Portal de Periódicos da Universidade Estadual de Goiás
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    ENCONTRO CIENTÍFICO DE GINÁSTICA PARA TODOS

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    Tradicionalmente, em diferentes edições da World Gymnaestrada, a delegação brasileira participa de atividades que envolvem o aspecto acadêmico-científico, uma vez que possui em seu país essa expertise e desenvoltura, por muitos grupos de diferentes regiões. Em edições anteriores da World Gymnaestrada já participamos do “Educational Forum”, “Speaker Corner”, “Workshops” e do "Scientific Moment", ações incentivadas pela Federação Internacional de Ginástica (FIG) e/ou Confederação Brasileira de Ginástica (CBG). Na edição da World Gymnaestrada de 2023, tivemos uma conjuntura diferenciada no campo da gestão do evento, mas, conscientes deste importante papel de difusão do conhecimento científico neste grande e renomado evento, a CBG ofereceu o Encontro Científico de Ginástica para Todos em meio a outras ações da World Gymnaestrada 2023, buscando incluir especialmente pesquisadores(as) da delegação brasileira, assim como das delegações dos países da União Pan Americana de Ginástica (UPAG)

    BLOQUEIO DO ESCRITOR E OS DESAFIOS DA REDAÇÃO CIENTÍFICA

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    Diariamente, estudantes (graduação e pós-graduação) e pesquisadores jovens ou experientes estão diante do desafio da redação científica, incluindo a escrita de projetos de pesquisa, ensino, extensão e inovação, propostas para financiamento, relatórios técnico-científicos, trabalhos de conclusão de curso, dissertações, teses, artigos científicos, capítulos de livros, livros, resumos simples ou expandidos para eventos científicos, dentre outros. Entretanto, o fenômeno da tela branca ou bloqueio do escritor, também conhecido como “síndrome da página em branco” ou “Writer’s block”, pode impactar significativamente na produtividade e na qualidade das produções acadêmico-científicas, bem como na saúde mental do estudante e pesquisador. A síndrome da tela branca é um fenômeno temporário ou duradouro caracterizado por um bloqueio criativo no início ou progressão na escrita1. Diversos fatores podem contribuir para o bloqueio de escritor, tais como falta de formação e experiência teórica e/ou prática na área do conhecimento, pressões internas (perfeccionismo, autocobrança, medo do fracasso, falta de inspiração, saúde física e mental) e pressões externas (prazos rigorosos, expectativas de desempenho, processos avaliativos

    DO JORNAL AO DIGITAL: CARACTERÍSTICAS E DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM DOS QUADRINHOS

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    As histórias em quadrinhos (HQs), como conhecidas atualmente, constituem-se um gênero recente, com pouco mais de um século de existência. Contudo, em si não é algo novo. Trata-se do desenvolvimento de artes que remontam aos desenhos pictóricos dos homens da caverna (Moya, 1977; Iannoni; Iannoni, 1994), ou seja, a arte de contar histórias em quadrinhos. Daí o nome (McCloud, 2005). As HQs surgiram na segunda metade do século XIX, com publicações de painéis em jornais.  A junção de figuras com legendas logo conquistou os leitores. Em seguida vieram as tiras. Nesse processo de desenvolvimento, surgem as revistas no século XX, primeiramente republicando o conteúdo de tiras de jornais, depois com histórias escritas especificamente para elas (Feijó, 1997). Atualmente as transformações têm sido ainda maiores devido à convergência digital. A multimodalidade presente nos quadrinhos mostra-se um ambiente fértil para a criatividade dos artistas. O objetivo desta comunicação é tecer   uma reflexão analítica da evolução histórica e tecnológica sobre a linguagem dos quadrinhos (Ramos, 2009; Chinen, 2011; Franco, 2008), apresentando um painel de sua evolução desde as tiras em jornais, passando por gibis, livros etc., chegando até o ambiente digital.   Palavras-chave: histórias em quadrinhos. Linguagem. Papel. Digita

    A PROTEÇÃO INTEGRAL A DEFENSORAS E DEFENSORES DE DIREITOS HUMANOS: E o papel da sociedade civil brasileira

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    In a context of increasing violence and violations against human rights defenders, this article seeks to initiate a discussion on the protection of human rights defenders from a integral perspective developed by organized civil society over the past 25 years. The text emphasizes the need to discuss actions and strategies that enable social movements and human rights defenders to operate in a safer and more protected manner. Similarly, we aim to understand the role of social movements and civil society human rights organizations in the protection of these individuals and their communities.En un contexto de crecientes violencias y violaciones contra defensores y defensoras de derechos humanos, este artículo busca llevar a cabo una discusión sobre la protección de defensoras y defensores de derechos humanos desde una perspectiva integral desarrollada por la sociedad civil organizada en los últimos 25 años. El texto resalta la necesidad de debatir acciones y estrategias que permitan que los movimientos sociales y defensores de derechos humanos operen de manera más segura y protegida. Del mismo modo, buscamos comprender cuál es el papel de los movimientos sociales y las organizaciones de derechos humanos de la sociedad civil en la protección de estos individuos y sus comunidades.Em um contexto de crescente violências e violações contra defensoras e defensores de direitos humanos este artigo tem o objetivo de analisar a Proteção a defensoras e defensores de direitos humanos sob uma perspectiva integral, desenvolvida pela sociedade civil organizada nos últimos 25 anos. O texto discute ações e estratégias que possibilitem aos movimentos sociais e às defensoras e defensores de direitos humanos atuarem de maneira mais segura e protegida. Buscamos entender qual é o papel dos movimentos populares e das organizações de direitos humanos da sociedade civil na proteção desses indivíduos e suas coletividade

    “O Ifá no jogo disse que eu não incorporava, que eu nasci mãe”: Trajetória de vida da Ekedji Rosa Barroso, Egbè Asé Yewalê Bemi Ti\u27Yemonja (Boa Vista/RR): “The Ifá in the game said that I did not incorporate, that I was born a mother”: Life trajectory of Ekedji Rosa Barroso, Egbè Asé Yewalê Bemi Ti\u27Yemonja (Boa Vista/RR)

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    This article presents and analyzes the role of ekedji in the ketu nation Candomblé, in Egbè Asé Yewalê Bemi Ti\u27Yemonja, in Boa Vista/Roraima. Our premise is that ekedes is a way of looking at care from new angles, presenting care, so undervalued in our capitalist Western society, as essential not only for terreiros, but for human existence. Therefore, the objective is to pay attention to the diversity of ways of thinking, living and believing, making the experiences and points of view of the ekedes emerge. From this perspective, this work was developed through a co-authorship with ekedji Rosa Barroso, based on her life narrative and experiences within the scope of Candomblé. Thus, the text is divided into two sections: the first, provides a brief review of the academic literature alluding to the position of ekede and its counterparts; in the second, we have the contribution of Dona Rosa Barroso articulated to the questions raised by the researchers.O presente artigo apresenta e analisa o cargo de ekedji no candomblé de nação ketu, no Egbè Asé Yewalê Bemi Ti\u27Yemonja, em Boa Vista/Roraima. Nossa premissa é de que as ekedes compreendem uma forma de mirarmos o cuidado por novos ângulos, apresentando o cuidado, tão desvalorizado na nossa sociedade ocidental capitalista, como essencial não somente para os terreiros, mas para a existência humana. Sendo assim, o objetivo é atentar para a diversidade de modos de pensar, viver e de crer fazendo emergir as vivências e os pontos de vista das ekedes. Nessa perspectiva, este trabalho foi desenvolvido por meio de uma parceira de coautoria com a ekedji Rosa Barroso, a partir sua narrativa de vida e experiências no âmbito do candomblé.  Desse modo, o texto divide-se em duas seções: a primeira, traz uma breve revisão da literatura acadêmica alusiva ao cargo de ekede e seus congêneres; na segunda, temos a contribuição de Dona Rosa Barroso articulada às questões levantadas pelos pesquisadores

    FLORÍSTICA ARBÓREA DO SEMIÁRIDO DO BAIXO SÃO FRANCISCO, ESTADOS DE ALAGOAS E SERGIPE, BRASIL

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    As coberturas vegetais da bacia hidrográfica do Baixo São Francisco está atualmente bastante antropizadas. Com a finalidade de reflorestamento foi criado o Centro de Referência em Áreas Degradadas do Baixo São Francisco (Crad-BSF) que possui várias ações, dentre elas, conhecer a composição florística local a fim de fornecer suporte às atividades de recuperação e conservação florestal. Neste contexto, o presente trabalho realizou um levantamento de dados da riqueza de espécies lenhosas localizadas na região semiárida do Baixo São Francisco em Alagoas e Sergipe, a partir  de banco de dados das coleções de oito herbários disponível no speciesLink. Portanto, foram compilados levantamentos florístico arbóreo de 33 municípios pertencentes ao semiárido do Baixo São Francisco. A riqueza arbórea foi representada por 168 espécies, 122 gêneros e 46 famílias. As cinco maiores famílias foram Mimosaceae, Caesalpiniaceae, Fabaceae, Euphorbiaceae e Myrtaceae. As espécies arbóreas Myracrodruon urundeuva (Anacardiaceae) e Schinopsis brasiliensis (Anacardiaceae) estão presentes na lista de espécies ameaçadas de extinção da flora brasileira. Dentre as espécies endêmicas da caatinga foram registradas 18 espécies, pertencentes a 18 gêneros e 13 famílias. Portanto, o conhecimento da diversidade vegetal é fator primordial para subsidiar o programa do Crad-BSF na conservação e recuperação de áreas degradadas da caatinga no semiárido

    A PRÁTICA DO DIAGNÓSTICO NO CONTEXTO ESCOLAR:: UM BALANÇO ANALÍTICO DA LEGISLAÇÃO REFERENTE AO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

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    Resumo: O presente artigo apresenta uma pesquisa de cunho qualitativo e documental, realizada com o objetivo de destacar, por meio de um balanço analítico da legislação referente ao atendimento educacional especializado, elementos que pudessem comprovar que o diagnóstico clínico não constitui um critério imprescindível para a participação de estudantes com necessidades educacionais especiais, no Atendimento Educacional Especializado. A discussão se embasou em documentos como Declaração de Salamanca de 1994; Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9394/96; Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência; Diretrizes Nacionais para Educação Especial na Educação Básica (MEC/SEESP, 2001); Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica (2009); Nota Técnica nº 4, de 23 de janeiro de 2014 (MEC / SECADI / DPEE). Com intuito de promover uma reflexão crítica a respeito do diagnóstico e sua relação com o fenômeno da medicalização da educação, buscou-se embasamento em pesquisadores como Collares e Moysés (1994), Mittler (2003), Souza (2003, 2015), Conrad (2007), Luengo (2010), Brzozowski (2021), Santos e Toassa (2021), Gomes (2022). Os resultados apontaram que o diagnóstico como exigência para participar do atendimento educacional especializado, não é tratado como prioridade nos documentos legais, que reforçam a avaliação pedagógica realizada pelos profissionais que acompanham os estudantes com necessidades educacionais especiais, na qual serão analisadas as necessidades e potencialidades individuais

    RUPTURAS E CONTINUIDADES NA INCLUSÃO EDUCACIONAL DA PESSOA SURDA

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    Resumo: Este artigo discute a educação de surdos no contexto neoliberal partindo da tese de que a política de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva fundamenta-se em um discurso pseudo-inclusivo que invisibiliza as especificidades da pessoa surda, a apropriação do conhecimento historicamente construído, consequentemente, a integração do surdo à sua realidade objetiva. Apresenta aproximações do objeto “educação de surdos” ao versar acerca de sua historicidade. A pseudo-inclusão do surdo nas políticas educacionais materializa a inadequada apropriação do conhecimento historicamente construído pela criança surda, bem como a reprodução ideológica e material dos interesses da classe dominante. Conclui-se, então, ser necessária reforçar a resistência da comunidade surda em defesa de uma educação que os perceba como sujeitos não ouvintes em lugar de pessoas deficientes e que sua inclusão educacional se efetiva na interpretação e interação que a pessoa surda faz com o mundo de modo visual e não oralista, isto é, como o sistema educacional ainda insiste em formalizar como método de ensino para os não ouvintes.   Palavras-chave: Educação de Surdos. Historicidade. Inclusão/exclusão

    DIAGNÓSTICO DA CADEIA PRODUTIVA LEITEIRA EM GOIÁS DURANTE A CRISE DE PRODUÇÃO

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    Este artigo é a segunda parte da trilogia que começou com uma publicação sobre a crise na produção leiteira entre 2008 e 2012 e como uma proposta de ordenamento territorial para atender essa cadeia produtiva. Na pesquisa aqui discorrida, se objetivou desenvolver o diagnóstico da cadeia produtiva leiteira, bem como mapear o deslocamento territorial da produção durante o período de crise. Para permitir a análise territorial, foram elaborados mapas temáticos regionais a partir dos dados do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de Goiás (CRMV-GO), da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (AGRODEFESA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). A partir do diagnóstico, é possível afirmar que a bacia leiteira da microrregião do Meia Ponte é a principal região produtora e a bacia do Vale do Rio dos Bois é a mais atrativa do Estado de Goiás. Outrossim, o deslocamento territorial da produção leiteira, à época, se dirigia para as microrregiões Meia Ponte, Vale do Rio dos Bois e Aragarças

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