Universidade Tecnológica Federal do Paraná: Revistas UTFPR - Pato Branco
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    A produção de uvas destinadas à elaboração de sucos está relacionada a diversosfatores, principalmente, a qualidade da brotação das gemas. O objetivo deste trabalho foiavaliar a influência da aplicação de óleos vegetal e mineral para indução artificial dabrotação nas características químicas do mosto das uvas ‘BRS Violeta’ e ‘Isabel’. Oexperimento foi instalado em Toledo - PR, sendo conduzido em blocos casualizados, comcinco tratamentos, quatro repetições e uma planta por parcela. A aplicação dos produtosrealizou-se diretamente sobre as gemas com auxílio de um borrifador imediatamente apósa poda. Na implantação do experimento etiquetou-se cinco esporões por parcela. Ostratamentos utilizados foram: T1 – água; T2 – óleo vegetal emulsionável 2%; T3 – óleomineral 2%; T4 – óleo vegetal emulsionável 2% associado ao óleo mineral 2% e T5 –cianamida hidrogenada a 3% + óleo mineral 0,5%. Após a colheita, coletou-se cincobagas por parcela experimental para avaliar: sólidos solúveis totais, acidez titulável, índicede maturação e pH. A cultivar ‘Isabel’ não sofreu influência dos tratamentos para nenhumdos aspectos químicos avaliados. A ‘BRS Violeta’ apresentou diferença para teor de SST,sendo que as plantas submetidas à aplicação com CH3 + OM0,5 mostraram valorsuperior aos demais tratamentos (13,03 ºBrix), não diferiram dos tratamentos com água,OM2 e OV2 + OM2. Destaca-se que as videiras utilizadas no experimento apresentammosto com características adequadas para a elaboração de suco mesmo com induçãoartificial de brotação

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    Conhecida popularmente como guabirobeira, Campomanesia xanthocarpa, pertence à família Myrtaceae, e apresenta potencialidade de mercado. Contudo, estudos iniciais como de biologia floral e reprodutiva, primordiais para os programas de melhoramento genético da espécie ainda são escassos. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi caracterizar flores de guabirobeira quanto a sua morfologia e morfometria. O estudo foi realizado no Laboratório de Fisiologia Vegetal, da UTFPR – Câmpus Dois Vizinhos. A caracterização morfológica das flores foi realizada com auxílio da chave de identificação botânica e a caracterização morfométrica com auxílio de paquímetro digital, utilizando-se 50 flores em estádio de pós-antese. Flores de guabirobeira são monoclinas, apresentam cinco a sete pétalas dialipétalas, simetria actinomorfa, número de estames que varia de 90 a 137, sendo estes dialistêmones e heterodínamos. A soldadura das anteras é do tipo livre, com estilete exerto. O gineceu é do tipo gamocarpelar com placentação axial, ovário do tipo ínfero, pluricarpelar e plurilocular, contendo dois óvulos por lóculo. O comprimento médio das pétalas e sépalas foram de 0,86 e 0,42 cm, variando de 0,7 a 1,1 e 0,3 e 0,5 cm respectivamente. O comprimento médio do filete e pistilo correspondeu a 0,4; e 0,64 cm, com variações de 0,2 e 0,7 cm e 0,6 e 0,7 cm, respectivamente. A obtenção das informações mencionadas sobre as características florais da guabirobeira são de suma importância para a seleção dos genitores a serem utilizados em hibridações controladas em programas de melhoramento

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    O presente estudo é fruto de um projeto interdisciplinar que teve por objetivo aproximar os acadêmicos do curso de Pedagogia da Faculdade de Pato Branco – FADEP da realidade educativa por intermédio de uma prática inovadora, oriunda do trabalho didático-pedagógico com Arte na educação. Teve como público-alvo alunos da Escola Municipal Olavo Bilac que apresentam dificuldades de aprendizagem, que foram atendidos pelos acadêmicos de Pedagogia em contra-turno. O conhecimento das dificuldades e dos problemas ligados a aprendizagem constituem-se num objeto de estudo rico, amplo e de suma importância para a prática pedagógica e o uso de metodologias alternativas, como as artes, pode ser um diferencial no tratamento destas questões. Neste sentido, o desenvolvimento dessa pesquisa proporcionou o entendimento de novas possibilidades de ação educativa, com vistas a melhoria da qualidade de ensino

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    A Feijoa (Acca sellowiana) ou Goiabeira-serrana é nativa dos planaltos do Sul do Brasil, mas a maior produção e comercialização se dão na Colômbia e Nova Zelândia. No Brasil, já foram lançadas quatro cultivares. No pomar de teste de progênies de melhoramento, implantado recentemente na área experimental da UTFPR Câmpus Pato Branco, estão sendo verificados os aspectos de produção e sendo monitoradas doenças e pragas que podem se tornar problemas em futuros pomares comerciais na região. O objetivo deste estudo foi quantificar os danos do besouro desfolhador em Feijoa. O pomar foi implantado em 2011, em espaçamento de 3,0 X 2,0 m, o início da produção de frutos foi em 2014. Na safra 2016, foi detetado um besouro de cor verde metálico causando desfolhação intensa. Os adultos foram coletados, montados e identificados como Paralauca dives Germar, 1824 (Coleóptera: Chrysomelidae). O principal dano causado pelo besouro foi em folhas (tanto tenras quanto mais velhas) de Feijoa, causando perfurações. O comportamento do inseto é alimentação durante as primeiras horas do dia. Foi montada uma escala diagramática de danos por herbivoría, com oito notas de percentual de consumo (redução da área foliar) em folhas da Feijoa (0%, 5%, 10%, 15%, 20%, 30%, 40%, 50%). Houve muitas folhas com valores próximos de 50% de consumo da área foliar pelo besouro Paralauca dives. Devido à elevada intensidade de desfolha, a qual pode prejudicar o crescimento e produção de feijoa, é necessário testar o controle do inseto com bioinseticidas, pois não há inseticidas registrados para feijoa

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    A uvaieira (Eugenia pyriformis) Cambess. (Myrtaceae) é fruteira nativa do Brasil, cujo fruto vem despertando o interesse comercial para industrialização e uso farmacológico. Com isso, faltam ainda estudos básicos. A germinação in vitro é o método mais utilizado em testes de viabilidade do pólen em programas de melhoramento genético e que serve de base para o conhecimento da reprodução da espécie. O objetivo da presente pesquisa foi estabelecer condições adequadas para os testes de viabilidade de pólen de uvaia, através da germinação in vitro. O pólen foi coletado de flores em estádio de balão, de plantas localizadas na UTFPR - Câmpus Dois Vizinhos. As anteras foram destacadas e colocadas para desidratar por 0 e 1 horas em dessecador com sílica. Foram testados diferentes de concentrações de sacarose em meio ágar 1%, sendo estas de 10%, 20%, 30% e 40%. Os elementos foram dissolvidos em água destilada e aquecidos em forno micro-ondas até a completa dissolução do ágar. O meio de cultura foi disposto em anéis de PVC, sobre lâminas. O pólen foi aspergido nestes anéis, cujas lâminas foram em seguida colocadas em câmara úmida simulada (Gerbox® contendo papel úmido) e levadas para incubação por 24h em B.O.D. em 25 °C. Foi adotado o delineamento inteiramente casualizado, em fatorial 2 x 5 (tempo de dessecação x concentração de sacarose), com quatro repetições, constituídas por dois anéis de PVC por lâmina como unidade experimental. Não foi possível obter germinação de pólens de uvaieira nos meios de cultura e tempo de dessecação testados

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    Um dos tratos culturais mais importantes na produção de frutos é o raleio que pode ser manual ou químico, e visa à obtenção de frutos de elevada qualidade. O raleio químico vem se tornando uma opção aos fruticultores principalmente por ser mais rápido e com menor utilização de mão de obra. Este trabalho teve como objetivo testar a eficiência do Ethephon no raleio químico de frutos de pêssego da cultivar Chiripa-II. O experimento foi realizado na Estação Experimental da Lapa pertencente ao Instituto Agronômico do Paraná durante a safra 2017/2018. Os tratamentos utilizados foram T1 (Ethephon 100 mg.L-1), T2 (Ethephon 120 mg.L-1) e T3 (raleio manual) com cinco repetições, as avaliações realizadas foram: contagem do número de flores e do número frutos antes e após a aplicação dos tratamentos. Os dados foram submetidos a ANAVA e as médias ao teste de Tukey a 5%, utilizando o programa SISVAR. O número de frutos presentes antes da aplicação dos tratamentos não apresentou diferença estatística significativa. Após a aplicação o T3 apresentou os melhores resultados com fixação de 5,10% de frutos enquanto o T1 e T2 apresentaram uma fixação de frutos de 28,15 e 22,10% respectivamente. Percebe-se, porém, que o T2 apresentou uma queda mais acentuada de frutos, em relação a T1 (embora não significativo), indicando que doses mais altas de Ethephon poderão trazer melhores resultados. Conclui-se que as doses de Ethephon utilizadas foram muito baixas, insuficientes para derrubar uma quantidade de frutos próximos ao raleio manual, o que era desejado

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    O objetivo deste trabalho foi desenvolver uma pesquisa para proporcionar uma maior conscientização na implantação de programas de prevenção de acidente e responsabilidade no trabalho. Desde a conceituação legal do que se entende por acidente do trabalho, até suas conseqüências negativas, no que se relaciona aos aspectos econômicos, sociais e humanos. Serão descritas as causas de acidentes, desde os atos inseguros, até as condições inseguras, havendo um desenvolvimento sobre a importância da prevenção de acidentes do trabalho na indústria da construção civil. Assim como realizar um levantamento estatístico das ocorrências notificadas na Previdência Social, referentes acidentes típicos, trajeto e doença do trabalho em nível de Brasil, Região sul, e Estado do Paraná, também uma análise dos acidentes registrados na Região Sudoeste do Paraná nos anos 2001, 2002, 2003

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    A limitação da luminosidade é um fator decisivo no desenvolvimento de plantas, e as espécies reagem de maneiras diferentes às essas condições. O objetivo deste trabalho foi avaliar o crescimento inicial em diâmetro do colo e altura de jabuticabeiras, sob diferentes níveis de sombreamento. O experimento foi conduzido na área experimental da UTFPR, Câmpus Pato Branco. Em fevereiro de 2017, plantas de jabuticabeira com 12 meses foram transplantadas para vasos de 40 litros, contendo uma mistura de terra, substrato comercial e vermiculita na proporção 3:1,5:0,5. Após isso, foram acondicionadas em casas-de-sombra com diferentes níveis de sombreamento: sombrite 30%; sombrite 50%, sombrite 80% e pleno sol. O experimento foi composto por 12 plantas em cada nível de sombreamento. As mudas receberam irrigação diária por sistema de gotejamento. No ato e 210 dias após transplantio houve mensuração da altura (cm) e do diâmetro do colo (mm), com auxílio de régua graduada e paquímetro digital, respectivamente. O crescimento foi calculado pela diferença entre a as medições. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva (média ± desvio padrão). O maior crescimento em diâmetro do colo foi observado em sombrite 30% e pleno sol, com média de 2,86 ± 1,32 mm e 2,86 ± 0,70 mm respectivamente. O maior crescimento em altura ocorreu a pleno sol, com média de 9,79 ± 1,76 cm. Os resultados mostram que a espécie não se adapta bem a condições de sombreamento. Conclui-se que a melhor condição para cultivo de jabuticabeira é a pleno sol

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    ust: auto; -webkit-text-stroke-width: A macieira é uma frutífera de clima temperado de grande importância na produção nacional, sendo que, as cultivares utilizadas na produção brasileira são suscetíveis à doenças, como a podridão amarga causada pelo fungoColletotrichum gloeosporioides. Objetivou-se com esse trabalho determinar o efeito de doses de óleo essencial de alecrim sobre a firmeza de polpa e tamanho de lesão em frutos de maçã inoculados e não inoculados. Os tratamentos utilizados foram: testemunha, tween a 0,25 μLmL-1 e doses de 0,25, 0,50, 0,100 μLmL-1 de óleo essencial de alecrim. Após a aplicação dos tratamentos, os frutos foram armazenados durante 16 dias, a 25ºC e 95% de UR. Para os frutos não inoculados, a variável firmeza de polpa não apresentou diferença significativa entre os tratamentos testados, diferentemente dos resultados encontrados nos frutos inoculados, sendo que a dose de 0,25μLmL-1 apresentou os maiores resultados de firmeza de polpa e a dose de 0,50μLmL-1 os menores valores. A variável tamanho de lesão se mostrou significativa, sendo que a dose com tween aplicada sobre os frutos não inoculados resultou em altos valores de tamanho de lesão e as doses de 0,50 e 0,100μLmL-1 reduziram significativamente o tamanho de lesão. Nos frutos inoculados os tratamentos com tween e doses de 0,50 e 0,100μLmL-1 reduziram o tamanho de lesão. A partir dos resultados pode-se determinar a fungitoxidade do óleo essencial de alecrim sobre o fungo C. gloeosporioides. As maçãs inoculadas com o fungo e tratadas com o óleo apresentaram grande inibição do crescimento do fungo em pós-colheita

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