Publicações BAD (Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - E-Journals)
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    Editorial

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    Este número do Cadernos BAD é editado exatamente quando se celebram os seus 50 anos e quatro décadas depois da primeira reunião da Assembleia Geral da BAD, onde foram eleitos os seus corpos dirigentes, a 7 de Dezembro de 1973.Celebrando esta ocasião, os primeiros textos deste Cadernos não poderiam deixar de ser dedicados a todos os profissionais que construíram a BAD, e a quem todos devemos reconhecimento.O texto de Maia Amaral «Apontamentos para a história da BAD», a crónica publicada no Diáriode Lisboa a 6 de Dezembro de 1973, «Bibliotecários precisam-se», as «Memórias dos Cadernos nos seus50 anos», de Maria do Rosário Pericão, a análise biométrica dos Congressos BAD (1985-2012),marcam aqui esta memória do passado projetada no presente e no futuro.Para além desta componente histórica, os restantes textos que compõem este número são o espelho claro da atividade de reflexão, investigação, inovação e recriação na área das ciências documentais e no universo da informação e documentação, e dos principais temas de atualidade.São disso exemplo os textos sobre bibliometria, biblioterapia, redes sociais, preservação digitale literacia informacional.Que melhor homenagem poderíamos prestar aos profissionais de informação e documentação do que a de continuar a ser o seu lugar de encontro, debate, reflexão e ação? A nossa Associação: a BA

    Biblioterapia: estado da questão

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    A partir de uma revisão da literatura apresenta-se uma panorâmica concetual da biblioterapia para um melhor conhecimento da área, para compreender as suas raízes e perspetivar o seu devir.Após uma contextualização histórica, problematizam-se questões relativas à leitura e ao método como chave do sucesso biblioterapêutico, aos três tipos de biblioterapia, bem como os seus benefícios.São temas merecedores de debate a relação da biblioterapia no campo da biblioteconomia, da formação dos bibliotecários enquanto biblioterapeutas e quais os limites da sua intervenção.Aborda-se ainda a questão da eficácia da biblioterapia sobre a qual os estudos apontam para resultados bastante positivos

    Comunicação organizacional: a Folha Interna dos Serviços de Biblioteca, Informação Documental e Museologia da Universidade de Aveiro

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    Este artigo aborda a importância do reforço da comunicação institucional interna e externa nos Serviços de Biblioteca, Informação Documental e Museologia da Universidade de Aveiro (SBIDM) apresentando a publicação Folha Interna. Será dado a conhecer a sua história, as estratégias usadas no seu planeamento e feita a avaliação da comunicação através da análise de indicadores do impacto a nível da comunicação interna (avaliação geral da participação, avaliação da interação e análise do inquérito aos funcionários dos SBIDM) e da comunicação externa (avaliação estatística de indicadores das plataformas Web ISSUU e Facebook)

    Profissional da Informação e da Documentação do Ensino Superior Português: um marketeer 3.0?

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    Apresenta-se o resultado de parte da investigação, que se encontra em curso no âmbito do programa de Doutoramento em Ciências da Informação e da Documentação (CID) na Universidade de Évora (CIDEHUS-UÉ) e com cotutela com a Universidade Carlos III de Madrid, cujo objetivo é dar a conhecer o estágio do marketing nas bibliotecas que integram a Rede de Informação do INE (Instituto Nacional de Estatística). Nesta comunicação, espera-se, por um lado, verificar se estas bibliotecas utilizam as ferramentas da Web 2.0; quais estão a ser colocadas ao serviço do marketing; e, por outro lado, pretende-se demonstrar qual o papel do Profissional da Informação e da Documentação (ID), enquanto marketeer, em contexto digital. A metodologia aplicada, nesta investigação, conheceu várias fases. Em primeiro lugar, observaram-se os sites e blogs do universo estudado, tendo em vista uma análise que permitisse não só uma categorização a nível geracional e funcional dos mesmos, como também possibilitasse a identificação e usabilidade das plataformas e ferramentas da Web 2.0. Em segundo lugar, enunciam-se as facetas da comunicação existentes entre os utilizadores e a biblioteca, observadas a partir das páginas do Facebook destas e, numa terceira etapa, fruto da aplicação de um entrevista, desenham-se os perfis dos utilizadores e dos Profissionais da Informação e da Documentação (ID), em ambiente Web, à luz das tendências teórico-práticas mais recentes do marketing. Que tipo de marketing está a ser praticado pelo Profissional ID? Será este profissional um marketeer 3.0? Que estratégias encontra para comunicar com os utilizadores e promover o seu serviço? Ressalve-se que os dados apresentados, neste resumo, dizem respeito à investigação e à observação efetuada entre os meses de outubro de 2011 a janeiro de 2012

    BIBLIOTECAS DO ENSINO SUPERIOR – ESPAÇOS DE FORMAÇÃO, INFORMAÇÃO E CULTURA

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    No contexto organizacional/institucional, a Biblioteca da instituição de ensino superior, adiante designada por BES ou Biblioteca, aparece como uma estrutura díspar, posicionada de forma funcionalmente distante dos outros serviços administrativos ou técnicos, devido à natureza das suas funções, mas também devido ao valor dos serviços e produtos que disponibiliza aos utilizadores. A Biblioteca corresponde àquela parte da instituição cujo contributo impacta indiretamente na produção de conhecimento e diretamente na capacidade de explorar recursos, orientação para o utilizador, aumento da literacia informacional, procurando ir sempre mais longe nesta aproximação. Em suma, à BES incumbem diversas atribuições relacionadas com as funções informativa, formativa e cultural. Estas atribuições vêem-se até reforçadas no contexto do Processo de Bolonha, cujo paradigma se desviou do ensino para a aprendizagem. A Biblioteca do ensino superior representa, em si mesma, um valor para a instituição. No entanto, esta não pode ficar instalada à sombra desse valor. As exigências dos utilizadores ditam regras a esse respeito e considerando o Processo de Bolonha como uma oportunidade para a criação de estruturas que aportem ainda mais valor, reportem criatividade e motivem o utilizador para um novo olhar sobre a Biblioteca, apresenta-se o caso da Biblioteca da Escola Superior Agrária e da Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco, onde, através da integração de diversas perspetivas, se procura acrescentar valor às funções da Biblioteca, entendidas num modelo tradicional, conjugado com uma abordagem mais criativa. O Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), possui seis escolas superiores, todas equipadas com Biblioteca. As Escolas Superiores Agrária (ESACB) e de Artes Aplicadas (ESART) estão instaladas no mesmo campus, o Campus da Sr.ª de Mércules, em Castelo Branco. No ano de 2005 a Biblioteca passou a funcionar, para as duas Escolas, no mesmo espaço físico localizado no edifício da ESACB, o que possibilitou uma gestão dos espaços, dos equipamentos e dos recursos humanos, mais equilibrada e vantajosa. A mudança provocou, desde logo, um menor afluxo de utilizadores da ESART, tendência que se verificou por algum tempo. Para inverter esta situação a Biblioteca iniciou um processo de alteração da imagem junto dos utilizadores. Era necessário, modificar a imagem da Biblioteca, convencer os utilizadores da ESART a utilizá-la e a considerá-la como a sua Biblioteca, sem descurar os outros utilizadores. A designação que passou a ser utilizada foi a de Biblioteca da ESACB/ESART, criando uma identidade própria comum. Realizou-se uma restruturação dos espaços, novas zonas de consulta, leitura de lazer e de realização de eventos (espetáculos, exposições, workshop). Disponibilizaram-se novos pontos de acesso aos recursos. Produziu-se uma página própria, com conteúdos atualizados semanalmente. Criou-se um Facebook para a Biblioteca que já conta mais de 1000 amigos. A Folha Informativa eletrónica renovou a imagem gráfica e continua a refletir conteúdos específicos para cada Escola, considerando as áreas de saber. Foi criado um programa de exposição/divulgação/difusão de trabalhos/conteúdos de natureza académica/científica, tendo-se concretizado, desde o ano letivo 2010 até ao presente, doze atividades, quatro exposições (duas de moda, uma de ilustração de moda, uma de fotografia), um concerto (ópera), e três exposições de trabalhos científicos (posters) na vertente de divulgação de trabalho de investigação científica em meio académico, um curso de Técnicas de Escrita Científica e dois Workshops, um sobre Ilustração Científica e o outro sobre Percursos e Orientação que incluiu uma palestra, uma prova de orientação e uma exposição de aguarelas do palestrante. A Web 2.0, nomeadamente as redes sociais e, no caso concreto, a Facebook, permitem à Biblioteca contactar informalmente com o seu público, informando-o de tudo o que se passa na Biblioteca e funcionando como o meio de divulgação instantânea, por excelência. Assim, a Biblioteca da ESACB/ESART promove todo um conjunto de atividades e iniciativas que a valorizam como uma estrutura que, não só disponibiliza recursos e serviços tradicionalmente entendidos como serviços de Biblioteca, mas que interage com o seu utilizador e o presenteia com uma panóplia de atividades em que, a maior parte das vezes o utilizador é, simultaneamente, o protagonista. Nesta capacidade de interagir com o seu utilizador, de o convidar a participar numa atividade, de o convencer a experimentar o espaço e bem assim, os recursos, na capacidade de inovar a partir do trivial, está o poder da Biblioteca, qualquer que seja, para criar valor, valor esse que é intrínseco à sua própria natureza, mas que, sem uma equipa disponível e interessada e um público motivado, não será passível de concretização e de verificação. Dessa forma o papel da BES renova-se a cada dia, revigora-se a cada iniciativa e valoriza-se por cada utilização

    Análise da utilização e da produção científica pela comunidade académica portuguesa

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    Nos últimos anos têm sido desenvolvidas iniciativas que visam promover a generalização do acesso à Sociedade da Informação e do Conhecimento. É nesta dinâmica que em 2004 surge em Portugal a Biblioteca do Conhecimento Online (b-on). Com ela ficou facilitado o acesso aos conteúdos em texto integral de um alargado conjunto de publicações científicas internacionais. Este estudo enquadra-se num trabalho de investigação de doutoramento e visa apresentar e analisar alguns dos principais indicadores estatísticos/bibliométricos da Produção Científica Portuguesa procurando associá-los com a b-on.Analisou-se para os anos de 2007 a 2011 o uso dos recursos b-on por parte das universidades públicas membros do consórcio, tendo sido selecionadas como amostra as cinco com mais downloads por FTE (full time equivalent).Para além dos dados de uso do consórcio, utilizou-se a Web of Science (WoS) a partir da qual se identificaram os artigos indexados com afiliação institucional nas universidades portuguesas. A partir daí, e através de uma metodologia quantitativa, apuraram-se os Autores com maior número de artigos indexados. Posteriormente analisaram-se dados como: produção por área científica, colaboração internacional, revistas científicas com maior número de artigos publicados, entre outros

    OpenAIREplus: construindo um espaço aberto de informação científica na Europa

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    Este poster apresentará os principais objetivos, serviços e participantes do OpenAIREplus (2ª Geração da Infraestrutura de Acesso Aberto para a Investigação na Europa), um projeto que pretende facilitar o acesso aberto à produção científica do Espaço Europeu de Investigação, interligando publicações com os dados científicos associados e com os respetivos programas de financiamento. Este projeto de grande escala reúne 41 parceiros europeus, onde estão incluídas três comunidades interdisciplinares de investigação, é financiado pelo 7º Programa Quadro da Comissão Europeia, iniciou-se em Dezembro de 2012 e terá a duração de 30 meses

    A divulgação de coleções com recurso ao DIPITY: uma experiência nos Serviços de Biblioteca, Informação Documental e Museologia da UA

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    “A emergência de novos paradigmas na sociedade obriga a uma reflexão aprofundada sobre o seu significado social e cultural, a uma tarefa de reequacionamento sobre o conhecimento e a sua organização.” (Borges, 2002, p. 15). Desde sempre, o Homem teve a necessidade de organizar e representar a informação para que, quando necessitasse dela, pudesse facilmente aceder à mesma e recuperá-la. Com o crescimento extraordinário de informação (Burke, 2007) - nomeadamente a científica - ocorrido durante e após a Segunda Guerra Mundial, fruto da fundação de um grande número de institutos de pesquisa, programas de doutoramento, investimentos de fundos públicos e privados na investigação científica e a criação de bases de dados específicas, houve a necessidade de um maior investimento na investigação da área da organização e representação da informação, “uma das três áreas de investigação da Ciência de Informação” (Silva, 2006, p. 141). Destacam-se alguns trabalhos realizados por autores como Herner, Shera & Cleveland, Anthony Debons, Marcia Bates, Brian Vickery e F. W. Lancaster[1]. A Web 2.0, os seus utilizadores e a Net generation, trouxeram, por sua vez, uma nova filosofia participativa, cooperativa, com base na inteligência coletiva e de forma livre, com a internet como plataforma. O termo Web 2.0 tornou-se mais conhecido após a 1.ª conferência “O’Reilly Media Web2.0” em 2004 embora o seu significado e essência sejam ainda tema de controvérsia. Segundo autores como Frankelin e von Harmelen (Virkus, 2008, p. 263) a Web 2.0 é tecnologia, enquanto que para Guntram, a mesma trata-se da 2.ª geração de serviços e ferramentas Web. Contudo, para outros autores como Downes (2005), são plataformas comunitárias onde a revolução social impera à revolução tecnológica pois os serviços e as ferramentas que a Web 2.0 disponibiliza são de comunicação, colaboração, ligação, partilha e democratização de informação, fomentando o desenvolvimento de redes sociais onde a informação é vista, usada e reutilizada, numa constante dinâmica de intercâmbio. De acordo com Pierre Levy (1997), a informação social, impulsionada pela Web 2.0, passou a usar novos meios, formas de produção, receção e comunicação, num novo espaço, o ciberespaço. A rápida adesão do público a redes sociais, fomentada pelo uso das novas tecnologias, alterou o papel do utilizador que passa a ser eminentemente ativo. Para comunicar e interagir com um maior número de utilizadores as bibliotecas recorrem a plataformas Web 2.0. Os Serviços de Biblioteca, Informação Documental e Museologia da Universidade de Aveiro não fogem a esta regra e utilizam o Youtube, Blogue, Netvibes, Facebook, Twitter, Slideshare e ISSUU. Neste contexto o presente poster tem como objetivo apresentar o uso de ferramentas Web 2.0 na divulgação das coleções dos SBIDM[2]. A ferramenta selecionada permite divulgar através de timeline as biografias e outras informações relevantes dos doadores de importantes espólios e acervos pessoais que integram as coleções dos SBIDM e ainda os percursos literários de autores de obras publicadas pela UA Editora.O facto da plataforma Dipity disponibilizar a integração de georreferenciação e a inclusão de vários formatos multimédia na descrição temporal dos acontecimentos, possibilitar a inclusão de hiperligações a catálogos, objetos digitais e outras páginas Web assim como a partilhar a timeline nas redes sociais, contribuem para uma maior divulgação e promoção das coleções e da produção científica da UA.[1] De acordo com Hutchins (1978), apesar da sua pesquisa se ter iniciado na década de 60, foi o autor mais citado entre a década de 70 e inícios da década de 90 (Qin, 2008).[2] Serviços de Biblioteca, Informação Documental e Museologi

    Quanto tempo para comunicar? Um inquérito à comunicação síncrona e assíncrona, ao planeamento e avaliação da comunicação externa nos Serviços de Biblioteca, Informação Documental e Museologia da Universidade de Aveiro.

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    O objetivo deste artigo é relatar os resultados de uma investigação efetuada no âmbito do Mestrado em Ciência da Informação da Universidade Portucalense, tendo como estudo de caso os Serviços de Biblioteca, Informação Documental e Museologia da Universidade de Aveiro (SBIDM) (Gabriel, 2012). O inquérito realizado visou determinar o peso das atividades de comunicação externa com o público – comunicação síncrona e assíncrona, planeamento e avaliação da comunicação – no total de horas semanais de trabalho dos funcionários e a relação entre a especialização académica dos recursos humanos na área da comunicação e o tempo despendido em atividades de comunicação

    Bibliotecas públicas, exclusão social e o fim da esfera pública

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    Esta comunicação apresenta e discute os fundamentos teóricos essenciais das bibliotecas públicas no que diz respeito à definição e real prossecução dos seus papéis sociais, explorando a utilização do conceito de capital social. Analisa igualmente de um modo crítico a sua real - ou desejada - intervenção enquanto instrumento de inclusão social e na luta ativa contra a exclusão social, bem como a conceção de biblioteca pública enquanto elemento constitutivo da esfera pública, detetando uma tendência ou um perigo do enfraquecimento progressivo desta. Esta discussão é feita com base numa revisão da literatura com origem nos países do eixo ibero-americano (incluindo Portugal, Espanha, França e a América Latina em geral), anglo-saxónico e escandinavo, depois de uma secção que faz a apresentação de uma série de dados com o propósito de traçar uma caracterização de Portugal em termos socioeconómicos, concluindo pela existência e mesmo o agravamento de diversos fatores de exclusão e desigualdade social, logo de grandes assimetrias no acesso, não só aos bens materiais como à cultura e à educação. Conclui-se que a biblioteca pública pode desempenhar e tem efetivamente desempenhado, nos últimos anos, em diversas partes do mundo, importantes papéis sociais, contribuindo para aumentar o capital social das comunidades, para a inclusão e na luta contra a exclusão social. As bibliotecas são um elemento importante da esfera pública, mas todas estas funções ou atributos são muitas vezes resultado de iniciativas locais e/ou de profissionais individualmente, faltando geralmente políticas, orientações nacionais, e muitas vezes recursos para o cumprimento destes papéis. A tudo isto acresce a crescente perda de importância da esfera pública, com um grande desinvestimento nas funções sociais do Estado. É neste contexto que os profissionais podem ser decisivos na defesa e reafirmação dos valores e do impacto social das bibliotecas públicas

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