Universidade Vale do Rio Verde: Sistema de Editoração de Periódicos - UninCor
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    TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO UTILIZADAS PELOS PROFISSIONAIS EM CONTABILIDADE EM SUAS ATIVIDADESDOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v15i2.3296

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    Este estudo se propõe a apresentar as percepções dos profissionais em contabilidade no que diz respeito à utilização de tecnologias da informação e comunicação em suas atividades profissionais. Para tanto, inicialmente apresenta-se as considerações iniciais do trabalho, pontuando questões relevantes ao seu desenvolvimento, bem como o referencial teórico o qual deu sustentação a sua parte prática. Com procedimentos metodológicos foi utilizada a pesquisa exploratória tipo servey, realizada mediante o envio de e-mail aos Profissionais em Contabilidade do País. Os principais resultados apontam que a maioria destes Profissionais se utiliza de algum tipo de tecnologia de informação e comunicação, no desempenho de suas atividades, principalmente das funcionalidades de computadores com softwares básicos como também específico para a área contábi

    MEMÓRIA E IDENTIDADE EM LIMITE BRANCO, DE CAIO FERNANDO ABREU

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    O presente artigo visa entender como o protagonista da obra Limite Branco, de Caio Fernando Abreu, constrói sua identidade, a partir do campo social em que se inseri. Para tanto, será analisado a obra Limite Branco, de Caio Fernando Abreu, que sob aparatos teóricos de Bachelard (1993), Bosi (2003), Candau (2012), Hallbawchs (2006) e Ricoeur (2007) embasam a presente discussão. O romance demonstra traços memorialísticos a partir de lembranças traçadas por Maurício (protagonista) nos registros em forma de diário. Pela tessitura memorialística, o campo familiar é de grande evidencia. O personagem questiona sobre suas vivências na tentativa de entender sobre si mesmo para um melhor entendimento sobre seu “eu”. Durante tal processo, Maurício permanece indagando-se, contudo, o romance demonstra que tais suportes memorialísticos (o espaço da infância e o ambiente familiar) ajudaram-no numa melhor construção subjetiva a partir de lembranças que mantiveram Maurício em contato com seu “eu”. Constata-se que a identidade do personagem, ou seja, o que o tornou hoje enquanto sujeito social é formada por suas memórias e suas expectativas futuras.PALAVRAS-CHAVE: memória; Identidade; Limite Branc

    LITERATURA E HISTÓRIA: O ANTIESCRAVISMO EM MARIA FIRMINA DOS REIS – UMA ANÁLISE DO CONTO “A ESCRAVA”

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    O movimento abolicionista brasileiro foi um longo e lento processo que envolveu diversos agentes e variadas formas de luta, camuflados nos dois únicos artigos da Lei Áurea, promulgada em 13 de maio de 1888: “É declarada extinta desde a data desta lei a escravatura no Brazil” e “Revogam-se as disposições em contrário”. Entre as formas de ação antiescravista, além das muito estudadas defesas em causas de liberdade, militância política no Parlamento e resistência escrava, houve também a difusão do antiescravismo em jornais, revistas e obras literárias, a fim de formar uma opinião pública favorável ao abolicionismo. O conto “A escrava”, de Maria Firmina dos Reis, publicado em 1887 na Revista Maranhense, encaixa-se nessa busca de expor os males da escravidão ao público leitor; refletindo, ao mesmo tempo, o contexto social de derrocada do regime escravista. Dessa maneira, este artigo resulta de uma leitura de “A escrava” em que se observam tanto os aspectos formais de composição do texto quanto o seu conteúdo pró-abolição, relacionando-os ao momento de produção e recepção do conto. Seu objetivo é contribuir para as reflexões acerca da importância da literatura para o fim de um regime que vigorou por mais de três séculos na sociedade brasileira

    ATIVISMO CONTRA VIOLÊNCIA DE GÊNERO NO CIBERESPAÇO

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    “PÁGINA INFELIZ DA NOSSA HISTÓRIA”: UMA LEITURA DOS ÁLBUNS CONSTRUÇÃO (1971) E SINAL FECHADO (1974), DE CHICO BUARQUE

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    O Golpe Militar de 1964 inaugurou no Brasil uma ditadura que duraria 21 anos de terror absoluto. O cerceamento da liberdade, o autoritarismo arbitrário e a tortura como forma de punição gravaram tristes momentos na história. Entretanto, mesmo com o silêncio imposto pela censura prévia instituída pelo AI-5 em 1968, alguns artistas decidiram não se calar, e continuar a produzir, mesmo correndo riscos. Neste cenário, destaca-se Chico Buarque de Hollanda, cantor e compositor carioca, cuja obra foi perseguida e censurada. Para conseguir sobreviver aos desmandos dos militares e continuar produzindo, Chico recorreu a formas de ludibriar a Censura Federal, cantando e contando a história à sua maneira, pela fresta da música popular. Este artigo tem como objetivo analisar os discos de Chico Buarque: Construção (1971) e Sinal Fechado (1974), observando-os como estratégia de resistência por meio de um contradiscurso, que revela o Brasil sombrio imposto pelos militares e desconstrói a propaganda do regime, que afirmava a imagem de um país econômica e socialmente estável.PALAVRAS-CHAVE: MPB, Ditadura Militar, Censura Prévia, Chico Buarque, Contradiscurso

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