representação em menor escala da relação monopolística do uso da violência por parte de quem controla o poder legitimado dado ao Estado? Estado este que é analisado, estudado, conceituado desde quando o modo de produção Ocidental era Escravista Antigo. O pragmatismo excessivo na liderança de um grupo de pessoas é um “mal capitalista” ou uma habilidade inerente à raça humana? Os administradores veem na relação de monopólio da violência e da coerção adquiridos pelo Estado um modelo a ser seguido dentro de suas organizações. É mostrado, a seguir, como é formulada a individualidade e a indiferença para com o próximo, muito antes do surgimento do capitalismo. Quanto à metodologia, trata-se de um estudo exploratório, bibliográfico e descritivo
GESTÃO DA MANUTENÇÃO PREVENTIVA NO ÂMBITO DA NORMA DE DESEMPENHO
A norma de desempenho NBR 15575 apresenta à construção civil conceitos de desempenho, durabilidade e vida útil, os quais dependem de procedimentos de manutenção preventiva ao longo do tempo visando atingir o desempenho projetado. Desse modo, a pesquisa tem por objetivo propor um novo modelo de manutenção preventiva com foco nas periodicidades e comparar com o Guia nacional para elaboração do manual de uso, operação e manutenção das edificações proposto pela CBIC. O método consistiu em entrevistas com engenheiros, arquitetos e construtores, buscando o período ideal para a realização da manutenção corretiva de cada sistema presente em uma edificação. Por meio desses resultados foi elaborada uma tabela relacionando os períodos de manutenção obtidos com a pesquisa e os estabelecidos no manual base, assim nomeado o manual da CBIC no decorrer do trabalho. Como resultado principal foram identificadas no manual proposto pela CBIC a necessidade de 1618 manutenções preventivas no período de três anos, enquanto o manual sugerido propõe 641 manutenções no mesmo período. Desse modo, a discussão se concentra em definir um manual de manutenções com periodicidades consideradas adequados e viáveis ao usuário da edificação, suficientes para o alcance da vida útil estimada para a edificação
30 ANOS GETI: PROGRAMA DE EXTENSÃO VOLTADO A PESSOA IDOSA
O programa de extensão universitária Grupo de Estudos da Terceira Idade – GETI da Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC, ao longo de 30 anos, promove, no contexto universitário, ações efetivas para a população idosa catarinense. O objetivo deste estudo é descrever o percurso histórico do GETI, suas ações de extensão e sua integração com o ensino e a pesquisa. Este estudo caracteriza-se documental e analisou o programa GETI e suas ações e os relatórios de extensão quanto a sua criação, período de implantação de ações e profissionais envolvidos. Atualmente, o GETI desenvolve 15 ações de extensão, oito de cunho de atividades físicas, uma fisioterapêutica, uma artística cultural, duas de capacitações e três de eventos de extensão. Participam dessas ações, anualmente, 1.200 pessoas da terceira idade, 25 discentes (graduação e pós-graduação), seis docentes e comunidade em geral. Esse percurso demonstra o avanço crescente das ações de extensão e sua atuação no ensino e na pesquisa