Publicações BAD (Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - E-Journals)
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Expressão do ponto de vista da gestão de informação de arquivo para uso em arquitetura empresarial
O arquiteto empresarial tem como missão promover o melhor alinhamento entre a missão, estratégia e processos de negócio de uma organização e a sua estratégia de gestão de informação e tecnologia. O relatório técnico ISO/DTR 21965 destina-se assim a auxiliar os arquitetos empresariais a considerar os requisitos de informação de arquivo, de modo a que possam ser devidamente considerados na análise e desenho das soluções. Este relatório técnico tem assim como objetivo ser uma referência comum para os gestores de informação de arquivo e os arquitetos empresariais sobre os principais requisitos para processos e sistemas de informação de arquivo. Esta comunicação descreve esse relatório, evidenciando o seu valor e pertinência para o reconhecimento do gestor de informação de arquivo como ums das partes interessadas na arquitetura empresarial
(G)LAMs + Wikipédia: uma colaboração inadiável
A Wikipédia dispensa hoje em dia qualquer apresentação. No entanto, apesar da sua longevidade e de ser o sítio web de referência mais consultado em todo o mundo, continua a ser olhada com desconfiança pelo meio académico e pelos GLAMs (Galleries, Libraries, Archives and Museums). Reconhecendo o papel que os profissionais da informação podem ter ao contribuir para este projecto, a Fundação Wikimédia (que gere para além da Wikipédia, outros projectos-irmãos tais como o WikiCommons e o WikiData) tem vindo a desenvolver iniciativas e a estabelecer parcerias que visam aprimorar a qualidade da informação disponibilizada pela Wikipédia, como no preenchimento de lacunas em áreas do conhecimento menos representadas, como exemplo temos os casos GLAM Project, Wikipedia loves libraries e #1lib1ref ou o Art+Feminism Esta apresentação tem como objectivo desmistificar alguns dos preconceitos em relação ao uso desta plataforma e procurar incentivar os profissionais das áreas GLAM a serem mais interventivos na participação da construção desta enciclopédia em linha, melhorando não só a qualidade dos artigos da Wikipédia existentes, como também a utilizarem esta plataforma de grande visibilidade para a disponibilização das suas colecções e metadados
O registo de autoridade no contexto da Biblioteca do Exército: um contributo para a investigação
As normas internacionais relativas ao controlo de autoridades, que têm vindo a ser produzidas pela International Federation of Library Associations and Institutions (IFLA) visam providenciar a consistência necessária aos catálogos, como forma de potenciar a partilha de dados bibliográficos a nível internacional. O Virtual International Authority File (VIAF) constitui-se a nível internacional, como o grande agregador de ficheiros de autoridade, criando um mega registo de autoridade, ligando entre si os registos produzidos pelas agências nacionais e outros grupos que contribuem para este agregador.Neste contexto, esta comunicação tem como objetivo dar a conhecer o projeto que tem vindo a ser elaborado na Biblioteca do Exército, ao nível do trabalho e controlo de autoridades, em concreto, dos autores militares com produção literária no século XIX. O contributo destes registos de autoridade para a investigação científica é inequívoco, na medida em que contêm informações relevantes acerca da entidade/pessoa. Assim, iniciou-se a utilização sistemática do bloco 3XX, nomeadamente o campo 340 (Nota biográfica e de actividade) do formato UNIMARC Autoridades. Através da consulta em publicações de referência, nos processos individuais dos militares armazenados no Arquivo Histórico Militar e no Arquivo Histórico da Marinha, têm-se criado registos de autoridade que contêm súmulas biográficas dos autores, contribuindo para o apoio à investigação e que podem ser exportados para o VIAF
Literacia da informação: formação de utilizadores, a distância e em rede, na Universidade Aberta
Partilha-se a experiência dos Serviços de Documentação da Universidade Aberta (UAb), relativa ao Programa de Formação de Utilizadores.Promover e facilitar o acesso às fontes de informação e reafirmar a relevância do desenvolvimento das competências de literacia da informação junto da comunidade académica da UAb, constituem objetivos estratégicos da Direção de Serviços de Documentação desta Universidade.A comunidade UAb encontra-se literalmente em qualquer lugar do mundo, espalhada pelos 5 continentes. Para garantir uma resposta prospetiva e proactiva às suas necessidades, e potenciar a eficiência na utilização dos recursos, a maximização dos programas curriculares, a produção e a partilha do conhecimento, apresentamos uma oferta de formação de utilizadores baseada na flexibilidade e na disponibilidade permanente, e ainda no estabelecimento de parcerias, internas e externas, relativas aos conteúdos formativos.O digital não tem distância. Numa instituição em que os processos de transferência do conhecimento se estruturam em torno de dinâmicas virtuais, pretendemos partilhar os procedimentos desenhados em torno de um espaço e de um tempo que não reais, fazendo com que a distância se consubstancie, de modo eficiente, em aproximação e em criação de valor.O grau de satisfação dos utilizadores, afere o sucesso do investimento e do trabalho efetuado
O Museu na ponta dos dedos: projeto colaborativo IHMT/CITAD/FCT para a conceção de modelos tridimensionais tácteis
Nos objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a Agenda 2030 da ONU preconiza a redução das desigualdades na deficiência (ODS 10.2), a acessibilidade ao conhecimento e inclusão (ODS 16) e a equidade (ODS 17) numa sociedade da informação inteligível a todos os cidadãos.Também desde a sua criação, em 1902, o Museu do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) tem por missão envolver os cidadãos na comunicação da ciência e na investigação que realiza a par da sua missão didática, através das suas coleções ligadas à história da medicina tropical e saúde pública internacional, procurando pela interpretação do passado fazer a história presente e projetar a investigação futura para a erradicação das doenças.Os modelos de doenças tropicais retratando doenças negligenciadas que a Agenda 2030 pretende atualmente erradicar; as maquetas de edificações de saúde; a coleção de nutrição; os insetos vetores; constituem coleções que se pretende tornar acessíveis a públicos com necessidades especiais através do projeto colaborativo entre o IHMT, o Centro de Investigação em Território, Arquitetura e Design (CITAD) das Universidades Lusíada (UL) e o FABLAB da Faculdade de Ciências e Tecnologia (UNL) para a criação de modelos tridimensionais tácteis que possam ser interpretados por cidadãos amblíopes ou cegos.
Bibliotecas: interface cultural para o desenvolvimento sustentável?
O Grupo de Trabalho das Bibliotecas Escolares de Palmela, composto pelos professores bibliotecários e pelo SABE da Biblioteca Municipal, tem vindo desde 2015 a desenvolver o projeto Ler+ adoç@ a vida. Anualmente são selecionados temas relacionados com o património do concelho. A ciência da computação define interface como a fronteira que facilita a interação e esclarece a forma de comunicação entre duas entidades. Nesta perspetiva, concebemos as Bibliotecas como uma interface entre o mundo e os utilizadores, entre o que há para descobrir, aprender, ler, sonhar… e os leitores. Reiteramos a ideia: as bibliotecas são o elo de ligação. Desempenham um papel nuclear por possibilitarem um percurso pedagógico e educativo para vários públicos leitores, vários níveis de ensino e diferentes áreas do saber. Potenciam a participação e envolvimento das famílias e da comunidade local nas atividades que dinamizam, promovendo o conhecimento do património num diálogo pacífico, inclusivo e democrático entre realidades culturais.Em 2018, o Grupo teve a oportunidade de estabelecer parceria com a Agência de Energia e Ambiente da Arrábida no âmbito da Educação para o Desenvolvimento Sustentável. No contexto desta parceria iniciámos um processo de estudo da sustentabilidade em Bibliotecas Escolares.
As bibliotecas de Ensino Superior e a gestão de ciência
As Bibliotecas de Ensino Superior (BES) com sistemas CRIS e repositórios institucionais a seu cargo têm vindo a adaptar-se no sentido de responder às necessidades dos seus utilizadores. Passaram a incluir funções de gestão de ciência com benefícios para a comunidade científica e para a instituição. Com a proliferação de plataformas digitais dedicadas à disseminação e comunicação de ciência surgiu a necessidade de apoiar os docentes e investigadores na atualização da sua produção científica e proceder à validação de metadados, ajudando a manter a qualidade e veracidade da informação e contribuir para a simplificação e transparência dos processos de avaliação da instituição. Pretende-se, com este trabalho, descrever a atividade de uma Biblioteca de Ensino Superior com funções de gestão de ciência, enfatizando a interação CRIS-repositório institucional, o processo de validação de metadados e a atualização de perfil de investigador e respetivos currículos dos docentes e investigadores
As Bibliotecas públicas e a Agenda 2030: a perceção dos profissionais de informação
Neste trabalho apresenta-se a perceção que detêm os profissionais de informação de bibliotecas públicas portuguesas sobre a Agenda 2030 e a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento sustentável pelas bibliotecas. A Agenda 2030 abrange o desenvolvimento económico, cultural, ambiental e social. A IFLA divulgou a importância do papel das bibliotecas de todo o mundo na contribuição para o alcance destes objetivos. No contexto nacional, o governo português elegeu os objetivos prioritários, duas associações de profissionais da área de Informação e Documentação realizaram ações de sensibilização sobre os objetivos e a promoção das bibliotecas como aliadas na sua consecução. A partir de um questionário em linha, colocado aos profissionais de bibliotecas públicas portuguesas, obtiveram-se resultados destacando o conhecimento do tema pela maioria dos inquiridos, a falta de formação específica, a consciencialização da importância de parcerias com outras instituições e o destaque dado ao objetivo 4 Educação como muito importante para ser trabalhado pelas bibliotecas. Nas conclusões, aponta-se que é necessário um melhor desempenho da missão de implementação dos ODS pelas bibliotecas públicas, por parte dos seus profissionais e dos municípios. Assim como cuidar na melhoria do trabalho de advogar pela Agenda 2030, através das associações de profissionais e pelos organismos do estado, trabalhar numa campanha que vise atitudes e crie vontade de fazer a mudança com comportamentos proactivos
Do documento à intervenção cidadã: os panfletos de um cidadão famalicense nos repositórios digitais
IntroduçãoEste trabalho pretende dar a conhecer e discutir um caso único e bastante incomum do ponto de vista documental e de intervenção social, que surgiu nos anos 20 a 40 do século XX, no concelho de Vila Nova de Famalicão, cuja biblioteca e arquivo municipal são garantes desta memória disponibilizando nos seus repositórios digitais este património documental, confirmando o valor dos mesmos e tornando estas instituições testemunhas do direito à cidadania. O trabalho pretende, também, afirmar a importância do património documental salvaguardado nos repositórios digitais do município e que dizem respeito à história local.Do ponto de vista documental, trata-se de uma coleção de panfletos impressos, em suporte papel, de autoria de um homem peculiar - José de Araújo Carvalho (1866-1945), que foram destinados à distribuição gratuita pela população do concelho referido. Do ponto de vista social, são documentos de intervenção cidadã, cujo autor era um indivíduo comum e pouco letrado, mas cujas ideias de intervenção social nos deixam surpresos pela profundidade e atualidade como as aborda e como ele intervém na comunidade enquanto cidadão.MétodoFoi realizada uma abordagem que começou pelo levantamento dos múltiplos panfletos do autor referenciado, nos dois repositórios digitais, no Arquivo Municipal Alberto Sampaio e na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, instituições do município de V. N. Famalicão, que possuem uma coleção bastante exemplar de como o documento gráfico se pode tornar numa metáfora de intervenção cidadã.Feito este levantamento, procedeu-se a uma primeira seleção de fontes e referências bibliográficas, artigos de revistas e da imprensa local e outras referências, relacionadas direta ou indiretamente com as áreas da cidadania e património digital que sugeriam poder dar uma perspetiva global e compreensível da realidade, no que respeita ao domínio do património arquivístico, tendo sido realizado uma revisão bibliográfica.Resultados/DiscussãoIntervenção cidadãOs panfletos são de autoria do famalicense José de Araújo Carvalho, conhecido por Carvalho de Travassos, que os idealizou, mandou imprimir e distribuir pela população, nos dias de feira em Vila Nova de Famalicão.Esta personalidade encarou a tarefa de divulgação dos seus panfletos como uma missão importante na sua terra natal. Pretendeu alertar e educar os seus concidadãos desta localidade, através de pensamentos e de orientações morais impressos nos panfletos.Uma nova dimensão de liberdade começa pela aprendizagem do ser cidadão, com a participação direta ou indireta na res publica, com a intervenção cívica, ativa e polémica em várias manifestações como agente do novo corpo cívico (Vargues, 1994). Assim, o autor dos panfletos pretendeu protestar contra qualquer abuso de que foi vítima (um roubo, uma injustiça) e castigar os maus, assim como, afirmativamente cantar a virtude e estimular o sentimento patriótico.Os panfletos tornaram-se objetos de discussão pública e de reflexão, onde o autor manifestou as suas opiniões, ideias e sonhos que pretendeu que fossem geradores de mudança na sociedade. José de Araújo Carvalho recusou-se a ver os seus compatriotas como súbditos mas como cidadãos, não compreendeu o seu país como uma pátria, mas sim como um património (Soromenho-Marques, 1996).O gosto pela intervenção social e pela manifestação pública foi um ato arrojado e excêntrico, não só por o autor viver numa vila de pequenas dimensões e num concelho ainda muito rural, na primeira metade do século XX, como foi um ato único não muito habitual na sua condição social, não sendo ele nenhum político, artista ou intelectual, facto comprovado na imprensa local (A Questão José de Araújo Carvalho, 3 março 1946).As provas documentais são fundamentais na preservação da memória local, os arquivos e as bibliotecas não são apenas os lugares físicos (Henriques, 2017) mas também são a possibilidade de preservação digital dessas provas documentais.Os documentos nos repositórios digitais famalicensesTodos os documentos estão conservados e digitalizados nos repositórios digitais, nomeadamente, três panfletos no arquivo municipal que pertencem ao Fundo da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Famalicão, oferecidos pelo autor dos panfletos a esta associação, como é documentado uma carta de 25 de janeiro de 1930. Podem ser consultados no repositório em linha (http://www.arquivoalbertosampaio.org/). Os documentos da biblioteca municipal, uma coleção de 24 panfletos, recolhidos e preservados pelo historiador local Vasco de Carvalho (1888-1961), encontram-se disponíveis na Biblioteca Digital Vasco de Carvalho (http://famalicaopub.bibliopolis.info/OPAC/search)O suporte físico destes panfletos é o papel. Neles constam uma enumeração de pensamentos, por vezes sem ligação de conteúdo entre eles, mas ligadas entre si por travessões a separar as palavras-conceitos. A linguagem que é empregada tem caraterísticas telegráficas, utiliza-se o mínimo de palavras para passar a mensagem. Os erros ortográficos são recorrentes.Todos os panfletos estão numerados, e em cada um, todas as frases, também, são numeradas. Os panfletos, em termos de dimensão de conteúdo possuem cinco frases e os maiores atingem as trezentas e dezoito. As dimensões físicas variam entre os 12 centímetros e 1 metro e 12 centímetros.Todos os panfletos têm indicado o local, Travassos (na freguesia de Louro, V. N. de Famalicão), a hora, os minutos, o ano, o dia do mês, o mês, o dia da semana e o Santo do dia em que foram escritos. Quanto à indicação do impressor, quantidade e custo da impressão são mencionados para que nenhuma tipografia da região o enganasse com os orçamentos. Foram impressos em V. N. Famalicão ou na cidade do Porto. Utilizava a reimpressão dos panfletos, acrescentando dedicatórias e explicações. Veja-se o caso do folheto nº 1, datado de 1917 e reimpresso em 1936.Os temas que tratou e que trabalhou são muito variados, por vezes, obscuros e misteriosos, outros de fácil compreensão. A título de exemplo, destacam-se (Alvim, 2006):1. Observação de circunstâncias da sua vida: no folheto nº 414, refere a circunstância em que conheceu o Costa de Outiz; “Rio – onde noço gado bebia, Calça rota descalço – eu ia.”; “Preciso – de matar as pulgas”.2. Estímulo do patriotismo: “Portugal – Govêrno – é bem nosso.”3. Manifestação contra injustiças: no nº 418, precede as frases, um ofício que enviou à Sociedade Cooperativa do Vale do Este para protestar contra o atravessar de uma linha elétrica por cima dos seus prédios.4. Apresentação de pensamentos, máximas: “Descobrir – verdades também é cavar.”5. Apresentação de conselhos: “Trabalha bem – compra e vende.”; “Precisamos – mais fazer – bem melhor.”6. Abordagem de questões filosóficas: “Humanos – nunca perde – com Humanos. Perdentes – perdem demais – do mundo.”; “Homem- parecer – não é ser. Homem – parecer – precisa mais ser.”7. Utilização de imagens poéticas: “Bosque – Passarinhos – agua – Pinga – Travassos”8. Citação de máximas bíblicas e de conteúdo religioso: “Deus-Jesus-Maria-José-exemplo”; “vida – agradeço a deus eterno”. Orações, antes da enumeração das frases – “Deus, Sinhor Pai, do mundo, tôdo bem.”9. Apresentação de charadas e sentenças de pensamento oculto: “Deus – semeia pinheiros; galinhas – etc. – comios.”10. Reflexão sobre as Grandes Guerras: “Como destruir a guerra???”; “Trabalhar – bens-guerra ce destroi”; “Homanos – homanizem – todos os barbaros.”11. Elogio dos bombeiros: “Peço a Deus, mandar os bombeiros, apagar com amor, a separação”; “Ajudar os bombeiros a casar”.Considerações finaisAo longo do presente trabalho, procurou-se enquadrar um conjunto de documentos que a biblioteca e o arquivo do município de V.N. de Famalicão possuem nos seus repositórios digitais e que se destacam pelo seu valor documental e de interesse para a história da cidadania no concelho.Revisitou-se e refletiu-se sobre o conceito de intervenção cidadã e sobre a importância histórica da preservação digital do património documental.Procedeu-se ao entendimento histórico e à descrição documental dos panfletos de José de Araújo Carvalho, considerado um paradigma de intervenção social e de cidadania no concelho de V.N. de Famalicão, nos anos 20 a 40 do século XX.Observou-se a importância do património arquivístico enquanto suporte da memória, das ações e decisões da vida do homem em sociedade, fatores determinantes da sua identidade local.ReferênciasAlvim, L. (2006). Os Manifestos de Carvalho Travassos. Boletim Cultural da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. V.N. de Famalicão. ISSN 0871-3308. III série, nº2 (2006), p. 181-190. <URL: http://www.cm-vnfamalicao.pt/_boletim_cultura>.Henriques, Maria de Lurdes da C. N. (2017). Património cultural: memória e ensino: o serviço educativo do Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Lisboa: Universidade de Lisboa. Tese de doutoramento no ramo de História apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Disponível em: http://hdl.handle.net/10451/30187 A Questão José de Araújo Carvalho (3 março 1946). Estrela do Minho, ano 51, nº2625.Soromenho- Marques, V. (1996). A era da cidadania. Mem Martins, Publicações Europa América.Vargues, Isabel Maria G. N. (1994). A aprendizagem da Cidadania em Portugal: contributo para a definição da cultura política vintista (1820-1823). Lisboa: Universidade de Coimbra. Tese de Doutoramento apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 1994
O que nos dizem as métricas produzidas nas redes sociais? O exemplo da página de Facebook de uma Biblioteca de Ensino Superior
A utilização da rede social Facebook pelas Bibliotecas de Ensino Superior permitiu-lhes uma maior conexão com os seus utilizadores, sejam eles internos ou externos. A divulgação de informação nesta rede social trouxe aos profissionais das bibliotecas um trabalho acrescido de produção de conteúdos dinâmicos e diversificados (vídeos, imagens, entre outros). Este investimento em comunicação implica recursos humanos e tempo e deverá traduzir-se num maior impacto, alcance e interação com o utilizador. Este estudo pretende identificar um conjunto de Indicadores Chave de Desempenho e aplicar uma Taxa de Interação contribuindo para a criação de um plano de comunicação apropriado a uma página de Facebook de uma Biblioteca de Ensino Superior