Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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    Repercussão da oscilação sul na precipitação do sudeste brasileiro: análise para os anos de 2015 e 2016

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    Anomalias de temperatura do oceano pacífico sul são um dos mais conhecidos padrões de telexonexão que afentam o clima em escala planetária. Em face desta importância e da necessidade de melhor compreensão dos impactos desse fenômeno, sobretudo no Sudeste brasileiro, este trabalho avalia a hipótese de ocorrência de anomalias pluviométricos nesta região em virtude da intensidade do fenômeno. Para isso, foi selecionado o evento ocorrido entre 2015 e 2016 (comparando-os ao período de 1948-2016), dando atenção aos trimestres com concentração da precipitação. Como estratégia metodológica, foram utilizados dados de reanálise do NCEP/NCAR aplicando teste de correlação entre o indíces de oscilação, precipitação e vetor de ventos em 850 mb para as diverentes regiões do pacífico. Como resultados, destaca-se: anomalia positiva para janeiro de 2016 e o trimestre JFM (IOS +2.0), possivelmente associados à região Nino 1+2; anomalia negativa no trimestre SON (IOS +2.0), possivelemnte associado à região Niño 4

    Clima urbano de tefé-am: análise episódica da temperatura do ar no centro e na vila Boa Sorte do período de 2014-2015

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    Este trabalho teve como objetivo realizar uma análise das diferenças térmicas em duas áreas: Centro e Vila Boa Sorte da cidade de Tefé-AM . Foram coletados os dados de temperatura do ar no período diurno e noturno, nos meses de outubro de 2014, maio e novembro de 2015 e junho e julho de 2016 nos horários de 08:00h e 11:00h e das 18:00h às 21:00h, além, levar em consideração toda a característica do uso do solo das áreas. Os resultados demonstraram que na area Central que possui maior densidade construtiva, fluxo instenso de veículos e pessoas ocorre a concentração elevada de calor e alta amplitude de temperatura em relação ao bairro Vila Boa Sorte. Conclui-se que é preciso a busca de alternativas para a intervenção no ambiente, visando melhorar o planejamento e a produção do espaço da cidade

    Análise de vazões da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul, variabilidades, intensidades e períodos de retorno

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    A utilização de técnicas estatísticas descritivas e modelos probabilísticos são fundamentais na realização de estudos voltados à análise do comportamento de vazões de determinada bacia. O presente estudo tem como objetivo analisar o comportamento da vazão, mínimas e máximas, de algumas seções do rio Paraíba do Sul. Para tanto, a metodologia empregada para a elaboração dos resultados compreende a lei de distribuição de frequências de Gumbel, cálculo do período de retorno e determinação do coeficiente de variação. Os dados foram trabalhados e analisados em planilhas do Excel, onde se constatou os períodos de retorno para os dados máximos e mínimos de vazão para a série histórica de três estações da bacia em questão. A partir da realização do estudo, destaca-se a importância da análise estatística na compreensão do comportamento hidrológico, como também, na gestão dos recursos

    Perfil topoclimático do Cerro do Botucaraí, em Candelária/RS, durante o mês de maio de 2016

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    Este trabalho tem como objetivo analisar a variabilidade termo-higrométrica na localidade do Cerro do Botucaraí, em Candelária, Rio Grande do Sul, considerado o ponto isolado mais alto do estado com 569 metros de altitude acima do nível do mar. A análise foi feita com os valores médios diários e mensais de temperatura e umidade relativa do ar, coletados em dois pontos distintos, sendo uma deles da base do Cerro do Botucaraí e o outro do topo do Cerro de mesmo nome. Com esta análise foi possível observar que as temperaturas no topo do Cerro do Botucaraí são em geral mais baixas do que em sua base, identificando a variação de altitude entre estes dois pontos como sendo o principal fator causador da variabiliadade da temperatura do ar e, consequentemente, da umidade relativa do ar

    Análise de um episódio de nuvem funil em Santa Maria/RS no dia 4 de março de 2016

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    No Brasil, sobretudo no centro-sul, os eventos extremos como tornados são registrados frequentemente pela população. Além dos tornados, também são registradas as nuvens funil que tem a mesma gênese do tornado, mas não toca o solo. O objetivo desse trabalho foi de analisar as condições atmosféricas que resultaram na ocorrência de uma nuvem funil em Santa Maria/RS no dia 04 de março de 2016. Os procedimentos metodológicos baseados em cartas sinóticas e dados da estação meteorológica de Santa Maria, mostraram-se propícios para a formação de distúrbios na atmosfera resultando na nuvem funil

    Climatologia do Sertão da Paraíba, Brasil

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    A classificação climática visa abranger grandes áreas e analisar todas as suas condições no meio, seja elas climáticas ou biogeográficas. As transformações na climatologia geográfica começaram a ocorrer a partir da década de 1960 principalmente por Monteiro. Uma das principais metodologias empregadas para identificar os tipos de clima é o trabalho de Nímer (1979) juntamente com a equipe do IBGE, associando métodos tradicionais a métodos dinâmicos, classificando em climas zonais e regionais. O objeto de estudo (Sertão da Paraíba) apresentou resultados influenciados pelo relevo, pois quanto mais afastados estão os postos pluviométricos do Planalto da Borborema, mais altos tendem a serem os valores de precipitação. O objetivo geral da pesquisa é realizar a classificação dos sistemas atmosféricos atuantes e propor um mapeamento de tipos de clima para o Sertãoda Paraíba, que é uma etapa de um projeto maior de mapeamento de todo o Estado da Paraíba

    Análise dos condicionantes do evento de seca entre os anos 2011 a 2016 no Agreste Meridional e seus impactos

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    O presente trabalho tem como objetivo analisar os impactos produzidos pelos índices pluviométricos abaixo da média no período entre 2011 e 2016 no Agreste Meridional do Estado de Pernambuco. Para construção dessa analogia é apresentada uma discussão sobre as variáveis ou bloqueios como TSM do Atlântico e do Pacífico, as variáveis atmosféricas, dados pluviométricos e análise de mapas, como também traz uma abordagem dos impactos provocados por este evento extremo de origem climatológica gerados na região de estudo. Nesse período notou-se uma crise hídrica sentida pela sociedade, no qual se faz necessário uma ação que busque minimizar os efeitos provocados por eventos de seca

    Comparativo entre instrumentos pluviométricos experimentais e automáticos

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    O objetivo deste estudo foi a comparação entre os totais de chuva coletados por diferentes instrumentos pluviométricos com a finalidade de encontrar seus desvios e correlações, a similaridade entre eles, e estabelecer, se possível, um valor correcional entre um modelo experimental em relação a um modelo automático. Os dados foram obtidos por meio da compilação das informações pluviométricas da Estação Meteorológica Automática (EMA) do Laboratório de Climatologia e Biogeografia (LCB) do Departamento de Geografia (DG/USP) além das coletas por pluviômetros automático e de outros dois equipamentos manuais, os pluviômetros experimentais de Milanesi e Galvani (2012) no período de 02/dez/2015 a 28/nov/2016. A partir de observações dos diversos valores coletados procedeu-se à análise comparativa por meio do desvio padrão (S), das amplitudes absolutas (AMP) e do índice de variação (IVar) e posterior identificação dos coeficientes de determinação e coeficiente de correlação quando foi aplicado o teste a distribuição “t-Student”. Os resultados conduziram à baixa homogeneidade das comparações quando considerados os totais mais baixos (maior variação no inverno), subvaloração dos totais quando observadas as intensidade das chuvas e o equipamento automatico (maior intensidade leva a maiores erros), coeficiente de determinação relativamente elevado, onde na média, o poder explicativo do modelo foi de 98 % considerando os totais e as respectivas superfícies coletoras. Já quando considerado o coeficiente de correlação (0,99), este foi significativo ao nível de 95% de probablidade para o teste “t-Student”

    Variabilidade da precipitação pluvial na região de Angra Doce

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    Através da análise da dinâmica da precipitação em determinada região, torna-se possível compreender o clima que a caracteriza, pois permite reconhecer áreas com maior intensidade de precipitação e áreas com escassez. Esse trabalho teve como objetivo analisar a variabilidade da precipitação na região Angra Doce, constituída por municípios do estado do Paraná e de São Paulo, analisando-se a média climatológica do período estudado (1976-2010) e também os períodos com maior e menor volume de precipítação. Esse estudo busca também verificar a variabilidade espacial e temporal da concentração da precipitação na região Angra Doce

    Análise do perfil longitudinal e Índice SL do rio Araranguá (SC) para identificação de anomalias associadas a deformações neotectônicas e controles estruturais

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    Esta pesquisa objetivou analisar as deformações tectônicas e influências morfoestruturais no arranjo da drenagem do rio Araranguá (SC) por meio da elaboração do perfil longitudinal, aplicação do índice SL de Hack (1973) e identificação de setores anômalos. Assim, os índices, associados a modificações nos padrões de drenagem, disponibilizaram análises tectônicas que forneceram subsídios à interpretação geológica/geomorfológica do rio Araranguá (SC). Os resultados evidenciaram trechos de soerguimento no alto curso, correlacionados a eventos tectônicos deformacionais e as maiores anomalias verificadas (1ª ordem); setores de subsidência em parte do alto curso e ao longo do médio curso associados a anomalias de 1ª ordem, relacionadas ao controle estrutural da Formação Botucatu e Formação Gramado; zonas de agradação no baixo curso, relativas à atuação de diferentes sistemas deposicionais (marinho, eólico, lagunar e fluvial), que em conjunto originaram superfícies planas, marcadas por poucas anomalias de 1ª e 2ª ordem, associadas às desembocaduras de tributários

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