Universidade Tecnológica Federal do Paraná: Revistas UTFPR - Pato Branco
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    Foram utilizadas 24 cordeiras do grupo racial Pantaneiro, abatidas com 2,0; 3,0 e 4,0 mm de espessura de gordura, avaliadas por ultrassonografia no Longissimus dorsi. Avaliou-se o desempenho produtivo. As cordeiras receberam ração total misturada calculada para ganho de peso diário de 0,300 kg. Foram realizadas avaliações por ultrassonografia (entre a 12ª e 13ª costelas) e pesagens a cada 14 dias, sendo que os abates ocorriam à medida que as cordeiras atingiam a espessura de gordura pré-determinada: 2,0; 3,0 e 4,0 mm. O peso final, o ganho de peso diário e o ganho de peso total apresentaram efeito linear positivo. A ingestão de matéria seca, expressa em função do peso vivo, obteve um decréscimo entre as médias das espessuras de gordura ao abate. Não houve diferença para ganho de peso diário e conversão alimentar. As cordeiras Pantaneiras não atingiram ganho de peso diário para serem terminadas em confinamento. Cordeiras abatidas com 4,0mm de espessura de gordura subcutânea conferiram melhores resultados

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    Objetivou-se avaliar o efeito dos níveis energéticos sobre as características de carcaça de cordeiros da raça Santa Inês e ½ Santa Inês + ½ Dorper em confinamento alimentados com palma forrageira. Foram utilizados 15 cordeiros da raça Santa Inês e 15 cordeiros mestiços ½ Santa Inês ½ Dorper, alimentados com dietas que continham diferentes níveis de energia metabolizável, N1(2,377), N2(2,56) e N3(2,72) e relação volumoso: concentrado respectivamente, 65:35, 50:50 e 35:65. O peso vivo ao abate (PVA) diferiu (P>0,05) em relação às inclusões de energia metabolizável, o nível 2,56 Mcal EM/ kg MS foi superior (35.46 kg) ao nível 2,377 que apresentou o menor peso ao abate (31,95 kg), o nível 2,72 foi semelhante aos dois níveis (33.78 kg). O peso de carcaça quente (PCQ), o peso da carcaça fria (PCF), o rendimento da carcaça quente (RCQ) e o rendimento da carcaça fria (RCF) diferiram (P>0,05) apenas no nível 2,372 Mcal EM/ kg MS. O rendimento verdadeiro (RV) não apresentou diferença significativa (P<0,05) em nenhum nível. Os grupos raciais não diferiram (P<0,05) em nenhuma característica. Os níveis influenciam positivamente o peso da carcaça quente, peso da carcaça fria, rendimento de carcaça quente, rendimento de carcaça fria e rendimento verdadeiro.  O melhor nível recomendável é o 2,56 Mcal EM/ kg MS por apresentar médias semelhantes ao maior nível de energia metabolizável

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    Objetivou-se com este trabalho determinar o nível de parasitismo em ovinos através do exame de OPG e aplicação do método Famacha. Foram avaliados 26 animais da UNEPE de Ovinocultura da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR, câmpus Dois Vizinhos. Os animais foram separados conforme grupo racial: raças Dorper e Santa Inês. Foi realizado teste de comparação de médias. Com base nos dados constatou-se infestação do parasitismo em todos os animais analisados. Não houve diferença significativa no OPG e no método Famacha entre as raças avaliadas. Ovinos da raça Dorper e Santa Inês apresentaram semelhante comportamento parasitológico durante o período avaliado, sugerindo que tanto a raças apresentam os mesmo problemas inerentes à infecção helmíntica

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    O mercado da carne ovina encontra-se em expansão, tornando-se importante a atuação eficiente em toda cadeia produtiva da ovinocultura. O trabalho foi desenvolvido no Departamento de Zootecnia da UFSM de junho a outubro de 2012, com o objetivo de avaliar o desempenho de cordeiras em pastagem de azevém. Os tratamentos foram constituídos de três ofertas de forragem: seis; nove e doze kg de matéria seca/100 kg de peso corporal. O método de pastejo foi o de lotação intermitente e o intervalo entre pastejos foi a soma térmica acumulada (ST) de 250 graus-dia, equivalente a ST necessária para o aparecimento de duas folhas sucessivas de azevém. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com medidas repetidas no tempo, três tratamentos e seis repetições, sendo as cordeiras consideradas as unidades experimentais.  O ganho médio diário e o escore de condição corporal das cordeiras foram similares nas diferentes ofertas de forragem, com média de 0,19 kg/dia e 2,83 pontos, respectivamente. A taxa de lotação ajustou-se a um modelo linear de regressão decrescente em função das ofertas de forragem. O ganho de peso corporal por área foi semelhante nas ofertas de forragem e nos períodos de pastejo. O uso de diferentes ofertas de forragem não afeta o ganho médio diário, o escore de condição corporal de cordeiras e a produção por área. O aumento da oferta de forragem causa redução na taxa de lotação da pastagem de azevém

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    Folha de rosto, editorial, Comissão Organizadora, Revisores, Órgãos de Fomento, Órgãos de Fomentoapoio e Sumário - versão para impressão

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    O presente trabalho tem como objetivo avaliar o desenvolvimento ponderal de cordeiras mantidos em pastagem de capim aruana (Panicum maximum cv. Aruana) manejada em diferentes alturas, em um delineamento inteiramente ao acaso. Foram utilizadas como tratamentos as alturas da pastagem, sendo: 10, 15, 20 e 25 cm. Foram utilizadas 20 cordeiras mestiças de raça Santa Inês x Dorper. Os animais foram pesados e medidos a cada 21 dias. As medidas biométricas foram mensuradas com auxílio de uma fita métrica, graduada em centímetro, as medidas observadas foram às seguintes: altura de cernelha; altura da garupa; comprimento do corpo; perímetro torácico; perímetro abdominal. Pelos resultados obtidos, verificou-se que não houve diferença entre os tratamentos para as características de altura de cernelha e altura de garupa, entretanto, houve diferença entre os tratamentos para as características de comprimento do corpo, perímetro torácico e perímetro abdominal que apresentaram crescimento linear à medida que os animais foram maiores mantidos em pastos mais altos

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    Foram utilizados 34 cordeiros machos de dois grupos raciais: 16 Santa Inês (SI) e 18 ½ Dorper + ½ Santa Inês (½ D-SI) abatidos com 2,0; 3,0 e 4,0 mm de espessuras de gordura subcutânea para determinar o rendimento de componentes extra carcaça e rendimento de buchada. Os cordeiros foram confinados recebendo ração completa misturada e peletizada, formulada para ganho médio diário de 0,300kg. A espessura de gordura subcutânea foi avaliada por ultrassonografia e as pesagens foram realizadas a cada sete dias. Não foram observadas diferenças significativas (P>0,05) entre os genótipos e as espessuras de gordura subcutânea no rendimento dos componentes extra carcaça e no rendimento da buchada em relação ao peso vivo ao abate. Apesar de não ter tido significância entre os tratamentos avaliados, deve-se chamar atenção sobre os componentes extra carcaça, como vísceras e órgãos, que são utilizados em subprodutos e pratos típicos como nova alternativa de renda para produtores de ovinos

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    Objetivou-se avaliar fatores que afetam o peso corporal de cabritos mestiços Boer criados intensivamente, do nascimento aos 90 dias de idade.  Os dados se referem às características de desempenho de 134 animais (machos e fêmeas), avaliados quanto ao peso corporal, além do peso da cabra ao parto. Os dados foram analisados por ANOVA num modelo que incluiu os efeitos fixos de sexo, tipo de parto e pai, e como covariável o peso da mãe ao parto. As médias foram comparadas pelo teste de Pdiff, ao nível de 5 % de probabilidade. Observou-se que sexo, tipo de parto (simples, duplo e triplo) e peso da matriz ao parto influenciaram (p<0,05) o peso corporal dos animais em todas as idades avaliadas. Verificou-se que o tipo de parto influenciou (p<0,05) o período de gestação das cabras

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    Diversos fatores afetam os grãos, tortas e farelos durante o período de armazenamento, mas os mais importantes são a umidade, a temperatura dos grãos e ambiente em que são armazenados. Sendo assim, este experimento avaliou a estabilidade oxidativa da torta de soja extrusada (TSE) tratada ou não com 500 ppm de butil-hidroxitolueno (BHT), bem como o valor nutricional e consequente potencial para ser utilizado na nutrição de ruminantes. Após extrusão em prensa a frio, 300 kg da TSE (43,24 PB e 7,82 EE) foi dividido em dez partes iguais, sendo uma não tratada (controle) e as demais tratadas com BHT em diferentes tempos de armazenamento (nos dias 0, 7, 14 e 21: BHT/0, BHT/7, BHT/14 e BHT/21 respectivamente), sempre em duplicata, totalizando 10 sacos de 30 kg. As amostras da TSE foram armazenadas em ambiente diariamente monitorado e a estabilidade oxidativa foi acompanhada por meio do índice de acidez, determinados semanalmente. No 14 dia de análise as tortas com ou sem BHT rancificaram e o índice de rancidez do farelo com ou sem BHT aumentou com o tempo de armazenamento. As TSE nos diferentes tratamentos não apresentaram variação quanto ao valor nutricional no decorrer do tempo de armazenamento, com teores de proteína bruta acima de 41% e extrato etéreo entre 7,6 a 8,42%. A utilização do BHT não foi eficiente no controle da rancidez oxidativa e trabalhos in vivo são necessários para avaliar a possibilidade e limites de uso na nutrição de ruminantes

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