Universidade Paranaense: Revistas Científicas da UNIPAR
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    TRANSTORNOS ALIMENTARES E INSATISFAÇÃO CORPORAL NAS PRÁTICAS RELACIONADAS AO BULLYING EM ADOLESCENTES

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    Objetivos: Identificar a associação dos transtornos alimentares e insatisfação corporal na prática do bullying em adolescentes. Métodos: Estudo transversal, em uma população de 144 adolescentes, entre 14 a 19 anos de uma escola pública. Foram utilizados os instrumentos Eating Attitudes Test - EAT-26; Bulimic Investigatory Test of Edinburgh – BITE; Body Shape Questionay - BSQ e questionário sobre Bullying, em suas versões para adolescentes. Resultados: Foi visto que cerca de 1,4% dos adolescentes apresentaram compulsão alimentar; 23,6% sintomas sugestivos para TA; 16% insatisfação corporal; 49,3% foram classificados como vítimas e/ou vítima/agressor; 29,8% foram classificados com agressor e/ou vítima/agressor. Segundo o EAT- 26 e BSQ, não houve uma correlação positiva entre bullying (vítima e/ou agressor) os sintomas sugestivos para TA (p>0,136) e a insatisfação corporal (p>0,896), respectivamente. Os adolescentes que sofreram vitimização do bullying apresentaram uma correlação positiva com sintomas de bulimia nervosa (BN) (p<0,039) e com a gravidade de sintomas (p<0,006), de acordo com escala BITE. Conclusão: Houve correlação entre o bullying e sintomas sugestivos para TA, principalmente a BN. De modo que se faz necessário o desenvolvimento de ações para redução do bullying e prevenção dos TA nos adolescentes, os resultados obtidos servem como uma alerta para a saúde pública

    EFICÁCIA DE UM PROTOCOLO DE LASERACUPUNTURA SOBRE A FADIGA E ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS PÓS-COVID-19: ESTUDO QUASE EXPERIMENTAL

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    Objetivo: Estudo quase experimental aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisas com Seres Humanos – COPEP da Universidade Estadual de Maringá, sob Parecer nº. 5.262.784, cujo objetivo foi avaliar a segurança e eficácia da laseracupuntura como uma abordagem terapêutica complementar no tratamento da fadiga e capacidade pulmonar em pacientes pós-COVID. Materiais e método: Nos meses de fevereiro e maço de 2023, no ambulatório de enfermagem da Universidade Estadual do Paraná, Campus de Paranavaí, foram recrutados 23 pacientes da comunidade acadêmica (discentes, docentes e agentes universitários) da própria universidade, com idade mediana de 24 anos (IQR = 22,0, 32,0), com diagnóstico prévio de COVID-19 e que apresentavam sintomas de fadiga e queixa de desconforto respiratório por pelo menos quatro semanas após a recuperação da fase aguda da doença. Dados demográficos, socioeconômicos e de estado de saúde geral e relacionados à COVID-19 foram coletados. Os pacientes foram tratados com duas sessões semanais de laseracupuntura por um período de cinco semanas. Para identificação da presença e intensidade da fadiga, foi aplicada a Escala de Fadiga de Piper Revisada com 23 itens e dividida em três dimensões, no início e final do tratamento e realizados testes de função pulmonar por espirometria para descrição do padrão ventilatório dos voluntários, em todas as sessões. Resultados: Participaram 23 voluntários com idade mediana de 24 anos (IQR, 22-32) e predominantemente do sexo feminino (N = 15 [65%]) e da cor branca (N = 13 [56,4%]). A maioria dos voluntários tinha sobrepeso ou obesidade (N = 16 [79,6%]). Após a fase aguda da COVID-19, os sintomas mais relatados foram ansiedade (65%), queda de cabelo (35%) e dor de cabeça (30%). Todos os participantes apresentaram fadiga intensa pós-COVID (6,36 [IQR = 6,00 – 7,73]). Os resultados do estudo mostraram que o tratamento com a laseracupuntura resultou em redução significativa nas pontuações da escala de fadiga quanto à Dimensão comportamental (Diferença média [DM] = -1,65; IC 95%; 0,56-2,75; p < 0,001) Dimensão afetiva (DM = -2,43; IC 95%; 1,33-3,52; p < 0,001) e Dimensão sensorial (DM = -2,85; IC 95%; 2,08-3,63; p < 0,001), além do total geral de fadiga (-2,44; IC 95%; 1,63-3,24; p < 0,001), mas não apresentou qualquer efeito nas medidas de função pulmonar como Capacidade Vital Forçada (DM = -0,87; IC 95%; -4,24, 5,98); p = 0,727), manobra básica avaliada em espirometria e relação entre Volume expiratório forçado em 1 segundo (VEF1) e Capacidade vital forçada (CVF), o VEF1/CVF (DM = -1,00; IC 95%; -10,38-8,39; p = 0,828). Nenhum efeito colateral foi relatado durante o tratamento. Conclusão: O protocolo de laseracupuntura foi seguro e bem tolerado pelos pacientes, sem efeitos colaterais relatados durante o tratamento, sugerindo que a laseracupuntura pode ser uma opção segura para o tratamento da fadiga pós-COVID-19. Apesar da intervenção não ter provocado efeito nos padrões respiratórios dos voluntários, estes verbalizaram melhora da expansibilidade e dor torácica, aumento do fôlego e disposição. Sugere-se novos estudos controlados para melhor compreensão do manejo dos sintomas pós-agudos da COVID-19

    INTERVENÇÕES NÃO FARMACOLÓGICAS NO MANEJO DA OBESIDADE INFANTIL: UMA OVERVIEW

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    Objetivo: Analisar na literatura científica a efetividade das intervenções não farmacológicas para o manejo da obesidade infantil. Método: Trata-se de uma revisão sistemática do tipo overview. As bases científicas para coleta de dados foram: Cinahl, Cochrane, Lilacs, Medline, Scopus, Scielo e Science direct, e todo o processo de seleção foi feito por pares e avaliado pelo teste Kappa. A análise dos estudos utilizou os instrumentos: AMSTAR para avaliação da qualidade metodológica, Robis 2.0 para avaliação do risco de viés, e o Sistema Grade para classificar nível de evidência. Resultado: 17 estudos foram considerados elegíveis, e avaliação das evidências demonstrou que as intervenções não farmacológicas são efetivas para o manejo da obesidade infantil, sendo classificadas pelo Sistema Grade com alto e moderado nível de evidência. Essas intervenções são caracterizadas como: comportamentais, educacional, familiar, nutricional e tecnológica e são capazes de promover mudanças no Índice de Massa Corporal e estilo de vida. Conclusão: As intervenções não farmacológicas são capazes de promover mudanças positivas quanto ao comportamento alimentar e manejo da obesidade, entretanto os resultados não são imediatos

    LASERACUPUNTURA PARA O TRATAMENTO DA ANSIEDADE E DEPRESSÃO NA SÍNDROME PÓS-COVID-19: RESULTADOS PROMISSORES DE UM ESTUDO QUASE-EXPERIMENTAL

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    A pandemia da COVID-19, provocou um grande impacto na saúde mental das pessoas, mesmo após a fase aguda da doença, resultando em altas taxas de ansiedade e depressão, tornando necessário o desenvolvimento e a avaliação de tratamentos, não farmacológicos, eficazes para aliviar esses sintomas. Este estudo quase-experimental, aberto, unicêntrico, realizado nos meses de fevereiro e março de 2023, no ambulatório de enfermagem da Universidade Estadual do Paraná, campus de Paranavaí, teve como objetivo avaliar a eficácia da Laseracupuntura, para o tratamento de ansiedade e depressão, na Síndrome Pós-COVID-19. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética (Parecer nº. 5.262.784). Foram coletados dados demográficos, socioeconômicos e de estado de saúde. A presença e a intensidade de ansiedade e depressão foram verificadas no início e, ao final, do tratamento, por meio do Inventário de Ansiedade de Beck (21 itens) e Inventário de Depressão de Beck (21 itens). Ao todo, 23 voluntários receberam até 10 sessões, de um protocolo de Laseracupuntura, para tratar ansiedade e depressão pós-COVID-19. Os pontos P1, PC6, E36, E25, VC6, VC12, VC17 e Yintang, foram estimulados por luz de laser infravermelho sobre a pele. Os participantes eram predominantemente, mulheres, de raça/cor branca e tinham sobrepeso ou obesidade. Os sintomas pós-agudos da COVID-19, mais relatados, foram: ansiedade, queda de cabelo e dor de cabeça. A mediana inicial de pontuação das escalas de ansiedade e depressão foram de 23,00 (IQR, 13,50 – 27,50) e 22,00 (IQR, 11,50 – 26,50), respectivamente. A intervenção resultou em reduções significativas, nas pontuações de duas escalas: de ansiedade (DM = -9,74; IC 95%, 4,88 – 14,60; p < 0,001) e depressão (DM = -9,87; IC 95%; 5,53 – 14,21; p < 0,001). Nenhum efeito colateral foi relatado durante o tratamento. Os resultados obtidos neste estudo, sugerem que, a Laseracupuntura pode ser uma terapia eficaz e segura para tratar sintomas de ansiedade e depressão em pacientes pós-COVID-19. Além disso, o uso da laseracupuntura, tem a vantagem adicional de ser menos invasiva que a Acupuntura tradicional, tornando-a uma opção atraente para pessoas que buscam tratamentos integrativos para saúde mental, sem os riscos presentes em terapias medicamentosas tradicionais. Recomenda-se a realização de mais estudos – principalmente ensaios clínicos randomizados –, para confirmar a eficácia da Laseracupuntura

    CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM PÉ DIABÉTICO E SUAS COMPLICAÇÕES: HABILIDADES E DIFICULDADES ASSISTENCIAIS

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    Objetivo: Identificar as habilidades e dificuldades assistenciais no cuidado de enfermagem ao paciente com pé diabético e suas complicações na atenção terciária. Método: Estudo qualitativo realizado em um hospital público de Campina Grande, Paraíba, com oito enfermeiros que atuavam em clínica cirúrgica. Realizaram-se entrevistas semiestruturadas para coleta de dados, as quais foram submetidas à análise de conteúdo temática. Resultados: Os enfermeiros caracterizaram o pé diabético como uma complicação do Diabetes Mellitus, que torna o paciente mais susceptível à internação, destacando a falta de cuidados como a principal causa de comprometimento da assistência; a inexistência de um protocolo assistencial e a falta de recursos materiais e humanos induzem os profissionais a agirem de forma individualizada, resultando em lacunas na humanização e integralidade da assistência. Considerações finais: Os resultados sinalizam a necessidade de melhores condições materiais e tecnológicas e da reformulação do ambiente de trabalho, de forma que os enfermeiros tenham condições de planejar e realizar ações centradas na integralidade do cuidado, baseadas em protocolos assistenciais, considerando as suas necessidades individuais e dessa forma, aprimorar o atendimento aos pacientes diabéticos

    AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE A LEI LUCAS E SUA APLICABILIDADE: ESTUDO PILOTO NA REDE DE ENSINO PÚBLICA DO ENSINO INFANTIL E FUNDAMENTAL

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    Introdução: A lei nº 13.722/2018 do dia 04 de outubro de 2018, denominada como Lei Lucas, prevê a capacitação obrigatória de professores e funcionários das escolas públicas e privadas, do ensino infantil, médio e básico em atendimentos de primeiros socorros. Objetivo: Avaliar o conhecimento sobre Primeiros Socorros e aplicabilidade da Lei Lucas no Município de Mogi Guaçu, São Paulo. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo piloto com uma abordagem qualitativa/quantitativa. A coleta de dados foi realizada através de um questionário semiestruturado composto por 11 questões de multipla escolha e 1 questão aberta, elaborado pela plataforma Google formulários. A pesquisa contou com a participação de 42 profissionais da educação, a coleta de dados se iniciou após aprovação do comité de ética e pesquisa sobre o parecer número 5.578.160. Resultados: Dentre os participantes 90,5% são mulheres, 78,6% atuam como docentes. Acerca do conhecimento em Primeiros socorros, 83,3% ouviram falar sobre a Lei Lucas, 81% dos profissionais já realizaram treinamento em primeiros socorros, 59,5% durante seu tempo de atuação presenciaram algum tipo de acidente em ambiente escolar, 100% dos profissionais acham necessário nova capacitação. Discussão: A prevalência de professoras mulheres, é uma questão de gênero e paradigmas socais, em relação ao conhecimento em Primeiros Socorros é justificado pela educação em saúde. Acerca de acidentes em ambiente escolar as crianças estão em fase de desenvolvimento, os profissionais da educação estão sempre dispostos a aprender, por isso desejam novo treinamento, para atualizações. Conclusão: Desta forma conclui-se que  é de suma importância o treinamento e atualização em primeiros socorros assim, efetivando a Lei Lucas no município de Mogi Guaçu, São Paulo

    TRANSTORNO DE ANSIEDADE EM ADOLESCENTES: IMPACTOS NO DESENVOLVIMENTO E AGRAVAMENTO DE OUTRAS PATOLOGIAS

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    INTRODUÇÃO: a ansiedade é uma característica inerente ao ser humano, podendo ser considerada uma reação normal ao estresse, compondo assim peça primordial no dinamismo de adaptação no processo de sobrevivência. No entanto a partir do momento que o indivíduo passa a manifestar essa reação de forma persistente, intensa e desproporcional, causando prejuízo a nível social e ocupacional, pode se caracterizar uma patologia. Dessa forma, a adolescência se tornou um tema de crescente interesse na história da psicologia, sendo um período marcado por diversas alterações, tanto a nível fisiológico, quanto psicológico, implicando diretamente o desenvolvimento da ansiedade. OBJETIVO: descrever a respeito dos fatores que influenciam na incidência e prevalência da ansiedade em adolescentes e verificar quais os principais impactos na qualidade de vida desses indivíduos, de tal forma que se perceba a influência no surgimento de outras patologias. METODOLOGIA: a presente pesquisa trata-se de uma revisão integrativa de literatura de cunho exploratório, a partir de uma abordagem qualitativa. RESULTADOS: para construção dessa pesquisa foram analisados 25 artigos no qual 10 artigos foram selecionados, os demais foram descartados por não relacionar com o objetivo desse trabalho. CONCLUSÃO: após análises, é possível concluir que os diversos aspectos impactam no desenvolvimento da ansiedade em adolescentes, como os sociais, familiares e até mesmo religiosos e contribui para a permanência da doença na sociedade, ademais, a psicopatologia pode influenciar o surgimento ou agravamento de outras patologias

    USO DE ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS (ACH) POR MULHERES EM UMA FARMÁCIA COMUNITÁRIA NO MUNICÍPIO DE JAGUARUANA-CE

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    As mulheres em todo o mundo utilizam algum método contraceptivo. No Brasil, o uso de medicamentos para evitar a gravidez tem evoluído consideravelmente ao longo do tempo. Os anticoncepcionais hormonais (ACHs) apresentam outros benefícios além da prevenção da gravidez, sendo essencial que as mulheres tenham conhecimento sobre seus benefícios e possíveis efeitos colaterais. O estudo teve como objetivo avaliar o conhecimento das mulheres quanto ao uso correto dos ACHs em uma farmácia comunitária no município de Jaguaruana-Ce. Método: Tratou-se de um estudo descritivo, transversal e observacional, com uma abordagem quantitativa, através de questionário aplicado às pacientes no momento da compra do medicamento. A pesquisa ocorreu entre os meses de setembro e outubro de 2019, com mulheres entre 18 e 55 anos de idade. Resultados: O estudo teve predomínio de mulheres entre 18 e 29 anos no total de 29 (48%). A maior parte delas, 43 (72%), tinha preferência por anticoncepcionais orais. Quanto à escolaridade, 35 (85%) tinham nível médio completo. O profissional com maior número de indicações ao uso dos ACHs foi o enfermeiro 23 (38%). 41 (68%) das mulheres declararam ter recebido orientação do uso, 49 (81%) afirmaram usá-lo para contracepção e 21 (35%) como método há mais de 5 anos. Sobre a pílula do dia seguinte, 36 (60%) delas nunca fizeram uso, 30 (50%) não conheciam o tempo máximo de eficácia e 49 (82%) não sabiam suas contraindicações. Conclusão: Nota-se que se faz necessário a atuação do Farmacêutico na avaliação e orientação quanto ao uso correto dos ACHs, garantindo assim o uso racional e maior eficácia do método

    O PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA COMO FERRAMENTA PARA A CONSTRUÇÃO DA EDUCAÇÃO SEXUAL NA ADOLESCÊNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

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    Introdução: O Programa Saúde na Escola (PSE), instituído no ano de 2007, tem o objetivo de promover saúde através do processo educacional, oferecendo o conhecimento adequado e possibilitando a redução de vulnerabilidades que podem vir a comprometer o desenvolvimento de crianças e adolescentes, valorizando a parceria entre profissionais de saúde no contexto escolar. Objetivo: Descrever a experiência de acadêmicas de enfermagem atuando no PSE através de uma abordagem sobre sexualidade na adolescência e enfatizar a importância do papel da enfermeira para promoção da saúde por meio da educação. Metodologia: Estudo descritivo e qualitativo, do tipo relato de experiência, realizado durante as atividades do Estágio Supervisionado I, do curso de Bacharelado em Enfermagem, de uma universidade do interior da Bahia, em uma escola pública municipal do interior da Bahia, no mês de junho de 2022. Principais resultados: Os estudantes não demonstraram constrangimento acerca da temática e estavam participativos, porém, alguns estudantes apresentaram uma postura de desinteresse no que se refere à seriedade do assunto abordado. Percebeu-se que estes possuem conhecimento prévio acerca da temática de saúde sexual e reprodutiva. Todavia, ainda apresentam dúvidas acerca da transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), o que contribui para o aumento da ocorrência dessas doenças nessa população. Conclusão: Portanto, destaca-se a importância do PSE e da atuação da enfermeira para educação sexual, o que reflete na qualidade de vida dos adolescentes, bem como na prevenção dos riscos e agravos à sua saúde

    AVALIAÇÃO DA GRAVIDADE (PIM II), FUNCIONALIDADE (FSS) E DE DESCONFORTO RESPIRATÓRIO (BSA) NOS IMPACTOS E DESFECHOS DA INTERNAÇÃO HOSPITALAR EM UTIP

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    Objetivo: identificar o perfil de admissões e o impacto nos desfechos de crianças internadas em uma terapia intensiva pediátrica e comparar os escores de gravidade, funcionalidade e de desconforto respiratório avaliados respectivamente pelas escalas (PIM II, FSS e BSA). Métodos: Estudo de caráter descritivo, retrospectivo, quantitativo de amostragem censitária. Ferramentas de avaliação: Pediatric Index of Mortality - PIM II, Functional Status Scoret -FSS, Boletim de Silverman-Andersen -BSA e avaliação de prontuários médicos e assistenciais. Resultados: 257 crianças menores de 12 anos foram incluídas no estudo durante todo o ano de 2019. A maioria 56% (n 143) eram menores de um ano e masculino 64 % (n 164) por causas respiratórias 60,05 % (n 155).  A mortalidade foi de 9,8% (n 25), e a quantidade média de dias de ventilação mecânica foi de 4,57 dias ± 1,31. A idade não influenciou na quantidade de dias de ventilação mecânica (p<0.05), e o BSA avaliado isoladamente, não se associou a necessidade imediata de intubação (p<0.05), os pacientes do desfecho óbito ficaram em média 8,88 e ±13,04 dias internados, e no desfecho alta 4,73 ±6,63 dias. O PIM II pode ser utilizado para o risco de óbito (p <0,05) e valores maiores ou iguais a 21,58 % foram associados a óbitos e menores ou iguais a 6,65 % foram associados à alta. A FSS dos 257 pacientes na admissão foram: normal (147), disfunção leve (37), moderada (47) e grave (26); na alta hospitalar a FSS foi: normal (178), leve (21), moderada (25) e grave (8) mostrando que grau de funcionalidade normal e leve na admissão esta significativamente associado com a alta hospitalar (p< 0,001). Conclusão: O escore de gravidade PIM II foram compatíveis com os desfechos óbito ou alta, as variações no escore BSA para necessidade de ventilação mecânica não estão associados com a idade e com grau do escore. A funcionalidade mais adequada na admissão está associada ao desfecho alta, e os pacientes em sua maioria saem funcionais

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