Historia Ambiental Latinoamericana y Caribeña (HALAC - E-Journal)
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    Transformações Socioambientais no Alto Rio Uruguai (SC, Brasil) nos Últimos 700 Anos

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    In this study, the context of environmental changes in the last 700 years 14C BP in the upper Uruguay River region was analyzed through an approach that combined information from Environmental History, Archeology and Palynology. We present the environmental modifications of anthropic origin since pre-colonial times with Guarani groups of Amazonian origin, until the arrival of Europeans and their descendants in the 20th century. For this purpose, historical and archaeological sources are used, as well as, above all, data from the pollen record based on a sedimentary core collected in the municipality of Mondaí, State of Santa Catarina. The pollen record indicates a predominance of forest taxa from 715 ± 15 years 14C BP to the present. However, the percentage variation of important pollen types for human occupations indicated the occurrence of three phases. Phase I (715-317 years 14C BP) is dominated by species native to the Seasonal Deciduous Forest. A high pollen percentage of taxa used as a source of food and for the production of artifacts by the Guarani was also observed, as well as evidence of pollen grains of corn. In phase II (158 years 14C BP) pollen grains from Pinus sp. L. and Eucalyptus sp.L\u27Hér. are found for the first time in the profile, indicating the interference of the European colonizer in the region. Increases the pollen percentage of Pinus sp. and Eucalyptus sp. in phase III (between 158 years 14C AP to the present) suggesting a greater anthropic impact on the environment. Another important data resulting from this research was the identification of pollen from corn, evidenced from 715 ± 15 years 14C BP, corresponding to the oldest pollen record of Zea mays L. in Santa Catarina known to date.Neste estudo foi analisado o contexto de modificações ambientais dos últimos 700 anos 14C AP na região do alto rio Uruguai, por meio de uma abordagem que uniu informações da História Ambiental, Arqueologia e Palinologia. Apresentamos as modificações ambientais de origem antrópica desde tempos pré-coloniais com grupos Guarani de origem amazônica, até a chegada de europeus e seus descendentes no século XX. Para tanto, são utilizadas fontes históricas, arqueológicas e, sobretudo, dados do registro polínico com base num testemunho sedimentar coletado no município de Mondaí, Estado de Santa Catarina. O registro polínico indica predomínio de táxons florestais dos 715 ± 15 anos 14C AP até a atualidade. Contudo, a variação percentual de tipos polínicos importantes para as ocupações humanas indicou a ocorrência de três fases. A fase I (715-317 anos 14C AP) é dominada por espécies nativas da Floresta Estacional Decidual. Também foi observada alta porcentagem polínica de táxons utilizados como fonte de alimentação e para produção de artefatos pelos Guarani, assim como a evidência de grãos de pólen de milho. Na fase II (158 anos 14C AP) grãos de pólen de Pinus sp.L. e Eucalyptus sp.L\u27Hér. são encontrados pela primeira vez no perfil indicando a interferência do colonizador europeu na região. Aumenta o percentual polínico de Pinus sp. e Eucalyptus sp. na fase III (entre 158 anos 14C AP até o presente) sugerindo maior impacto antrópico no ambiente. Outro dado importante, resultante dessa pesquisa, foi a identificação de pólen de milho, evidenciado desde 715 ± 15 anos 14C AP, correspondendo ao registro polínico mais antigo de Zea maysL. em Santa Catarina conhecido até o momento.Neste estudo foi analisado o contexto de modificações ambientais dos últimos 700 anos 14C AP na região do alto rio Uruguai, por meio de uma abordagem que uniu informações da História Ambiental, Arqueologia e Palinologia. Apresentamos as modificações ambientais de origem antrópica desde tempos pré-coloniais com grupos Guarani de origem amazônica, até a chegada de europeus e seus descendentes no século XX. Para tanto, são utilizadas fontes históricas, arqueológicas e, sobretudo, dados do registro polínico com base num testemunho sedimentar coletado no município de Mondaí, Estado de Santa Catarina. O registro polínico indica predomínio de táxons florestais dos 715 ± 15 anos 14C AP até a atualidade. Contudo, a variação percentual de tipos polínicos importantes para as ocupações humanas indicou a ocorrência de três fases. A fase I (715-317 anos 14C AP) é dominada por espécies nativas da Floresta Estacional Decidual. Também foi observada alta porcentagem polínica de táxons utilizados como fonte de alimentação e para produção de artefatos pelos Guarani, assim como a evidência de grãos de pólen de milho. Na fase II (158 anos 14C AP) grãos de pólen de Pinus sp.L. e Eucalyptus sp.L\u27Hér. são encontrados pela primeira vez no perfil indicando a interferência do colonizador europeu na região. Aumenta o percentual polínico de Pinus sp. e Eucalyptus sp. na fase III (entre 158 anos 14C AP até o presente) sugerindo maior impacto antrópico no ambiente. Outro dado importante, resultante dessa pesquisa, foi a identificação de pólen de milho, evidenciado desde 715 ± 15 anos 14C AP, correspondendo ao registro polínico mais antigo de Zea maysL. em Santa Catarina conhecido até o momento

    One Amazon: A Personal Environmental History. An Interview with Susanna Hecht

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    One Amazon: A Personal Environmental History. An Interview with Susanna HechtOne Amazon: A Personal Environmental History. An Interview with Susanna HechtOne Amazon: A Personal Environmental History. An Interview with Susanna Hech

    Las Zonas de Sacrificio como un Sistema Socio-Ecológico: El Caso de la Bahía Quintero-Puchuncaví

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    The purpose of this article is to analyze the slaughter zones from the perspective of socio-ecological systems (SSE) taking the Bahía de Quintero and Puchuncaví as a case study. For this, the work methodology consists of placing the issue in the context of environmental history and the Anthropocene, to then apply the theoretical elements that characterize the SSE, to the case study and the environmental conflict that has developed in the area. Although the case has been widely studied from different perspectives, holistic approaches such as the one proposed are required to better understand the problem. Through a combination of theoretical literature and literature on the case, it is argued that the SES of the area has evolved from an agrarian and fishing one, to a purely industrial and polluting one. In its development it has faced various shocks and crises. As a result, the system is characterized by a decrease in its resilience, being practically nil today, a high vulnerability and, above all, being unsustainable, therefore, it is concluded that it does not comply with supporting human well-being, one of the important elements in any socio-ecological system.El presente artículo tiene por objetivo analizar las zonas de sacrificio desde la perspectiva de los sistemas socio ecológicos (SSE) tomando como caso de estudio la Bahía de Quintero y Puchuncaví. Para eso, la metodología de trabajo consta de situar el tema en el contexto de la historia ambiental y el Antropoceno, para luego aplicar los elementos teóricos que caracterizan los SSE, al caso de estudio y el conflicto ambiental que se ha desarrollado en la zona. Si bien el caso ha sido ampliamente estudiado desde distintas perspectivas, se requieren enfoques holísticos como el propuesto para comprender de mejor manera el problema. Por medio de una combinación de literatura teórica y literatura sobre el caso, se sostiene que el SES de la zona ha evolucionado desde uno agrario y pesquero, a uno netamente industrial y contaminante. En su desarrollo ha enfrentado diversos shocks y crisis. Producto de eso el sistema se caracteriza por una disminución en su resiliencia, siendo hoy prácticamente nula, una alta vulnerabilidad y sobretodo ser insustentable, por lo tanto, se concluye que no cumple con apoyar el bienestar humano, uno de los elementos importantes en cualquier sistema socioecológico.El presente artículo tiene por objetivo analizar las zonas de sacrificio desde la perspectiva de los sistemas socio ecológicos (SSE) tomando como caso de estudio la Bahía de Quintero y Puchuncaví. Para eso, la metodología de trabajo consta de situar el tema en el contexto de la historia ambiental y el Antropoceno, para luego aplicar los elementos teóricos que caracterizan los SSE, al caso de estudio y el conflicto ambiental que se ha desarrollado en la zona. Si bien el caso ha sido ampliamente estudiado desde distintas perspectivas, se requieren enfoques holísticos como el propuesto para comprender de mejor manera el problema. Por medio de una combinación de literatura teórica y literatura sobre el caso, se sostiene que el SES de la zona ha evolucionado desde uno agrario y pesquero, a uno netamente industrial y contaminante. En su desarrollo ha enfrentado diversos shocks y crisis. Producto de eso el sistema se caracteriza por una disminución en su resiliencia, siendo hoy prácticamente nula, una alta vulnerabilidad y sobretodo ser insustentable, por lo tanto, se concluye que no cumple con apoyar el bienestar humano, uno de los elementos importantes en cualquier sistema socioecológico

    Entre o Mistério e o Vivido: As Interpretações sobre a Natureza Amazônica nas Obras de Gastão Cruls

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    This article analyzes the textual representations of the Amazonian nature in the works of the physician and writer Gastão Cruls (1888-1959). The aim is to identify how the writer built representations of the Amazon region in his works, based on different contexts of production and publication, lived experiences, readings and own perspectives about the processes that occurred in the period. We selected three works, which we believe are essential to understand Gastão Cruls\u27 thoughts regarding the the Amazon territory: A Amazônia Misteriosa (1925); A Amazônia que eu vi: Óbidos – Tumucumaque (1930) and Hiléia Amazônia (1944). The novel A Amazônia Misteriosa is taken as the rise of the writer in the national literary circle. The repercussions of his novel and his social relationships allowed him to join the Frontiers Inspection Service as a climatologist, the agency through which he made his first tour of the Amazon, between the end of 1928 and the beginning of 1929. About ten years later, in 1938, he was commissioned by the Estado Novo to travel to the region again with the intention of writing an unpublished book. The “Amazônias” by Gastão Cruls, whether idealized – when the author did not yet know the region – or experienced, were based on set of consolidated ideas, which mixed with his own way of describing and representing the Amazonian landscapes. Therefore, the analysis helps to identify the ways and styles in which the Amazon region was represented in Brazilian literature and social thought.Este artigo analisa as representações textuais sobre a natureza amazônica nas obras do médico e escritor Gastão Cruls (1888-1959). O objetivo consiste em identificar como o escritor construiu em suas obras representações sobre a região amazônica, a partir dos diferentes contextos de produção e publicação, das experiências vivenciadas, leituras e impressões próprias sobre os processos que ocorriam no período. Selecionamos três obras, que julgamos serem essenciais para entender o pensamento de Gastão Cruls sobre a Amazônia: A Amazônia Misteriosa (1925); A Amazônia que eu vi: Óbidos – Tumucumaque (1930) e Hiléia Amazônia (1944). O romance A Amazônia Misteriosa marcou a ascensão do escritor no círculo literário nacional. A repercussão de seu romance e suas relações sociais o permitiram ingressar como climatologista no Serviço de Inspeção de Fronteiras, agência pela qual realizou sua primeira excursão pela Amazônia, entre o final de 1928 e início de 1929. Cerca de dez anos depois, em 1938, foi comissionado pelo Estado Novo para viajar novamente para a região com a intenção de escrever um livro inédito. As “Amazônias” de Gastão Cruls, seja a idealizada – quando o autor ainda não conhecia a região – ou experienciada, foram fundamentadas em um arcabouço de ideias consolidadas, que mesclaram-se com sua própria forma de descrever e representar as paisagens amazônicas. Portanto, a análise contribui para identificar as formas e estilos em como a região amazônica foi representada na literatura e no pensamento social brasileiro.Este artigo analisa as representações textuais sobre a natureza amazônica nas obras do médico e escritor Gastão Cruls (1888-1959). O objetivo consiste em identificar como o escritor construiu em suas obras representações sobre a região amazônica, a partir dos diferentes contextos de produção e publicação, das experiências vivenciadas, leituras e impressões próprias sobre os processos que ocorriam no período. Selecionamos três obras, que julgamos serem essenciais para entender o pensamento de Gastão Cruls sobre a Amazônia: A Amazônia Misteriosa (1925); A Amazônia que eu vi: Óbidos – Tumucumaque (1930) e Hiléia Amazônia (1944). O romance A Amazônia Misteriosa marcou a ascensão do escritor no círculo literário nacional. A repercussão de seu romance e suas relações sociais o permitiram ingressar como climatologista no Serviço de Inspeção de Fronteiras, agência pela qual realizou sua primeira excursão pela Amazônia, entre o final de 1928 e início de 1929. Cerca de dez anos depois, em 1938, foi comissionado pelo Estado Novo para viajar novamente para a região com a intenção de escrever um livro inédito. As “Amazônias” de Gastão Cruls, seja a idealizada – quando o autor ainda não conhecia a região – ou experienciada, foram fundamentadas em um arcabouço de ideias consolidadas, que mesclaram-se com sua própria forma de descrever e representar as paisagens amazônicas. Portanto, a análise contribui para identificar as formas e estilos em como a região amazônica foi representada na literatura e no pensamento social brasileiro

    Pilar de Goiás: de Arraial de Mineração a Cidade Histórica

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    Gold mining in Brazil has become an important economic activity since the colony, with coverage from the coast to the hinterland in the trail of the precious golden metal. In this quest initiated by the Europeans, enslaved Africans and indigenous natives imprisoned during the invasion of their territories were also involved, and this journey was remarkable for the formation of several cities in the interior of Brazil. This study aims to analyze the influence of the search for gold in the formation of the municipality of Pilar de Goiás until its tipping as historical heritage by the Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), through a descriptive exploratory bibliographical research with a qualitative approach, seeking analyze published articles, dissertations and theses related to the subject in question, of a theoretical nature and descriptive objective, covering the settlement until the present day. Pilar de Goiás brings an important cultural history linked to the exploration of gold, composed of the relevant architectural complex built in the 18th century. The monuments and public spaces of Pilar de Goiás date from the period from 1741 to 1760. It was evident that the municipality was formed due to the intense search for gold, had its population rise and fall drastically and today continues under the influence of this activity.A mineração de ouro no Brasil tornou-se uma importante atividade econômica desde o período colonial, abrangendo áreas que vão do litoral ao sertão no rastro deste precioso metal dourado. Nessa busca, iniciada pelos europeus, foram envolvidos também africanos escravizados e nativos indígenas, aprisionados ao longo da invasão de seus territórios. Esta jornada foi marcante para a formação de várias cidades no interior do Brasil. O presente estudo objetiva analisar a influência da busca pelo ouro desde a formação do município de Pilar de Goiás até o seu tombamento como patrimônio histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), por meio de uma pesquisa bibliográfica exploratória descritiva, com abordagem qualitativa, em consulta a artigos publicados, dissertações de mestrado e teses de doutorado, com natureza teórica e objetiva-descritiva, enfocando desde o tempo do povoamento até a atualidade. Pilar de Goiás possui um importante histórico cultural atrelado à exploração do ouro, composto por seu relevante conjunto arquitetônico, construído no século XVIII. Os monumentos e espaços públicos desta cidade datam do período de 1741 a 1760. Ficou evidenciado que o município foi formado devido à intensa busca pelo ouro, cuja população cresceu e reduziu drasticamente, permanecendo a cidade ainda hoje sob a influência dessa atividade.A mineração de ouro no Brasil tornou-se uma importante atividade econômica desde o período colonial, abrangendo áreas que vão do litoral ao sertão no rastro deste precioso metal dourado. Nessa busca, iniciada pelos europeus, foram envolvidos também africanos escravizados e nativos indígenas, aprisionados ao longo da invasão de seus territórios. Esta jornada foi marcante para a formação de várias cidades no interior do Brasil. O presente estudo objetiva analisar a influência da busca pelo ouro desde a formação do município de Pilar de Goiás até o seu tombamento como patrimônio histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), por meio de uma pesquisa bibliográfica exploratória descritiva, com abordagem qualitativa, em consulta a artigos publicados, dissertações de mestrado e teses de doutorado, com natureza teórica e objetiva-descritiva, enfocando desde o tempo do povoamento até a atualidade. Pilar de Goiás possui um importante histórico cultural atrelado à exploração do ouro, composto por seu relevante conjunto arquitetônico, construído no século XVIII. Os monumentos e espaços públicos desta cidade datam do período de 1741 a 1760. Ficou evidenciado que o município foi formado devido à intensa busca pelo ouro, cuja população cresceu e reduziu drasticamente, permanecendo a cidade ainda hoje sob a influência dessa atividade

    Conservation and Conflict in the Cockpit Country, Jamaica, 1962-2022

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    Cockpit Country in west central Jamaica is a unique karst landscape. Based on a wide range of published and online sources, this article examines threats to the area’s biodiversity and attempts to conserve it, from Jamaica’s independence in 1962 to the declaration of the Cockpit Country Protected Area in 2022. It focusses on several stakeholders – the government, international organisations, environmental groups, and Cockpit communities –, and argues that their interplay made conservation of the area a far from straightforward trajectory.  It will show that by the late 1980s, international organisations increasingly used mainstream conservation approaches in their work to protect the Cockpit Country and that local environmental groups gradually also came to embrace mainstream conservation. But it will also highlight that Cockpit communities have had a more ambivalent attitude towards conservation of the area than local environmental groups and international organisations, and that a focus on short-term gain has made the government a reluctant and even obstructive stakeholder in the preservation of the area’s biodiversity.Cockpit Country in west central Jamaica is a unique karst landscape. Based on a wide range of published and online sources, this article examines threats to the area’s biodiversity and attempts to conserve it, from Jamaica’s independence in 1962 to the declaration of the Cockpit Country Protected Area in 2022. It focusses on several stakeholders – the government, international organisations, environmental groups, and Cockpit communities –, and argues that their interplay made conservation of the area a far from straightforward trajectory.  It will show that by the late 1980s, international organisations increasingly used mainstream conservation approaches in their work to protect the Cockpit Country and that local environmental groups gradually also came to embrace mainstream conservation. But it will also highlight that Cockpit communities have had a more ambivalent attitude towards conservation of the area than local environmental groups and international organisations, and that a focus on short-term gain has made the government a reluctant and even obstructive stakeholder in the preservation of the area’s biodiversity.Cockpit Country en el centro oeste de Jamaica es un paisaje kárstico único. Basado en una amplia gama de fuentes publicadas y en línea, este artículo examina las amenazas a la biodiversidad del área y los intentos de conservarla, desde la independencia de Jamaica en 1962 hasta la declaración del Área Protegida Cockpit Country en 2022. Se enfoca en varias de las partes interesadas: el gobierno, organizaciones internacionales, grupos ambientalistas y comunidades de Cockpit, y argumenta que su interacción hizo que la conservación del área no fuera una trayectoria sencilla. Mostrará que a fines de la década de 1980, las organizaciones internacionales utilizaron cada vez más enfoques de conservación convencionales en su trabajo para proteger Cockpit Country y que los grupos ambientalistas locales gradualmente también adoptaron la conservación convencional. Pero también resaltará que las comunidades de Cockpit han tenido una actitud más ambivalente hacia la conservación del área que los grupos ambientalistas locales y las organizaciones internacionales, y que su enfoque en la ganancia a corto plazo ha convertido al gobierno en un actor reacio e incluso obstructivo en la preservación de la biodiversidad de la zona

    História e Ciências da Conservação: Caminhos que se Cruzam para um Futuro Sustentável

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    Written historical sources contain data that can inform decisions about biodiversity management and conservation. By describing with increasing detail various species, manuscripts and books provide insight into the composition and dynamics of a given ecosystem. Some reflections arising from the research that has been developed in the ongoing project “ReSEED – Rescuing seed’s heritage: engaging in a new framework of agriculture and innovation since the 18th century” are presented. It is discussed how written historical sources can contribute to know the biodiversity of the past and to deepen the research in the field of ​​Conservation Sciences. In particular, it focuses on agrobiodiversity, crucial in the context of the current global food crisis, being central to discussions on food sovereignty and conservation of plant genetic resources. The analysis of works published about the Iberian Peninsula between the 15th and 19th centuries, aimed at different purposes and audiences, but focusing on plants, allows the identification of a wide range of cultivated species and varieties, and can be used to build more robust predictive models about the circumstances associated with the loss of biodiversity and agrobiodiversity.As fontes históricas escritas contêm dados que podem contribuir para a tomada de decisões sobre gestão e conservação da biodiversidade. Ao descreverem com crescente detalhe espécies variadas, manuscritos e livros permitem conhecer a composição e as dinâmicas de um determinado ecossistema. Apresentam-se algumas reflexões decorrentes da pesquisa que se tem vindo a desenvolver no projeto, em curso, “ReSEED – Rescuing seed’s heritage: engaging in a new framework of agriculture and innovation since the 18th century”. Discute-se como fontes históricas escritas podem contribuir para conhecer a biodiversidade do passado e para aprofundar a investigação na área das Ciências da Conservação. Em particular, foca-se na agrobiodiversidade, crucial no contexto da atual crise global de alimentos, sendo central nas discussões sobre soberania alimentar e conservação de recursos genéticos vegetais. A análise de obras publicadas sobre a Península Ibérica entre os séculos XV e XIX, visando diferentes fins e públicos, mas que têm como foco as plantas, permite identificar um conjunto amplo de espécies e variedades cultivadas, podendo ser utilizadas para construir modelos preditivos mais robustos sobre as circunstâncias associadas à perda de biodiversidade e agrobiodiversidade.As fontes históricas escritas contêm dados que podem contribuir para a tomada de decisões sobre gestão e conservação da biodiversidade. Ao descreverem com crescente detalhe espécies variadas, manuscritos e livros permitem conhecer a composição e as dinâmicas de um determinado ecossistema. Apresentam-se algumas reflexões decorrentes da pesquisa que se tem vindo a desenvolver no projeto, em curso, “ReSEED – Rescuing seed’s heritage: engaging in a new framework of agriculture and innovation since the 18th century”. Discute-se como fontes históricas escritas podem contribuir para conhecer a biodiversidade do passado e para aprofundar a investigação na área das Ciências da Conservação. Em particular, foca-se na agrobiodiversidade, crucial no contexto da atual crise global de alimentos, sendo central nas discussões sobre soberania alimentar e conservação de recursos genéticos vegetais. A análise de obras publicadas sobre a Península Ibérica entre os séculos XV e XIX, visando diferentes fins e públicos, mas que têm como foco as plantas, permite identificar um conjunto amplo de espécies e variedades cultivadas, podendo ser utilizadas para construir modelos preditivos mais robustos sobre as circunstâncias associadas à perda de biodiversidade e agrobiodiversidade

    Alternativas Comunitarias a los Procesos de Deforestación en la Amazonía Colombiana. Caso el Caraño, Caquetá

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    Deforestation is a scourge that has been affecting the planet and especially the Amazon rainforest to a great extent. For this reason, we intend to present some community alternatives to confront this phenomenon, taking as a case study the village of El Caraño, located in the department of Caquetá, Colombia. For this purpose, the article is based on the theoretical framework of Political Ecology. Methodologically, it consists of four phases: in the first, change maps were constructed for forest cover in the study area considering data from four points in time (1990, 2000, 2010 and 2018), based on the geoprocessing of secondary information; in the second, a bibliometric analysis of scientific literature and of international, national and local development policies was carried out, taking into account categories of analysis; In the third phase, semi-structured interviews were designed and applied to key social agents to learn about the collective community experiences used in deforestation processes; and in the fourth phase, the information triangulation process was carried out. In this sense, two key ideas are concluded, first, the ambivalent role of the Colombian State as an agent, on the one hand, promoter of deforestation processes and, on the other hand, conservator of the Amazon rainforest and, second, the way in which the communities of El Caraño manage to face the problems derived from deforestation through the implementation of nature tourism with a focus based on environmental citizen training.La deforestación como un aspecto clave en los procesos de acumulación de capital y transformación de la naturaleza, representa un flagelo que viene afectando al planeta y en especial, importantes áreas de la selva amazónica, razón por la cual se pretende exponer algunas alternativas comunitarias para afrontar dicho fenómeno, tomando como caso de estudio el corregimiento El Caraño, localizado en el departamento del Caquetá, Colombia. Para ello, el artículo se apoya en el marco teórico de la Ecología Política. Metodológicamente consta de cuatro fases: en la primera, se construyeron mapas de cambio para las coberturas de bosque considerando datos de cuatro momentos (1990, 2000, 2010 y 2018), a partir del geoprocesamiento de información secundaria; en la segunda, se realizó un análisis escalar (internacional, nacional y local) de las políticas de desarrollo económico que han fomentado procesos de deforestación y conservación en el área de estudio; en la tercera fase, se diseñó y aplicó entrevistas semiestructuradas a agentes sociales claves para conocer aquellas experiencias colectivas comunitarias empleadas en los procesos de deforestación y, en la cuarta fase, se llevó a cabo el proceso de triangulación de la información. En ese sentido, se concluyen dos ideas clave: en la primera, se deja claro el papel ambivalente del Estado colombiano como agente, de un lado, promotor de procesos de deforestación y, de otro lado, conservador de la selva amazónica. La segunda idea, resalta como estrategias locales los siguientes elementos a) la necesidad de fortalecer procesos comunitarios de formación ambiental en contextos de turismo de naturaleza, b) asumir los procesos de renaturalización de la selva amazónica como sistemas orgánicos y, c) adoptar a nivel comunitario el turismo de naturaleza como estrategia frente a la deforestación.La deforestación como un aspecto clave en los procesos de acumulación de capital y transformación de la naturaleza, representa un flagelo que viene afectando al planeta y en especial, importantes áreas de la selva amazónica, razón por la cual se pretende exponer algunas alternativas comunitarias para afrontar dicho fenómeno, tomando como caso de estudio el corregimiento El Caraño, localizado en el departamento del Caquetá, Colombia. Para ello, el artículo se apoya en el marco teórico de la Ecología Política. Metodológicamente consta de cuatro fases: en la primera, se construyeron mapas de cambio para las coberturas de bosque considerando datos de cuatro momentos (1990, 2000, 2010 y 2018), a partir del geoprocesamiento de información secundaria; en la segunda, se realizó un análisis escalar (internacional, nacional y local) de las políticas de desarrollo económico que han fomentado procesos de deforestación y conservación en el área de estudio; en la tercera fase, se diseñó y aplicó entrevistas semiestructuradas a agentes sociales claves para conocer aquellas experiencias colectivas comunitarias empleadas en los procesos de deforestación y, en la cuarta fase, se llevó a cabo el proceso de triangulación de la información. En ese sentido, se concluyen dos ideas clave: en la primera, se deja claro el papel ambivalente del Estado colombiano como agente, de un lado, promotor de procesos de deforestación y, de otro lado, conservador de la selva amazónica. La segunda idea, resalta como estrategias locales los siguientes elementos a) la necesidad de fortalecer procesos comunitarios de formación ambiental en contextos de turismo de naturaleza, b) asumir los procesos de renaturalización de la selva amazónica como sistemas orgánicos y, c) adoptar a nivel comunitario el turismo de naturaleza como estrategia frente a la deforestación

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