Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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    Análise do perigo de inundação na bacia hidrográfica do Rio Tapacurá –PE

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    O fenômeno de inundação tem sido algo recorrente no meio urbano brasileiro nas últimas décadas, causando graves prejuízos materiais e, eventualmente, perdas de vidas humanas. A cidade de Vitória de Santo Antão, localizada na Zona da Mata de Pernambuco tem registrado muitos eventos ao longo de sua história, o ano de 2005 marcou a principal inundação ocorrida na história recente, além de outras ocorrências em 2010 e 2011. O objetivo deste trabalho foi verificar quais áreas da BHRT apresenta suscetibilidade à ocorrência de inundação. Foi utilizada uma metodologia que analisa alguns aspectos morfométricos da bacia hidrográfica como a declividade do terreno e da densidade de drenagem, obtendo-se o Mapa de Perigo de Inundação. Verificou-se que o local com maior incidência de inundação é o médio curso da bacia, exatamente onde se localiza o distrito sede de Vitória de Santo Antão confirmando as áreas que registraram inundações nos últimos anos

    Alterações têmporo-espacais em canais fluviais urbanos (1908-2012): o caso da sub-bacia do Canal do Cunha (RJ)

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    O processo de urbanização ocorrido na cidade do Rio de Janeiro transformou os canais fluviais. Anterior à urbanização, os rios da cidade eram mêandricos e sinuosos. Os rios foram canalizados, aterrados e/ou cobertos pela malha urbana. O objetivo deste trabalho consiste em analisar as mudanças de densidade de drenagem (Dd) e densidade hidrográfica (Dh) ocorridas na Sub-bacia do Canal do Cunha decorrentes das intervenções antrópicas, no período entre 1908 e 2012. O trabalho foi realizado através do levantamento cartográfico (cartografia histórica e atual), georreferenciamento e mensuração dos parâmetros morfométricos (Dd e Dh). A pesquisa demonstrou que a rede de drenagem - submetida à urbanização - apresentou mudanças no padrão de drenagem ao longo do século XX, assim como, a Dd e Dh sofreram alterações. O conhecimento prévio de como eram estes rios e suas características morfológicas poderão auxiliar projetos de planejamento urbanístico e ambiental, para assim, melhor gerir a sub-bacia

    Evolução morfológica no corredor fluvial do Rio Paraguai entre a Baía da Palha e o Sadao em Cáceres-MT

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     O estudo teve por objetivo avaliar a evolução de feições morfológicas ocorridas no corredor fluvial do rio Paraguai entre a Baía da Palha e a baía do Sadao no período de1975 a 2016. Foram realizados trabalhos de caráter bibliográfico, foi confeccionado um mapa de evolução da planície através da ferramenta ArcGis 10.2.1, foram escolhidas dois períodos distintos, 1975 e 2016.  As feições que corresponderam ao ano de 1975, foram vetorizadas a partir da carta topográfica do Exército brasileiro, e as feições que se referem se ao ano de 2016 foram vetorizadas a partir da imagem de Satélite Landsat 8 OLI. A análise espaço-temporal demonstrou que o trecho estudado sofreu mudanças em suas características morfológicas ao longo desses 41 anos: 03 lagoas e 01 baía evoluíram para canais secundários, surgiram 03 novas lagoas, 01 nova baía e 06 barras de sedimentos

    Comparação entre o índice topográfico e o Tasseled Cap Wetness na estimativa da umidade do solo na bacia hidrográfica do Rio Corredeiras - SC

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    O índice topográfico (IT) é um atributo espacial que representa a propensão à saturação hídrica do solo de determinadas áreas de uma bacia hidrográfica. Além disso, utilizando o sensoriamento remoto torna-se possível analisar a variabilidade espaço-temporal da umidade na paisagem, no qual o índice Tasseled Cap Wetness (TCW) se destaca. O objetivo do trabalho foi comparar o IT e o TCW na estimativa do teor água do solo na bacia do rio Corredeiras – SC. O IT representou a distribuição espacial das áreas com maior probabilidade de saturação de forma mais próxima da realidade, principalmente nas porções mais próximas da rede de drenagem e de sua planície fluvial. Por outro lado, o TCW apresentou limitações devido a influência da vegetação extremamente densa que impossibilitou o índice em detectar a umidade presente no solo, apresentando em sua grande maioria, áreas com maior cobertura vegetal como as zonas mais úmidas

    Transbordamentos das águas superficiais em Londrina: o caso do Ribeirão Cambé

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    No desenvolver desse artigo será apresentada uma breve discussão sobre os transbordamentos do Lago Igapó, represado na região central da cidade de Londrina Pr. Nesse sentido, os esforços serão para que as discussões e ideias construídas com base em obras, textos e diálogos de diversos autores que contribuiram no desenvolver deste trabalho. O objetivo é trabalhar com a bacia do Ribeirão Cambé e investigar as constantes enchentes ocorridas nos últimos anos no curso hídrico, discutindo principalmente o aumento do volume d’água devido à pavimentação/impermeabilização da região Gleba Palhano. O trabalho apresentará as transformações ocorridas na área mediante a apresentação de imagens, da região em questão (o antes e depois) da rápida urbanização dessa região

    Análise geomorfológica e limnológica do Córrego do Cedro, Presidente Prudente, São Paulo, Brasil

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    Este artigo tem como objetivo analisar as características hidráulicas e limnológicas do Córrego do Cedro, afluente do Rio Santo Anastácio, no município de Presidente Prudente - SP. O trabalho busca relacionar as análises das variáveis com a bibliografia especializada. A metodologia baseou-se no aporte teórico, utilização do Oxímetro, pHmetro, Tubidímetro, Condutivímetro, régua e fita métrica para obtenção das variáveis físico-químicas: Temperatura, Turbidez, Condutividade, Ph, Oxigênio Dissolvido e das variáveis hidráulicas: Profundidade média, Largura total, área e vazão. Conclui-se que o córrego está diretamente sujeito às intervenções decorrentes das atividades na bacia.

    Caracterização morfométrica da bacia hidrográfica do Rio Ibirapuitã - RS

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    O presente artigo tem como objetivos abordar características morfométricas da Bacia Hidrográfica do rio Ibirapuitã. Este está localizado na porção oeste do estado do Rio Grande do Sul (Figura 1), sendo um dos principais tributários da margem esquerda do rio Ibicuí, maior e principal rio que compõem a chamada região hidrográfica do rio Uruguai (SEMA, 2010), que drena as porção oeste e norte do estado. A bacia hidrográfica do rio Ibirapuitã, do médio ao baixo curso, drena áreas do município de Alegrete. Foram analisados parâmetros hidrográficos e de relevo, considerando-se a área, hierarquia da rede fluvial, comprimento das drenagens hipsometria, declividade,. Estes parâmetros foram obtidos a partir de um MDE – Modelo Digital do Elevação da bacia hidrográfica, oriundo de imagens SRTM (Shuttle Radar Topographic Mission)

    As transformações no uso e cobertura da terra e suas consequências nas inundações na bacia hidrográfica do Rio Mataruna em Araruama/RJ

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    O objetivo principal deste trabalho consiste em identificar na bacia hidrográfica do rio Mataruna, por meio das imagens de satélite, as mudanças no uso e cobertura da terra e sua influência em eventos de inundações. Para analisar a dinâmica no uso e cobertura da terra na bacia hidrográfica do rio Mataruna, foram adquiridas as imagens do satélite Ikonos (2002 e 2016) e interpretadas em ambiente SIG (Sistema de Informações Geográficas) com uso do software ArcGis 10.3. As classes de uso e cobertura utilizadas foram: área urbana, pastagem, vegetação secundária e florestas. Foram realizadas pesquisas bibliográficas e trabalhos de campo. A bibliografia contou com o documento - Plano Diretor e de Saneamento Básico de Araruama, além de publicações sobre a história local. Os resultados permitiram identificar as transformações na paisagem decorrentes do uso e cobertura da terra e sua influencia nas inundações.

    Análise do IC e do ICP na unidade de gerenciamento de recursos hídricos dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí

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    A precipitação pluvial na Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí é analisada através de auxílio de índices pluviometricos: índice de concentração (IC) e índice de concentração de precipitação (ICP). Foram calculados através do software  R com as funções precintcon.ci.analysis e precintcon.pci.analysis, para a escala temporal de 1976 a 2010 com base nos dados obtidos pela Agência Nacional de Águas (ANA), totalizando 22 séries pluviométricas distribuídas na unidade ou próxima. Obteve-se assim o estudo em diferentes escalas temporais, considerando as decorrências dos eventos ENOS e interferência no padrão de chuvas na Unidade. Os resultados obtidos com os índices mostram a variabilidade da precipitação pluvial e possibilita pensar a suscetibilidade erosiva da UGRHI -

    Evidências sedimentares de antigo ambiente marinho, Montanhas Ellworth, Antártica Ocidental

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    O vale Elephant Head (79°.298’S / 83°20.426’W) é um vale deglaciarizado no qual amostras sedimentares foram coletadas em depósitos morâinicos. Análise do tamanho e morfometria das partículas, composição química e mineralógica foram efetuadas. O predomínio de carbonato de cálcio foi observado na maioria das amostras. Marcas onduladas (ripple marks) sugerem a existência de ambiente marinho raso. Um processo de sedimentação marinha preencheu possivelmente esse mar interior, associado com soerguimento tectônico local, posterior cobertura e ação glacial. Sedimentação calcária e clástica domina o vale, refletindo a natureza e composição das principais fontes de sedimentos. Os depósitos e sedimentos no vale Elephant Head corroboram com outros estudos que caracterizam a área como uma zona de rift em um ambiente sedimentar marinho raso. A principal lacuna é o timing desses eventos

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