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Cadeirais de San Agustín - Cidade do México(I)
Os cadeirais do antigo coro da igreja de San Agostín na Cidade do México, de lá foram removidos nos anos de 1859 por ordem do então presidente Juárez quando do triunfo das guerras da Reforma e remontados no Salão Generalito do antigo Colégio San Ildefonso da Companhia de Jesus no final do século XIX. A grandiosa obra de talha elaborada nos respaldos dos cadeirais data de 1702, do escultor Salvador Ocampo e narra cenas do Antigo Testamento, sob a ótica dos escritos do teólogo Santo Agostinho ao relatar os mistérios de Cristo e da Igreja como meios de salvação segundo pesquisas de Carlos Martínez Assad (2016).
Em um dos conjuntos com sete cadeiras, estão esculpidas cenas dos dias da criação do mundo, retirados do livro do Gênesis: a criação da luz separando a terra das trevas; a separação das águas da terra: o brotar das sementes criando os vegetais; a criação dos luzeiros no firmamento; a criação das aves, animais e monstros marinhos (Gen. 1. 1.31).
Em conjunto de quatro outras cadeiras, no espaldar há as cenas da Criação do Adão, Criação de Eva, O fruto do pecado original e a Expulsão do Paraíso. Seguem as cenas abaixo do espaldar com fatos bíblicos. Outros conjuntos mostram a atuação da Igreja – pensamento cristão – na salvação. Entre os assentos há divisórias para encosto dos braços com figuras ora de mascarões ora de sensuais sílfides, ambas terminadas em forma de patas tocando o solo
Anhanguera
Mármore (3,22m x 1,41m x 1,08m), Pedestal – Granito (1,06m x 2,25m x 2,25m) - Avenida Paulista, bairro Cerqueira Cesar, São Paulo, SP - BrasilBartolomeu Bueno da Silva ganhou o codinome de Anhangüera – em tupi guarani significa homem que faz fogo – porque quando estava nas Guianas, então terras brasileiras, procurando ouro e pedras preciosas, foi cercado por vários índios, que o ameaçaram de morte. Para se livrar da situação, ateou fogo em um pouco de álcool, produto desconhecido dos índios, que pensavam tratar-se de água. O bandeirante ameaçou fazer o mesmo em todo o rio. Assustados, os nativos entregaram todo o ouro de que dispunham. Acompanharam-no de volta à Capitania de São Paulo e ainda se dispuseram a ser seu exército. A obra foi concebida em Gênova, na Itália pelo escultor Luiz Brizzolara e inaugurada em 11 de agosto de 1924, nos jardins do Palácio dos Campos Elíseos. Depois de 11 anos foi transferida para a frente do parque Trianon.A iconografia do Bandeirante está diretamente relacionada à conquista de terras espanholas, do Rio Grande do Sul ao Amazonas. Baseou-se em uma litografia composta por desenhos de Debret em "Soldados de Mogi das Cruzes combatendo botocudos", publicado em seu livro Viagem pitoresca e histórica ao Brasil ), 1835. Nela um Bandeirante aparece vestido em um gibão ou acolchoado, piquete seta-prova que vai todo o modo até seus joelhos, escondendo parte de seu braço. O harquebus (arma de fogo) na mão e um chapéu de abas largas, bolsa de couro e cinto compõem os acessórios desta figura varonil. Não está claro, no entanto, se ele está usando leggings ou botas altas.Por ocasião do Primeiro Centenário de Independência do Brasil, em 1922, Afonso Taunay solicitou que o escultor italiano Luigi Brizzolara modelasse os Bandeirantes Raposo Tavares e Fernão Dias em mármore de Carrara, peças destinadas ao hall de entrada do Museu Paulista e de Anhanguera para o Trianon Parque. O fundo europeu do escultor fez-lhe adicionar elementos plásticos, exaltando a figura do homem viril, bem-construído e feito mais forte olhando pelas roupas e botas altas. Além disso, as figuras ganham uma ordem estética, com a postura grega de um pé para a frente, e militar, com o harquebus e a espada em forma de concha, bem como roupas bem-cortadas. Contrariando a simplicidade com que viviam naquele deserto, o novo herói-homem estava assim entronizado na iconografia paulistana, idealizada e europeizada, distante do seu verdadeiro estado mestiço, no qual vivia na extrema pobreza.A imagem do Bandeirante vai das esculturas ao heráldico através da obra do pintor paulista José Wasth Rodrigues - que mostra seu trabalho em livros escolares e no imaginário brasileiro - com o brasão da Cidade de São Paulo
Dulcina Abre o Pano
Tradicional, duas articulações; vermelho, branco e preto; tamanho: 21cm X 14,5 cm (peça fechada), 21cm x 29,5 cm (peça aberta
Conjunto Arquitetônico da Pampulha - Azulejos(I)
Obras executadas para revestir o confessionário e o batistério da Igreja de são Francisco de Assis da Pampulha, Belo Horizonte, MG, projeto do arquiteto Oscar Niemeyer
Casa nº1 - Casa da Imagem
O antigo imóvel foi construído por volta de 1880 e conhecido como a “Casa nº 1”, hoje “Casa da Imagem” e situar-se na antiga rua do Carmo - atual rua Roberto Simonsen.O antigo imóvel foi construído por volta de 1880 e conhecido como a “Casa nº 1”, hoje “Casa da Imagem” e situar-se na antiga rua do Carmo - atual rua Roberto Simonsen.
Em 1880, a proprietária Carolina Amália da Silva Rangel demoliu o velho casarão de taipa de pilão para construir o sobrado de alvenaria de três andares que foi preservada até os dias de hoje. Em 1976, foi elaborado pelos técnicos do Departamento do Patrimônio Histórico, um projeto de restauro que incluiu a decapagem de sucessivas camadas de pintura e a prospecção da alvenaria e forros, que possibilitaram o levantamento de informações sobre as diversas remodelações do edifício, correspondentes às diferentes ocupações, e a descoberta de pinturas decorativas que foram recuperadas. Porém só em 1992 que a “Casa nº 1” iniciaria seu tombamento pelo Conpresp.
A implantação da Casa da Imagem, destinando o imóvel a exposições do rico acervo fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo, iniciou-se em 29 de agosto de 2011 e foi inaugurado em 19 de novembro de 201
Desenvolvimento de ferramenta de colaboração em massa
Os processos industriais exigem controle na fabricação de seus produtos. Estes processos são muito variados e abrangem diversos tipos de produtos, como, por exemplo, a fabricação dos derivados do petróleo, produtos alimentícios, a indústria de papel e celulose etc.
Em todos estes processos é absolutamente necessário controlar e manter constantes algumas variáveis, tais como: pressão, vazão, temperatura, nível, pH, condutividade, velocidade, umidade etc. Os instrumentos de medição e controle permitem manter constantes as variáveis do processo, objetivando a melhoria em qualidade, o aumento em quantidade do produto e a segurança.
No entanto, o controle manual dessas variáveis muitas vezes é algo difícil de obter. Devido a razões operacionais, ou então por se tratar de um processo contínuo. Sendo assim impossível de ser aplicado por medições manuais. Surge então o conceito de INSTRUMENTAÇÃO.CNPq/Val
O mercado de arte moderna em São Paulo: 1947-51(II)
Comemorando 70 anos da abertura da Galeria Domus em 5 de fevereiro de 1947, esta exposição apresenta obras do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, cujos autores frequentaram a galeria.
Em cinco anos, a Domus organizou 91 exposições, sendo pioneira em privilegiar artistas do modernismo brasileiro e da geração que os sucedeu, como indicava sua exposição inaugural.
Transformada em ponto de reunião de intelectuais e artistas, favoreceu a mobilização da classe na divulgação da produção artística, estimulando estratégias de publicidade e foco da crítica, como o lançamento
da revista Artes Plásticas.(...)
As iniciativas da Domus lograram conjugar o propósito comercial com a repercussão crítica, tornando mais conhecidos seus artistas e provocando a discussão das características da arte paulista naquele período.
Esta exposição, recolocando em perspectiva histórica esse conjunto de obras, estimula a análise de sua significação e potência no panorama da arte brasileira
Les Miserábles
Revista, duas articulações; quadricomia; tamanho: 20,5cm X 13cm (peça fechada), 20,5 x 26cm (peça aberta)Les Misérables conta a história de Jean Valjean que em 1815 deixa os trabalhos forçados em liberdade condicional, mas é flagrado roubando objetos de prata. Salvo pelo próprio bispo que roubara, Valjean decide mudar de vida, enriquece, e promete à injustiçada operária Fantine localizar e cuidar de sua filha Cosette, explorada por uma família. Javert é o policial que persegue Valjean até às vésperas da revolução que transformará a França, conduzindo-a à democracia
Cadeirais de San Agustín - Cidade do México(II)
Os cadeirais do antigo coro da igreja de San Agostín na Cidade do México, de lá foram removidos nos anos de 1859 por ordem do então presidente Juárez quando do triunfo das guerras da Reforma e remontados no Salão Generalito do antigo Colégio San Ildefonso da Companhia de Jesus no final do século XIX. A grandiosa obra de talha elaborada nos respaldos dos cadeirais data de 1702, do escultor Salvador Ocampo e narra cenas do Antigo Testamento, sob a ótica dos escritos do teólogo Santo Agostinho ao relatar os mistérios de Cristo e da Igreja como meios de salvação segundo pesquisas de Carlos Martínez Assad (2016).
Em um dos conjuntos com sete cadeiras, estão esculpidas cenas dos dias da criação do mundo, retirados do livro do Gênesis: a criação da luz separando a terra das trevas; a separação das águas da terra: o brotar das sementes criando os vegetais; a criação dos luzeiros no firmamento; a criação das aves, animais e monstros marinhos (Gen. 1. 1.31).
Em conjunto de quatro outras cadeiras, no espaldar há as cenas da Criação do Adão, Criação de Eva, O fruto do pecado original e a Expulsão do Paraíso. Seguem as cenas abaixo do espaldar com fatos bíblicos. Outros conjuntos mostram a atuação da Igreja – pensamento cristão – na salvação. Entre os assentos há divisórias para encosto dos braços com figuras ora de mascarões ora de sensuais sílfides, ambas terminadas em forma de patas tocando o solo
Epidemiologia molecular do vírus da Hepatite C: análise comparativa de diferentes regiões subgenômicas aplicadas a estudos de associação genética
O vírus da Hepatite C (HCV) afeta cerca de 3% da população mundial. A cada ano, 3-4 milhões de novos casos são diagnosticados. A identificação de redes transmissão é complexa devido ao longo período de incubação, à falta de sintomas na fase aguda da doença e à heterogeneidade do HCV, que dificulta o estabelecimento de vínculos entre casos relacionados. Uma ampla caracterização das populações intra-hospedeiros pode ser realizada de forma eficiente através do sequenciamento de nova geração (NGS). Com base neste contexto, o sequenciamento de múltiplas regiões subgenômicas é uma solução às limitações impostas pela rápida evolução molecular do HCV. Variantes virais das regiões HVR1 e NS5A de 16 pacientes cronicamente infectados com o HCV, genótipos 1a e 1b, foram sequenciadas com a técnica de NGS. Os pacientes 1-7 compartilhavam fatores de risco, pertencendo ao mesmo grupo de usuários de drogas injetáveis, porém o parentesco genético desses casos não pode ser estabelecido com base apenas no sequenciamento da HVR1 (distância nucleotídica mínima entre 16-23). A amplificação de um fragmento maior (~450 pb), correspondente a um segmento da região NS5A, aprimorou a relação epidemiológica entre os pacientes 1-5, onde as distancias genéticas mínimas foram consideravelmente menores (9-13). Os pacientes 6 e 7 não compartilharam sequências com os outros cinco pacientes dessa rede, apresentando populações virais mais homogêneas. Adicionalmente, Median Joining Networks foram construídas para melhor analisar a variabilidade genética intra-hospedeiro. Em geral, observou-se que as sequências derivadas da NS5A formaram comunidades mais homogêneas e menos divergentes geneticamente. Assim, a tecnologia NGS e o sequenciamento das regiões subgenômicas HVR1 e NS5A podem ajudar a restaurar elos perdidos quando somente a região HVR1 é analisada, aprimorando portanto, a resolução de estudos de associação genética entre populações de HCV.The hepatitis C virus (HCV) affects approximately 3% of the world's population. Each year 3-4 million new cases are diagnosed. The identification of transmission networks is complicated due to the characteristic long incubation period, the lack of symptoms during the acute phase of the disease and the heterogeneity of HCV, making it challenging to link related cases to a common source of infection. Extensive characterization of intra-host populations can be reliably archived using next generation sequencing (NGS) approaches. Sequencing of multiple and longer subgenomic regions has been proposed as an alternative to overcome the limitations imposed by the rapid molecular evolution of the HCV HVR1. Thus, the NS5A and HVR1 regions of 16 chronically infected individuals, genotypes 1a and 1b, were sequenced using a NGS platform. Patients 1-7 shared risk factors and belonged to the same injection drug users network. However, genetic relatedness could not be established based on the HVR1 sequences (minimal nucleotide distance ranging from 16-23). Amplification and sequencing of a larger PCR fragment (~450 bp) targeting the NS5A region reestablished lost epidemiological links between patients 1-5. The minimum genetic distances in those patients were considerable smaller than the HVR1 counterparts (9-13). Patients 6 and 7 displayed a rather homogeneous viral population and were clearly not sharing any sequences with all other five patients in this network. Additionally, Median Joining Networks analysis was carried out to further analyze the intrahost genetic variability of all seven patients. Overall, NS5A sequences were significantly less diverse than their HVR1 equivalents. Thus, NGS technology and use of both HVR1 and NS5A sequences might help restored otherwise lost links when the HVR1 region alone is analyzed, improving the resolution of HCV genetic relatedness studies.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES