Revistas Universidad Pedagógica Nacional, Bogotá
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    As ciências humanas: dos tempos de crise aos sentidos da esperança

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    This paper reflects on the teaching of the human sciences and its emerging possibility of lucidity in the face of the uncertainty of these times. To do so, we initially expose the challenge of thinking amid the signs of these times; then, we reflect on the relationship between the human sciences and the times of hope; finally, we consider the implications of research in the human sciences and its demand in the face of the proliferation of scientific publications. Our thesis is that the human sciences must be capable of disturbing the times of hardship that inhabit us and be part of the life whose immanence is hope; this, to envision other possible paths.Este escrito reflexiona acerca de la enseñanza de las ciencias humanas y su posibilidad emergente de lucidez frente a la incertidumbre de estos tiempos. Para ello, inicialmente exponemos el reto de un pensar en medio de los signos de estos tiempos; luego, reflexionamos en torno a la relación entre las ciencias humanas y los tiempos de esperanza; finalmente, consideramos las implicaciones de investigar en ciencias humanas y su demanda frente a la proliferación de las publicaciones científicas. Nuestra tesis es que las ciencias humanas deben ser capaces de perturbar los tiempos de penuria que nos habitan y ser parte de la vida cuya inmanencia es la esperanza; esto, con el fin de avizorar otros caminos posibles.Este artigo reflete sobre o ensino das ciências humanas e a sua possibilidade emergente de lucidez face à incerteza dos tempos que correm. Para tal, começamos por discutir o desafio de pensar no meio dos sinais destes tempos; depois, refletimos sobre a relação entre as ciências humanas e os tempos de esperança; por fim, consideramos as implicações da investigação em ciências humanas e a sua exigência face à proliferação de publicações científicas. A nossa tese é a de que as ciências humanas devem ser capazes de romper com os tempos de penúria que nos habitam e fazer parte da vida cuja imanência é a esperança, de modo a perspectivar outros caminhos possíveis

    Motivação instrumental e desempenho na fala de L2 de aprendizes Indonésios de inglês como segunda língua: Uma enquete

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    The present study aimed to assess the level of instrumental motivation among Indonesian university students learning English as a second or foreign language and examined how it impacts learners’ speaking achievements. Participants included 188 students majoring in non-English disciplines. Through descriptive statistics, the study found that learners had a generally high level of instrumental motivation. They reported high motivation levels linked to academic success, overseas vacations, self-improvement, and notably, future career prospects. Despite this general trend, their motivation to learn English to gain respect was rather low. Through a bivariate linear regression, the study further found that learners’ instrumental motivation barely influenced their L2 speaking achievement contributing to only 0.3% of the variance. These findings suggest nuanced pedagogical implications, underscoring the need for targeted motivational strategies in language education. Further research is recommended to explore these dynamics in different contexts.El presente estudio tuvo como objetivo evaluar el nivel de motivación instrumental entre estudiantes universitarios indonesios que aprenden inglés como segunda lengua o lengua extranjera y examinó cómo esto impacta en los logros de expresión oral de los aprendices. Participaron 188 estudiantes de disciplinas no relacionadas con el inglés. A través de estadísticas descriptivas, el estudio encontró que los aprendices tenían un nivel generalmente alto de motivación instrumental. Los estudiantes mostraron altos niveles de motivación vinculados al éxito académico, vacaciones en el extranjero, auto-mejora y, notablemente, futuras oportunidades en sus campos. A pesar de esta tendencia general, su motivación para aprender inglés con el fin de ganar prestigio fue bastante baja. Mediante una regresión lineal bivariada, el estudio encontró además que la motivación instrumental de los aprendices apenas influía en su logro en expresión oral en L2, contribuyendo solo al 0.3% de la varianza. Estos hallazgos sugieren diversas implicaciones pedagógicas, subrayando la necesidad de estrategias motivacionales dirigidas en la educación lingüística. Se recomienda realizar más investigaciones para explorar estas dinámicas en diferentes contextos.O presente estudo teve como objetivo avaliar o nível de motivação instrumental entre estudantes universitários indonésios que aprendem inglês como segunda língua ou língua estrangeira e examinar como isso impacta os resultados dos aprendizes na fala. Os participantes incluíram 188 estudantes de disciplinas não relacionadas ao inglês. Através de estatísticas descritivas, o estudo descobriu que os aprendizes tinham um nível geralmente alto de motivação instrumental. Eles relataram altos níveis de motivação ligados ao sucesso acadêmico, férias no exterior, autoaperfeiçoamento e, notavelmente, perspectivas futuras de carreira. Apesar dessa tendência geral, a motivação deles para aprender inglês a fim de ganhar respeito foi bastante baixa. Por meio de uma regressão linear bivariada, o estudo também descobriu que a motivação instrumental dos aprendizes quase não influenciava seu desempenho na fala em L2, contribuindo com apenas 0.3% da variância. Esses achados sugerem diversas implicações pedagógicas na aquisição de línguas, destacando a necessidade de estratégias motivacionais direcionadas na educação linguística. Pesquisas futuras são recomendadas para explorar essas dinâmicas em diferentes contextos

    O espaço é relacional, relativo ou absoluto? A natureza do espaço geográfico que ensinamos e sua dimensão intercultural

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    Geography is a science in which we find concepts that have been controversial and deserve analysis and reflection, to avoid ambiguities as to their cognitive value and epistemological consistency. This essay is an invitation to reflect on Geographic Space by answering the question: Is space relational, relative, or absolute? a complex and often controversial question. From this framework we argue that, with respect to the nature of Geographic Space, it cannot be said that it is totally absolute, relative, or relational. The three conceptions of space coexist permanently, and we cannot choose one of them, since the "geographical reality" has manifested this complexity. Based on the above, the doors are opened to a new dimension of space that welcomes the conceptions and ancestral knowledge of native groups that are often left out of these classifications: the intercultural space. From inside-outside the Wallmapu we raise this demand, not only in personal but also in collective terms, and that is, at the same time a strong reflexive interpellation to Geography as a scientific discipline as well as to its teaching.La geografía es una ciencia en la cual encontramos conceptos controversiales que merecen análisis y ser puestos siempre en reflexión a fin de evitar ambigüedades en cuanto a su valor cognoscitivo y a su consistencia epistemológica. Este artículo es una invitación a reflexionar sobre el espacio geográfico respondiendo la pregunta: ¿el espacio es relacional, relativo o absoluto? Desde este marco sostenemos que, con respecto a la naturaleza del espacio geográfico, no se puede afirmar que este es totalmente absoluto, relativo o relacional. Las tres concepciones de espacio conviven de manera permanente y no se ha de optar por uno de ellos puesto que la “realidad geográfica” ha manifestado esa complejidad. A partir de lo anterior, se abren las puertas hacia una nueva dimensión de espacio que acoja las concepciones y saberes ancestrales de grupos originarios que muchas veces quedan fuera de estas clasificaciones: el espacio intercultural. Desde dentro-fuera del Wallmapu levantamos esta demanda, no solo en términos personales sino colectivos, y que es a su vez una fuerte interpelación reflexiva a la geografía como disciplina científica y su enseñanza.A geografia é uma ciência na qual encontramos conceitos que têm sido controversos e merecem análise e reflexão, a fim de evitar ambiguidades quanto ao seu valor cognitivo e consistência epistemológica. Este ensaio é um convite para refletir sobre o Espaço Geográfico respondendo à pergunta: O espaço é relacional, relativo ou absoluto? uma questão complexa e muitas vezes controversa. A partir deste quadro, argumentamos que, com respeito à natureza do Espaço Geográfico, não se pode argumentar que ele seja totalmente absoluto, relativo ou relacional. As três concepções de espaço coexistem permanentemente e não é necessário optar por uma delas, uma vez que a "realidade geográfica" tem manifestado esta complexidade. Com base no acima exposto, as portas estão abertas para uma nova dimensão de espaço que abraça as concepções e conhecimentos ancestrais de grupos nativos que muitas vezes são deixados de fora destas classificações: o espaço intercultural. De dentro para fora da Wallmapu levantamos essa demanda, não apenas em termos pessoais, mas também em termos coletivos, e isso em também interpelação reflexiva à Geografia como disciplina científica, bem como ao seu ensino

    Estudiar, conocer y comprender el espacio geográfico. Desafío constante para la humanidad

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    Cobijados en cavilaciones y motivaciones, el presente número de Anekumene divulga una serie de disertaciones que comparten por este medio sus autores, y en las que hay en efecto intereses para que las personas en general comprendamos el valor del saber espacial, lo que se puede entender como el reposicionamiento de la geografía en la sociedad actual

    Magdalena. Historias de Colombia

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    En Magdalena. Historias de Colombia, Davis hace de cada meandro, de cada afluente, de estuarios y ciénagas, el escenario que permitió el desarrollo de hechos que hicieron de Colombia la nación que hoy es. Así, en su tránsito por el rio, Davis logra capturar no solo el sonido de su fluir sino a su vez, de las voces de músicos, pescadores, desplazados forzados y científicos, que hicieron del Magdalena una fuente de vida, pero también recupera las historias de un Simón Bolívar o de un Humboldt que alguna vez encontraron en el rio un impulso para continuar con sus hazañas revolucionarias, cada uno a su modo

    Geografía: espacialidad, educación y territorio en tiempos de conflicto

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    En esta oportunidad estamos emocionados de presentar la edición número 24 de la revista Anekumene, que promete llevar a los lectores a un viaje intelectual por medio de la intersección de la geografía, la educación y las prácticas espaciales en América Latina. Este número, se destaca por su compromiso con la comprensión del espacio desde la educación, lo cual permite una mirada de reconocimiento y apropiación de los lugares y de cómo las prácticas espaciales moldean la vida de las personas en la región

    ¿Y la educación para la vejez?

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    Este artículo tiene como intención realizar una aproximación y problematización en torno a los procesos educativos brindados a los adultos mayores, ya que es una población que ha sido histórica y socialmente segregada, y que nos reta educativamente ante sus condiciones de salud que inciden a nivel físico, cognitivo y emocional. Consideramos crucial comenzar con indagaciones sobre la noción de vejez, para luego ir a las políticas públicas y el tipo de formación y procesos de desarrollo integral que generan programas como los centros de acogida o las casas culturales entre otras; finalmente, realizaremos algunas reflexiones desde la educación y la educación especial.&nbsp

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