Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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    FITÓLITOS COMO PROXY PARA ESTUDOS PALEOAMBIENTAIS

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    Fitólitos são partículas microscópicas de opala biogênica presentes entre e no interior de células de plantas vivas, que podem ser utilizados como um proxy capaz de fornecer aspectos da vegetação. Nesse trabalho é apresentada uma breve revisão teórica sobre a formação, produção e função dos fitólitos nas plantas. Também são demonstradas as principais morfologias encontradas em plantas, solos e sedimentos e sua atribuição taxonômica em áreas intertropicais. São explicados os índices fitolíticos e suas potenciais aplicações em estudos de reconstituição paleoambiental. Por último, é apresentada uma listagem com alguns trabalhos relevantes na temática realizados no Brasil desde 1966, que incluem estudos de assembleias modernas de solos, coleção de referência de plantas, reconstituição paleoambiental, arqueologia, geomorfologia e pedologia

    Contaminação de metais pesados em solos urbanos de várzea da bacia do Rio Quilombo

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    Este estudo procurou contribuir para a ciência e constatação de metais pesados no baixo curso do Rio Quilombo, área onde se localiza um dos pólos industriais mais antigos do Estado de São Paulo. Foram realizadas três análises de solo em dois sítios da bacia. Dois dos três pontos estão localizados nas áreas de inundação do leito do rio enquanto um ponto (ponto controle) localiza-se fora da zona de inundação, para correlacionar-se a contaminação dos metais à drenagem da bacia. Os resultados referentes à concentração de metais pesados na estrutura das amostras foram obtidos a partir da espectrometria de fluorescência de raio-X (RXF). Detectada a área contaminada, correlacionaram-se as propriedades morfológicas, químicas e físicas dos pontos contaminados

    Relações entre a urbanização e as áreas verdes na Grande Santiago, capital econômica e administrativa do Chile, para o período 1990 a 2010

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    A atual forma de ocupação urbana denominada urbanização dispersa (REIS FILHO, 1998; SPÓSITO, 2001) trata-se de uma tendência mundial, porém, é um fenômeno que ainda começa a ser estudado. Nessa nova fase da urbanização, novos bairros surgem distantes do centro da cidade e se espalham em diferentes formas. Diferentemente do processo de periferização de ocupações em áreas perimetrais contíguas à malha urbana, essa ocupação se inicia em bolsões urbanos, voltados tanto para classes de baixa renda, conformandofavelas, quanto para a população de alta-renda, que passa a habitar condomínios fechados de alto-padrão

    Paul Vidal de la Blache e o método regional: da visão de mundo positivista às monografias urbanas

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    Paul Vidal de La Blache possuía formação dehistoriador. Em 1978 chega à Escola Normal Superior de Paris e vinte anos mais tarde, passaria a ocupar a cátedra de Geografia na Sorbonne. Quanto à sua importância para a história do pensamento geográfico, “(...) Vidal fue el creador de una escuela cuya extensión fue tan grande que llegó a coincidir con la escuela nacional de geografía francesa” (CAPEL, 1981, p.328)

    Centro de cidade e cultura: a produção do espaço urbano através dos equipamentos culturais

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    Este pequeno ensaio pretende servir como subsídio teórico para uma pesquisa que tem por objetivo estudar a produção do espaço urbano, tendo como recorte principal o centro da cidade e sua interação espacial com a cultura, que atua como um agente da promoção dos lugares, da requalificação e valorização espacial

    Dados da VII Semana de Geografia da Unicamp

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    Relatórios com dados de participantes e das atividades da VII Semana de Geografia da Unicam

    Expediente

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    Arquivo contendo Capa, Folha de Rosto, Ficha Catalográfica e Expedient

    Regularização fundiária e o direito à moradia: uma abordagem sobre ocupações urbanas na Cidade Industrial de Curitiba, Curitiba-PR

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    A crise urbana de modo mais amplo é consequência da propriedade privada, do solo que se torna o insumo para a grande desigualdade socioespacial no Brasil, alicerce de uma crise de sociabilidade urbana baseada na concentração fundiária, movida pelo capital imobiliário. Nesta lógica capitalista o solo urbano é mercadoria de disputa, desenvolvendo uma dinâmica de uso e ocupação pautada no preço do terreno, cujo valor se diferencia de acordo com a localização do imóvel, com a proximidade dos centros de consumo, de prestação de serviço e de fácil transporte, com acesso às infraestruturas- água, luz, energia e saneamento básico, principalmente. Os preços dos imóveis se diferenciam na cidade por esses fatores, levando a uma segregação socioespacial. Para Carlos (2015) essa dinâmica de valorização dos terrenos é resultado da produção das condições gerais de reprodução dos custos desenvolvidos pela aglomeração, assim como do uso do solo, das políticas de zoneamento e do poder aquisitivo da população. Os dois últimos apontamentos são aspectos iniciais da crise habitacional; o poder aquisitivo de uma grande parcela da população faz com que esta se desloque para lugares onde sua renda possibilite o seu acesso à habitação, em geral sendo direcionados para a periferia da cidade, onde as condições de moradia são muitas vezes precárias, com ausência/inadequação de infraestruturas e distantes dos centros de consumo, o que está relacionado ao processo de especulação e produção imobiliária que produz as condições de realização dessa valorização e segregação. O outro aspecto, as políticas de zoneamento urbano, estão relacionadas de modo direto com a ação do Estado. Porém este Estado apresenta instrumentos ambíguos, que auxiliam no planejamento urbano - como as Leis de Zoneamento, Planos Diretores e projetos que buscam diminuir a desigualdade espacial e o déficit habitacional -, entretanto, o mercado imobiliário se nutre das políticas públicas, elas são funcionais a esse mercado pois é através das desigualdades que o mercado imobiliário funciona (o Estado ao garantir a propriedade privada agudiza a segregação). As desigualdades têm como base a renda mas não é a única variável, a condição de classes é outra fundamental. As políticas públicas são uma “saída” a certas contradições mas nunca seu instrumento para sua superação

    Contrarracionalidades pela sobrevivência: o planejamento ascendente no cotidiano da Ocupação Vila Soma (Sumaré/SP)

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    No presente texto pretendemos contribuir à compreensão sobre dinâmicas do cotidiano na Ocupação Vila Soma, localizada em Sumaré, situando-a, inicialmente em seu contexto metropolitano e como encontra-se na cidade, posteriormente, analisando práticas que apontam para um planejamento ascendente, próprio dos moradores atuantes da ocupação

    O Estado e a política da urbanização: nova perspectiva para o desenvolvimento socioeconômico da cidade de Porto Príncipe

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    Este trabalho tem como principal objetivo analisar primeiramente o papel do Estado na estruturação do espaço urbano e posteriormente promover um debate sobre a estrutura urbana da área metropolitana de Porto Príncipe no Haiti. O propósito foi estabelecer novas perspectivas de desenvolvimento socioeconômico, após os desastres naturais ocorridos a partir do terremoto de 2010, e da mudança na direção dos fluxos migratórios do território haitiano, em virtude da descentralização dos serviços públicos e privados, da ampliação de redes urbanas no território haitiano, e das dificuldades na supressão das necessidades básicas nas mais importantes regiões do país, ocasionados pelo processo de urbanização exacerbado durante as décadas finais do século XX e no começo do século XXI

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