1,354,698 research outputs found
Tempo di bilanci. Dialogo di metà Trecento tra padre e figlio sul futuro del genitore e della sua discendenza
Nella vicenda storiograficamente nota dei toscani nel Patriarcato di Aquileia, quello dei Da
Rabatta rappresenta un caso particolarmente fortunato e mostra una volta di più i forti legami
che si mantenevano con la madrepatria. Il documento pubblicato è un’epistola familiare inedita,
indirizzata da un figlio ormai adulto, e rimasto a Firenze, al padre trasferitosi a Gorizia. Nicolò
si preoccupa del futuro del genitore, un po’ meno di quello dei fratellastri, che nel tempo però
si dimostreranno uomini di successo
Viaggiare fra le carte. Studi in onore di Bruno Figliuolo
Il volume intende onorare Bruno Figliuolo in occasione del suo settantesimo compleanno, che precede di un anno la sua uscita dai ruoli dell’università. I trenta saggi qui raccolti toccano solo alcuni dei temi che Figliuolo ha affrontato nella sua ricchissima produzione scientifica. Il titolo intende richiamare la sua passione per la ricerca archivistica, che lo ha portato e continuerà a portarlo a viaggiare senza sosta. Non c’è regione italiana rimasta fuori dai suoi itinerari di ricerca: sono davvero pochi gli archivi in cui Bruno non abbia infilato il piede e il naso tra antiche pergamene e registri ingialliti dai secoli. // This volume is a tribute to Bruno Figliuolo on the occasion of his 70th birthday, a year before his retirement from the university . The thirty essays published here cover only a few of the topics that Figliuolo explored in his extremely rich scholarly production. The title recalls his passion for archival research, which has led him and will continue to lead him to travel relentlessly. There is no Italian region left out of his research tours: there are very few archives in which Bruno has not stuck his foot and nose between ancient parchments and registers yellowed by centuries
Confraria do Vinho de Bento Gonçalves: 25 anos de história.
25 anos passam num piscar de olhos se perguntarmos a quem tem filhos, mas muito compassadamente quando pensamos na decomposição de certas substâncias despejadas na natureza. Pense em quanto o mundo se transforma nesse período de tempo! Até mesmo uma pandemia pode acontecer dentro de um quarto de século. Nos últimos 25 anos, o Brasil teve cinco presidentes diferentes e se tornou pentacampeão mundial de futebol. Nosso país viu nascer sua primeira indicação geográfica (e foi de vinhos!). O Brasil também conquistou reconhecimento inter nacional com seus espumantes, acumulando premiações, e teve uma de suas regiões, a nossa Serra Gaúcha, consolidando-se entre seus principais destinos turísticos, tendo a vitivinicultura como substancial atrativo. Em meio às garrafas de vinhos foram aparecendo e passaram a dividir espaço com as rolhas de cortiça as tampas screw cap. Você também deve ter percebido uma onda de desmitificação da experiência de beber vinhos e espumantes, mudando de algo pomposo, cheio de regras, restrito a poucos e a ambientes específicos, para os mais diversificados e descontraídos locais, como happy hours, jardins e beira da praia. E já que o assunto por aqui serão eles ? os vinhos e o que proporcionam - será que é possível estimar-se quantos exemplares podem ser elaborados e consumidos no decorrer de 25 safras? Difícil, quem sabe até impossível de mensurar. Porque poucos são os que permanecem. Tal qual as amizades, cada vez mais fugazes. Quantas vencem a barreira de 9 mil dias ou 300 meses? Mas exceções existem, tanto no mundo do vinho como das relações humanas. E a Confraria do Vinho de Bento Gonçalves é prova de que existem amizades de guarda, que assim como esses vinhos raros ficam ainda mais interessantes e robustas, embora não sejam nada comuns. 25 anos, 31 amigos, 163 encontros, 300 vinícolas, 12 países, 2500 rótulos degustados. Pegue uma taça de vinho e brinde conosco aos 25 anos desse grupo, cuja história está registrada nas próximas páginas, na primeira parte do livro. Na segunda parte, encontram-se artigos escritos pelos próprios confrades, reunindo a expertise dos integrantes. Eles discorrem sobre a história do vinho no mundo, no Brasil e na Serra Gaúcha, e nos proporcionam um passeio pelo Brasil vitivinícola, com informações sobre o enoturismo e as indicações geográficas. Claro, não poderia faltar um texto sobre como degustar e identificar bons vinhos. E para o fechamento, os benefícios do vinho à saúde, brindando a você, leitor ou leitora, com um potente incentivo ao consumo moderado da bebida. Gostaria de mencionar que este foi um trabalho de muitas mãos, sobre o qual agradeço a confiança a mim depositada. Uma satisfação organizar e redigir, nestas páginas, esta grandiosa história, que tem como autores os senhores confrades. Parabéns a eles! Aprecie, Tim-tim! Marciele Scarton Jornalista | Coordenadora editorial e redatora do livroIdealização: Confraria do Vinho de Bento Gonçalves; Coordenação Geral: Fernanda Tomasi; Coordenação Editorial e Redação: Marciele Scarton; Artigos: Adriano Mazzarolo (CNPUV) - Angela Rossi Marcon; Bruno Jorge Bergamin - Giuliano Elias Pereira (CNPUV)
Jairo Monson de Souza Filho - João Carlos Taffarel (CNPUV); Luiz Antenor Rizzon - Marcelo Taffarel; Marco Antônio Salton - Vitor Manfroi. Diagramação: Natália Bertuol; Revisão: Kelly Pelisser; Fotografias: arquivo da Confraria e arquivo pessoal dos confrades.
Impressão: Cipriani Contato: [email protected]
Ritorno al passato. I Manin: dal contado fiorentino alle glorie della Serenissima
Emigration can offer great opportunities to those aspiring to raise their social status, and not only in economic terms. This was the experience of Manino di Buccio and his descendants. Leaving behind the Florentine countryside, in the first half of the fourteenth century, the Manins set down roots in the Patriarchate of Aquileia. Here they laid the foundations for a position of power that some centuries later would permit their descendant Lodovico Manin to become the last Doge of the Republic of Venice.
Active in three different territories, and relying on the fact that it was impossible for information to circulate, the family constructed its own mythological past. Seventeenth- and eighteenth-century members of the family hid or denied certain details concerning the origins of the family, and encouraged writers to invent a glorious past for it. So it was that the Manins reached the summit of power, convincing everyone of their noble Roman, Fiesolean and Florentine origins. The impossibility of verifying certain fictional constructions often resulted in their being uncritically accepted until very recently
Parlamenti generali a Napoli in età aragonese
Il volume, grazie all’edizione critica di tutte le fonti disponibili, di cui
molte inedite, studia sistematicamente i 17 parlamenti generali celebrati
a Napoli in età aragonese. L’istituto, reintrodotto nel regno da
Alfonso il Magnanimo, fu un una sede importante della negoziazione
tra la monarchia, i baroni e le città demaniali, seppur non l’unica.
Attraverso i parlamenti e altre riunioni simili (parlamenti regionali,
consigli regi allargati) si ripercorre tutta la storia del regno dal 1441
al 1500. Dei parlamenti si analizzano le procedure, le scritture, le motivazioni
e le conclusioni. Essi, nella pur evidente – ma irregolare –
continuità, assolsero a funzioni differenti, in relazione alle contingenze
politiche, alle diverse posizioni del re, da un lato, e dei convocati
dall’altro. Fisco e giustizia sostanziarono le discussioni e in generale il
confronto politico e simbolico tra il re e i suoi sudditi
Le terre patriarcali e i loro rappresentanti al parlamento friulano in età medievale
Il saggio indaga la composizione dei tre bracci del parlamento del Friuli patriarcale in età bassomedievale e in particolare il ruolo delle terre, cercando di capire quali e quanti siano i rappresentanti di volta in volta inviati, quali le funzioni, quale la loro autonomia e libertà di manovra e quale il peso nel controbilanciare il potere dei signori di castello e delle aristocrazie cittadine
Recensione a:] Gli obituari delle confraternite udinesi dei Fabbri e degli Alemanni, a cura di L. Pani e V. Masutti
[Recensione a:] Clemente Miari, Chronicon bellunense (1383-1412), a cura e con un saggio di Matteo Melchiorre, Roma, Viella, 2015
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