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Perspectivas de las Personas Negras e Indígenas Latinas Sobre el Liderazgo de la Musicoterapia Occidental y la Colonialidad
Este ensayo académico latinoamericano es una obra colaborativa sobre las experiencias respectivas de un musicoterapeuta negro y otro indígena latino dentro del ámbito académico colonial. Destacamos recuerdos pertinentes de nuestras respectivas formaciones y experiencias educativas que fomentaron la negación de nosotros mismos o promovieron el “auto-borrado” a través de la asimilación. La colaboración comenzó cuando se acercaban las elecciones presidenciales de 2024, por lo que el trabajo está impregnado de un estrés adicional por rechazar los marcos clínicos no políticos. El ensayo latinoamericano concluye con un llamado a la acción que se centra en la musicalidad y la humildad cultural, al tiempo que ofrece prácticas alternativas dentro de los Estados Unidos.
Comentario Editorial
Esto no será cómodo. Al afrontar cada invitación de los autores, tómate un tiempo para observarte. Observa incluso tus reacciones corporales al interactuar con el poder. Esos momentos en los que te alejas, te resistes o respondes con rapidez revelan los dominios del poder colonial que hemos metabolizado en nuestras identidades. Estos son los lugares que requieren una reinvención, no a través de una sola historia, sino a través de una visión amplia y plural que nos devuelva la dignidad a nosotros mismos y a nuestros pacientes, estudiantes y colegas.This Latin American scholarly essay is a collaborative piece on the respective experiences of both a Black and an Indigenous Latine music therapist within colonial academia. We highlight pertinent memories within our respective trainings and educational experiences that fostered denial of self or promoted self-erasure through assimilation. The collaboration began as the presidential election of 2024 was nearing, and thus an added stress to rejecting non-political clinical frameworks permeates the body of work. The Latin American essay closes with a call to action that focuses on musicianship and cultural humility while offering alternative practices within the USA.
Editorial Comment
This will not be comfortable. As you encounter each invitation offered by the authors, take time to observe yourself. Notice even your bodily reactions as they engage with power. Those moments when you turn away, resist, or respond quickly—these reveal the domains of colonial power we have metabolized into our identities. These are the places that call for reimagining—notthrough a single story, but through a wide, plural vision that restores dignity to ourselves, and to our patients, students, and colleagues.
Este ensaio acadêmico latino-americano é um trabalho colaborativo sobre as respectivas experiências de um musicoterapeuta negro e de um musicoterapeuta indígena latino dentro da academia colonial. Destacamos memórias pertinentes de nossas respectivas formações e experiências educacionais que promoveram a negação do eu ou o autoapagamento por meio da assimilação. A colaboração começou quando a eleição presidencial de 2024 se aproximava e, portanto, um estresse adicional para rejeitar estruturas clínicas não políticas permeia o corpo do trabalho. O ensaio latino-americano termina com um apelo à ação que se concentra na musicalidade e na humildade cultural, ao mesmo tempo em que oferece práticas alternativas nos EUA.
Comentário Editorial
Isso não será confortável. Ao se deparar com cada convite oferecido pelos autores, reserve um tempo para observar a si mesmo.Observe até mesmo suas reações corporais ao lidar com o poder. Os momentos em que você se afasta, resiste ou responde rapidamente revelam os domínios do poder colonial que metabolizamos em nossas identidades. Esses são os lugares que exigem uma reimaginação—não por meio de uma única história, más por meio de uma visão ampla e plural que restaure a dignidade para nós mesmos, nossos pacientes, alunos e colegas
Mojones en la Conversación: Entre la Musicoterapia y la Perspectiva Decolonial
El artículo propone un diálogo entre la Musicoterapia y la Perspectiva Decolonial a partir de tres “mojones” que orientan una reflexión crítica y situada. En el primero, se abordan los aportes de Aníbal Quijano y su noción de colonialidad del poder para repensar las categorías de salud, sujeto y sociedad desde América Latina. El segundo mojón desarrolla la idea del “paisaje como textura,” inspirada en la estética de lo americano de Rodolfo Kusch, como herramienta analítica para la clínica musicoterapéutica,resaltando la dimensión sensible y cultural del territorio. El tercer mojón presenta experiencias en la Patagonia Argentina, donde la figura del “paisano” y la “ciudad con forma de pan” revelan tensiones entre el arraigo, la identidad y los efectos de la colonialidad del poder. El texto concluye invitando al colectivo musicoterapéutico y trabajadores de salud a construir una práctica crítica, sensible y situada en los contextos latinoamericanos.
Comentario Editorial
¿Cómo son los paisajes que habitamos? ¿De qué maneras ellos son parte de nuestras prácticas profesionales? ¿Cómo, los espacios en los que nacemos y crecemos, nos constituyen como sujetos? ¿Qué nos sucede, en lo más íntimo, cuando nos vemos obligados a migrar? El ensayo de Guillermo Castelo nos deja estas preguntas y, además, nos permite reconocer la potencia que posee la música para expresar las experiencias vividas por los habitantes de algunas comunidades de la región noroeste de la patagonia argentina enrelación con sus saberes ancestralesThe article proposes a dialogue between music therapy and the decolonial perspective based on three “milestones” that guide critical and situated reflection. The first milestone addresses the contributions of Aníbal Quijano and his notion of the coloniality of power to rethink the categories of health, subject, and society from Latin America. The second milestone develops the idea of “landscape as texture,” inspired by Rodolfo Kusch’s American aesthetics, as an analytical tool for music therapy clinics, highlighting the sensitive and cultural dimension of the territory. The third milestone presents experiences in Argentine Patagonia, where the figure of the “paisano” and the “bread-shaped city” reveal tensions between roots, identity, and the effects of the coloniality of power. The text concludes by inviting the music therapy community and health workers to build a critical, sensitive practice situated in Latin American contexts.
Editorial Comment
What are the landscapes we inhabit like? In what ways are they part of our professional practices? How do the spaces in which we are born and raised shape us as individuals? What happens to us, in our most intimate selves, when we are forced to migrate? Guillermo Castelo’s essay leaves us with these questions and allows us to recognize the power of music to express the experiences of the inhabitants of some communities in the northwestern region of Argentine Patagonia in relation to their ancestral knowledge.O artigo propõe um diálogo entre a Musicoterapia e a Perspectiva Descolonial a partir de três “marcos” que orientam uma reflexão crítica e situada. No primeiro, abordam-se as contribuições de Aníbal Quijano e sua noção de colonialidade do poder para repensar as categorias de saúde, sujeito e sociedade a partir da América Latina. O segundo marco desenvolve a ideia da “paisagem como textura,” inspirada na estética do americano de Rodolfo Kusch, como ferramenta analítica para a clínica musicoterapêutica, destacando a dimensão sensível e cultural do território. O terceiro marco apresenta experiências na Patagônia Argentina, onde a figura do “camponês” e a “cidade em forma de pão” revelam tensões entre o enraizamento, a identidade e os efeitos da colonialidade dopoder. O texto conclui convidando o coletivo musicoterapêutico e os profissionais de saúde a construir uma prática crítica, sensível e situada nos contextos latino-americanos.
Comentário Editorial
Como são as paisagens que habitamos? De que maneiras elas fazem parte de nossas práticas profissionais? Como os espaços em que nascemos e crescemos nos constituem como sujeitos? O que acontece conosco, no nosso íntimo, quando somos obrigados a migrar? O ensaio de Guillermo Castelo nos deixa essas perguntas e, além disso, nos permite reconhecer o poder que a música possui para expressar as experiências vividas pelos habitantes de algumas comunidades da região noroeste da Patagônia argentina em relação aos seus conhecimentos ancestrais.
Noções Musicais na Formação de Musicoterapeutas: Análise dos Programas Acadêmicos, Universidade de Buenos Aires, Argentina
As in the rest of Latin America, music therapy training programs in Argentina seem to follow guidelines formulated in Europe and the United States, where teaching-learning strategies based on the conservatory model prevail. Our team investigated the characteristics of this model that are present in the academic training of music therapy graduates who studied at the University of Buenos Aires in 2022. Through a qualitative research process, the syllabi of all subjects were analyzed (using Atlas.ti 8), exceptfor the References section. The results showed that in the training offered by the University, music is considered an expressive modality, that improvisation is the musical experience most valued by teachers, and that there is a strong interest in analyzing sound productions, either formally or informally. The musical instruments mentioned most frequently are percussion instruments and the voice. Decolonial thinking is critical of the Conservatory’s pedagogical model, which limits the processes of musical teaching and learning to reading and writing, and privileges instrumental performance. A critical review of the current curriculum in light of decolonial thinking could contribute to the construction of situated knowledge and allow work to be done, within the degree program, on the effects of coloniality on the training of music therapists.
Editorial Comment
What ideas about music are conveyed in the academic training of future music therapists? Which aspects of this training are linked to Eurocentric pedagogical models and which can be understood from decolonial perspectives? We believe that the authors’concern to warn us about the importance of making visible the places from which the subjects and institutions involved make their statements and assign value to them is central. They tell us that, as trainers of music therapists in Latin America: “We can make explicit the place from which knowledge is produced, whether it is our own or that which we use to develop our research and/or the training processes in which we are involved. We can make explicit that the division between popular and academic music responds to prejudices linked to the place of origin of the music; we can include the music of indigenous peoples, folk music, popular music, and urban music in the repertoires of our subjects. We can recognize the processes of ‘whitening’of such music in the effort to bring it into academic circles.”Al igual que en el resto de América Latina, en Argentina los programas de formación en Musicoterapia parecieran seguir lineamientos formulados en Europa y Estados Unidos, en los que priman estrategias de enseñanza-aprendizaje pensadas desde el Modelo Conservatorio. Nuestro equipo indagó acerca de las características de este Modelo que se encuentran presentes en la formación académica de los Licenciados en Musicoterapia que cursaron sus estudios en la Universidad de Buenos Aires durante el año 2022.Mediante un proceso de investigación de tipo cualitativo se analizaron (utilizando Atlas.ti 8) los programas de todas las asignaturas, en todos los apartados exceptuado el de Referencias. Los resultados mostraron que en la formación ofrecida por la Universidad la música es considerada como una modalidad expresiva, que la improvisación es la experiencia musical más valorada por los docentes, y que existe un fuerte interés por analizar las producciones sonoras, formal o informalmente. Los instrumentos musicales mencionados con más frecuencia son los de percusión y la voz. Los pensamientos decoloniales son críticos del modelo pedagógico del Conservatorio, que circunscribe los procesos de enseñanza-aprendizaje musical a la lectura y la escritura, y privilegia enellos a la ejecución instrumental. Una revisión crítica del actual plan de estudios a la luz de los pensamientos decoloniales podría contribuir a la construcción de conocimientos situados y permitiría trabajar, hacia el interior de la carrera, sobre los efectos de la colonialidad en la formación de los musicoterapeutas.
Comentario Editorial
¿Cuáles son las ideas sobre la música que se transmiten en la formación académica de los futuros musicoterapeutas? ¿Qué aspectos de esa formación se vinculan con los modelos pedagógicos eurocéntricos y cuáles pueden entenderse desde las perspectivas decoloniales? Nos parece central la preocupación de los autores por advertirnos acerca de la importancia de visibilizar los lugares desde los cuales los sujetos e instituciones implicados hacen sus enunciados y les adjudican valor. Ellos nos dicen que, como formadores de musicoterapeutas en América Latina: “Podemos hacer explícito el lugar desde el cual se producen los conocimientos, sean los propios o sean aquellos a los que acudimos para elaborar nuestras investigaciones y/o los procesos de formación en los queintervenimos. Podemos hacer explícito que la división entre música popular y académica responde a prejuicios vinculados con el lugar de origen de las músicas; podemos incluir en los repertorios de nuestras asignaturas a las músicas de pueblos originarios,a las músicas folclóricas, populares y a las urbanas. Podemos reconocer los procesos de ‘blanqueamiento’de dichas músicas en el afán por hacerlas ingresar a los circuitos académicos.”Assim como no resto da América Latina, na Argentina os programas de formação em Musicoterapia parecem seguir diretrizes formuladas na Europa e nos Estados Unidos, nas quais predominam estratégias de ensino-aprendizagem concebidas a partir do Modelo Conservatório. Nossa equipe investigou as características desse modelo que estão presentes na formação acadêmica dos licenciados em musicoterapia que cursaram seus estudos na Universidade de Buenos Aires durante o ano de 2022.Por meio de um processo de pesquisa qualitativa, foram analisados (utilizando o Atlas.ti 8) os programas de todas as disciplinas, em todas as seções, exceto a de Referências. Os resultados mostraram que, na formação oferecida pela Universidade, a música é considerada uma modalidade expressiva, que a improvisação é a experiência musical mais valorizada pelos professores e que existe um forte interesse em analisar as produções sonoras, formal ou informalmente. Os instrumentos musicais mencionados com mais frequência são os de percussão e a voz.Os pensamentos decoloniais são críticos do modelo pedagógico do Conservatório, que circunscreve os processos de ensino-aprendizagem musical à leitura e à escrita, e privilegia neles a execução instrumental. Uma revisão crítica do atual plano de estudos à luz dos pensamentos decoloniais poderia contribuir para a construção de conhecimentos situados e permitiria trabalhar, no âmbito da carreira, sobre os efeitos da colonialidade na formação dos musicoterapeutas.
Comentário Editorial
Quais são as ideias sobre música transmitidas na formação acadêmica dos futuros musicoterapeutas? Quais aspectos dessa formação estão ligados aos modelos pedagógicos eurocêntricos e quais podem ser entendidos a partir de perspectivas descolonizantes? Consideramos fundamental a preocupação dos autores em nos alertar sobre a importância de visibilizar os lugares a partir dos quais os sujeitos e instituições envolvidos fazem suas afirmações e lhes atribuem valor. Eles nos dizem que, como formadores de musicoterapeutas na América Latina: “Podemos tornar explícito o lugar a partir do qual os conhecimentos são produzidos, sejam eles próprios ou aqueles aos quais recorremos para elaborar nossas pesquisas e/ou os processos de formação nos quais intervimos. Podemos tornar explícito que a divisão entre música popular e acadêmica responde a preconceitos ligados ao local de origem das músicas; podemos incluir nos repertórios de nossas disciplinas as músicas dos povos originários, as músicas folclóricas, populares e urbanas. Podemos reconhecer os processos de ‘branqueamento’dessas músicas no afã de fazê-las entrar nos circuitos acadêmicos.
Uma Abordagem à Noção de Conhecimento Situado
The authors of this essay are members of the Knowledge Construction Commission of the Latin American Music Therapy Committee. In this paper, we set out to investigate the genealogy of the notion of situated knowledge. The notion arises from standpoint theory(Harding, Haraway) and has been fruitful in debates about ways of constructing knowledge that have taken place during the second half of the 20th century. In conjunction with critical geography, it has made it possible to question positivist assumptionsand to propose that: a) knowledge is constructed in particular social and historical conditions, affected by political processes; b) it follows that considering knowledge, including scientific knowledge, as universal, neutral, and objective is a myth; c) communities have epistemic privilege when it comes to accounting for their experiences and realities; and, d) the situated nature does not refer to geographical locations but to the reflective and critical processes carried out by communities.
Editorial Comment
In this short essay, the authors ask themselves what conditions are required for knowledge to be considered situated. Their reflections lead us to recognize the performative nature of the spaces in which we carry out our professional practices, develop theories, and conduct research. They raise situations of injustice due to cognitive capitalism but, at the same time and in line with decolonial perspectives, they assert their position of epistemic privilege to narrate the development of the discipline in the region.Los autores del ensayo conformamos la Comisión de Construcción de Conocimientos del Comité Latinoamericano de Musicoterapia. En este escrito nos propusimos indagar sobre la genealogía de la noción de conocimientos situados. La noción surge a partir de la teoría del punto de vista (Harding, Haraway) y ha sido fructífera en los debates acerca de los modos de construir conocimientos que han tenido lugar durante la segunda mitad del siglo XX. En articulación con la geografía crítica ha posibilitado cuestionar los presupuestos positivistas, y plantear que: a) los conocimientos se construyen en condiciones sociales e históricas particulares, afectadas por procesos políticos; b) de ello se deriva que considerar a los conocimientos, incluyendo a los conocimientos científicos, como universales, neutrales y objetivos es un mito; c) las comunidades poseen privilegio epistémico a la hora de dar cuenta de sus experiencias y realidades; d) el carácter de situado no se refiere a localizaciones geográficas sino a los procesos reflexivos y críticos que llevan adelante las comunidades.
Comentario Editorial
En este breve ensayo los autores se preguntan sobre las condiciones que se requieren para que los conocimientos puedan ser considerados como situados. Sus reflexiones nos llevan a reconocer el carácter performativo de los espacios en los que llevamos adelante nuestras prácticas profesionales, elaboramos teorías e investigamos. Plantean situaciones de injusticia debidas al capitalismo cognitivo pero, al mismo tiempo y en consonancia con las perspectivas decoloniales, reivindican su posición de privilegio epistémico para narrar el desarrollo de la disciplina en la región.Os autores deste ensaio integram a Comissão de Construção de Conhecimentos do Comitê Latino-Americano de Musicoterapia. Neste artigo, propusemo-nos a investigar a genealogia da noção de conhecimentos situados. A noção surge a partir da teoria do ponto de vista (Harding, Haraway) e tem sido frutífera nos debates sobre as formas de construir conhecimentos que ocorreram durante a segunda metade do século XX. Em articulação com a geografia crítica, ela possibilitou questionar os pressupostos positivistas e propor que: a) os conhecimentos são construídos em condições sociais e históricas particulares, afetadas por processos políticos; b) daí se deriva que considerar os conhecimentos, incluindo os conhecimentos científicos, como universais, neutros e objetivos é um mito; c) as comunidades possuem privilégio epistêmico ao relatar suas experiências e realidades; d) o caráter situado não se refere a localizações geográficas, mas aos processos reflexivos e críticos levados adiante pelas comunidades.
Comentário Editorial
Neste breve ensaio, os autores questionam-se sobre as condições necessárias para que os conhecimentos possam ser considerados situados. Suas reflexões nos levam a reconhecer o caráter performativo dos espaços nos quais realizamos nossas práticas profissionais, elaboramos teorias e investigamos. Eles apresentam situações de injustiça decorrentes do capitalismo cognitivo, mas, ao mesmo tempo e em consonância com as perspectivas decoloniais, reivindicam sua posição de privilégio epistêmico para narrar o desenvolvimento da disciplina na região
Music Therapists and Social Justice: Interacting With Institutions
In this article, I present a condensed form of research I undertook for a student assignment on how music therapists navigate working in institutions to promote social justice. My literature review highlights approaches in which music therapists integrate social justice into their work. Within the confines of this search, I did not find literature addressing how music therapists navigate a social justice agenda within institutions as their primary focus: this is the gap in the field in which I aimed to position my research. I interviewed five Nordoff and Robbins music therapists, coded my transcriptions, and developed categories and themes. Through the interviews, I found that my participants view allyship through music as valuable social justice promotion, as well as interactions beyond music including presentations, spontaneous conversations, and learning from staff. The extent to which these music therapists felt able to engage in social justice promotion was dependent on relationships within institutions, and they considered when it was less appropriate to speak out, often because of their privilege. I hope this research provides insight for the profession and prompts further exploration of how music therapists can promote social justice within institutions, particularly centring the experiences of those from marginalised groups
How and where Heritage Swedish was acquired and learned in Kansas: Education, ideologies, and heritage language anchors
This study traces the learning opportunities children and young people had for learning Swedish in a heritage community in Kansas, 1870 to 1974. Reasons for knowing Heritage Swedish varied across this time-period, as analyses of historical materials, written and spoken, show. Despite the different reasons—among them, being able to speak with family members and neighbors, becoming a member in the Swedish Lutheran immigrant church, competing in oratorical contests, gaining employment in certain professions, and later, knowing elementary Swedish grammar—the educational opportunities were made possible by heritage language anchors who helped counteract verticalizing forces from elsewhere
V2 in non-subject-initial main clauses in Latin American Norwegian: Results from a narration task
This paper presents an investigation of the verb second (V2) rule in Norwegian heritage language in Latin America (LatAmNo). Using a narrative retelling task with segments from the Chaplin film Modern Times, data was collected from 19 LatAmNo speakers from Argentina, Ecuador and Chile, and 10 homeland Norwegian speakers as a control group. The study focuses on non-subject-initial, declarative main clauses; the results show that LatAmNo speakers generally retain V2 despite some variation, in line with previous studies of Scandinavian heritage languages. LatAmNo speakers also exhibit a lower proportion of non-subject-initial declaratives than homeland speakers. This is similar to what has been observed in North American Norwegian (NAmNo); however, in LatAmNo, the lower proportion of non-subject-initial declaratives cannot be straightforwardly explained by cross-linguistic influence, in contrast to what has been proposed for NAmNo (Westergaard et al. 2023)
Postdramatikk, postmusikk, postkritikk.: Friksjoner mellom postdramatisk teater og postkritisk partiturmusikk
The article explores connections and differences between the musical work TURBA / Theories of Mass Society (2003) by composer Trond Reinholdtsen, and elements from theatre scholar Hans-Thies Lehmann\u27s concept of postdramatic theatre. The two occur at a time when digital technology changes writing as a creative, performative and theorizing tool in the performing arts. Both also appear in art forms where one element, to borrow Lehmann\u27s term, has over time been given a prioritized, organizing function – in theatre: verbal language; in music, wordless sound—and both challenge this priority in their respective art form. TURBA could as well be said to compose with theory. Inspired by its attempt, this article aims to read artistic practices in TURBA through aspects of Lehmann’s postdramatic theory, as well as the other way around
Musicoterapia, Etno-Psicoterapia Xicanx e Curandeirismo: Uma Perspectiva Centrada na Cultura nas Regiões Fronteiriças
A través de una lente decolonial, este artículo explora la intersección entre la musicoterapia y las tradiciones curativas indígenas de larga data de la etno-psicoterapia chicana y el curanderismo. Como reflexión sobre la práctica, este artículo aplicará la experiencia clínica y el discurso teórico en torno a la musicoterapia, junto con los espacios de salud existentes, para situar las perspectivas históricamente silenciadas de la salud/enfermedad en las zonas fronterizas. Este cambio hacia un marco de práctica centrado en la cultura se centra en la recuperación y entrelaza prácticas holísticas, roles de los profesionales, pláticas como procesamiento verbal, conceptualizaciones del susto, perspectivas del bienestar, símbolos en experiencias curativas transformadoras y el papel sociohistórico de la narración de historias para replantear los paradigmas de la musicoterapia a lo largo de la frontera entre Texas y México.
Comentario Editorial
¿Qué significa comprender nuestra propia ubicación cultural y permitir que se expanda y dé forma a nuestra práctica como terapeutas? ¿Cómo puede alguien de una comunidad marginada recuperar sus propias prácticas de sanación, sanándose y liberándose, a la vez que apoya la sanación y liberación de sus pacientes? Este artículo ofrece un excelente ejemplo de cómo podría ser un posicionamiento matizado e integral. Subraya a importancia de nombrar y articular las sutilezas de la identidad del terapeuta. En definitiva, es un llamado a escuchar con humildad, sin afirmar verdades generalizables ni absolutas.Através de uma lente decolonial, este artigo explora a interseção entre a musicoterapia e as tradições curativas indígenas de longa data da etno-psicoterapia xicanx e do curandeirismo. Como uma reflexão sobre a prática, este artigo aplicará a experiência clínica e o discurso teórico em torno da musicoterapia em conjunto com os espaços de saúde existentes para situar perspectivas historicamente silenciadas de saúde/doença nas fronteiras. Essa mudança para uma estrutura de prática centrada na cultura se concentra na recuperação e entrelaça práticas holísticas, papéis dos profissionais, pláticas como processamento verbal, conceituações de susto, perspectivas de bem-estar, símbolos em experiências de cura transformadoras e o papel sociohistórico da narrativa para reformular os paradigmas da musicoterapia ao longo da fronteira entre o Texas e o México.
Editorial Comment
O que significa compreender nossa própria localização cultural—e permitir que ela se expanda e dê forma à nossa prática como terapeutas? Como alguém de uma comunidade marginalizada pode recuperar suas próprias práticas de cura, curando-se e libertando-se, ao mesmo tempo em que apoia a cura e a libertação de seus pacientes? Este artigo oferece um excelente exemplo de como pode ser um posicionamento sutil e abrangente. Ele ressalta a importância de nomear e articular as sutilezas da identidade do terapeuta. Em última análise, é um apelo para ouvir com humildade, sem reivindicar verdades generalizáveis ou absolutas.Through a decolonial lens, this article explores the intersection of music therapy and longstanding, indigenous healing traditions of xicanx ethno-psychotherapy and curanderismo. As a reflection on practice, this paper will apply clinical experience and theoretical discourse surrounding music therapy in conjunction with existing health spaces to situate historically silenced perspectives of health/illness in the borderlands. This shift towards a culturally centered framework of practice centers reclamation and weaves together holistic practices, practitioner roles, pláticas as verbal processing, conceptualizations of susto, perspectives of wellness, symbols in transformative healing experiences, and the sociohistorical role of storytelling to reframe music therapy paradigms along the Texas-Mexico border.
Editorial Comment
What does it mean to understand our own cultural location—and to allow it to expand and give shape to our practice as therapists? How can someone from a marginalized community reclaim their own healing practices, thereby healing and freeing themselves while also supporting the healing and liberation of their patients? This article offers an excellent example of what a nuanced and comprehensive positioning might look like. It underscores the importance of naming and articulating the subtleties of the therapist’s identity. It is ultimately a call to listen with humility, without claiming generalizable or absolute truths
Construindo Pontes: Aprendizados e Reflexões da Edição Especial sobre Perspectivas Decoloniais da América Latina
Esta editorial presenta el número especial Perspectivas decolonialesdesde Latinoamérica,que recoge las reflexiones de terapeutas musicales latinoamericanos que se comprometen críticamente con el pensamiento y la prácticadecoloniales. A partir del propio proceso editorial, destacamos seis temas centrales que surgieron del diálogo entre autores, revisores y editores. En primer lugar, cuestionamos la suposición de que la ubicación geográfica por sí sola hace que una práctica seadecolonial, instando a la reflexión sobre el racismo, la desigualdad y las relaciones de poder en el Sur Global. En segundo lugar, exploramos la identidad como una construcción relacional y procesual, más que como una categoría esencial. En tercer lugar, discutimos cómo las experiencias de migración, marginación y privilegio dan forma de manera diferente a los significados de “descolonización”en distintos contextos. En cuarto lugar, afirmamos la legitimidad académica de la escritura reflexiva y los ensayos basados en la práctica, junto con la investigación empírica. En quinto lugar, invitamos a prestar atención a los patrones de citación y proponemos el diálogo regional como un camino hacia el conocimiento situado. Por último, compartimos nuestras decisiones y retos a la hora de traducir textos entre idiomas y marcos culturales. Concluimos con la visión de una musicoterapia plural, basada en los contextos sociales y liberadora, que honra la dignidad, la diferencia y el aprendizaje colectivo.Este editorial apresenta a edição especial Perspectivas Decoloniales desde Latinoamérica, que reúne reflexões de musicoterapeutas latino-americanos que se envolvem criticamente com o pensamento e a prática decolonial. Com base no próprio processo editorial, destacamos seis temas centrais que surgiram através do diálogo entre autores, revisores e editores. Em primeiro lugar, questionamos a suposição de que a localização geográfica por si só torna uma prática decolonial, refletindo sobre o racismo, a desigualdade e as relações de poder no Sul Global. Em segundo lugar, exploramos a identidade como uma construção relacional e processual, em vez de uma categoria essencial. Em terceiro lugar, discutimos como as experiências de migração, marginalização e privilégio moldam de maneira diferente os significados de “decolonização” em diferentes contextos. Em quarto lugar, afirmamos a legitimidade acadêmica da escrita reflexiva e dos ensaios baseados na prática, juntamente com a pesquisa empírica. Em quinto lugar, chamamos a atenção para os padrões de citação e propomos o diálogo regional como um caminho para o conhecimento situado. Por fim, compartilhamos nossas decisões e desafios na tradução de textos entre idiomas e estruturas culturais. Concluímos vislumbrando uma musicoterapia plural, socialmente fundamentada e libertadora, que honra a dignidade, a diferença e o aprendizado coletivo.This editorial introduces the special issue Perspectivas Decoloniales desde Latinoamérica, which gathers reflections from Latin American music therapists engaging critically with decolonial thought and practice. Drawing from the editorial process itself, we highlight six central themes that emerged through dialogue among authors, reviewers, and editors. First, we question the assumption that geographic location alone makes a practice decolonial, urging reflection on racism, inequality, and power relations within the Global South. Second, we explore identity as a relational and processual construct rather than an essential category. Third, we discuss how experiences of migration, marginalization, and privilege differently shape meanings of “decolonization” across contexts. Fourth, we affirm the scholarly legitimacy of reflective writing and practice-based essays alongside empirical research. Fifth, we invite attention to citation patterns and propose regional dialogue as a path toward situated knowledge. Finally, we share our decisions and challenges in translating texts across languages and cultural frames. We conclude by envisioning a plural, socially grounded, and liberatory music therapy that honors dignity, difference, and collective learning