Universidade Vale do Rio Verde: Sistema de Editoração de Periódicos - UninCor
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Efeito dos diferentes intervalos de recuperação entre séries em exercícios resistidos em indivíduos fisicamente ativos
AÇÕES E COMPORTAMENTOS DO ENFERMEIRO NO CUIDADO DE CRIANÇAS COM CÂNCER: ANÁLISE DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA
ENERGIA SOLAR/ENERGIA ELÉTRICA: Um estudo sobre a viabilidade econômica de instalação do sistema fotovoltaico em uma residência em Três Corações.
O AMÁLGAMA DENTÁRIO: proibição devido a presença de mercúrio
O amálgama dentário é um material restaurador constituído por liga metálica que deve ser acrescida ao mercúrio para ser utilizada. Este metal possui toxicidade conhecida, que por este motivo têm sua utilização muito controversa. Em vista do exposto, o presente trabalho visa, através de uma revisão da literatura, levantar efeitos do mercúrio associados a restaurações de amálgama de maneira a explicar a fundamentação da legislação vigente quanto ao seu uso. Pelo grande impacto à saúde humana e ao meio ambiente, foi feito um tratado internacional denominado Convenção de Minamata, que visa controlar a utilização de mercúrio, e esta acenou para uma voluntária diminuição do uso do amálgama dentário e compromisso com medidas adequadas na sua aplicação, no entanto não houve exigência alguma, nem meta obrigatória ou proibitiva para atingir esses objetivos. O Brasil, como participante da convenção de Minamata, através da Anvisa proibiu a fabricação, importação, comercialização e a utilização do mercúrio e do pó para liga de amálgama, não encapsulada, na Odontologia. Palavras-chave: Amálgama Dental. Mercúrio. Toxicidade. Restauração Dentária Permanent