Revista de Nutrición Clínica y Metabolismo (E-Journal)
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    Papel da suplementação com probióticos no desenvolvimento e evolução da doença de Alzheimer e doença de Parkinson: uma revisão narrativa

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    With the globally aging of the population, neurodegenerative diseases have become more prevalent, affecting the quality of life of the elderly. Additionally, they entail elevated costs for these patients’ care and may foster adverse emotional consequences for their families. On the other hand, the gut microbiota has emerged as a research-growing field, to the point of being considered as a new organ with a very important role in the individual health-disease process. Recent studies have characterized the possible gut microbiota leading role in Alzheimer’s and Parkinson’s diseases pathogenesis. Consequently, it has created a new field of interest regarding how the modification of gut microbiota, through probiotics supplementation, could impact the progression of symptoms, such as cognitive impairment in Alzheimer’s disease, and improve the motor and non-motor symptoms in Parkinson’s disease. In this respect, some investigations have found encouraging results not only in the cognitive performance and metabolic profile in patients with Alzheimer’s disease, but also in the Unified Parkinson’s Disease Rating Scale (UPDRS) improvement and constipation in patients with Parkinson’s disease. These findings prompt the need to design studies that establish the realistic scope of this novel therapy. If the usefulness as a co-adjuvant treatment is proven, it potentially could modify the progression of symptoms and improve the quality of life in patients with these catastrophic diseases. Con el envejecimiento de la población mundial, las enfermedades neurodegenerativas se han tornado cada vez más prevalentes. Esto afecta la calidad de vida en los adultos mayores y acarrea costos elevados en el cuidado de estos pacientes, además de consecuencias emocionales adversas para sus familias. Por otra parte, la microbiota intestinal emerge como un campo creciente en la investigación al punto de considerarse como un nuevo órgano, con un rol determinante en el proceso salud-enfermedad del individuo. Estudios recientes han caracterizado un posible papel primordial de la microbiota en la patogénesis de la enfermedad de Alzheimer y de la enfermedad de Parkinson, lo cual ha generado un nuevo campo de interés sobre cómo los cambios de la microbiota a través de la suplementación con probióticos podrían influenciar en la evolución de síntomas como el deterioro cognitivo en la enfermedad de Alzheimer y en la mejoría de síntomas motores y no motores en la enfermedad de Parkinson. En este sentido, algunas investigaciones han encontrado resultados esperanzadores tanto en el desempeño cognitivo y perfil metabólico en pacientes con enfermedad de Alzheimer, como en la mejoría en la escala Unified Parkinson’s Disease Rating Scale (UPDRS) y el estreñimiento en pacientes con enfermedad de Parkinson. Lo anterior plantea la necesidad de diseñar estudios futuros que permitan establecer los alcances reales que tiene esta novedosa terapéutica. De comprobarse su utilidad como tratamiento adyuvante, potencialmente podría modificar la progresión de los síntomas y mejorar la calidad de vida de los pacientes con este tipo de enfermedades catastróficas. Com o envelhecimento da população mundial, as enfermidades neurodegenerativas têm se tornado cada vez mais prevalentes. Isso afeta a qualidade de vida dos idosos e acarreta altos custos no cuidado desses pacientes e também consequências emocionais adversas para suas famílias. Por outro lado, a microbiota intestinal surge como um crescente campo de pesquisa, a ponto de ser considerada como um novo órgão, com papel determinante no processo saúde-doença do indivíduo. Estudos recentes caracterizaram um possível papel importante da microbiota na patogênese da doença de Alzheimer e Parkinson. Isso tem gerado um novo campo de interesse, referindo-se a como as mudanças na microbiota por meio da suplementação de probióticos poderiam influenciar a evolução de sintomas como o declínio cognitivo na doença de Alzheimer e melhora dos sintomas motores e não motores na doença de Parkinson. Nesse sentido, algumas investigações encontraram resultados animadores tanto no desempenho cognitivo e no perfil metabólico em pacientes com doença de Alzheimer, quanto na melhora na escala Unified Parkinson´s Disease Rating Scale (UPDRS) e constipação em pacientes com doença de Parkinson. Isto levanta a necessidade de desenhar estudos futuros que permitam estabelecer os alcances reais desta nova terapêutica. Se for comprovada a sua utilidade como tratamento adjuvante, poderia potencialmente modificar a progressão dos sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes com este tipo de doenças catastróficas.

    Alterações musculares ultrassonográficas em pacientes críticos com COVID-19

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    Background: Patients with severe forms of COVID-19 (coronavirus disease 2019) present a systemic inflammatory response and hypermetabolism. The objective of this study was to identify the change in rectus femoris and vastus medialis muscle mass in patients with severe COVID-19 who required invasive mechanical ventilation, and to establish the correlation between the change in muscle size and the amount of calories and proteins administered.  Materials & methods: This prospective observational longitudinal study was conducted in the adult intensive care unit in a tertiary care clinic. Muscle mass was measured with ultrasound from admission, at seven-day intervals, until discharge from the unit. Anthropometric and biochemical data as well as the amount of calories and proteins administered were taken into account.  Results: A total of 39 patients were included (59.6 ± 11.3 years; 79.5% men) with a median BMI of 27.7 kg/m2 (IQR 24.2–29.7). The size of the rectus femoris and vastus medialis muscles had diminished significantly at seven days of hospitalization: right middle third 0.38 cm (IQR 0.16-0.47), left middle third 0. 29 cm (IQR 0.08-0.54) and right middle third 0.37 cm (IQR 0.11-0.71) left middle third 0.25 cm (IQR 0.09-0.52), respectively. The changes in both muscles were directly correlated with caloric and protein intake during nutritional support.  Conclusions: Critically ill patients with COVID-19 were found to lose muscle mass progressively as a result of lower coverage of caloric and protein requirements. Introducción: los pacientes con formas graves de COVID-19 (enfermedad por coronavirus 2019) presentan una respuesta inflamatoria sistémica e hipermetabolismo. El objetivo de este estudio fue identificar el cambio en la masa muscular del recto femoral y el vasto interno en pacientes con COVID-19 grave que requirieron ventilación mecánica invasiva, y establecer la correlación entre el cambio en el tamaño muscular y la cantidad de calorías y proteínas administradas.  Materiales y métodos: este estudio longitudinal observacional prospectivo se realizó en la unidad de cuidados intensivos (UCI) para adultos en una clínica de atención terciaria. La masa muscular se midió al ingreso con ecografía, con intervalos de siete días, hasta el alta de la unidad. Se tuvieron en cuenta los datos antropométricos y bioquímicos y la cantidad de calorías y proteínas administradas.  Resultados: se incluyeron un total de 39 pacientes (59,6 ± 11,3 años; 79,5 % hombres) con una mediana de índice de masa corporal (IMC) de 27,7 kg/m2 (rango intercuartílico [IQR] 24,2-29,7). El tamaño del recto femoral y del vasto interno había disminuido significativamente a los siete días de hospitalización: tercio medio derecho 0,38 cm (IQR 0,16-0,47), tercio medio izquierdo 0,29 cm (IQR 0,08-0,54) y tercio medio derecho 0,37 cm (IQR 0,11-0,71) tercio medio izquierdo 0,25 cm (IQR 0,09-0,52), respectivamente. Los cambios en ambos músculos se correlacionaron directamente con la ingesta calórica y proteica durante el apoyo nutricional.  Conclusiones: se observa que los pacientes críticos con COVID-19 perdieron progresivamente la masa muscular al recibir una menor cobertura de requerimientos calóricos y proteicos.Introdução: Pacientes com formas graves de COVID-19 (doença por coronavírus 2019) apresentam resposta inflamatória sistêmica e hipermetabolismo. O objetivo deste estudo foi identificar a alteração na massa muscular do reto femoral e vasto medial em pacientes com COVID-19 grave que necessitaram de ventilação mecânica invasiva e estabelecer a correlação entre a alteração no tamanho do músculo e a quantidade de calorias e proteínas administrado.  Materiais e métodos: Este estudo prospectivo observacional longitudinal foi realizado na unidade de terapia intensiva de adultos de um hospital de atenção terciária. A massa muscular foi medida com ultrassonografia desde a admissão, em intervalos de 7 dias, até a alta da unidade. Foram levados em consideração os dados antropométricos e bioquímicos e a quantidade de calorias e proteínas administradas.  Resultados: Foram incluídos 39 pacientes (59,6 ± 11,3 anos; 79,5% homens) com mediana de IMC de 27,7 kg/m2 (IQR 24,2-29,7). O tamanho do reto femoral e do vasto medial tinha diminuído significativamente aos sete dias de hospitalização: terço médio direito 0,38 cm (IQR 0,16-0,47), terço médio esquerdo 0,29 cm (IQR 0,08-0,54) e terço médio direito 0,37 cm (IQR 0,11-0,71) e terço médio esquerdo 0,25 cm (IQR 0,09-0,52), respectivamente. As alterações em ambos os músculos foram diretamente correlacionadas com a ingestão calórica e protéica durante o suporte nutricional.  Conclusões: Observa-se que pacientes críticos com COVID-19 perderam massa muscular progressivamente ao receber menor cobertura das necessidades calóricas e proteicas.

    O dietista-nutricionista como agente de mudança na unidade de cuidados intensivos

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    Editorial "The dietitian-nutritionist as an agent of change in the intensive care unit"Editorial "El nutricionista-dietista como agente de cambio en la unidad de cuidados intensivos"Editorial "O dietista-nutricionista como agente de mudança na unidade de cuidados intensivos

    Composição corporal de universitárias que consomem café da manhã hipercalórico em relação ao jantar

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    The university population is a group vulnerable to radical changes in diet that have a negative impact on body composition. The objective of this study was to compare the body composition of university women according to the intake of high-calorie breakfasts or dinners.  Material and methods: Analytical cross-sectional study, final non-probabilistic sample of 75 Clinical Nutrition university students, average age 18 ± 0.63 years. The following data was obtained from each participant: weight, height, body mass index (BMI), percentage of body fat (%BF) and total muscle mass (%MMT), as well as dietary and physical activity indicators. Statistics: Mean and standard deviation were calculated; in addition, a simple Student’s T-Test ANOVA was performed, with significance of p <0.05. Spearman’s correlation coefficient was calculated.  Results: The average energy intake of the day was 1647 ± 385 kcal., with a tendency to refined sugars and saturated fats. Breakfast hours were: 8:30 ± 2.5 hours, lunch: 1:30 ± 3.5 hours and dinner: 20:30 ± 3.4 hours. 85% of the university students with %BF > 28 and MMT <34%, consumed 50% ± 25% of the total caloric intake at night compared to breakfast (15% ± 30%), with a significant difference (p <0.05) regardless of the BMI.  Conclusions: In this study, it was observed that university students who consume high-calorie breakfasts have lower BF values and higher amounts of MMT, compared to university students who consume dinners with higher caloric intake, in which negative changes in body composition were accentuated, regardless of the calories consumed throughout the day.La población universitaria es un grupo vulnerable a cambios radicales en la alimentación que impacta negativamente en la composición corporal. El objetivo del estudio fue comparar la composición corporal de mujeres universitarias de acuerdo con la ingesta de desayunos o cenas hipercalóricas.  Material y métodos: estudio transversal analítico, muestra no probabilística. De cada participante se obtuvo peso, estatura, índice de masa corporal (IMC), porcentaje de grasa corporal (%GC) y de masa muscular total (%MMT), así como indicadores dietéticos y de actividad física. Se calculó la media y desviación estándar; además, se realizó la prueba T de Student ANOVA simple, con significancia de p < 0,05 y se calculó el coeficiente de correlación de Spearman.  Resultados: 75 universitarias fueron incluidas, con una edad promedio de 18 ± 0,63 años. La ingesta energética promedio del día fue de 1647 ± 385 kcal, con tendencia a los azúcares refinados y a las grasas saturadas. El horario del desayuno fue de 8:30 ± 2,5 horas, almuerzos: 13:30 ± 3,5 horas y cenas: 20:30 ± 3,4 horas. El 85 % de las universitarias con %GC > 28 y %MMT < 34 % consumían el 50 % ± 25 % de la ingesta calórica total por la noche con respecto al desayuno (15 % ± 30 %), y esta diferencia fue significativa (p < 0,05) independientemente del IMC.  Conclusiones: en este estudio se observó que las universitarias que consumen desayunos hipercalóricos altos en azúcar y grasa saturada tienen menor GC y mayor masa muscular en comparación con las que consumen cenas con las mismas características y la misma ingesta calórica en el día. A população universitária é um grupo vulnerável a mudanças radicais na alimentação que impactam negativamente na composição corporal. O objetivo do estudo foi comparar a composição corporal de mulheres universitárias de acordo com a ingestão de café da manhã ou jantar hipercalórico.  Materiais e métodos: Estudo transversal analítico, amostra não probabilística. Foram obtidos de cada participante: peso, altura, índice de massa corporal (IMC), percentual de gordura corporal (%GC) e massa muscular total (%MMT), além de indicadores dietéticos e de atividade física. Foram calculados a Média e o desvio padrão, também foi realizado o teste t-Student ANOVA simples, com significância de p <0,05, e foi calculado o coeficiente de correlação de Spearman.  Resultados: foram incluídas 75 universitárias, com idade média de 18±0,63 anos. A ingestão energética diária média foi de: 1647 ± 385 kcal., com tendência a açúcares refinados e gorduras saturadas. O horário do café da manhã foi: 8:30 ± 2,5 horas, almoço: 1:30 ± 3,5 horas e jantar: 20:30 ± 3,4 horas. 85% dos universitários com %GC > 28 e MMT < 34% consumiram 50±25% da ingestão calórica total pela noite em relação ao café da manhã (15±30%), com diferença significativa (p <0,05) independentemente do IMC.  Conclusões: Observou-se, neste estudo, que as universitárias que consomem café da manhã hipercalórico com alto teor de açúcar e gordura saturada apresentam menor gordura corporal e maior massa muscular em comparação com aqueles que consomem jantares com as mesmas características e a mesma ingestão calórica durante o dia

    Nutrição no paciente criticamente doente: novas abordagens e tendencias

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    Editorial "Nutrition in the critically ill patient: new approaches and trends"Editorial "Nutrición en el paciente crítico: nuevos enfoques y tendencias"Editorial "Nutrição no paciente criticamente doente: novas abordagens e tendencias

    Revista completa Vol 6 N 2

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    Revista completa Volumen 6 Número

    Vitamina D na admissão e gravidade da doença em pacientes com COVID-19 na Unidade de Cuidados Intensivos

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    Introduction: 25-hydroxy vitamin D (25(OH)D) would decrease the incidence of viral respiratory infections, due to its pleiotropic effect on immunomodulation.  Objective: to examine the potential association between severe 25(OH)D deficiency on admission to the intensive care unit (ICU) and disease severity in patients diagnosed with COVID-19. Determine whether there is an association between severe 25(OH)D deficiency on admission and the need for invasive mechanical ventilation, co-morbidities, and mortality.  Methods: retrospective observational study of 164 patients with a diagnosis of COVID-19 admitted to the intensive care unit in whom plasma 25(OH)D values were measured within the first 72 hours of hospitalization.  Results: 136 (83%) patients exhibited 25(OH)D deficiency (<30 ng/mL) and 35 (21%) had 25(OH)D ≤ 12 ng/m. Patients with severe 25(OH)D deficiency were significantly more likely to have severe COVID-19 (OR 2.2, 95% CI 1.02 to 5.06, p= 0.049) and were more likely to need invasive ventilatory support (OR 2.4, 95% CI 1.09 to 5.58, p=0.036). Mortality was significantly higher in the severe 25(OH)D deficiency group (40% vs 22%, p=0.03; OR 2.4, 95% CI 1.07 to 5.32, p=0.031). In the multivariate model, history of cardiovascular disease, severe 25(OH)D deficiency, PaO2/FiO2 and invasive ventilatory support remained significant.  Conclusion: This study confirms that severe vitamin D deficiency is associated with more severe lung compromise, increased disease severity and risk of death in patients with COVID-19.  TRANSLATE with x English Arabic Hebrew Polish Bulgarian Hindi Portuguese Catalan Hmong Daw Romanian Chinese Simplified Hungarian Russian Chinese Traditional Indonesian Slovak Czech Italian Slovenian Danish Japanese Spanish Dutch Klingon Swedish English Korean Thai Estonian Latvian Turkish Finnish Lithuanian Ukrainian French Malay Urdu German Maltese Vietnamese Greek Norwegian Welsh Haitian Creole Persian     TRANSLATE with COPY THE URL BELOW Back EMBED THE SNIPPET BELOW IN YOUR SITE Enable collaborative features and customize widget: Bing Webmaster Portal BackIntroducción: la 25-hidroxivitamina D (25(OH)D) disminuiría la incidencia de infecciones respiratorias virales por su efecto pleiotrópico en la inmunomodulación.  Objetivos: investigar la posible asociación entre deficiencia grave de 25(OH)D a la admisión en la unidad de cuidados intensivos (UCI) y gravedad de la enfermedad en pacientes diagnosticados con enfermedad por coronavirus de 2019 (COVID-19); determinar si existe una asociación entre la deficiencia grave de 25(OH)D a la admisión, el requerimiento de ventilación mecánica invasiva, las comorbilidades y la mortalidad.  Métodos: estudio retrospectivo observacional, que incluyó a 164 pacientes con diagnóstico de COVID-19 ingresados a la UCI que tuvieran valores plasmáticos de 25(OH)D las primeras 72 horas de internación.  Resultados: exhibieron deficiencia de 25(OH)D (< 30 ng/ mL) 136 (83 %) pacientes y 35 (21 %) presentaron valores de 25(OH)D ≤ 12 ng/ml. Los pacientes con deficiencia grave de 25(OH)D tuvieron significativamente mayor probabilidad de COVID-19 grave (odds ratio [OR]: 2,2; intervalo de confianza [IC] 95 %: 1,02 a 5,06; p = 0,049) y presentaron mayor probabilidad de requerir ventilación mecánica invasiva (OR: 2,4; IC 95 %: 1,09 a 5,58; p = 0 ,036). La mortalidad fue significativamente mayor en el grupo con deficiencia grave de 25(OH)D (40 % frente a 22 %; p = 0 ,03), con un OR de 2,4; IC 95 %: 1,07 a 5,32; p = 0 ,031. En el modelo multivariado, el antecedente de enfermedad cardiovascular, deficiencia grave de 25(OH)D, presión arterial de oxígeno/fracción inspirada de oxígeno (PaO2/FiO2) y ventilación mecánica invasiva permanecieron significativos.  Conclusión: este estudio confirma que la deficiencia grave de vitamina D se asocia con una afectación pulmonar más grave, una mayor gravedad de la enfermedad y riesgo de muerte en pacientes con COVID-19. Introdução: a 25-hidroxivitamina D (25(OH)D) reduziria a incidência de infecções respiratórias virais, devido ao seu efeito pleiotrópico na imunomodulação.  Objetivo: investigar a possível associação entre a deficiência grave de 25(OH)D na admissão na unidade de terapia intensiva (UTI) e a gravidade da doença em pacientes com diagnóstico de COVID-19. Determinar se existe uma associação entre deficiência grave de 25(OH)D na admissão, necessidade de ventilação mecânica invasiva, comorbidades e mortalidade.  Métodos: estudo observacional retrospectivo, que incluiu 164 pacientes com diagnóstico de COVID-19 internados na unidade de terapia intensiva que tiveram níveis plasmáticos de 25(OH)D nas primeiras 72 horas de internação.  Resultados: 136 (83%) pacientes apresentaram deficiência de 25(OH)D (<30 ng/mL) e 35 (21%) tiveram 25(OH)D ≤12 ng/m. Pacientes com deficiência grave de 25(OH)D tiveram probabilidade significativamente maior de COVID-19 grave (OR 2,2, IC 95% 1,02 a 5,06, p= 0,049) e apresentaram maior probabilidade de necessitar ventilação mecânica invasiva (OR 2,4, IC 95% 1,09 a 5,58, p=0,036). A mortalidade foi significativamente maior no grupo com deficiência grave de 25(OH)D (40% vs 22%, p=0,03), com OR 2,4, 95% IC 1,07 a 5,32, p=0,031. No modelo multivariado,a história de doença cardiovascular, deficiência grave de 25(OH)D, PaO2/FiO2 e ventilação mecânica invasiva permaneceram significativos.  Conclusão: este estudo confirma que a deficiência grave de vitamina D está associada a uma afetação pulmonar mais grave, aumento da gravidade da doença e risco de morte em pacientes com COVID-19. TRANSLATE with x English Arabic Hebrew Polish Bulgarian Hindi Portuguese Catalan Hmong Daw Romanian Chinese Simplified Hungarian Russian Chinese Traditional Indonesian Slovak Czech Italian Slovenian Danish Japanese Spanish Dutch Klingon Swedish English Korean Thai Estonian Latvian Turkish Finnish Lithuanian Ukrainian French Malay Urdu German Maltese Vietnamese Greek Norwegian Welsh Haitian Creole Persian     TRANSLATE with COPY THE URL BELOW Back EMBED THE SNIPPET BELOW IN YOUR SITE Enable collaborative features and customize widget: Bing Webmaster Portal Bac

    O papel dos ácidos graxos ômega 3 no manejo de doenças intestinais: revisão narrativa

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    There are various bowel diseases that affect a large number of patients each year worldwide; therefore, establishing nutritional guidelines to provide a better living standard is currently a necessity.  The PUFA (polyunsaturated fatty acids) omega-3, in recent years, have been positively related to multiple diseases due to their anti-inflammatory function carried out by their specialized pro-resolving mediators. The objective of this narrative review is to collect information on the role of these molecules in some bowel diseases for evidence-based decision making and to provide recommendations regarding their use.  The information search was performed in databases of scientific literature in English and Spanish (Elsevier, Directory of Open Access Journals [DOAJ], PubMed, Springer Link, Medline), using the next Medical Subject Headings (MeSH) terms: “fatty acids”, “omega-3” , “fish oil”, “ulcerative colitis”, “docosahexaenoic acid”, “colitis”, “inflammatory bowel disease”, “bowel”.  The role of omega-3 fatty acids in bowel diseases remains unclear; further studies are required to determine its dose and timing, as well as the outcomes related to the use of this substance in these diseases. Existen diversas enfermedades de tipo intestinal que afectan a un gran número de pacientes cada año a nivel mundial; por tanto, establecer directrices nutricionales para brindar una mejor calidad de vida es una necesidad actual.  Los ácidos grasos poliinsaturados omega 3 (PUFA) en los últimos años se han relacionado positivamente con el tratamiento de múltiples enfermedades debido a la función antiinflamatoria que se lleva a cabo por sus mediadores especializados prorresolutivos.  El objetivo de esta revisión narrativa es recolectar la evidencia sobre el papel que tienen estas moléculas en algunas enfermedades de tipo intestinal para la toma de decisiones basadas en la evidencia y brindar recomendaciones con respecto a su empleo.  La búsqueda de información se realizó en bases de datos de la literatura científica en inglés y español (Elsevier, DOAJ, PubMed, Springer Link, Medline) con los términos MeSH (Medical Subject Headings): “fatty acids”, “omega 3”, “fish oil”, “ulcerative colitis”, “docosahexaenoico acid”, “colitis”, “inflammatory bowel disease”.  El papel de los ácidos grasos omega 3 en las enfermedades de tipo intestinal sigue sin ser claro; se requieren mayores estudios para determinar la dosis y la temporalidad, así como desenlaces relacionados con el empleo de dicha sustancia en estas enfermedades. Existem diversas doenças intestinais que acometem um grande número de pacientes a cada ano em todo o mundo, portanto, estabelecer diretrizes nutricionais para proporcionar uma melhor qualidade de vida é uma necessidade atualmente.  Os ácidos graxos poliinsaturados ômega-3 (PUFA polyunsaturated fatty acids,por suas siglas em inglês) têm sido relacionados positivamente a múltiplas doenças nos últimos anos, devido a sua função antiinflamatória que é realizada por seus mediadores pró-resolução especializados.  O objetivo desta revisão narrativa é coletar evidências sobre o papel dessas moléculas em algumas doenças do tipo intestinal para a tomada de decisões baseada em evidência e fornecer recomendações sobre seu uso.  A busca de informação foi realizada em bases de dados da literatura científica em inglês e espanhol (Elsevier, DOAJ, PubMed, Springer Link, Medline), utilizando os termos MeSH (medical subject headings): “fatty acids”, “omega 3”, “fish oil”, “ulcerative colitis”, “docosahexaenoico acid”, “colitis”, “inflammatory bowel disease”.  O papel dos ácidos graxos ômega 3 nas doenças do tipo intestinal ainda não está claro; maiores estudos são necessários para determinar dose e temporalidade, bem como desfechos relacionados ao uso dessa substância nessas doenças.

    Carta aos leitores: rigor científico, ética e democratização do conhecimento no campo da nutrição clínica

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    Editorial "Letter to the readers: scientific rigor, ethics and democratization of knowledge in the field of clinical nutrition"Editorial "Carta a los lectores: rigor científico, ética y democratización del conocimiento en el campo de la nutrición clínica"Editorial "Carta aos leitores: rigor científico, ética e democratização do conhecimento no campo da nutrição clínica

    Perfil nutricional e metabólico de pacientes com COVID-19 crítico em uma unidade de terapia intensiva

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    Introduction: Malnutrition is associated with COVID-19 severity and mortality.  Objective: To describe the nutritional and metabolic characteristics, and outcomes in patients with critical COVID-19.  Methods: Observational retrospective study of patients with critical COVID-19 treated with mechanical ventilation (MV) in an intensive care unit in Peru. Patients ≥18 years old, with confirmed COVID-19, and moderate or severe respiratory distress syndrome criteria were included; patients with previous COVID-19 were excluded. Nutritional and metabolic assessment included: presence of obesity and diabetes mellitus; modified NUTRIC score; glucose, albumin and total bilirubin values; need for exogenous insulin; use of muscle relaxant, and prone ventilation. The variables were presented as absolute frequencies and percentages, measures of central tendency and dispersion; the variables between the survivors and the deceased were compared considering p <0.05 as significant.  Results: 35 patients were included, with a mean age of 49.1±12.9 years, male sex predominated (71.4%). Obesity and diabetes mellitus were the most frequent comorbidities (51.4% and 22.9%, respectively), 11.4% had high nutritional risk. Mean blood glucose values were 146.60±46.98 mg/dL, albumin 3.26±0.38 mg/dL, and total bilirubin 0.58±0.22 mg/ dL. Dexamethasone was used in 91.4%, insulin therapy in 20%, muscle relaxant in 94.3%, and prone MV in 82.9%.  Conclusions: Obesity, diabetes mellitus, hyperglycemia, and hypoalbuminemia were the most relevant characteristics in patients with critical COVID-19. The nutritional risk score and the frequency of patients at high nutritional risk, by the modified NUTRIC, were low. Introducción: la malnutrición se asocia con la severidad y la mortalidad del COVID-19.  Objetivo: describir las características nutricionales y metabólicas y los resultados de pacientes con COVID-19 crítico.  Métodos: estudio observacional y retrospectivo de pacientes con COVID-19 crítico tratados con ventilación mecánica (VM) en una unidad de cuidados intensivos del Perú. Se incluyeron pacientes ≥ 18 años con COVID-19 confirmado y criterios de síndrome de dificultad respiratoria moderada o grave. Se excluyeron pacientes con COVID-19 previo. La evaluación nutricional y metabólica incluyó la presencia de obesidad y diabetes mellitus; puntaje NUTRIC modificado; valores de glucosa, albúmina y bilirrubina total; si requirió insulina; el uso de relajante muscular y VM en posición prona. Las variables se presentaron en frecuencias absolutas y porcentajes, medidas de tendencia central con sus dispersiones. Se compararon las variables entre los vivos y los fallecidos con una p significativa < 0,05.  Resultados: se incluyeron 35 pacientes con edad promedio de 49,1 ± 12,9 años y predominó el sexo masculino (71,4 %). La obesidad y la diabetes mellitus fueron las comorbilidades más frecuentes (51,4 % y 22,9 %, respectivamente), el 11,4 % tuvo alto riesgo nutricional. Los valores promedio de glucemia fueron 146,60 ± 46,98 mg/dL, albúmina 3,26 ± 0,38 mg/ dL y bilirrubina total 0,58 ± 0,22 mg/dL. Se usó relajante muscular en 94,3 %, dexametasona en 91,4 %, VM prona en 82,9 % e insulinoterapia en 20 %.  Conclusiones: la obesidad, la diabetes mellitus, la hiperglucemia y la hipoalbuminemia fueron las características más relevantes en los pacientes con COVID-19 crítico. El puntaje de riesgo nutricional y la frecuencia de pacientes en alto riesgo nutricional, por el NUTRIC modificado, fueron bajos. Introdução: a desnutrição está associada à gravidade e mortalidade da COVID-19.  Objetivo: descrever as características e resultados nutricionais e metabólicos de pacientes com COVID-19 crítico.  Métodos: estudo observacional e retrospectivo de pacientes com COVID-19 crítico tratados com ventilação mecânica (VM) em uma unidade de terapia intensiva no Peru. Foram incluídos pacientes com idade ≥18 anos, COVID-19 confirmado e critérios de síndrome do desconforto respiratório moderado ou grave, excluindo pacientes com COVID-19 anterior. A avaliação nutricional e metabólica incluiu: presença de obesidade e diabetes mellitus; escore NUTRIC modificado; valores de: glicose, albumina e bilirrubina total; se você necessitou de insulina; o uso de relaxante muscular e VM em pronação. As variáveis foram apresentadas em frequências absolutas e percentuais, medidas de tendência central com suas dispersões; as variáveis entre vivos e falecidos foram comparadas considerando p <0,05 como significativo.  Resultados: foram incluídos 35 pacientes, com média de idade de 49,1±12,9 anos, sexo masculino predominante (71,4%). Obesidade e diabetes mellitus foram as comorbidades mais frequentes (51,4% e 22,9%, respectivamente), 11,4% apresentavam alto risco nutricional. Os valores médios de glicemia foram 146,60±46,98 mg/dL, albumina 3,26±0,38 mg/dL e bilirrubina total 0,58±0,22 mg/ dL. A dexametasona foi utilizada em 91,4%, insulinoterapia em 20%, relaxante muscular em 94,3% e VM prona em 82,9%.  Conclusões: obesidade, diabetes mellitus, hiperglicemia e hipoalbuminemia foram as características mais relevantes em pacientes com COVID-19 crítico. O escore de risco nutricional e a frequência de pacientes de alto risco nutricional, pelo NUTRIC modificado, foram baixos.

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