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Does a light meal change liver stiffness in transient elastography? A prospective study
Introduction: Transient Elastography (TE) is a noninvasive method widely used to evaluate
hepatic fibrosis in patients with liver disease, especially in chronic hepatitis C. It has excellent
accuracy in identifying patients with advanced fibrosis or cirrhosis. However, some factors
can interfere with liver stiffness (LS) measurement. The food intake may be one of those confounding
factors and there are no defined conditions under which the examination should be
performed.
Objectives: To evaluate the influence of food intake in LS and its potential interference with
the clinical management of patients with chronic hepatitis B and chronic hepatitis C.
Patients & Methods: Observational prospective study in which TE was performed in two physiological
conditions --- fasting and after (30-60 minutes) a standard meal --- in a sample of 42
patients with chronic hepatitis B, 26 chronic hepatitis C and 42 controls. The analysis was
complemented by the division into subgroups according to the presumed stage of fibrosis.
Results: Despite the LS variation in all groups with food intake, a significant increase was only
seen in individuals with chronic hepatitis B without suspected fibrosis (low LS) (p = 0,001). This
variation could influence the clinical orientation in 11.8% of cases.
Conclusion: In our study, a meal altered LS value in chronic hepatitis B without suspected
fibrosis (low LS). As it does not seem to interfere significantly with the clinical management of
our patients, we can not, at this point, make any suggestion about the usefulness of performing
this exam in the fasting condition
Prevalência de alunos de escolas de Braga expostos ao fumo ambiental do tabaco em casa, antes e após a aplicação da lei antitabágica: estudo transversal
Neuropatia compressiva do nervo supraescapular
Introdução: a neuropatia compressiva do nervo supraescapular foi descrita pela primeira vez
em 1952 mas só recentemente tem sido mais compreendida e diagnosticada.
A sua etiologia nem sempre é clara e o seu diagnóstico ainda não está bem estabelecido. O
tratamento é controverso, especialmente a opção pela libertação artroscópica.
Esta técnica tem sido cada vez mais utilizada mas, apesar dos bons resultados relatados, não
encontramos na literatura qualquer análise sistematizada dos resultados clínicos desta técnica.
Pretendeu-se com este trabalho efetuar uma revisão teórica do tema e uma análise detalhada
dos resultados do tratamento artroscópico, procurando as indicações mais apropriadas para esta
técnica.
Material e Métodos: pesquisa efetuada em 6 bases de dados disponíveis na Internet utilizando
as expressões: “suprascapular nerve”, “arthroscopic”, “release” e “decompression”. Efetuada
revisão sistemática da literatura encontrada e uma síntese narrativa.
Síntese de dados e conclusão. A neuropatia compressiva do nervo supraescapular é atualmente
uma entidade nosológica bem estabelecida e cada vez melhor compreendida. Integra o
diagnóstico diferencial da patologia da cintura escapular, sobretudo em doentes jovens, atletas
ou no contexto de roturas da coifa.
O tratamento cirúrgico está indicado na falência do tratamento conservador sendo a libertação
artroscópica do nervo uma técnica em expansão. Está indicada em doentes com omalgia
posterior, diminuição da força do supraespinhoso e infraespinhoso ou apenas do infraespinhoso,
com ou sem alterações electromiográficas.
O resultado das pequenas series publicadas até ao momento é encorajador pois parece
proporcionar resultados clínicos positivos consistentes, constituindo um tratamento válido para
a neuropatia compressiva do nervo supraescapula