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DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DA ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA POR EXAME DE IMAGEM
<p><strong>Introdução</strong>: A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é considerada uma patologia neurodegenerativa que acomete os neurônios motores. Sua etiologia é desconhecida assim como a cura, o que é um fator muito preocupante, mesmo sendo considerada uma doença rara. Apesar de todos os avanços da medicina em relação a ELA ainda não foi possível encontrar a cura <strong>Objetivo</strong>: Verificar qual o melhor método para diagnosticar a Esclerose Lateral Amiotrófica. <strong>Métodos</strong>: Trata-se de uma revisão bibliográfica sobre diagnóstico diferencial da esclerose lateral amiotrófica por exame de imagem. <strong>Resultados</strong>: Foram analisados um total de 37 artigos, dos quais 12 artigos foram escolhidos e continham epílogos de interesse desta revisão. Foram excluídos 18 artigos no total. Para a elaboração da seleção dos artigos, optou-se por modelo de adaptação do fluxograma do método PRISMA. <strong>Conclusão</strong>: O diagnóstico é realizado com bases em vários critérios que vão desde a sintomatologia, exames laboratoriais e de imagem, porém o mais eficiente para o fechamento do diagnóstico é a ressonância magnética.</p>
Tecnologias digitais e depressão em idosos: uma revisão integrativa sobre eficácia, viabilidade, aceitabilidade e barreiras
Introduction: The advancement of digital technologies has expanded the possibilities of mental health care, particularly in addressing depression among older adults, a group highly vulnerable to barriers in access and digital exclusion. Objective: To critically analyze the evidence on the effectiveness, feasibility, acceptability, and barriers associated with the use of digital technologies applied to depression in older adults. Methodology: This is an integrative literature review conducted in the Virtual Health Library (BVS) databases — including LILACS, BDENF, Index Psychologies, and IBECS — and in PubMed/MEDLINE, covering publications from 2010 to 2025. Seven primary studies with quantitative, qualitative, and mixed-method designs were included, selected according to eligibility criteria and methodological rigor. Results: The evidence indicated consistent effectiveness of digital interventions — such as telephone-mediated cognitive-behavioral therapy, mHealth programs, mobile applications, and digital literacy training — in reducing depressive symptoms, anxiety, and loneliness, as well as improving cognition, quality of life, and social engagement. Acceptability was high, especially when human support and simplified interfaces were provided. The most frequent barriers involved socioeconomic inequality, low digital literacy, and methodological heterogeneity among studies. Conclusions: Digital technologies are effective and feasible strategies for managing depression in older adults, provided they are integrated into digital inclusion policies and standardized clinical protocols, thus promoting active, autonomous, and socially connected aging.Introdução: O avanço das tecnologias digitais tem ampliado as possibilidades de cuidado em saúde mental, especialmente na atenção à depressão em pessoas idosas, grupo vulnerável às barreiras de acesso e à exclusão digital. Objetivo: Analisar criticamente as evidências sobre a eficácia, a viabilidade, a aceitabilidade e as barreiras associadas ao uso de tecnologias digitais aplicadas à depressão em idosos. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida nas bases BVS (LILACS, BDENF, Index Psicologia e IBECS) e PubMed/MEDLINE, abrangendo publicações de 2010 a 2025. Foram incluídos sete estudos primários com delineamentos quantitativos, qualitativos e de métodos mistos, selecionados segundo critérios de elegibilidade e rigor metodológico. Resultados: As evidências indicaram eficácia consistente de intervenções digitais — como terapias cognitivo-comportamentais mediadas por telefone, programas mHealth, aplicativos móveis e treinamentos em literacia digital — na redução de sintomas depressivos, ansiedade e solidão, além de melhora na cognição, qualidade de vida e engajamento social. A aceitabilidade foi elevada, sobretudo quando houve suporte humano e interfaces simplificadas. As barreiras mais recorrentes envolveram desigualdade socioeconômica, baixo letramento digital e heterogeneidade metodológica entre os estudos. Considerações finais: Conclui-se que as tecnologias digitais são estratégias eficazes e viáveis para o manejo da depressão em idosos, desde que integradas a políticas de inclusão digital e protocolos clínicos padronizados, promovendo um envelhecimento ativo, autônomo e socialmente conectado
