Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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    Análises químicas, físicas e mineralógicas de solo em distintos sistemas na região da Toca da Onça, Distrito de Lumiar – Nova Friburgo/RJ

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    No distrito de Lumiar – Nova Friburgo/RJ, técnicas agrícolas tradicionais como o pousio, ou relativamente recentes como os Sistemas Agroflorestais (SAF) são usadas como forma minimizar os impactos da agricultura sobre o solo, buscando sua melhor conservação. O objetivo geral deste estudo é determinar a composição química, física e mineralógica das camadas superficiais do solo em distintos sistemas (Pousio, Sistema Agroflorestal, Pasto e Floresta), tendo sido coletadas amostras de solo nas profundidades 0-5 e 5-10 cm. A classificação textural do solo em todos os sistemas encontra-se na classe franco-arenosa, com exceção do solo do pasto, classificado como franco-argilo-arenoso. A densidade aparente evidencia que o solo do Pasto é o mais compactado com valor próximo a 1,3 g/cm³. No Sistema Agrofloresta foram encontrados os maiores valores de macroporosidade no solo (25%). Neste sistema a mineralogia da fração argila é composta basicamente por caulinita, haloisita, montimorilonita, ilita e gibbsita

    Análise da densidade espacial de patamares estruturais no setor central do geomorfossítio Guaritas do Camaquã - RS

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    Estudos sobre geodiversidade subsidiam as atividades de geoconservação e estabelecem formas de proteção dos recursos abióticos, auxiliando também na identificação das áreas que apresentam elementos da geodiversidade de interesse geomorfológico.A região das Guaritas do Camaquã (Rio Grande do Sul – Brasil), apresenta um conjunto de feições geomorfológicas com expressiva beleza cênica, potencial socioeconômico, importância científica, pedagógica e cultural. Neste sentido, este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de analisar a densidade espacial dos patamares estruturais do setor central do geomorfossítio Guaritas do Camaquã. A partir do mapeamento geomorfológico de detalhe realizado nessa área, foi selecionado o plano de informação referente aos patamares estruturais, a fim de elaborar o mapa de densidade espacial destas feições na área em estudo. O mapa de densidade dos patamares estruturais possibilitou o refinamento de documentos mais complexos (mapa geomorfológico de detalhe) e explicitou a concentração dos patamares estruturais na porção centro-sul da área em estudo.

    Análise preliminar de geomorfossítios da escarpa da Esperança – Paraná

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    O presente trabalho aborda o conceito de Geomorfossítio – correlato ao de Geodiversidade, e sua aplicação na Escarpa da Esperança (PR). Buscando representar diversificados contextos geomorfológicos e identificar suas potencialidades e vulnerabilidades de uso, apresenta-se uma classificação em quatro níveis analíticos que, por sua vez, agregam oito geomorfossítios amostrais, quais sejam: Escarpas Festonadas (Salto/Canyon do Rio São Francisco e Saltos Gêmeos); Formas Triangulares (Vale do Rio Charqueadas e Cabeceiras do Rio São João); Relevos Residuais (Morro do Chapéu e Morro do Pico Agudo); e Formas Elevadas (Crista Planáltica e Divisor Interplanáltico). Vislumbra-se oferecer subsídios a estudos posteriores que visem identificação de seus valores patrimoniais

    Vulnerabilidade ambiental da região Costa das Baleias – Bahia

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    A pressão de uso sobre as zonas costeiras e os seus efeitos sobre o equilíbrio dos ecossistemas têm sido um assunto, frequentemente, abordado na literatura científica. Tal situação leva os planejadores a desenvolverem modelos de estudos costeiros integrados. A partir destes estudos, objetivar-se-á neste trabalho analisar a vulnerabilidade ambiental da Região Costa das Baleias – BA, por meio de técnicas de geoprocessamento, com o intuito de subsidiar o ordenamento ambiental. Nesta pesquisa foram elaborados índices de vulnerabilidade ambiental a partir da integração das características geológicas, pedológicas, clinográficas e de uso e ocupação da terra. As classes que apresentam vulnerabilidade muito alta e alta incluem os manguezais, os ambientes flúviolagunares e a linha de costa. Na classe que apresenta vulnerabilidade ambiental média estão incluídos áreas da planície costeira e as encostas dos tabuleiros. As classes de baixa e muito baixa vulnerabilidade abrangem os topos dos tabuleiros costeiros. Os resultados encontrados poderão ser utilizados como instrumento de ordenamento ambiental

    Praias do litoral de Paraty (RJ)

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    O presente estudo objetivou caracterizar a dinâmica de seis praias abrigadas no município de Paraty, na região da Baia da Ilha Grande, litoral sul fluminense. Foram adquiridos perfis topobatimétricos, coleta de sedimentos e observações das condições de mar nas estações de verão (2016 e 2017) e inverno (2016). Os resultados mostram características distintas quanto à dinâmica morfológica e sedimentar das praias. O extremo norte de Jabaquara, Barra de Corumbê e São Gonçalinho são menos dinâmicos, com perfis semelhantes entre as estações. O setor sul de Jabaquara, Prainha, Taquari e São Gonçalo apresentaram maior dinâmica, com variações na morfologia e na largura. No extremo sul de Jabaquara há indícios de erosão, inclusive com a destruição de construções. Os sedimentos dessas praias variam bastante em tamanho, desde cascalho, areias até lama nas áreas próximas a desemboracura de rios. Em geral, apresentam aumento na granulometria do pós-praia para a face de praia

    Zoneamento da área de influência direta e indireta dos visitantes no Parque Municipal da Lagoinha do Leste, Florianópolis/SC

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    O presente trabalho tem como objetivo o zoneamento de Áreas de Influência Direta (AID) e Áreas de Influência Indireta (AII) dos visitantes em relação aos aspectos bióticos do Parque Municipal da Lagoinha do Leste, Florianópolis/SC. O zoneamento foi realizado com base nos aspectos naturais e antrópicos da área: principalmente as formações vegetais e as duas trilhas de acesso, respectivamente. O resultado está expresso no Mapa de Zoneamento da área. Ressaltamos que uma das aplicações deste mapa para o orgão gestor desta Unidade de Conservação é o de informar aos visitantes as áreas onde são mais pássiveis de ataques de animais silvestres e as áreas que permanecem preservadas pela dificuldade de acesso a elas

    Formações xerófitas no Cerro do Diogo, na localidade de Rodeio Velho, Santana da Boa Vista, RS

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    O estudo a seguir busca apontar a relevância do Cerro do Diogo, na localidade de Rodeio Velho, a oeste do município de Santana da Boa Vista, na Serra do Sudeste do Rio Grande do Sul, RS. A área de estudo apresenta diversas geoformas com interessantes aspectos fitogeográficos e geomorfológicos tais como afloramentos rochosos e escarpamentos, promovendo a existência de ambientes adequados para o estabelecimento de elementos florísticos de caráter xerófito. Esse tipo específico de vegetação presente nesses litobiomas é representado majoritariamente por espécies relictuais como bromeliáceas e cactáceas que perduraram em ambientes que reproduzem condições similares aos seus ecossistemas originais pretéritos. Baseado em fundamentos da Fitogeografia e da Geomorfologia, o trabalho tem como objetivo identificar, caracterizar e relacionar a flora xerofítica com os respectivos ambientes constituintes da paisagem da área de estudo, demonstrando a importância da preservação e conservação desses diminutos e disjuntos pontos de significativa biodiversidade

    Considerações sobre a seleção de áreas protegidas, o planejamento sistemático da conservação e a escala de abordagem

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    Até a década de 1970 as metodologias voltadas à seleção de Áreas Protegidas eram pouco sistematizadas, acarretando na criação de áreas isoladas e sem integração regional. A partir de perspectivas mais recentes, essas áreas deixam de exercer uma função isolada para comporem pilares sobre os quais a integração regional para a conservação da biodiversdiade seja realizada. Nesse âmbito, o Planejamento Sistemático da Conservação visa apresentar um estrutura para seleção e desenho das APs a partir de regiões de planejamento. Discute-se aqui o papel da escala nessa abordagem regional de integração, considerando sua natureza de síntese e a necessidade de ações de conservação em uma escala de detalhe

    Atropelamentos de animais silvestres no semiárido nordestino: estudo de caso da zona rural do município de Assú/RN

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    Essa pesquisa teve como objetivo principal investigar a ocorrência de atropelamentos de animais silvestres da Caatinga no trecho entre as comunidades rurais de Linda Flor e Poré, localizadas na zona rural do município de Assú-RN, bem como apontar quais as espécies que são atropeladas com maior frequência, quais ás áreas onde o número de atropelamentos mais ocorre, além de apontar medidas mitigadoras que possam minimizar os impactos negativos causados à fauna local pelo deslocamento de veículos. O percurso analisado é equivalente a 11 km de estrada e apresenta larguras entre 10 e 15 m As coletas de dados foram realizadas a partir das 05:00h durante os dias 12/10/2016 à 18/10/2016. Pode-se constatar que o atropelamento de animais silvestres são frequentes na rodovia federal RN 016, destacando as aves e repteis. Faz parte dos objetivos dos autores realizar outros trabalhos envolvendo as problemáticas pesquisadas na mesma área

    Espacialização da precipitação pluvial média total mensal e sazonal da bacia hidrográfica do Alto Jacuí/RS

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    O objetivo da pesquisa é espacializar a pluviometria média total mensal e sazonal da bacia hidrográfica do Alto Jacuí no período de 31 anos. Foram selecionados 27 postos pluviométricos com uma série temporal de janeiro de 1980 a dezembro de 2010. Os dados pluviométricos foram transferidos para uma planilha do Programa Microsoft Office Excel 2013 com a finalidade de obter as médias das precipitações pluviométricas para o período mensal, sazonal entre todos os postos. Foi utilizado o método de Sturges para determinar o número de classes, sendo estabelecidas diferentes classe para os dois períodos, sendo utilizado para a espacialização da distribuição pluviométrica o programa Software ArcGIS 10.1. Dessa forma, foi possivel considerar que existe uma grande variação na distribuição espacial das chuvas em função da orografia na bacia hidrográfica. Com isso, a uma tendência na porção central e sudoeste a ter os menores valores

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