Universidade Tecnológica Federal do Paraná: Revistas UTFPR - Pato Branco
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Os efluentes têxteis industriais causam sérios problemas de poluição devido a presença de corantes, sendo os da classe reativos, os mais preocupantes, pois não são facilmente degradados por processos biológicos convencionais. Atualmente, tem se elevado o número de pesquisas em adsorção com novos adsorventes oriundos de fontes naturais e que estes, tenham boa capacidade de adsorção, principalmente destes poluentes. Dessa forma, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a eficiência da remoção do corante têxtil vermelho reativo utilizando o bagaço de cana-de-açúcar como método alternativo no tratamento de efluentes da indústria têxtil. Para isso, foi aplicando um planejamento fatorial 23 com triplicata no ponto central, como variáveis independentes foram avaliadas a quantidade (0,5 a 1,5 g.100 mL-1) e faixas granulométricas (<0,59 mm, 0,59 – 1,00 mm e de 1,18 – 2,00 mm) do adsorvente e o pH do adsorvato (5,0 a 6,0). Os resultados da ANOVA demonstrou que a quantidade e o tamanho do adsorvente são estatisticamente significativos com um intervalo de 95% de confiança para o sistema estudado. Este resíduo agroindustrial de baixo custo demonstrou potencial para o processo de adsorção do vermelho reativo
Para se aprofundar a respeito dos efeitos causados pela ionosfera nos sinais GNSS (Sistema Global de Navegação por Satélite), foi realizado esse trabalho. A ionosfera causa um avanço na propagação do código, além de variações na amplitude e na fase das ondas de rádio emitida pelos satélites, gerando interferência do sinal obtido pelo GPS (Sistema Global de posição). Há índices que monitoraram o comportamento e o nível da atividade ionosférica e podem ser utilizados para correlacionar a magnitude dos efeitos da ionosfera sobre os sinais GNSS. Serão analisados dados através do aplicativo GI
A espécie Camellia sinensis apresenta em sua composição química diferentes classes de compostos, dentre as quais se destacam os compostos fenólicos como as catequinas, cafeína e aminoácidos, os quais têm sido relacionados com atividades biológicas no organismo. Atualmente existem comercialmente disponíveis misturas de plantas para produção de chás compostos, o que proporciona variações no aroma e sabor dos chás produzidos a partir destas combinações. Dentro deste contexto, o objetivo deste estudo foi identificar e quantificar o teor de cafeína presente no extrato de chá composto por folhas e talos de chá preto (Camellia sinensis (L.) Kuntze e flores de hibisco (Hibiscus sabdariffa L.). A amostra de chá foi adquirida no comércio local da cidade de Pato Branco-PR. A extração da cafeína foi realizada utilizando água e para a purificação do extrato foram avaliadas e comparadas duas técnicas: Extração Líquido-Líquido (ELL) e Extração em Fase Sólida (SPE). Para o trabalho de identificação e quantificação foi utilizada a técnica de Cromatografia Liquida de Alta Eficiência com detector de arranjo de diodos (CLAE-DAD). A quantificação foi realizada utilizando padrão autêntico de cafeína preparado em concentrações que variaram de 10 a 200 µg.mL-1. No procedimento analítico foram calculados os limites de detecção (LD) (0,33 µg.mL-1), quantificação (LQ) (1,1 µg.mL-1) e linearidade (0,9941). Os teores de cafeína obtidos para os métodos ELL e SPE foram respectivamente de 124,08 mg/g e 1,11 mg/g. Desta forma, foi possível concluir que a técnica de extração mais adequada foi a ELL e que a CLAE-DAD apresenta elevada sensibilidade
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