Portal de Periódicos Eletrônicos da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)
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O ensino da língua inglesa na síndrome de Down: um estudo sobre a epêntese vocálica por aprendizes brasileiros atípicos
Quando o aluno começa a aprender uma segunda língua (L2), é esperado que ele tenha dificuldade como componente sonoro da L2. Por exemplo, o aprendiz brasileiro tende a inserir uma vogal epentética [i] empalavras com consoantes oclusivas /p,b,t,d,k,g/ em posição de coda, uma vez que esses segmentos não ocupam acoda silábica no português brasileiro. Este artigo tem como objetivo analisar se aprendizes brasileiros comsíndrome de Down também utilizam a epêntese vocálica ao aprender inglês como influência das regras fonotáticasda sua L1, o português brasileiro, para sua L2, o inglês. A síndrome de Down, também conhecida comoTrissomia 21 (T21), é uma alteração genética que compromete o desenvolvimento global do sujeito, trazendoimplicações para o aspecto cognitivo, físico, motor e linguístico (MUSTACCHI, 1997, PUESCHEL, 1990). Pararealizar este trabalho, coletamos dados de fala de dois aprendizes brasileiros com síndrome de Down. Osparticipantes responderam a um teste de nomeação de palavras do inglês dentro de uma cabine acústica. Emseguida, analisamos os dados pelo Praat (BOERSMA; WEENINK, 2022) com o intuito de confirmar se osparticipantes produziram as vogais epentéticas. Os resultados evidenciam que os aprendizes com síndrome deDown também adaptam as palavras com consoantes oclusivas em posição de coda do inglês por meio da inserçãode uma vogal epentética. Logo, concluímos que aprendizes com síndrome de Down, apesar do comprometimentoglobal devido à alteração genética, também são influenciados pelas regras fonotáticas da sua L1, pois
Práticas Pedagógicas articuladas à Economia Popular e Solidária: um estudo nas cantinas solidarias da UEFS (Sabores do Quilombo e Delicias de Formiga)
O exercício de ser educador é extremamente desafiador, sobretudo, em tempos difíceis onde à educação é negligenciada, e que dialogar sobre a diversidade nos espaços de educação e promover debates sobre o cotidiano e questões sociais que envolvem asminorias, tem sido mal visto e repudiado como um exercício irregular ou impróprio
ATENUAÇÃO DO ESTRESSE SALINO EM PLANTAS DE PHYSALIS ANGULATA
Physalis angulata L. (juá de capote ou camapú) é uma Solanácea que ocorre em diversas regiões do Brasil, possuindo pouca exploração econômica, no entanto, é detentora de grande potencial farmacêutico, devido à presença das fisalinas, assim como, potencial alimentício para a produção de doces, geleias, fermentados alcoólicos e acéticos, ganhando espaço na comercialização no ramo das pequenas frutas (RAMOS, 2019)
Padronização das condições de amplificação de marcadores SSR em Physalis angulata L.
O gênero Physalis possui na América do Sul seu principal centro de diversidade e endemismo (SOUZA e LORENZI, 2012). O gênero é bastante distribuído em todas as regiões do Brasil, ocorrendo nos domínios fitogeográficos Amazonas, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. A Physalis é pouco cultivada no Brasil, apesar de seu fruto ser rico em nutrientes muito importantes para a alimentação humana, como ferro, fósforo, vitamina A e C, e substâncias como carotenoides e flavonoides, que apresentam açãoantioxidante contra o envelhecimento, além de ter lugar de destaque pela presença de substâncias às quais possuem várias atividades farmacológicas, como os metabólitos polioxigenados e vitaesteroides (TOMASSINI et al., 2000)
CARACTERIZAÇÃO BIOQUÍMICA DE FRUTOS DE POPULAÇÃO F2 DE Physalis angulata L.
O nome Physalis tem origem grega, e o termo “Physa” é dado em relação ao cálice permanente que envolve o fruto, significando “bolha” ou “bexiga”. A morfologia característica do gênero a torna facilmente reconhecida, de modo especial na frutificação, onde as espécies do mesmo apresentam um cálice inflado que reveste e protege o fruto por inteiro. Mesmo que boa parte destas espécies tenha potencial para alimentação, por ainda não ser popularmente prestigiada, não são cultivadas no Brasil (FARIAS, 2020)
ANÁLISE PALINOLÓGICA DOS MÉIS DE MELIPONA (MICHMELIA) SCUTELLARIS LATREILLE, 1811 (APIDAE: MELIPONINI) NA MATA ATLÂNTICA DO SUL DA BAHIA
O bioma Mata Atlântica é um dos domínios fitogeográficos com a maior riqueza de diversidade para todos os grupos de plantas (exceto as gimnospermas), tendo uma estimativa de cerca de 18 mil espécies vegetais, das quais aproximadamente 15 mil são angiospermas (BFG, 2021). No entanto, é um dos mais ameaçados do Brasil, com grande parte de sua vegetação original já destruída ou degradada (MapBiomas, 2022)
Ocorrência, distribuição e análise de aspectos reprodutivos do vermelho Lutjanus synagris(Linnaeus,1758) (Perciformes, Lutjanidae) na Baía de Todos os Santos
A Baía de Todos os Santos (BTS) é uma área de grande importância paras as atividades pesqueiras e turísticas do estado da Bahia, localiza-se próximo a capital Salvador e compreende uma área aproximada de 800km² segundo Tricart e Cardoso (1968). A biodiversidade neste ambiente é vasta, uma vez que engloba um ecossistema de transição que abriga espécies endêmicas dessa conjuntura especial, além de servir como espaço de reprodução e alimentação para uma ampla variedade de espécies dulcícolas e marinhas
GERMINABILIDADE DE SEMENTES DE ACESSOS DE Stylosanthes (Fabaceae) SOB CONDIÇÕES DE ESTRESSE HÍDRICO
O gênero Stylosanthes Sw. (Fabaceae Lindl) apresenta espécies caracterizadas como Recursos Genéticos Vegetais (RGV) devido a aplicação dessas na forragicultura, decorrente da sua composição nutricional (Costa, 2006). Além disso, o autor ainda destaca a capacidade dessas em tolerar condições de estresse hídrico, o que as torna resistente ambientes sujeitos à tais condições, a exemplo do Semiárido brasileiro (SAB)
Displasias epiteliais orais: Um estudo descritivo
O câncer de boca representa um problema de saúde pública, com taxas de incidência, mortalidade e sobrevida bastante variável em todo o mundo (RAHMAN et al., 2020). Segundo informações do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva(INCA), o número de novos casos de câncer da cavidade oral esperados para o Brasil no ano de 2023 será de 10.900 casos em homens e de 4.200 em mulheres (BRASIL,2023)
Capacitação de trabalhadores da Atenção Primária à Saúde para enfrentamento da pandemia de COVID-19
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, em 30 de janeiro de 2020, que o surto da doença causada pelo novo coronavírus (COVID-19) constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional – o mais alto nível de alerta da Organização, conforme previsto no Regulamento Sanitário Internacional. Em 11 de março de 2020, a COVID-19 foi caracterizada pela OMS como uma pandemia (OPAS, 2020)