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A embolia cerebral cardiogênica nas doenças cérebro-vasculares isquêmicas : estudo clínico, ecocardiográfico e tomográfico
Orientador: Cláudio L. Pereira Da CunhaCo-Orientador: Paulo Rogério M. BittencourtDissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciênicias da Saúde, Programa de Pós-Graduação em em CardiologiaResumo: Foram estudados 100 pacientes consecutivos portadores de Doença Cérebro-Vascular Isquêmica (DCVl), internados no Serviço de Neurologia do Hospital Nossa Senhora das Graças, Curitiba, com os seguintes objetivos: (1) observar a freqüência das diferentes formas de DCVI, em especial a Embolia Cerebral Cardiogênica (ECC); (2) determinar os achados c"ínicos com expressividade diagnostica; (3) analisar o valor dos exames complementares no diagnóstico e na definição etiológica das DCVI. Havia 62 homens e 38 mulheres, com extremos etários de 24 e 76 anos, média de 54,7 anos. Seguindo critérios de diagnósticos baseados nos achados clínicos e de exames complementares, os pacientes foram subdivididos em dois grupos: grupo A (com ECC, 36 casos) e grupo B (com trombose das artérias intra-cerebrais e doença das carótidas, 64 casos). Baseado nos achados clínicos e nos exames complementares o diagnóstico cardiológico dos 36 pacientes do grupo embólico foram: fíbrilação atrial (9 casos); valvopatia mitral (8 casos: 5 estenose mitral e 3 prolapso valvar); cardiopatia isquêmica (10 casos); miocardiopatia congestiva (7 casos) e cardiopatia hipertensiva (7 ca sos ) . Os exames laboratoriais e o raio X de tórax não influíram na caracterização dos grupos, por não diferirem significativamente. 0 eletrocardiograma foi importante na determinação do diagnóstico da fibrilaçao atrial em 9 casos e do infarto do miocárdio em 8 casos (7 com infartos cicatrizados e 1 com infarto agudo). Outras variáveis estudadas que se mostraram diferentes entre os dois grupos foram a sobrecarga atrial esquerda e outros distúrbios do ritmo, além de fibrilação atrial. Na ecocardiografia uni e bidimensional observaram-se resultados normais somente no grupo não embólico (29 casos). As alterações da valva aórtica foram a única variável que não teve diferença estatística entre os dois grupos. Os demais achados estiveram alterados predominantemente no grupo embólico, sendo: aumento do átrio esquerdo (24 casos); aumento do ventrículo esquerdo (12 casos); alteração da valva mitral (8 casos); alterações segmentares da contratilidade ventricular esquerda (8 casos); alteração global da função ventricular esquerda (16 casos) e trombose ventricular esquerda (7 casos). A trombose intracardíaca evidenciada pela ecocardiografia bidimensional foi encontrada em 3 casos de cardiopatia isquêmica, 3 casos de cardiopatia hipertensiva e em um caso de miocardiopatia congestiva. As variáveis estudadas na tomografia axial computadorizada não apresentou significância estatística entre os dois grupos, porém o método foi decisivo no diagnóstico de embolia cerebral cardiogênica em casos determinados e na diferenciação de outras doenças do sistema nervoso central. A Embolia Cerebral Cardiogênica é uma causa freqüente de Doença Cérebro-Vascular Isquêmica, devendo ser investigada rotineiramente, baseado em dados do exame clínico, eletrocardiograma, tomografia axial computadorizada e ecocardiografia uni e bidimensional.Sem abstrac
Additional file 1 of Contemporary (2019) prevalence of cardiovascular disease in adults with type 2 diabetes in Brazil: the cross-sectional CAPTURE study
Additional file 1: Table S1. Definition of CVD diagnoses in the CAPTURE study. Table S2. List of participating trial sites. Table S3. Use of glucose-lowering agents in the CAPTURE study population stratified by CVD status in Brazil. Table S4. Proportion of patients receiving GLP-1 RAs and SGLT2is with proven CV benefit (Brazil). Table S5. Use of CV medications in the CAPTURE study population stratified by CVD status in Brazil. Figure S1. GLAs with proven CV benefit use in the CAPTURE Brazil sample stratified by CVD status
Use of rosiglitazone before and after vascular injury in hypercholesterolemic rabbits: assessment of neointimal formation.
Olmesartan severely weakened the development of NASH in an animal model of hypercholesterolemia
Updated Cardiovascular Prevention Guideline of the Brazilian Society of Cardiology : 2019
Evidence-based therapy prescription in high-cardiovascular risk patients: the REACT study
BACKGROUND: Data on outpatient care provided to patients at high cardiovascular risk in Brazil are insufficient. OBJECTIVE: To describe the profile and document the clinical practice of outpatient care in patients at high cardiovascular risk in Brazil, regarding the prescription of evidence-based therapies. METHODS: Prospective registry that documented the ambulatory clinical practice in individuals at high cardiovascular risk, which was defined as the presence of the following factors: coronary artery disease, cerebrovascular and peripheral vascular diseases, diabetes, or those with at least three of the following factors: hypertension, smoking, dyslipidemia, age > 70 years, family history of coronary artery disease, chronic kidney disease or asymptomatic carotid artery disease. Basal characteristics were assessed and the rate of prescription of pharmacological and non-pharmacological interventions was analyzed. RESULTS: A total of 2364 consecutive patients were included, of which 52.2% were males, with a mean age of 66.0 years (± 10.1). Of these, 78.3% used antiplatelet agents, 77.0% used statins and of patients with a history of myocardial infarction, 58.0% received beta-blockers. Concomitant use of these three classes of drugs was 34%; 50.9% of hypertensive, 67% of diabetic and 25.7% of dyslipidemic patients did not achieve the goals recommended by guidelines. The main predictors of prescription therapies with proven benefit were centers with a cardiologist and history of coronary artery disease. CONCLUSION: This national and representative registry identified important gaps in the incorporation of therapies with proven benefit, offering a realistic outlook of patients at high cardiovascular risk.FUNDAMENTO: Dados de atendimento ambulatorial ao paciente de alto risco cardiovascular no Brasil são insuficientes. OBJETIVO: Descrever o perfil e documentar a prática clínica do atendimento ambulatorial de pacientes de alto risco cardiovascular no Brasil, no que diz respeito à prescrição de terapias baseadas em evidências. MÉTODOS: Registro prospectivo que documentou a prática clínica ambulatorial de indivíduos de alto risco cardiovascular, que foi definido como a presença de um dos seguintes fatores: doença arterial coronariana, cerebrovascular e vascular periférica; diabetes; ou aqueles com pelo menos três dos seguintes fatores: hipertensão arterial, tabagismo, dislipidemia, maiores 70 anos, histórico familiar de doença arterial coronariana, nefropatia crônica ou doença carotídea assintomática. Foram avaliadas características basais e a taxa de prescrição das intervenções medicamentosas e não medicamentosas. RESULTADOS: Foram incluídos 2.364 pacientes consecutivos, sendo 52,2% do gênero masculino, idade média de 66,0 anos (± 10,1). Dentre os pacientes incluídos, 78,3% utilizavam antiplaquetários, 77,0% estatinas e, dos pacientes com história de infarto do miocárdio, 58,0% receberam betabloqueadores. O uso concomitante destas três classes foi de 34%. Não atingiram as metas preconizadas pelas diretrizes 50,9% dos hipertensos, 67% dos diabéticos e 25,7% dos dislipidêmicos. Os principais preditores de prescrição de terapias com benefício comprovado foram centro com cardiologista e histórico de doença arterial coronariana. CONCLUSÃO: Este registro nacional e representativo identificou hiatos importantes na incorporação de terapias com benefício comprovado, oferecendo um panorama real dos pacientes de alto risco cardiovascular.Hospital do CoraçãoSociedade Brasileira de CardiologiaInstituto Dante Pazzanese de CardiologiaRede D'Or Unidades de Hemodinâmica e Intervenção CardiovascularHospital de BaseUNIFESP Centro de Pesquisa Clínica das Disciplinas de Clínica Médica e CardiologiaHospital LifecenterSociedade Hospitalar Angelina CaronAmbulatório Médico de Especialidades Maria ZéliaHospital da BahiaUNIFESP, Centro de Pesquisa Clínica das Disciplinas de Clínica Médica e CardiologiaSciEL
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