Revista Hypnos
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    La función práctico-vital de la Idea de Bien en la República de Platón

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    This paper proposes to interpret the ethical aspect of the Form of the Good, presented by Plato in Book VI of the Republic, by giving it the meaning of individual happiness. After some considerations on Platonic ethics that serve as a framework for the practical-vital function of the Form of the Good, the normative and teleological function of the Good as the end and meaning (τέλος) of human life is analysed and several parallels are drawn between the passages of Book VI of the Republic concerning the ethical function of the Form of the Good and other passages of the Dialogues. It concludes by examining the Socratic-Platonic thesis of the inseparability between happiness and excellence, as well as the function of the Form of the Good as a rule of life.En este trabajo se propone interpretar el aspecto ético de la Idea de Bien, presentada por Platón en el libro VI de la República, otorgándole el sentido de felicidad individual. Tras unas consideraciones sobre la ética platónica que sirven de marco a la función práctico-vital de la Idea de Bien, se analiza la función normativa y teleológica del Bien en tanto que fin y sentido (τέλος) de la vida humana y se trazan diversos paralelismos entre los pasajes del libro VI de la República a propósito de la función ética de la Idea de Bien y otros pasajes de los Diálogos. Se concluye examinando la tesis socrático-platónica de la inseparabilidad entre felicidad y excelencia, así como la función de regla de vida atribuida a la Idea de Bien

    Justiça e lei em Protágoras e Antifonte

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    This paper presents the ideas of law and justice of two sophists, Protagoras and Antiphon. The aim is to show that their positions on the nómos-phýsis controversy, although often seen as opposed, can be understood simply as different answers to the same question. Antiphon does not despise the law, nor does embrace a natural law distinct from the positive one. Like Protagoras, he starts from the conventionality of justice and expresses interest in the advantageous decisions of the State. But while Protagoras assumes democratic deliberation as a criterion to define the utility established by the laws, Antiphon criticizes the agreements that, instead of benefiting citizens, limit the possibilities of action and produce harms.Este artigo expõe as concepções de lei e de justiça de dois sofistas, Protágoras e Antifonte. O objetivo é mostrar que as soluções que ambos apresentam para a controvérsia nómos-phýsis, embora com frequência descritas como antagônicas, podem ser entendidas simplesmente como respostas diversas para a mesma questão. Antifonte não despreza a lei, nem defende um justo natural diverso do justo legal. Como Protágoras, ele parte da convencionalidade da justiça e manifesta interesse pela utilidade das decisões da cidade. Mas, enquanto Protágoras foca na deliberação democrática como definidora do útil positivado na lei, Antifonte concentra sua crítica nos abusos frequentes das convenções que, em vez de favorecer os cidadãos, tolhem as possibilidades de ação e causam danos

    Geração Espontânea em Aristóteles sob a análise de Processos Naturais Necessários

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    I aim, in this paper, to develop an investigation regarding the necessary natural processes involved in the compositional activity of spontaneously generated living organisms in Aristotle. In order to elaborate this investigation, I’ll try to conduct an explanatory reasoning in which certain types of necessity will be delimited, involved in the study of different beings and natural phenomena, which can be identified in Aristotelian treatises of natural philosophy. From this investigation, I’ll then draw a comparative examination between the compositional activities of inanimate homogeneous bodies (metals/minerals) and of living beings generated by spontaneity. With this, I intend to establish a certain understanding or discernment about the nature of spontaneous generation in Aristotle.Tenho como objetivo, neste artigo, desenvolver uma investigação referente aos processos naturais necessários, envolvidos na atividade composicional dos organismos vivos gerados espontaneamente em Aristóteles. Para elaborar esta investigação, procurarei conduzir um arrazoado explanatório no qual será delimitado determinados tipos de necessidade, implicados no estudo de diversos seres e fenômenos naturais, que podem ser identificados nos tratados aristotélicos de filosofia natural. A partir desta investigação, traçarei, então, um exame comparativo entre as atividades composicionais dos corpos homogêneos inanimados (metais/minerais) e dos seres vivos gerados por espontaneidade. Com isto, pretendo estabelecer certa compreensão ou discernimento acerca da natureza da geração espontânea em Aristóteles

    Analisi di due vie di fuga dalla critica aristotelica delle Forme platoniche

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    Este trabajo explora dos vías de escape a la crítica que Aristóteles hace a las Formas platónicas, específicamente a la separación. La separación de las Formas o Ideas es una de las características más problemáticas, si no es que la más, para aceptar la viabilidad de la Teoría de las Formas. Las dos posibles respuestas, a partir de interpretaciones recientes a esta crítica, parecen prometedoras, sin embargo, hay objeciones fuertes que hacen difícil creer que son determinantes.This work explores two escape routes from the criticism that Aristotle makes of the Platonic Forms, specifically of separation. The separation of Forms or Ideas is one of the most problematic characteristics, if not the most, to accept the viability of the Theory of Forms. The two possible responses, based on recent interpretations of this criticism, seem promising, however, there are strong objections that make it difficult to believe that they are decisive.Este trabalho explora duas rotas de fuga da crítica que Aristóteles faz às Formas Platônicas, especificamente à separação. A separação de Formas ou Ideias é uma das características mais problemáticas, senão a mais, para aceitar a viabilidade da Teoria das Formas. As duas respostas possíveis, baseadas em interpretações recentes desta crítica, parecem promissoras, no entanto, existem fortes objecções que tornam difícil acreditar que sejam decisivas.Cet ouvrage explore deux voies de sortie de la critique qu'Aristote fait des Formes platoniciennes, notamment de la séparation. La séparation des formes ou des idées est l’une des caractéristiques les plus problématiques, sinon la plus, pour accepter la viabilité de la théorie des formes. Les deux réponses possibles, basées sur les interprétations récentes de cette critique, semblent prometteuses, mais il existe de fortes objections qui font qu'il est difficile de croire qu'elles soient décisives.Questo lavoro esplora due vie di fuga dalla critica che Aristotele fa alle Forme platoniche, nello specifico alla separazione. La separazione delle Forme o Idee è una delle caratteristiche più problematiche, se non la più problematica, per accettare la fattibilità della Teoria delle Forme. Le due possibili risposte, basate sulle recenti interpretazioni di questa critica, sembrano promettenti, tuttavia ci sono forti obiezioni che rendono difficile credere che siano decisive

    Aspectos Dramáticos do Lísis: o cenário e as relações entre suas personagens

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    Considering the fundamental interweaving in a Platonic dialogue – a multifaceted object – between its philosophical content and its dramatic construction, this article aims to highlight the tensions and contrasts among the characters in the Lysis, one of Plato’s early dialogues. The investigation confirms the presence of theoretical intentions and strategic choices made by the author in the scenic composition of the text and seeks to point out the role of the relationships between the characters in the elaboration of concepts and the logical-argumentative development of the work.Tendo em vista o entrelaçamento fundamental existente em um diálogo platônico, objeto multifacetado, entre seu aspecto filosófico e sua construção dramática, este artigo tem em vista evidenciar as tensões e contrastes entre as personagens do Lísis, diálogo platônico de juventude. A investigação confirma a presença de intenções teóricas e escolhas estratégicas feitas pelo autor na construção cênica do texto e visa apontar o papel das relações entre as personagens para a elaboração dos conceitos e o desenvolvimento lógico-argumentativo da obra

    Tithenai ta phainomena em Aristóteles: origem e Significado

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    This article offers an interpretative exegesis of the expression "Τίθεσθαι τὰ φαινόμενα" (Tithenai ta Phainomena) in Aristotle's works, focusing on the establishment of the concept, its potential universalization, and the challenges in translating "φαινόμενα" (phainomena). Drawing on Owen's insights, we analyze how Aristotle employs this expression to explore the relationship between appearances and the understanding of phenomena. The discussion highlights the implications of universalizing the concept and the difficulties encountered in translation, seeking alternatives that maintain the original philosophical meaning. This analysis aims to clarify Aristotle's impact on the philosophical tradition and his contributions to the study of phenomena.Este artigo realiza uma exegese interpretativa da expressão "τίθεναι τὰ φαινόμενα" nas obras de Aristóteles, focando no estabelecimento do expediente, sua universalização e a problemática da tradução de "phainomena". A partir da abordagem de Owen, analisamos como Aristóteles utiliza essa expressão para explorar a relação entre as aparências e a compreensão dos fenômenos. Discutimos as implicações da universalização do conceito e as dificuldades que surgem na tradução, buscando alternativas que preservem o significado original no contexto filosófico. Esta análise visa esclarecer o impacto de Aristóteles na tradição filosófica e suas contribuições para o estudo dos fenômenos

    Derecho natural sin ley natura: Tomás de Aquino y algunas diferencias importantes con Aristóteles

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    The idea of natural right has an ancient tradition that goes back to Aristotle with his concept of "what is right by nature". Thomas Aquinas picks up this idea and enriches it with the contribution of the Stoics and, naturally, of Christianism. A central role in this notion of "what is right by nature" is, obviously, the conception of nature, which has many similarities in the two thinkers. There is, however, an important difference, and it is the one that allows us to make Aristotelian nature the ultimate referent of "what is right by nature". For Thomas Aquinas, on the other hand, nature is an instrument in the hands of God, and thus ceases to be the ultimate referent of all that is "natural", including right. The notion of what is right requires a criterion according to which we say that a thing is just or right, and Thomas Aquinas calls this criterion "law". In things that are right by nature, that law is the reason of God, creator of nature. For Aristotle, on the other hand, since God is neither creator nor voluntary governor of the world, nature cannot be the effect of a creative act, and therefore becomes the ultimate referent for the legitimization of what is right by nature.La idea de derecho natural tiene una antigua tradición que llega incluso hasta Aristóteles con su concepto de “lo justo por naturaleza”. Tomás de Aquino recoge esa idea y la enriquece con el aporte de los estoicos y, naturalmente, del cristianismo. Un papel central en esta noción de “lo justo por naturaleza” es, obviamente, la concepción de la naturaleza, que presenta muchas semejanzas en los dos pensadores. Hay sin embargo una diferencia importante y es la que permite hacer de la naturaleza aristotélica el referente último de “lo justo por naturaleza”. Para Tomás de Aquino en cambio, la naturaleza es un instrumento en las manos de Dios, con lo cual deja de ser el referente último de todo lo “natural”, incluido el derecho o lo justo. La noción de lo justo requiere de un criterio según el cual decimos que una cosa es justa, y a ese criterio Tomás de Aquino lo llama “ley”. En las cosas justas por naturaleza, esa ley es la razón de Dios, creadora de la naturaleza. Para Aristóteles en cambio, al tratarse de un dios que no es creador ni gobernador voluntario del mundo, la naturaleza no puede ser efecto de un acto creador, y por lo tanto se convierte en el referente último de legitimación de lo justo por naturaleza.La idea de derecho natural tiene una antigua tradición que llega incluso hasta Aristóteles con su concepto de “lo justo por naturaleza”. Tomás de Aquino recoge esa idea y la enriquece con el aporte de los estoicos y, naturalmente, del cristianismo. Un papel central en esta noción de “lo justo por naturaleza” es, obviamente, la concepción de la naturaleza, que presenta muchas semejanzas en los dos pensadores. Hay sin embargo una diferencia importante y es la que permite hacer de la naturaleza aristotélica el referente último de “lo justo por naturaleza”. Para Tomás de Aquino en cambio, la naturaleza es un instrumento en las manos de Dios, con lo cual deja de ser el referente último de todo lo “natural”, incluido el derecho o lo justo. La noción de lo justo requiere de un criterio según el cual decimos que una cosa es justa, y a ese criterio Tomás de Aquino lo llama “ley”. En las cosas justas por naturaleza, esa ley es la razón de Dios, creadora de la naturaleza. Para Aristóteles en cambio, al tratarse de un dios que no es creador ni gobernador voluntario del mundo, la naturaleza no puede ser efecto de un acto creador, y por lo tanto se convierte en el referente último de legitimación de lo justo por naturaleza

    O parricídio intemporal de Zeus: um exemplo de violência familiar na mitologia grega?

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    This interdisciplinary study focuses on the analysis of parricide in Greek mythology, with Zeus as the central figure and aggressor. The paper seeks to understand how this act of transgression has been transmitted across mythological generations, identify the root motives, assess the consequences, and comprehend how this behavior of violence against the father can simultaneously symbolize a quest for power and a demonstration of stability.    Este estudo interdisciplinar tem como objectivo analisar o parricídio na mitologia grega, tendo Zeus como figura central e agressor. Procurar-se-á compreender de que forma este acto de transgressão foi transmitido ao longo das gerações mitológicas, identificar os motivos subjacentes, avaliar as consequências e compreender de que modo este comportamento de violência contra o pai pode simbolizar, simultaneamente, uma procura pelo poder e uma demonstração de estabilidade

    A retórica e seus conflitos: da Antiguidade Clássica às redes sociais

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    In this article we will analyze a view of rhetoric as potentially provoking conflicts between men and disintegrating cities. This dubious shadow, and the risks it brought with it, was seen at times as a feature of human language itself, but It was always the rhetoric art that exhibited with more evidence these risks. Then we will seek, among contemporary authors, concepts that can, if not eliminate, limit or control in some way the action of rhetoric considering its agents, retors and speakers, as possible rational and innovative agents of ideology. Finally we will see that these concepts could have the same beneficial effects for rhetoric in the virtual world of social networks.Neste texto se analisará uma visão da retórica enquanto potencialmente provocadora de conflitos entre os homens e desagregadora de cidades. Essa sombra duvidosa, e os riscos que ela trazia consigo, foi vista, em alguns momentos, como uma característica da própria linguagem humana, mas sempre foi a retórica a arte que exibia com mais evidência esses risco. Em seguida se procurará, entre autores contemporâneos, conceitos que possam, se não eliminar, limitar ou controlar da algum modo, a ação da retórica considerando seus agentes, retores e oradores, como possíveis agentes racionais e inovadores de ideologia. Por fim veremos que esses conceitos poderiam ter os mesmos efeitos benéficos para a retórica no mundo virtual das redes sociais

    El Concepto del tiempo en la épica histórica de Claudiano

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    Este artículo analiza el sentido ambivalente del tiempo en la epopeya histórica de Claudio (siglo IV d.C.). Para el poeta, el tiempo es, por un lado, cíclico y eterno (αἰών), y por otro, lineal e irreversible (χρόνος). También se estudia la influencia de la filosofía neoplatónica y del estoicismo en la concepción claudiana del tiempo, asociando siete conceptos que están en el núcleo de la cultura grecolatina y son parte activa de su peculiar desarrollo histórico: Potentia , ἀναλογία, Iustitia , Bellum , Ars.Este artículo analiza el significado ambivalente del tiempo en la epopeya histórica de Claudiano (siglo IV d.C.). Para el poeta, el tiempo es, por un lado, cíclico y eterno (αἰών), por otro, lineal e irreversible (χρόνος). Se estudió, a su vez, la influencia de la filosofía neoplatónica y el estoicismo en la noción que tenía Claudiano de la época, a la que asociamos siete conceptos que están en la base de la cultura greco-latina y son parte activa de su peculiar acontecimiento histórico. : Potentia , ἀναλογία, Iustitia , Bellum , Ars

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