Universidade Tecnológica Federal do Paraná: Revistas UTFPR - Pato Branco
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AJUSTE A VALOR PRESENTE NAS EMPRESAS DO SETOR DE BENS INDUSTRIAIS LISTADAS NA BM&FBOVESPA NOS ANOS DE 2010 A 2014
RESUMOO objetivo deste estudo foi analisar a prática de escrita colaborativa em rede, para verificar em que medida o domínio da utilização das tecnologias digitais da informação e comunicação (TDICs) interferem nos processos de criação da autonomia e do conhecimento dos (as) educandos (as) do curso Técnico de Segurança do Trabalho do Instituto Federal do Sul de Minas Gerais, campus Machado, modalidade de educação à distância (EAD). É um estudo de caso único, com técnica de observação não participante, registro em diário de campo, utilização de entrevistas semiestruturadas e análise de conteúdo de Bardin. Foi possível categorizar os dados levantados em quatro temas, os quais refletiram que a escrita colaborativa de textos em rede, nos ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs), tem se mostrado efetiva na construção autônoma do conhecimento, embora ainda pouco praticada pelos docentes na modalidade EAD. Palavras-chave: escrita colaborativa em rede; tecnologias digitais; construção de conhecimento; autonomia; educação a distância
ESTUDANDO VOLUMES: POSSIBILIDADES NO ENSINO DE GEOMETRIA COM O GEOGEBRA
Este artigo apresenta recortes de um trabalho desenvolvido com o software GeoGebra para ensinar geometria. O interesse pelo tema “ensino de geometria com tecnologias” surgiu na graduação quando, para o Trabalho de Conclusão de Curso em Matemática, discutimos as potencialidades do software GeoGebra para a aprendizagem geométrica, mais especificamente para o desenvolvimento da visualização. Esse interesse se ampliou e nos impulsionou a novas investigações no mestrado onde o objetivo é discutir o modo pelo qual, com as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC), pode-se desenvolver, com alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, a visualização. A postura assumida na pesquisa é fenomenológica, o que implica considerar as possibilidades de produção de conhecimento pelo aluno. Para o trabalho com os alunos elaboramos algumas tarefas que permitissem analisar a expressão do seu raciocínio quando há manipulação do software. A partir do que na pesquisa se mostra, compreende-se que a exploração propiciada pelo software permite aos alunos levantar hipóteses, fazer conjecturas, testar caminhos e concluir ideias. Ou seja, os alunos se envolvem com o fazer matemática colocando-se em uma postura crítica que os leva a investigar as construções explorando propriedades das figuras
Editorial n. 18 de 2018
Este número 18, de 2018, da Revista Educação e Tecnologia, trata de diferentes formas e metodologias para ensino e aprendizagem em ambientes educacionais diversificados. Também aborda a importância da formação de professores, tanto para saber explorar os recursos tecnológicos, quanto para entender a importância da profissão do magistério e seu alcance social e cultural na sociedade contemporânea
Esse texto faz uma análise textual do papel do mestre na escola tendo como fundamento o documentário ‘Quando sinto que já sei’, lançado em 2014, e três obras: ‘Mestre Inventor’ de 2015, ‘Mestre Ignorante’ de 1987 e o mestre do ‘Conto de Escola’ de 1886. São feitas observações e considerações de formas políticas de pensar a educação, os mestres e os alunos. Os personagens dos livros relatam suas experiências de docência e lutas por seus ideais e suas descobertas. Tanto o documentário quanto as obras apresentam formas de ensinar e aprender que inovam e repetem políticas educacionais tradicionais de conduzir o processo. Para os alunos, a natureza é o espaço da alegria, do acontecimento, e provoca sensações de bem-estar e desejo de viver com ela, para ela e nela, ainda que os mestres sejam embrutecedores, ignorantes, aprendizes e inventores. Conclui-se que mestres e alunos se igualam e se emancipam eles mesmos, quando juntos partilham saberes e conhecimentos sobre si, sobre seus grupos sociais e sobre o local onde vivem.Palavras-chave: quando sinto que já sei; ensino e aprendizagem; vivências educativas
SOFTWARE EDUCACIONAL EXPRESSAR
Este artigo apresenta o Software Educacional Expressar como um recurso de tecnologia assistiva produzido pelo Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília e disponibilizado gratuitamente como um dos produtos do Projeto Participar. O objetivo deste software é que o estudante com autismo tenha a possibilidade de identificar as expressões faciais de sorriso, choro, raiva e susto. Além de proporcionar que este imite essas expressões faciais e as associe a objetos que permitam que se expresse de acordo com sua percepção, compreensão e habilidade. É abordado temas como: breve histórico sobre o autismo, transtorno global do desenvolvimento, transtorno do espectro do autismo, Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), caracterização do autismo, educação e autismo, tecnologia assistiva, currículo funcional natural e neurônios espelho, como fundamentação para a apresentação do Software Educacional Expressar que pode ser mais um recurso pedagógico a fim de oportunizar a aprendizagem e sua manutenção