Publicações BAD (Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - E-Journals)
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    Avaliação de repositórios institucionais brasileiros: Uma proposta de método de avaliação

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    Avaliação de repositórios é uma etapa fundamental na construção de um sistema de informação, pois permite quantificar a eficiência do sistema, de modo a garantir que ele acompanhe o dinamismo do objeto de trabalho e dos usuários. Diversos modelos teóricos de avaliação foram propostos na literatura, porém a falta de padronização e clareza na definição das características de avaliação são fatores que dificultam a comparação dos modelos e tornam os resultados das avaliações muitas vezes subjetivos. Desta forma, propõe-se neste trabalho um método padronizado de avaliação de repositórios institucionais, baseado em um questionário a ser aplicado por meio de observação do repositório e entrevista com o gestor. Tanto o questionário quanto a entrevista são formulados a partir de perguntas objetivas, de modo a minimizar a subjetividade da avaliação. A título de validação, este método foi utilizado para realizar a avaliação de sete repositórios institucionais não-universitários. Por meio desta avaliação, identificou-se pontos fracos, como falta de política institucional e de indexação; e, também, pontos fortes, como participação em diretórios internacionais, padronização das páginas e mais de 75% do acervo em acesso aberto

    Gestão de dados: Sobreposições ou convergências entre infraestruturas?

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    No domínio da gestão de dados, o debate sobre a estratégia mais adequada para a curadoria e preservação dos dados de investigação em Portugal tem ganho uma pertinência crescente. A experiência acumulada nesta área aponta para as vantagens de um modelo em rede que articule soluções de âmbito genérico, lideradas pelas estruturas de coordenação central, e soluções de âmbito disciplinar, dinamizadas pelas infraestruturas de investigação de acordo com as necessidades e desenvolvimentos das diferentes áreas científicas. Nesta comunicação, a atividade dos arquivos de dados em ciências sociais é usada como exemplo para demonstrar as vantagens de conciliar estas duas abordagens.

    Arquivos Municipais, Ensino Superior e a (in)Formação

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    A formação científico-profissional como estratégia e dinâmica dos arquivistas enquanto profissionais de informação. A importância das parcerias entre instituições de Ensino Superior e os Municípios, com o desenvolvimento de projetos de estágios curriculares e do seu desenvolvimento em contexto de trabalho. Contribuindo com a qualidade da formação ministrada, com a integração dos futuros profissionais em contexto laboral no desenvolvimento de atividades e aplicação de conhecimentos adquiridos, resumindo-se como um contributo indispensável ao perfil do profissional da informação do séc. XXI. Como exemplo, as parcerias entre o Município de Vila Real, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego – Instituto Politécnico de Viseu e a Escola Profissional Agostinho Roseta

    7ª ConfOA: Do Acesso Aberto à Ciência Aberta

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    Este número especial dos Cadernos BAD é inteiramente dedicado à publicação da maioria dos trabalhos apresentados nos formatos de Comunicação e Pecha Kucha na 7ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto (ConfOA), que se realizou no Instituto Politécnico de Viseu, nos dias 2, 3 e 4 de novembro de 2016

    Outsourcing de arquivo: longe da vista mas perto da informação

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    Para o Município de Santarém, a aquisição de um serviço de armazenamento de arquivo em sistema de outsourcing tem-se revelado uma opção válida para, por um lado, colmatar a falta de espaços de depósito com as condições físicas adequadas e a falta de recursos humanos em número suficiente, por outro.Embora seja muito comum no contexto empresarial privado e em alguns organismos da Administração Central do Estado, esta solução não tem sido opção na Administração Local. No caso do Município, esta contratação permitiu reorganizar o conteúdo das pastas e melhorar a sua identificação. Deste modo se percebe que esta opção tem contribuído, apesar da distância física, para melhorar o acesso à informação e sua disponibilização tanto em termos físicos como digitais

    Autoavaliação das competências de informação em estudantes universitários – IL-HUMASS: estudo quantitativo (Parte II)

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    Nas últimas décadas foram feitos grandes esforços para definir, conhecer e avaliar quais são as competências informativas que os estudantes universitários necessitam para poder progredir na sua aprendizagem e na sua inserção no mercado laboral. Apesar do argumento de que os avanços tecnológicos facilitaram o acesso à informação, existe uma preocupação constante, porque os estudantes universitários não possuem competências suficientes para gerir e usar a informação: gerem quantidades enormes de informação através da Internet, mas não sabem o que fazer com ela, como avaliá-la, de que modo devem usá-la ou aproveitá-la de forma estratégica e ética. O questionário IL-HUMASS sobre literacia da informação foi concebido e desenhado com o objetivo de avaliar competências de informação e para ser aplicado à população de estudantes, professores e profissionais da informação dos diversos níveis na área das Ciências Sociais e Humanas nas universidades espanholas e portuguesas. Contém 26 itens agrupados em quatro categorias (pesquisa, avaliação, processamento e comunicação e difusão da informação) e em três dimensões de autoavaliação (importância, autoavaliação e fonte favorita de aprendizagem). A avaliação das qualidades psicométricas do IL-HUMASS para Português foi feita numa amostra de 1.077 estudantes universitários portugueses. A análise fatorial exploratória do questionário indicou um ajustamento aceitável, apoiando a estrutura original composta por quatro categorias para cada dimensão. O IL-HUMASS apresentou características psicométricas aceitáveis de consistência interna e validade de constructo. As características psicométricas do IL-HUMASS validam a sua utilização no nosso país em estudos que requeiram a avaliação de múltiplos indicadores, apresentando-se como particularmente útil para avaliar e diagnosticar competências em literacia da informação. Conclui-se com um diagnóstico do nível de competências de informação dos estudantes universitários, destacando algumas forças e debilidades, assim como uma proposta de intervenção subjacente nas oportunidades de melhoria e de necessidades de aprendizagem.

    Panorama do autoarquivamento nos repositórios institucionais portugueses

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    Este trabalho almejou obter um panorama do compartilhamento de artigos científicos através de repositórios institucionais (RIs) em Portugal e a percepção do gestor de RI quanto a esta forma de compartilhamento. Foi realizada pesquisa exploratória, utilizando como instrumento de coleta de dados questionário eletrônico semiestruturado que foi aplicado a gestores de RIs em Portugal. A seleção dos repositórios que entrariam na amostra foi realizada a partir das informações disponibilizadas no OpenDOAR  e no RCAAP. Retiradas as duplicidades, foram encontrados 48 RIs com coleção de artigos em Portugal, sendo que 1 estava com acesso inativo. O questionário online foi enviado para os 47 correios eletrônicos ou “Fale Connosco” dos RIs. Foram retornados 27 questionários com respostas válidas. Constatou-se que apenas 19% dos repositórios institucionais portugueses não possuem o autoarquivamento habilitado no sistema. Nestes repositórios verificou-se que a maioria dos gestores (81%) não acreditam que o autoarquivamento funcionaria com seus autores. Entre os RIs com autoarquivamento habilitado, alguns gestores (27%) afirmam que 91% a 100% dos documentos disponibilizados são frutos do autoarquivamento. Porém, 41% dos repositórios afirmam que apenas 6 a 30% dos materiais no repositório foram autoarquivado e a maioria, 59%, declara que menos de 30% do material disponível no RI foi autoarquivado. Concluiu-se que os gestores dos repositórios portugueses, em sua grande maioria, viabilizam o autoarquivamento de seus autores, habilitando esta função no sistema. Porém, é imprescindível conhecer as especificidades das áreas, estudar as barreiras e os estímulos ao compartilhamento de artigos para ampliar a adesão ao autoarquivamento por parte dos pesquisadores em Portugal

    Acesso aberto à informação científica: diretrizes, políticas e modelos de repositórios científicos para Moçambique

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    Esta comunicação discorre sobre as iniciativas de acesso aberto a informação científica com ênfase em propostas de diretrizes, políticas e acções institucionais e/ou governamentais de diferentes países a nível mundial. Identifica as orientações e recomendações emanadas por organismos internacionais como a UNESCO, a IFLA, em busca de um pano de fundo para propor diretrizes, políticas e acções concertadas, que possam ser aplicadas para o contexto de Moçambique. Para consubstanciar as reflexões, primeiro, faz-se uma radiografia da situação actual do país no que diz respeito a existência de iniciativas institucionais e/ou gorvernamentais de acesso aberto à informação científica, tendo como principal fonte de dados, os documentos institucionais e o quadro legal do sector de ensino superior, ciência, tecnologia e inovação de Moçambique. Em segundo lugar, exploram-se as iniciativas institucionais atinentes a estabelecimento de plataformas de acesso aberto, especificamente, revistas e repositórios institucionais de acesso aberto, no contexto nacional. Em terceiro lugar, resgatam-se as contribuições surgidas nas discussões havidas no I Seminário de Acesso Aberto à Informação Científica, realizado nos dias 9 e 10 de Maio de 2016, na Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, visando o estabelecimento de propostas de modelos de diretrizes e políticas de repositórios científicos de acesso aberto, no contexto moçambicano

    O cenário dos livros electrônicos científicos em acesso aberto

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    O Acesso Aberto à Informação Científica preconiza a disseminação dos artigos científicos em acesso aberto, livres de quaisquer custos de acesso e download. Entretanto, os artigos científicos não são o principal canal de comunicação para todas as áreas do conhecimento. Notadamente, as Ciências Sociais e Humanidades utilizam os livros como principal veículo para o registro e disseminação de seus conhecimentos e avaliação dos pesquisadores da área. Nesse sentido, o depósito, em acesso aberto, dos livros científicos em repositórios institucionais é baixo em comparação às outras produções científicas. Por outro lado, observa-se o crescimento de sistemas agregadores de conteúdo que reúnem os livros científicos e os disponibilizam para acesso dos usuários. Assim, esta pesquisa objetiva levantar e identificar as diferentes iniciativas para apontar a importância desses sistemas para posibilitar a maior visibilidade desses documentos.

    Vers la bibliothèque globale : L’Agenda 21 dans les bibliothèques

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    Recensão crítica da obra «Vers la bibliothèque globale : L’Agenda 21 dans les bibliothèques». dir. Joachim Schopfel e Chérifa Boukacem-Zeghmour

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