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Formação em auriculoterapia cies/COSEMS: análise do impacto do curso teórico-prático em auriculoterapia na implantação das PICS nos municípios da região de Laguna
JUSTIFICATIVA: A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS se consolidou em 2006 após uma série de discussões que identificaram a necessidade de ampliação de acesso às ações e serviços em saúde no SUS, fechando uma lacuna deixada pelo atendimento médico convencional no que diz respeito a integralidade do atendimento.(BRASIL; 2006) Desde então tem-se buscado implementar ações que viabilizem a implantação das PICS nos 18 Municípios que fazem parte da Região de Laguna (AMUREL). A partir das demandas do Plano Regional de Educação Permanente em Saúde (PAREPS) em 2018, foi identificado a necessidade de formação em técnicas das PICS. A Auriculoterapia foi escolhida pelo seu fácil acesso, simples aplicação e baixo custo, tudo isso aliado a ótimos efeitos terapêuticos. OBJETIVO: Identificar o impacto do Curso Teórico-Prático de Auriculoterapia promovido pelo CIES/COSEMS na implantação das PICS nos 18 Municípios da AMUREL. METODOLOGIA: O Curso Teórico-Prático em Auricloterapia foi promovido em uma ação conjunta do CIES e COSEMS – AMUREL. Foi ofertado de forma presencial, com Certificação de 30horas, em 2 (duas) edições, uma no ano de 2018 e outra em 2019. Para esta pesquisa foi recolhido dados em listas de presença e aplicado um questionário através do Google Forms, a todos os Gestores dos 18 (dezoito) Municípios da Região da AMUREL. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Todos os 18 Municípios da AMUREL participaram de pelo menos 1 (uma) das edições do Curso, sendo 17 Municípios em 2018 e 11 em 2019, totalizando 78 profissionais capacitados. Foi identificado que 50% dos Municípios implantaram as PICS a partir da realização do curso, e destes 61,1% ainda ofertam o serviço. Apesar de os números demonstrarem um impacto positivo da ação e sua sustentabilidade, é importante salientar que embora 100% dos Municípios tenham recebido a capacitação e apenas 61,1% ainda oferecerem a técnica, esse dado reflete uma consequência da Pandemia, já que boa parte da força de trabalho teve que ser direcionada aos atendimentos emergenciais, deixando uma lacuna em atendimentos eletivos não sendo priorizado neste caso as PICS. Diante deste cenário, entendemos como positivo tais resultados. CONCLUSÕES: O Curso Teórico-Prático de Auriculoterapia realizado em parceria CIES/COSEMS-AMUREL,teve um impacto positivo na implantação das PICS nos Municípios da AMUREL, sendo determinante no despertar destas práticas em quase metade dos Municípios da Região. Quanto a sustentabilidade da técnica, embora tenha sido positiva, ainda foi menor do que o esperado em decorrência da Pandemia. Vale ressaltar a importância de ações direcionadas a um resgate da prática nos locais onde não está sendo ofertado o serviço, já que a Auriculoterapia é uma excelente ferramenta no tratamento das sequelas de infecção da Covid19. 
Terapia Comunitária Integrativa on-line no enfrentamento à COVID-19: perfil e mudanças na vida de participantes
INTRODUÇÃO: a Terapia Comunitária Integrativa (TCI), é uma Prática Integrativa e Complementar criada pelo psiquiatra Adalberto de Paula Barreto há mais de 30 anos. Consiste em atividade grupal, de cuidado em saúde mental, concebida na modalidade presencial. Durante o período da pandemia COVID-19, com o isolamento social necessário, essa prática necessitou adaptação, sendo organizada na modalidade on-line pela Associação Brasileira de Terapia Comunitária Integrativa (ABRATECOM), como estratégia de enfrentamento do momento de isolamento, das angústias e da perda de amigos e familiares. O objetivo foi avaliar o perfil epidemiológico dos participantes das rodas de TCI on-line e as mudanças relativas ao período da pandemia. METODOLOGIA: estudo descritivo, observacional, transversal, aprovado em comitê de ética (CAAE 36850620.4.0000.0105). Foram acompanhadas 24 rodas de TCI on-line,realizadas durante o período de setembro a novembro de 2020, pelo criador da metodologia e outros terapeutas comunitários. Na abertura da sala virtual, via plataforma Zoom, os participantes eram convidados a responder o formulário do Google Forms, com questões sobre gênero, grupo étnico, idade, escolaridade, país e estado onde mora, atividade profissional, ocupação no período da pandemia, se conhece ou perdeu algum familiar/amigo durante pandemia, número de rodas que já participou e se tem formação em TCI. RESULTADOS E DISCUSSÃO: 168 formulários foram respondidos, sendo o perfil predominante: sexo feminino (91,1% - 153), branco (60,7% - 102), faixa etária entre 30 a 59 anos (63% - 106), com ensino superior completo (79,2% - 133). A amostra predominante residia no Brasil (94,6% - 159), nas regiões Sudeste (48,8% - 82) e Nordeste (31,5% - 53). Com relação à ocupação durante o período da pandemia, 47% (79) estavam trabalhando na modalidade home-office. Foram 98 pessoas (58,3%) que conheciam ou perderam algum familiar/amigo devido COVID-19. A maioria dos participantes já entraram em 11 ou mais rodas (53% - 89), sendo que 74 participantes (44%) estavam em formação ou já eram terapeutas comunitários. Ao conhecer o perfil dos participantes, os dados sugerem que uma maior escolaridade pode favorecer a participação, possivelmente por ter maior acesso às redes sociais e tecnologias. Outro ponto relevante é o predomínio nas regiões onde se iniciou a TCI (Nordeste) e onde há grande atividade dos pólos de TCI (Sudeste). Percebe-se que também há uma tendência à regularidade de participação ao invés de apenas uma participação pontual em roda de TCI. Grande parcela da amostra teve sua rotina e funcionalidade alterada em decorrência da pandemia, bem como contato com familiares ou amigos contaminados ou quefaleceram em decorrência da infecção. CONCLUSÕES: Por meio do conhecimento do perfil dos participantes, é possível elaborar estratégias para aumentar a vinculação desses participantes e também pensar em alternativas para facilitar o acesso às pessoas com menor escolaridade ou dificuldade de acesso às plataformas online. É essencial a divulgação das rodas on-line paraoutras regiões do país, de forma a ampliar o acesso à prática, que pode auxiliar no cuidado às pessoas em isolamento domiciliar, com angústias e incertezas, fragilizadas por perdas de amigos e familiares
Uso dos óleos essenciais na cicatrização de lesão de pele: relato de caso
INTRODUÇÃO: Estudos recentes mostram forte potencial antisséptico, anti-inflamatório e cicatrizante de diferentes óleos essenciais (BAUDOUX, 2018; BUCKLE, 2019; HAMIDPOUR et al., 2017; LAVABRE, 2018), que têm sido empregados como recursos complementares na cicatrização de ferimentos e lesões de pele (SÁ et al., 2020). OBJETIVO: Documentar o uso dos óleos essenciais como recurso complementar na cicatrização de ferimentos e lesões. METODOLOGIA: Paciente de 62 anos, sexo feminino, em recupração pós-cirúrgica de enxerto de pele em região do dorso nasal utilizou a sinergia vegetal composta por: óleo de andiroba, óleo resina e óleo essencial de copaíba, óleos essenciais de tea tree, gerânio e lavanda e seiva resinosa de sangue de dragão, aplicando 2 gotas da sinergia em gaze umedecida com soro fisiológico, 3 vezes ao dia, durante 26 dias.A evolução foi registrada diariamente pela paciente através de fotografia digital. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Observou-se que, entre os dias 01 e 26 houve gradativa regeneração da pele, até a completa cicatrização da lesão. A ação pode ser atribuída às propriedades terapêuticas dos ingredientes da formulação, com especial destaque para as espécies nativas da região amazônica: Carapa guianensis, Copaifera sp.e Croton Lechleri. A Carapa guianensis é uma espécie conhecida como andiroba, de grande importância em toda a região amazônica (SOUZA et al., 2019). O óleo é reconhecido por suas propriedades curativas, como anti-inflamatório, analgésico, útil na cicatrização de ferimentos e lesões de pele (ARAÚJO-LIMA et al., 2018). O óleo resina e o óleo essencial de Copaíba (Copaifera sp.) tem ações anti-inflamatória e cicatrizante, úteis na regeneração de tecidos e cicatrização de lesões (TEIXEIRA et al., 2017; MORORÓ et al., 2020). O óleo essencial de Tea tree (Melaleuca alternifolia) é comprovadamente analgésico, cicatrizante, anti-inflamatório, antisséptico e, por isso, tem sido utilizado com sucesso nos tratamentos de pele (SILVA et al., 2019). O óleo essencial de gerânio (Pelargonium graveolens) têm sido indicado por seus potenciais anti-inflamatório, antisséptico, facilitador da regeneração celular e redutor de cicatrizes (BAUDOUX, 2018; JOHNSON, 2015). O óleo essencial de Lavanda (Lavandula angustifolia), consagrado por seu potencial calmante, analgésico e sedativo, é igualmente útil no processo de cicatrização, atenuando manchas e cicatrizes (BAUDOUX, 2018; JOHNSON, 2015). E, por fim, a seiva resinosa de sangue de dragão (Croton lechleri), que apresenta propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e cicatrizantes, devido aos principais constituintes, que parecem estimular a proliferação e migração de fibroblastos, assim como a produção de colágeno e regeneração epitelial (BOGDAN et al., 2017). CONCLUSÃO: A ação terapêutica dos óleos essenciais no processo de cicatrização foi satisfatória. A lesão apresentou redução gradual, com completa regeneração da pele no dia 26, data em que a paciente recebeu alta médica e suspendeu o uso complementar da sinergia. Mais estudos são necessários para documentar o potencial terapêutico dos óleos essenciais na cicatrização de ferimentos e lesões
Saberes de idosos que participam de um grupo de convivência sobre as plantas medicinais
INTRODUÇÃO: As práticas Integrativas e Complementares em saúde (PICs) estimulam mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde, por meio de tecnologias eficazes e seguras, que enfatizam a integração entre o homem, o meio ambiente e a sociedade, dentre as PICs, estão as plantas medicinais. Objetivo: Analisar o conhecimento e saberes dos idosos que participam de um grupo de convivência (GC) sobre as plantas medicinais. METODOLOGIA: Estudo descritivo, exploratório, qualitativo. Participaram da pesquisa 12 idosos, que frequentavam regularmente o GC, no ano de 2019. Para a coleta de dados utilizou-se da técnica de entrevista, com aplicação de dois instrumentos semiestruturados. Utilizou-se como método de análise dos dados, a Análise de Conteúdo de Bardin, modalidade temática. Utilizou-se codinomes de rios do Estado de Goiás para identificação dos idosos. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Após análise das falas,foram estruturadas duas categorias: “As plantas medicinais: o conhecimento e o saber popular advindo dos idosos” e “As trocas e o compartilhar do conhecimento popular sobre plantas medicinais”. Na primeira categoria, a maioria dos idosos descreveu os benefícios, mas não relataram contraindicações do uso, nem o conhecimento que podem causar algum problema: “Eu aconselho a usar as plantas de remédio por minha conta própria e risco que não tem perigo” (Rio São Bento), contudo, alguns idosos traziam a importância de conhecer como é a forma correta de prepará-las, e que não pode ser utilizada de qualquer forma: “Hoje eu te falo que aconselho com certo cuidado, porque tem que saber como se faz, não ir fazendo de qualquer jeito” (Rio São Patrício). A maioria descreveu que possui as plantas medicinais em casa, ou pega no vizinho, ou em algum familiar. Já na segunda categoria, sobre os profissionais de saúde e sua relação com as plantas medicinais, o profissional mais citado foi o médico: “lembro um ortopedista que aconselhou o chá da erva cidreira pra tirar as dor” (Rio Paraíso). Foi encontrado nas falas que este conhecimento, foi passado por figuras familiares, como mãe, pai, avós “Eu fiquei conhecendo essas plantas com minha vó, minha mãe (Rio São Patrício). CONCLUSÃO: Percebe-se que explorar esses conhecimentos, promovem vínculos e ganhos que vão além do saber científico, possibilitando a formação de vínculo com o usuário e ainda um olhar individualizado e integrado do ser e de seu fazer saúde, com valorização da cultura, crença e história de cada idoso
Autoexperimentação em homeopatia como oráculo da cura
INTRODUÇÃO: Hahnemann afirma que, por disponibilização à ação medicamentosa – a experiência pura, o oráculo infalível da arte de curar –, o homeopata observa, percebe e registra as alterações dinâmicas na própria saúde. Assim é que tal força medicamentosa torna-se remédio para o caso reconhecido em regime de semelhança por expediente de memória, em suspensão de juízo, em singular totalidade essencial. Justifica-se pela importância da experimentação na própria saúde, pelo método homeopático puro, como oráculo de certeza da arte de curar. Objetivou-se demonstrar a práxis homeopática como verbo em ação transformadora da Saúde alterada (ou obstaculizada) em melhor Saúde (fluxo desimpedido da Vida), por instrumento da autoexperimentação. MÉTODO: Utilizou-se análise qualitativa de dados por espécie de observação participante, aplicando-se tratamento da autoexperimentação na própria saúde e da relação entre médico e paciente, com destaque ao poder de verbo como oráculo, com suspensão de juízo. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Observou-se caso de dificuldade de aprendizado, dispersão, em não se centrar, por sofrer violência do meio; ao falar, não se reconhecer e não ser reconhecida, sentir-se excluída e ficar de lado. Houve reconhecimento de doença dinâmica em totalidade essencial, com base em experimentação prévia de Olea europaea. O consentimento de tratamento na relação médico-paciente deu-se no momento com o verbo do contraditório entre disperso e centrado, entre falo e violência, entre estar no meio ou à margem. Na evolução do caso, houve apropriação da fala em centrar-se em si, em sentir o tempo adequado do outro, em entendimento da violência como o tempo do outro, no centrar-se em estudos, sentindo menos a dispersão. CONCLUSÕES: Na práxis homeopática, a experimentação na própria saúde possibilita ao médico homeopata o manejo do verbo em discurso, revelando-se por meio de alterações artificiais de saúde (medicamento), nas sensações e funções, que o próprio experimentador percebe. Ao reconhecer e ao adequar o medicamento a um caso, ocorre que, como a aniquilar a sensação de doença, o verbo concilia (modera) as oponências, com perdão de diferenças, assim promovendo conversas entre o adoecimento natural e o artificial e o consequente acordo em movimento de cura dinâmica, em assimilação, com melhor disposição.
Porque a TCI se tornou uma ferramenta importante no fortalecimento das emoções?
INTRODUÇÃO: As emoções são uma forma de comunicação que definem o ser humano, pois as experiências de amor, ódio, medo, raiva, alegria, culpa ou decepção criam esquemas de ação e reação comportamentais, às vezes de maneira consciente, mas quase sempre inconsciente. O ser humano dependente dos que o cercam, na sua constituição de sujeito, no que se refere a emoção e a cognição em busca do mundo, do aprender e para expressar sua linguagem. A neurociência cita estudos que demonstraram que estilos de comunicação característicos de uma cultura, nível educacional ou classe socioeconômica poderiam impor limites à verbalização das emoções, em que pacientes psicossomáticos, de nível socioeconômico mais baixo, usaram menos palavras para as emoções, porém ainda é um tema controverso. Ela ponta ainda a alexitimia como um transtorno que indica a incapacidade de identificar e modular a tomada de consciência das próprias emoções e, portanto, dificuldade para exprimi-las por meio das palavras que as terapias de grupo estão sendo as mais indicadas nestas situações, por a judar a tirar a pessoa de seu silêncio emocional e dotá-la de um repertório. OBJETIVO: identificar como Terapia Comunitária Integrativa (TCI) auxilia as pessoas no processo de aprendizado de si e de suas emoções. MÉTODO: Revisão narrativa da literatura, a qual realiza avaliação de estudos já publicados, permitindo análise, discussão e conclusões sobre o tema obedecendo às seguintes etapas: seleção do tema e dos descritores em saúde; definição das bases de dados para busca; critérios de inclusão e exclusão; identificação do resultado da busca; análise dos dados e interpretação dos resultados. Utilizou-se publicações identificadas nas bases de dados: coleção Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e Google Acadêmico. RESULTADOS/DISCUSSÃO: Os impactos positivos e negativos das emoções na saúde, são hoje reconhecidos pela medicina. Compreender os mecanismos das emoções é importante para a organização psicológica do sujeito que sofre e, também, para a mudança do estado psíquico geral de nossa sociedade atual e das futuras. A TCI tem se revelado como um instrumento muito útil para dotar os indivíduos que sofrem, de estratégias de identificação de suas emoções originais e das emoções adquiridas pelos processos civilizatórios, bem como de traduzir a emoção em palavras. Durante as rodas de terapia comunitária, o terapeuta e o grupo podem ajudar essas pessoas a aprender a perceber, identificar, se lembrar, reviver, representar, prever mentalmente seus estados emocionais, e pouco a pouco se amplia a gama de recursos à disposição para descreverem o que sentem, ampliando nelas, a precisão e a variedade de suas próprias emoções, levando-as a construírem competências que as ajudem a viver de forma mais saudável. Conclusão: A metodologia terapêutica da TCI, mostra-se como um espaço de escuta de si e do outro, de acolhimento e aprendizado, onde por meio da partilha das experiências de vida do grupo, possibilita a reorganizar do discurso, ressignificar o sofrimento, clarear e identificar as emoções, restabelecer e ampliar o poder da palavra, demonstrando ser uma significativa ferramenta para auxiliar às pessoas alexitímicas ou destituídas da identificação e expressão emocionais
USE OF ANTIBIOTICS IN DENTISTRY: A CROSS-SECTIONAL STUDY
Antibiotics are used in clinical practice for treatments of orofacial risks and antibiotic associated prophylaxis, minimizing the possible associated risks.
In this way, dentists must be able to carry out an adequate qualification. The most common allergy becomes common throughout the resistance world. The aim of this study was to investigate the prescription of antibiotics in Dentistry in a region Southern Brazil.
To carry out this cross-sectional study, a study based on other articles published in the last 5 years was applied, using the Google Forms application. This research with 121 participants, which included undergraduate students and professors of the Dentistry course at a university in the south of Brazil, dentists from the public and private network of the same region.
The survey results indicated that 60.3% of the participants prescribe antibiotics. Being the first choice, amoxicillin 500 mg, prescribed for 7 days. Other points observed were, in which situations dentists prescribe antibiotics, for what period, how many days the medication would be prescribed, as well as indicating alternatives for the consequences of the excessive use of these drugs.
In addition, the survey addressed the use of these drugs in cases of pulpitis, symptomatic and chronic apical periodontitis, pericoronitis, alveolitis, use in trauma, surgery and many other situations, totaling 73 responses.
Thus, concluding that dentists still have difficulties in performing adequate prescription, which can cause bacterial resistance.
In this context, the use and prescription of antibiotics still need to be studied, as they are reasons for many complications due to inadequate prescriptions
INFLUENCE OF SODIUM HYPOCHLORITE CONCENTRATION ON PAIN AFTER ENDODONTIC TREATMENT: A SYSTEMATIC REVIEW.
This systematic review (SR) searched the literature to answer whether different concentrations of sodium hypochlorite (NaOCl) used in endodontic treatment interfere with the occurrence of postoperative pain. Two reviewers independently searched the following electronic databases: Cochrane Library, EMBASE, LILACS, MEDLINE (PubMed), Scopus and Web of Science. Additionally, a search was performed in gray literature. It was included randomized clinical studies that evaluated the influence of different concentrations of NaOCl on postoperative pain. Studies that were not randomized clinical trials, or included retreatments, primary teeth or incomplete root formation or e with fractures and resorptions or even studies that did not use NaOCl were excluded. 705 studies were initially identified and, after reading the titles and abstracts, eighteen studies were selected for full reading. After applying the eligibility and exclusion criteria, nine studies were included in this SR. After that, NaOCl concentrations were dichotimized into high concentration (above 3%) and low concentration (between 0.5% and 3%). The risk of bias assessment was performed using the Cochrane Collaboration's Risk-of-Bias Assessment Tool 2.0. The prevalence of postoperative pain was assessed through proportion meta-analysis using the MedCalc software. The overall quality of evidence was assessed using the GRADE tool. In assessing risk of bias, three studies were judged as 'high risk' and one as 'some concerns'. The overall pooled prevalence of postoperative pain was 36.31% for NaOCl at higher concentrations and 45.35% for NaOCl at lower concentrations. After 7 days, none of the participants reported moderate or severe pain
EVALUATION OF THE PHYSICO-CHEMICAL PROPERTIES OF EMDOGAIN AS A VEHICLE FOR MINERAL TRIOXIDE AGGREGATE
The aim of this study is to evaluate the physico-chemical properties of Mineral Trioxide Aggregate (MTA) associated with Emdogain as a vehicle. The samples were divided into 3 experimental groups: MTA/Emdogain, MTA/distilled water and MTA/Emdogain/distilled water. The respective proportions were performed using the powder/liquid ratio of 2:1. The specimens followed ANSI/ADA specification number 57 for evaluation of initial and final setting time, radiopacity and solubility. Tests were also performed to evaluate pH and calcium ion release with experimental periods of 1, 24, 72 and 168 hours with pHmeter and colorimetric spectrophotometer, respectively. Data were analyzed by analysis of variance and Tukey's post-hoc tests. The significance level was set at 5%. The initial and final setting times in descending order were: MTA/Emdogain/water, MTA/water and MTA/Emdogain (P<0.05). The use of Emdogain decreased the radiopacity values of MTA (P<0.05). MTA/Emdogain showed lower solubility values (P<0.05). The pH values increased over the experimental periods for the MTA/Emdogain and MTA/water groups (P<0.05). At 168 hours, the MTA/water/Emdogain combination presented the lowest pH values (P<0.05). The release of calcium ions increased over the experimental periods for the MTA/Emdogain and MTA/water groups (P<0.05). In conclusion, the addition of Emdogain altered the physicochemical properties of MTA, decreasing the setting time, radiopacity, solubility and release of calcium ions. The pH values were similar at 168h
PARENDODONTIC SURGERY FOR CERATOCISTS REMOVAL - case report.
The aim of this paper is to report a clinical case of a patient who underwent parendodontic surgery due to the impossibility of removing the intra-rooted retainer and had a probable odontogenic tumor keratocyst in the apical region of element 21. Patient M. T. P., female, 52 years old, came to the clinic reporting an alteration in the left maxilla region, without painful symptoms. Radiographic examination showed a radiolucent area associated with element 21, compatible with an odontogenic keratocyst tumor. This element presented endodontic treatment and a very bulky and long cast metal core and rehabilitation with a metal-ceramic crown. The patient was anesthetized and underwent parendodontic surgery for removal of the tumor and retrofilling of the apical third, followed by bone grafting and membrane to cover the flap. With correct planning and execution of the surgery, it is concluded that the decision of the parendodontic surgery is efficient for the removal of the etiologic agent. Proservation with periodic radiographs proved the success of the treatment