Iberoamérica Social (E-Journal)
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    Situação das mulheres indígenas no Brasil

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    In violation of your human rights, they have been led by more than corrupt homens who have seduced you for a meal, for programs, eventual promises that confuse you or the feminine universe, pois tais mulheres têm origina numa cosmovisão, values, traditions totally different from the urban world , enveloping and masculine.A violação aos seus direitos humanos as tem conduzido às mãos de homens corruptos que as seduzem por um prato de comida, por programas, promessas eventuais que confundem o universo feminino, pois tais mulheres têm origem numa cosmovisão, valores, tradições totalmente diferentes do mundo urbano, envolvente e masculino

    Resinificando a fronteira

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    We intend to situate it as a terrain of immeasurable wealth in which the encounter between differences arises and, based on their knowledge, respect for them, establishing mutually collaborative paths that favor coexistence and expand the possibilities of growth of the different parts that they share a border.Pretendemos situarla como un terreno de inabarcable riqueza en el que surge el encuentro entre las diferencias y, a partir de su conocimiento, el respeto a ellas, estableciendo caminos de mutua colaboración que favorezcan la convivencia y amplíen las posibilidades de crecimiento de las diferentes partes que comparten frontera.Pretendemos situá-lo como uma terra de riqueza incomensurável na qual surge o encontro entre as diferenças e, a partir dos seus conhecimentos, o respeito por elas, estabelecendo caminhos de colaboração mútua que favoreçam a convivência e ampliem as possibilidades de crescimento das diferentes partes que partilham. uma fronteira

    A (não) dissolução de (ciber) fronteiras

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    Our digital borders are not determined so much by geography but by big data and their control is exercised by the media corporations, owners of extensive latifundios of the network that we inhabit in a majority way. They have not asked for our consent, it was not necessary, we gave it to them. However, it seems that they can finally, have been able to: Cyberspace is already within its borders, but not of those nationals, of course. The dissolution of borders became a business because practices of interdependence have been converted into modes and business models.Nuestras fronteras digitales no están determinadas tanto por la geografía sino por el big data y su control es ejercido por las corporaciones mediáticas, dueñas de extensos latifundios de la red que habitamos de manera mayoritaria. No han pedido nuestro consentimiento, no era necesario, se lo hemos regalado. Con todo, parece que finalmente pueden, han podido: el Ciberespacio ya se halla dentro de sus fronteras, pero no de aquellas nacionales, claro está. La disolución de fronteras se convirtió en negocio porque prácticas de interdependencia han sido convertidas en modos y modelos de negocio.Nossas fronteiras digitais não são tão determinadas pela geografia, mas por grandes dados e seu controle é exercido pelas corporações de mídia, proprietários de latifundios extensivos da rede que habitamos de forma majoritária. Eles não pediram nosso consentimento, não foi necessário, nós o demos a eles. No entanto, parece que, finalmente, conseguiram: o ciberespaço já está dentro das suas fronteiras, mas não as nacionais, é claro. A dissolução das fronteiras tornou-se um negócio porque as práticas de interdependência foram convertidas em modos e modelos de negócios

    A fronteira como lugar geográfico, epistêmico, político e cultural. Delineando sentidos e contrastes

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    The word "frontier" can say many things from different points of view, being a sign that generally designates territorial divisions within anthropomorphic representations. A boundary always marks the property of some social and political entity, which can be a person, a community, a social grouping, a city, an ecological reserve, a deity, etc. Being polysemous, the frontier is always a place marked by signs of identity and difference, signs that point to the same and to the other, the "mine" and the "other." As a place, it occupies always space, be it geographical, epistemic, political and cultural.La palabra "frontera" puede decir muchas cosas desde diversos puntos de vista, siendo un signo que en general se refiere a las divisiones territoriales en el ámbito de las representaciones antropomórficas. Una frontera marca siempre la propiedad de alguna entidad social y política, puede ser una persona, una comunidad, una agrupación social, una ciudad, una reserva ecológica, una divinidad, etc. Siendo polisémica, la frontera siempre es un lugar marcado por signos de identidad y diferencia, signos que apuntan hacia el mismo y para el otro, el "mío" y el del "otro". Como lugar, ocupa siempre espacio, sea geográfico, epistémico, político y cultural.A palavra “fronteira” pode dizer muitas coisas de diversos pontos de vista, sendo um signo que designa em geral as divisões territoriais no âmbito das representações antropomórficas. Uma fronteira marca sempre a propriedade de alguma entidade social e política, que pode ser uma pessoa, uma comunidade, um agrupamento social, uma cidade, uma reserva ecológica, uma divindade etc. Sendo polissêmica, a fronteira é sempre um lugar marcado por signos de identidade e diferença, signos que apontam para o mesmo e para o outro, o “meu” e o do “outro”. Como lugar, ocupa sempre espaço, seja ele geográfico, epistêmico, político e cultural

    Santiago de Cuba: do “abandono” ao aperfeiçoamento de seu sistema defensivo, séculos XVII- XVIII

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    Our article intends to examine the maritime defense of the southeastern Cuban throughout the eighteenth century, determined by the protection of the Spanish Caribbean, through the improvement of the system of strengths and a reordering of the available local resources by virtue of their protection against the colonial interests of foreign powers. The guard of the city of Santiago de Cuba, will take on a specific importance within the Hispanic strategy in the assurance of its Antillean possessions in front of the English expansion in the area of the Circuncaribe, as opposed to the abandonment that had witnessed the city during the first colonial centuries to be isolated from the Atlantic commercial environment.Nuestro artículo pretende examinar la defensa marítima del suroriente cubano, determinada en virtud de la protección del Caribe español, a través del perfeccionamiento del sistema de fortalezas y un reordenamiento de los recursos locales en virtud de su protección frente a los intereses coloniales de las potencias extranjeras. La guarda de la ciudad de Santiago de Cuba revestirá una puntual importancia en el aseguramiento de las posesiones antillanas frente a la expansión inglesa en el área del Circuncaribe, en contraposición al abandono del que había sido testigo la urbe durante los primeros siglos coloniales al quedar aislada del entorno comercial atlántico.Nosso artigo pretende examinar a defesa marítima do sudeste cubano, determinada pela proteção do Caribe espanhol, através da melhoria do sistema de fortalezas e uma reordenação de recursos locais em virtude de sua proteção contra os interesses coloniais das potências estrangeiras . O guarda da cidade de Santiago de Cuba terá uma importância específica na obtenção das possessões antillanas diante da expansão inglesa na área do Circumcaribe, em contraste com o abandono que a cidade testemunhou durante os primeiros séculos coloniais ao se isolar do ambiente comercial do Atlântico

    Sentipensar la paz. Apuntes para la construcción de paz en Colombia

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    The article presents a post-structuralist reading of peace (and war), understood as a discursive practice to which subjects provide meanings according to their feeling-thinking and, at the same time, resist certain meanings of peace and war through a joint exercise of mind and body. These discursive practices are always being redefined, they are not fixed, but depend on the historical moment, the circumstances and the given context. The study of peace in Colombia through this approach allows us to see how local agents, indigenous peoples and Afro-descendant communities signify peace through a feeling-thinking practice linked to their identities and emotions, and in connection with the territory where they mean  their "being." Their visions of peace go hand in hand with other signifiers such as autonomy, self-government and development, social and environmental justice. These feeling-thinking approaches to peace collapse with the hegemonic visions of the elites that promote a neoliberal peace and whose epistemology has very different constructs that make the discourses of peace of one and the other filled with diverse meanings that are not always compatible.El artículo presenta una lectura post-estructuralista sobre la paz (y la guerra), entendida como una práctica discursiva a la que los sujetos dan sentidos, de acuerdo a sus sentipensares y, al mismo tiempo, resisten ciertos significados de la paz y la guerra a través de un ejercicio conjunto de la mente y el cuerpo. Estas prácticas discursivas siempre se están redefiniendo, no son fijas, sino que dependen del momento histórico, de las circunstancias y el contexto dado. El estudio de la paz en Colombia, a través de esta aproximación, nos permite ver cómo los agentes locales, pueblos indígenas y comunidades afrodescendientes significan la paz a través de una práctica senti-pensante ligada a sus identidades y sus emociones, y en conexión con el territorio donde significan que es el ‘ser.’ Sus visiones de paz van de la mano de otros significantes como son la autonomía, el gobierno y desarrollo propios, la justicia social y medioambiental. Estas aproximaciones sentipensantes a la paz colapsan con las visiones hegemónicas de las elites que promueven una paz neoliberal y cuya epistemología tiene unos constructos muy distintos que hacen que los discursos de paz de unos y otros se llenen de diversos significados no siempre compatibles

    ¿Qué puede significar el agua? ... ¿A qué puede reducirse? El significado del agua a través del tiempo

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    This article aims to explain how the meaning of water has changed over time. The narratives of millenary civilizations suggest meanings related to a spiritual episteme, in its vitalist, sacred, and metaphysical aspects. Nevertheless, with the advent of modernity, reality was substituted transforming from a spiritual episteme to a modern one. This discontinuity triggered an epistemological rupture that transformed the meaning of water. Nestle Group’s water privatization speech materializes the resignification of water around a modern episteme, through its one-dimensional reification. In theoretical-methodological terms, the dialectic and semiotic are renewed, and as categories of analysis the episteme, modernity and discontinuity.En este artículo se pretende dar cuenta de cómo a través del tiempo el significado del agua ha ido transformándose. Las narrativas de las civilizaciones milenarias sugieren significados en torno a una episteme espiritual –en sus dimensiones vitalista/sagrada/metafísica–. Sin embargo, con el advenimiento de la modernidad se hizo una sustitución de la realidad; pasando de una episteme espiritual a una moderna. Esta discontinuidad devino en una ruptura epistemológica que trastocó el significado del agua. El discurso –privatizador del agua– pronunciado por el Grupo Nestlé materializa la re-significación del agua en torno a una episteme moderna –en su unidimensionalidad cosificadora–. En términos teóricos-metodológicos se retoma la dialéctica y la semiótica, y como categorías de análisis la episteme, la modernidad y la discontinuidad

    A veia insurrecional dos malungos

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    This paper has objected reflect about some black afro-brazilian resistance strategies. As a methodological proposal, a bibliographical review was carried out to investigate transgressors and formative biases, such as suicides, individual and collective fugues, quilombos, schools, candomblé terreiro and brotherhoods, and the cultural links that have become politicians - from nascent diasporic identities to riots - and to point out political-social mobilizations (clubs, presses, political groups, theaters and trade unions). It was perceived that black people always fought hard for resourcefulness full citizenship in pursuit of warranty of their civil, political and social rights.Este artículo objetivó reflexionar sobre algunas estrategias negras afrobrasileñas de resistencia. Como propuesta metodológica, se optó por la revisión bibliográfica para investigar vieses transgresores y formativos suicidios, fugas individuales y colectivas, quilombos, escuelas, terreros de candomblé y hermandades, elencar los eslabones culturales que se transformaron en políticos - de las incipientes identidades díaspurales hasta las evueltas - y apuntar movilizaciones político-sociales (clubes, imprentas, grupos políticos, teatros y sindicatos). Se percibió que cotidianamente los negros siempre lucharon con denuedo por la ciudadanía plena en busca de la garantía de sus derechos civiles, políticos y sociales.  Este artigo objetivou refletir sobre algumas estratégias negras afro-brasileiras de resistência. Como proposta metodológica, optou-se pela revisão bibliográfica para investigar vieses transgressores e formativos suicídios, fugas individuais e coletivas, quilombos, escolas, terreiros de candomblé e irmandades, elencar elos culturais que se transformaram em políticos – das incipientes identidades diaspóricas até as revoltas – e apontar mobilizações político-sociais (clubes, imprensas, grupos políticos, teatros e sindicatos). Percebeu-se que cotidianamente os negros sempre lutaram com denodo pela cidadania plena em busca da garantia dos seus direitos civis, políticos e sociais

    O racismo e a colonialidade do sujeito. Reflexões a partir do sul

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    Race constitutes the first criterion for classifying and distributing the world's populations, through the creation of historical identities, in turn causing a racial division of labor. In this framework, the colonized peoples became inferior races, and cheap and / or slave labor to produce merchandise for the world market.La raza constituye el primer criterio para clasificar y distribuir a las poblaciones del mundo, a través de la creación de identidades históricas, provocando a su vez una división racial del trabajo. En este marco, los pueblos colonizados se convirtieron en razas inferiores, y en mano de obra barata y/o esclava para producir mercancías para el mercado mundial.

    El discurso ambiental en el gobierno de la “Revolución Ciudadana”

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    Diverse actors and civil society’s movements converged in the 2008 Ecuadoran Political Constitution drafting. These factions also contributed to place a discourse model to approach the society-nature relationship. The Yasuní-ITT initiative epitomizes the foundations where this discourse rests, as the recognition of the rights of nature. In 2013 the government decided one-sidedly to terminate with the initiative unveiling the change of direction of the environmental discourse. As a consequence of the turn, representative social sectors revoked their support to government. Theoretical attempts that pretend to sustain the ‘new’ governmental discourse suggest a kind of practices that go in line with the commodification of nature. Within this logic, the environmental discourse is understood as a dispute of meanings, a semiotic struggle to position concepts from distinct standpoints, and it is argued that the environmental discourse change attempts to justify a development model based on extractivism.En la redacción de la Constitución Política de la República del Ecuador del año 2008 confluyeron diversos actores y movimientos de la sociedad civil que contribuyeron, además, a posicionar un modelo de discurso para abordar la relación sociedad-naturaleza. La iniciativa Yasuní-ITT epitomiza los fundamentos donde se asienta ese discurso como, por ejemplo, el reconocimiento de los derechos de la naturaleza. Cuando el gobierno, en el año 2013, decidió de manera unilateral dar por terminada la iniciativa se tornó evidente un cambio en la dirección del discurso ambiental. Como consecuencia de este viraje, sectores sociales representativos retiraron su apoyo al gobierno. Los intentos teóricos que pretenden sustentar al ‘nuevo’ discurso del gobierno sugieren un tipo de prácticas en línea con la mercantilización de la naturaleza. En esta lógica, el discurso ambiental se concibe como una disputa de sentidos, una lucha semiótica por posicionar conceptos desde distintas perspectivas y se argumenta que el cambio del discurso ambiental del actual gobierno pretende justificar un modelo de desarrollo basado en el extractivismo

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