ARES - ACERVO DE RECURSOS EDUCACIONAIS EM SAÚDE
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Obesidade e Mudança no Estilo de Vida: uma intervenção na Estratégia de Saúde da Família 9, município de Uruguaiana, estado do Rio Grande do Sul
Introdução: A Estratégia de Saúde da Família (ESF) 9, também conhecida como ESF Barragem, está localizada no município de Uruguaiana, estado do Rio Grande do Sul. Elencou-se a obesidade como um agravante importante das questões de saúde, como Hipertensão Arterial Sistêmica e/ou Diabetes Mellitus. Aliado a isso, há negligência no autocuidado desses pacientes com relação à alimentação, à atividade física, à adesão ao tratamento medicamentoso e às mudanças de hábitos. Objetivo: Incentivar mudanças no estilo de vida de pacientes com obesidade pertencentes à população adscrita da Estratégia de Saúde da Família 9, município de Uruguaiana, Rio Grande do Sul. Metodologia: Os pacientes serão classificados através do cálculo do IMC e registrados para levantamento de dados para avaliar a prevalência do excesso de peso na comunidade, em um registro manual, definindo idade, medida, peso e cálculo do IMC. Essas informações serão coletadas para dar início ao Grupo “Vida saudável”, que terá quatro encontros e abordará temas importantes relacionados à obesidade e com a participação de toda a equipe de saúde. Resultados esperados: Espera-se identificar o número total dos pacientes com sobrepeso e obesidade na ESF 9, aumentar o nível de conhecimento da população, estreitar o vínculo entre paciente e equipe, incentivar a mudança do estilo de vida com base em hábitos saudáveis, alimentação adequada e práticas regulares de atividade física
Sobrepeso e obesidade: um problema de saúde pública - parte 2
Projeto realizado em parceria pela Coordenação de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável com a Diretoria Geral de Telessaúde, ambas da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco. Neste episódio Felipe
Neves, nutricionista analista técnico da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN do Ministério da
Saúde fala sobre a administração dos cuidados dispensados aos pacientes com sobrepeso e obesidade na Rede de Atenção à Saúde (RAS)
Plano de intervenção para a construção de um modelo de atendimento domiciliar para o enfrentamento à COVID-19 em Teresópolis – RJ
Introdução: Em dezembro de 2019 foi notificado à Organização Mundial da Saúde a ocorrência de casos de pneumonia viral de origem desconhecida em Wuhan na China, rapidamente descobriu-se se tratar de uma nova doença, COVID-19. Esta doença gerou um cenário de caos no sistema de saúde de alguns países, acarretando também inúmeros problemas sociais e econômicos. Em Teresópolis, Rio de Janeiro, assim como em outros municípios, o sistema de saúde precisou criar rapidamente medidas para o enfrentamento da pandemia e o Serviço de Atendimento Domiciliar do município também precisou de adaptar e reinventar sua atuação durante a pandemia. Objetivo: Adequar o Serviço de Atendimento Domiciliar para o atendimento domiciliar a pacientes, contactantes e casos suspeitos com a COVID-19 em Teresópolis, Rio de Janeiro. Metodologia: O presente trabalho baseou-se em sua execução e elaboração simultânea, não podendo se separar estas partes, é uma estratégia de intervenção com inúmeras retomadas de planejamento, uma vez que a realidade imposta pela pandemia se modificava a todo momento. A metodologia pode ser encaixada em pesquisa-ação estratégica adaptada em tempos de pandemia com a construção de ferramentas para coleta de dados sobre os casos de COVID-19, elaboração do fluxo de atendimento dos casos suspeitos e confirmados de COVID-19, assim como a adequada realização dos testes diagnósticos. Tendo como base das estratégias utilizadas: documentos e publicações do Ministério da Saúde do Brasil, assim como outros trabalhos selecionados. Resultados Esperados: Espera-se com esse projeto, estar preparado para o enfrentamento à COVID-19 no município, no que tange ao Serviço de Atendimento Domiciliar, com um sistema adequado de coleta de dados de pacientes, contactantes e suspeitos, de recursos disponíveis, de fluxo determinado e claros requisitos de testagem e encaminhamentos. Que o Serviço de Atendimento Domiciliar seja capaz de orientar, atender, intervir e tratar adequadamente as demandas que surgirem, bem como seus registros
Intervenção em casos de hipertensão arterial e diabetes em população assistida pelo Programa Saúde da Família em São Francisco do Itabapoana -RJ
Introdução: O município de São Francisco do Itabapoanafica localizado no norte fluminense, sendo o segundo maior em extensão territorial do Estado do Rio de Janeiro, com uma população de 41.354 habitantes, segundo o Censo de 2010.Dentre os seus indicadores sociais, é importante ressaltar que São Francisco do Itabapoana ocupa o penúltimo lugar do ranking estadual no Índice de Desenvolvimento Humano, com o valor de 0, 639, um índice médio. A unidade que será locus deste projeto de intervenção é o Programa Saúde da Família de Praça de João Pessoa, localidade rural do município, que oferece atendimento na atenção básica em saúde, que se caracteriza por um conjunto de ações tanto no âmbito individual quanto coletivo, que abrange a proteção e a promoção da saúde, a prevenção de agravos,o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde e se direciona à populações de territórios bem delimitados, considerando-se o contexto ao qual se vive.Objetivo: Melhorar a assistência prestada aos hipertensos com vistas a adequar os níveis pressóricos. Metodologia: Cadastramento prévio deste grupo através das aferições em diferentes momentos e sua estratificação de risco, onde, a partir desta, cada paciente será direcionado um grupo especifico de acordo com seu grau de acometimento pela hipertensão e/ou diabetes. Resultados Esperados: Alcançar através da intervenção um melhor compreendimento da população alvo da localidade de Praça João Pessoa a cerca de suas doenças, pontuando a necessidade do uso correto das medicacções e mudança dos hábitos de vida
Ferramentas para promover saúde integral aos idosos a partir da visita domiciliar
Em fevereiro de 1813, o munícipio de Viana inaugurou o ciclo de imigração europeia de alemães, italianos e açorianos. O município foi criado, oficialmente, em 23 de julho de 1862 com a contribuição também de jesuítas, índios e negros. O município, como muitos outros municípios brasileiros, carece de melhorias em muitos aspectos, tais como: esgotamento sanitário, destino do lixo, abastecimento de água e salário médio mensal. Vale ressaltar também que, Viana possui alguns bairros com altos índices de envelhecimento, apresentando taxa importante de mortalidade por doenças crônicas. Somado a esses desafios que a prefeitura e estado se esforçam para resolver, o reflexo é de possuir muitos pacientes acamados, que necessitam da visita domiciliar como único acesso à saúde. A Atenção Domiciliar, quando realizada por profissionais capacitados e conscientes de suas responsabilidades sociais, é capaz de proporcionar cuidado integral à saúde do idoso e de sua família, além de proteger a infraestrutura do domicílio e arcabouço familiar. Dessa forma, evita-se hospitalizações desnecessárias, superlotação de serviços de urgência/emergência e reduz o risco de infecções. Proteger alguém é uma forma de cuidado, tendo como objetivo amenizar a dor e o sofrimento, sejam eles de origem física, psicológica, social ou espiritual, sendo o ambiente domiciliar propício para esta atividade. O objetivo do presente trabalho é alcançar a Atenção Integral à Saúde dos Idosos, que pertencem ao território da Unidade Básica de Saúde Nova Bethânia 1, inserida no município de Viana, a partir da sensibilização e responsabilização da equipe de Saúde da Família; através da identificação dos idosos que necessitam da Atenção Domiciliar, como também contemplando os Cuidados Paliativos, Morte e Luto no cuidado aos idosos e suas famílias. O conhecimento ensinado, aprendido e aplicado é a melhor ferramenta para aperfeiçoar os profissionais de saúde e capacitá-los ao cuidado integral dos idosos, direcionando os últimos ao envelhecimento ativo e saudável com longevidade. Por outro lado, a Atenção Domiciliar é um importante instrumento para promover Saúde, prevenir Doenças e agravos domiciliários. Essa presente monografia busca aliar a Visita domiciliar ao conhecimento sedimentado e propõe uma intervenção objetiva e sem custos com possibilidade de propagação em outras UBS. Capacitar os Profissionais de saúde que conferem assistência aos idosos fragilizados é urgente, pois pesquisas apontam que, um em cada três idosos brasileiros apresentam alguma limitação funcional, logo necessitam da ajuda de familiares ou cuidadores para realizar Atividades Básicas de vida diária. Qualificar os profissionais é o ponto de partida, cujo reflexo será uma Atenção Domiciliar completa e integral. Em decorrência disso, os idosos serão contemplados com mais acesso à saúde, maior qualidade de vida, bem-estar no aconchego do lar e longevidade. Todos serão beneficiados, não somente os idosos, mas seus cuidadores, famílias, comunidades, UBS e até prefeituras e estados. Faz-se necessário promover o conhecimento a cerca das ações de promoção à saúde, prevenção, tratamento das doenças, reabilitação e continuidade do cuidado à estrutura familiar e do domicílio; pois isso simboliza desenvolver a capacidade de refletir o potencial de adoecimento e/ou agravamento de cada núcleo familiar
Baixa adesão ao pré-natal da equipe de Estratégia de Saúde da Família Oeste em Sapiranga no estado do Rio Grande do Sul: um projeto de intervenção
Identificou-se durante o trabalho na comunidade atendida pela Estratégia Saúde da Família (ESF) Oeste, Sapiranga no Rio Grande do Sul, uma vulnerabilidade no que diz respeito à captação das gestantes para se realizar o pré-natal na unidade. Com a mudança há tempos para o modelo de Estratégia Saúde da Família, ainda há bastante desconhecimento sobre o trabalho do médico de saúde da família e da comunidade à respeito de acompanhamento de pré-natal de baixo risco, considerando que as taxas de sucesso do pré-natal de baixo risco são iguais tanto para médicos da família e da comunidade capacitados quanto para médicos obstetras. Para tanto, com esse projeto de intervenção, elaborado a partir do diagnóstico do problema, objetivou-se aumentar a cobertura de pré-natal na área de abrangência dessa equipe de Estratégia Saúde da Família. A fim de obter o resultado esperado, é empregado como método uma proposta de intervenção para qualificar a equipe no atendimento a essas usuárias, principalmente visando à humanização do cuidado, além da busca ativa das gestantes dentro das limitações locais. O acréscimo das adesões será observado pelo número de novas gestantes que iniciaram o pré-natal mês a mês desde o início do projeto de intervenção. Além disso, para se avaliar a qualidade do atendimento, não só será mensurada a proporção das gestantes que concluíram o pré-natal em sua totalidade na unidade, como também a proporção das gestantes que seguiram realizando a puericultura dos seus filhos nessa mesma unidade. Espera-se aumentar a adesão das gestantes do território ao pré-natal de baixo risco fornecido pela unidade. O acréscimo das adesões poderá ser observado pelo número de novas gestantes que iniciaram o pré-natal mês a mês desde o início do projeto de intervenção
Uso indiscriminado de contracepção hormonal em mulheres portadoras de condições clínicas especiais
Em Itapuca, cidade localizada no sul do pais, a situação encontrada em relação aos métodos anticoncepcionais em uso pelas mulheres portadores de condiçoes clínicas especiais combinados a hábitos e estilo de vida de maiores riscos (incluindo contraindicações absolutas) é preocupante devido às complicações potenciais graves. Assegurado pela Constituição Federal e também pela Lei n° 9.263, de 1996, o planejamento familiar é definido como o direito à informação, à assistência especializada e acesso aos recursos que permitam optar livre e conscientemente por ter ou não filhos, o número, o espaçamento entre eles e a escolha do método anticoncepcional mais adequado, sem coação. O uso de contraceptivos hormonais para o planejamento familiar é rotina há mais de 40 anos. Apesar disso, mulheres em situações clínicas especiais nem sempre recebem orientações adequadas sobre o seu uso. A ideia de livre escolha de contraceptivos e a não necessidade de prescrição médica para ter acesso, oferece um ponto negativo: mulheres portadoras de condições clinicas que configuram contraindicaçao ao uso da pílula. Objetivo geral: promover a adequação de uso de métodos contraceptivos hormonais de acordo com a idade, presença de fatores de risco e contraindicações absolutas da população feminina. Em Itapuca, um projeto de intervenção com abordagem, orientação e correção dos métodos hormonais de mulheres portadoras de situações clinicas especiais é de grande relevância. A conduta médica em qualquer situação, preza pelo princípio da beneficência e da não maleficência: devemos ter em mente a mulher como o ser humano complexo que é em todos os seus aspectos e não apenas a parte ginecoobstetrica. Estratégia metodológica: durante as consultas na unidade básica de saúde, mulheres-alvo serão identificadas. Assim que a contraindicação for identificada, inicia-se o plano de abordagem para correção: a paciente será orientada quanto aos potencias riscos que sofre com o uso do anticoncepcional em uso atualmente, quanto às opções de troca mais adequadas e disponível para cada situação e os possíveis efeitos colaterais desse método, deixando claro que praticamente todo método hormonal pode apresentar algum efeito colateral. Caso a mulher se decida pela troca do método, este será iniciado em momento oportuno. As orientações sobre cada tipo de método serão fornecidas e agenda-se retorno em 30 dias para reavaliação. Tem-se como resultado esperado atingir o maior número possível de adequação/correção dos métodos contraceptivos em uso pelas mulheres-alvo identificadas. O desafio é convencer a mulher-alvo a realizar a troca por um método mais adequado, já que parte delas, ao ser abordada, decide não fazer a troca pois afirma se sentir bem com o método em uso
Proposta de implementação de atendimentos remotos durante a pandemia de Covid-19 em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do município de São Leopoldo - Rio Grande do Sul
Introdução: Em dezembro de 2019 o mundo mudou ao serem registrados os primeiros casos de insuficiência respiratória por um tipo novo de coronavírus, o SARS-CoV-2. A doença foi denominada COVID-19 e espalhou-se rapidamente pelo mundo ao longo do primeiro trimestre de 2020. Por ser medida comprovadamente eficaz contra vírus respiratórios em geral, o isolamento social foi implementado em todos os contextos. Considerando que não podemos desassistir os/as usuários/as dos serviços vinculados à Atenção Básica à Saúde e portadores/as de doenças crônicas durante uma pandemia, é essencial pensar em maneiras de mantê-los/as próximos/as ao serviço de saúde sem precisarem estar fisicamente presentes. A partir desse novo cenário, verificou-se a importância de se realizarem mudanças no fluxo de trabalho da Unidade Básica de Saúde (UBS) São Cristovão de modo a priorizar a avaliação e o atendimento remoto. Objetivo: Implementar estratégias de suporte remoto para pacientes cujo risco da consulta presencial possa superar seus benefícios, dado o contexto de pandemia pelo novo coronavírus. Metodologia: Para tal empreitada, realizaremos formação e capacitação dos/as profissionais da UBS em encontros digitais periódicos para o uso da ferramenta de teleconsulta em seus aspectos técnicos e éticos, triagem remota de pacientes que entrarem em contato telefônico com a UBS e teleatendimento aos/às pacientes com fatores de risco para infecção pela COVID-19. Resultados esperados: Esperamos estabelecer um fluxo de trabalho que inclua a opção pelo atendimento remoto quando adequado ao perfil de cada paciente e conforme a capacidade do serviço em lidar com a demanda, evitando, dessa forma, a exposição ao vírus e as aglomerações causadas pela fila de espera
Aplicação de medidas socioeducativas para a diminuição do número de casos de verminoses na comunidade Delamare, Japeri - RJ
A comunidade de Delamare, marcada por caracteristicas rurais, possui um contexto social precário. Nesse contexto, a incidência e prevalência de verminoses são alarmantes, além dofato dos casos serem abordados pela equipe já em estagio bem avançado. As doenças parasitárias são sustentadas pela tríade epidemiológica: condições do hospedeiro, o parasita e o meio ambiente. Logo, a partir de ações educativas contra verminoses, que priorizem cuidados básicos preventivos, principalmente higiênicos, e a identificação dos sintomas característicos iniciais das verminoses, ocorrendo dentro do ambiente da unidade de saúde da família e na escola que se encontra dentro o território descrito. pela equipe de atenção básica pode ser estratégias bastante efetivas para o controle destas doenças. Frente a essa realidade, este trabalho se propõe a elaborar um projeto de intervenção com objetivo de elaborar ações de educação em saúde para prevenção de verminoses na comunidade de Delamare do município de Japerí- Rio de Janeiro. Para isto será eleito tópicos importantes dentro da temática em conjunto com a comunidade e revisão de protocolos de intervenção. Ações educativas contra verminoses serão realizadas. A equipe de saúde integrada no controle da doença, programará ações que levem a população a estabelecer cuidados básicos preventivos, principalmente de higiene, e a identificação dos sintomas característicos iniciais das verminoses. A estratégia terá como base a capacitação dos profissionais de saúde e dos agentes comunitários para que possam ser a via tanto de transmissão de conhecimento, quanto de mobilização da população para atividades a serem realizadas. Serão oferecidos encontros educativos na escola, impactando a comunidade pela unidade base da toda a sociedade: a família. Em decorrência do elevado numero de casos de verminoses e frente à eficácia dos tratamentos disponibilizados, pelo baixo custo do mesmo e pela recorrente abordagem em casos já em estágios muito avançados a equipe visa reduzir estas ocorrências, oferecendo instrução e ferramentas básicas para a redução da exposição aos agentes infectantes precocemente. Para os resultados esperados é proposta uma tabela de avaliação para um ano após a implementação das ações, de forma o obter todos os parâmetros necessários para a classificação de eficiência ou não das propostas de intervenção
Grupo virtual de Promoção à Saúde para pacientes com Doenças Crônicas Não Transmissíveis: uma alternativa frente ao distanciamento social imposto pela pandemia do Coronavírus em São Leopoldo-RS
INTRODUÇÃO: As Doenças Crônicas Não transmissíveis (DCNTs) estão relacionadas a muitas das mortes evitáveis no mundo. No Brasil espera-se uma tendência ao aumento da mortalidade por DCNTs devido a mudanças sociais. Dos fatores de risco evitáveis pressão arterial elevada, glicemia elevada e uso de tabaco são as três principais. O Programa Hiperdia, em conjunto com outras políticas públicas, estimula hábitos de vida saudáveis, através de Grupo de Promoção à Saúde com bons resultados na melhoria da qualidade de vida. No contexto da atual Pandemia do Covid-19 ocorreu em diversos setores transferência de diversas atividades para esfera virtual, sendo possível aplicar em ações voltada à Promoção de Saúde. Esse estudo visa inovar com a criação de um grupo virtual de Promoção de Saúde para população atendida na UBS Imigrante Feitoria, São Leopoldo, RS. OBJETIVO: Melhorar o seguimento dos pacientes com DCNTs, principalmente HAS e DM, da população atendida na UBS Imigrante Feitoria com organização de processos de trabalho e criação de Grupo Virtual de Promoção à Saúde. METODOLOGIA: Trata-se de um projeto de caráter intervencional sobre seguimento de pacientes com DCNTs durante o período de pandemia da COVID-19. Os pacientes incluídos são maiores de 18 anos, com acesso a internet, atendidos na UBS Imigrante Feitoria com diagnóstico ou suspeita de HAS e DM e que concordarem em participar do grupo virtual via rede social onde terão acesso a materiais de Promoção à Saúde. RESULTADOS ESPERADOS: Espera-se melhorar o seguimento dos pacientes com HAS e DM. A criação de um fluxograma de atendimento permitirá identificar precocemente pacientes com necessidade de intervenção clínica. Com o grupo virtual de promoção em saúde via rede social acredita-se que haja maior adesão dos pacientes ao tratamento farmacológico e não farmacológico. Disponibilizar um canal de diálogo proporcionará fortalecer vínculos e melhor acompanhamento pela equipe de saúde