154 research outputs found

    EDITORIAL

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    A BIODIVERSIDADE nos dias de hoje, em se tratando de conservação e proteção da natureza, é considerada um dos maiores desafios mundiais, e em particular dos países tropicais por ser parte considerável de toda a diversidade biológica. O modelo dominante da conservação do mundo natural tem se baseado, especialmente, no modelo sustentável de seus territórios, transformados em reservas naturais. Além disso, atribui aos cientistas naturais um papel predominante na proteção da natureza. Esta antologia contesta os vários princípios norteadores desse modelo clássico, partindo do princípio de que a conservação da diversidade biológica não pode ser feita sem a participação ativa das populações que ocupam o meio ambiente, mesmo utilizando os recursos naturais como elemento fundamental no seu modo de vida. Prezados leitores, partindo da teorização que promoveu nos últimos anos a celeridade e o destaque da biodiversidade no mundo moderno, científico e acadêmico, a Revista Biodiversidade apresenta nesta edição as grandiosas contribuições resultantes de investigações científicas. Parabéns aos autores e coautores ao proporcionarem continuamente o compartilhamento da ciência à sociedade em geral.         Maria Corette Pasa, PhD Departamento de Botânica e Ecologia UFM

    EDITORIAL

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    A conservação e proteção da natureza são, nos dias de hoje, um dos grandes desafios mundiais, e em particular dos países tropicais, onde se encontra parte considerável da biodiversidade. O modelo dominante da conservação do mundo natural tem se baseado, especialmente, no modelo sustentável de seus territórios, transformados em reservas naturais. Além disso, atribui aos cientistas naturais um papel predominante na proteção da natureza. Esta antologia contesta os vários princípios norteadores desse modelo clássico, partindo do princípio de que a conservação da diversidade biológica não pode ser feita sem a participação ativa das populações que ocupam o meio ambiente, mesmo utilizando os recursos naturais como elemento fundamental no seu modo de vida. Prezados leitores, partindo da teorização que promoveu nos últimos anos a celeridade e destaque da biodiversidade no mundo moderno, científico e acadêmico, a Revista Biodiversidade apresenta nesta edição as grandiosas contribuições resultantes de investigações científicas. Parabéns aos autores que proporcionam continuamente oportunidade científica ao público em geral.           Maria Corette Pasa, PhD UFM

    EDITORIAL

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    Ao considerarmos desde o mais delicado musgo à mais imponente das árvores, do inseto silente ao predador majestoso, compõe-se uma teia de conexões invisíveis, mas vitais, que chamamos de biodiversidade. A biodiversidade não é apenas um patrimônio — é a própria promessa da vida! No entanto, nunca a diversidade biológica esteve tão ameaçada. Testemunhamos o desaparecimento silencioso de espécies, a fragmentação de habitats e a erosão genética. A floresta que se vai, a abelha que desaparece, a semente que deixa de germinar: cada perda é uma nota dissonante na sinfonia da Terra.  Mas por que proteger a biodiversidade? Porque é nela que reside a chave para a resiliência dos sistemas naturais e humanos. Nossas culturas, economias e até o bem-estar físico e emocional dependem de uma natureza pulsante e diversa. Da Amazônia ao Cerrado, cada bioma é um reservatório de soluções para a medicina, para a alimentação, para a mitigação das mudanças climáticas, portanto, essência que sustenta a vida. O Editorial de hoje é, acima de tudo, um convite à ação e à esperança, que requer mudanças de hábitos, políticas públicas robustas, ciência comprometida e, acima de tudo, uma nova ética: a ética do cuidado.  Neste contexto, em que a biodiversidade é a nossa própria existência, a Revista BIODIVERSIDADE, ao enfatizar a divulgação dos trabalhos traz à público na 3ª ed. de 2025, as contribuições científicas que tratam de uma ciência comprometida e considerada o tecido vivo do nosso planeta. Cordiais saudações!   Maria Corette Pasa UFM

    EDITORIAL

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    A Revista Biodiversidade da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ao cumprimentar a todos destaca sobre a importância das pesquisas e publicações científicas, que desempenham papel fundamental na preservação da biodiversidade. Elas fornecem dados confiáveis, identificam novas espécies, monitoram ameaças e orientam a formulação de políticas públicas baseadas em evidências. Além disso, divulgam conhecimentos à sociedade, estimulando o engajamento e a adoção de práticas sustentáveis que contribuem para a proteção dos recursos naturais. Portanto, ao ato de proteger e defender a biodiversidade em esforços, que representam compromisso coletivo de uma sociedade consciente e confiante, podemos então assegurar um planeta saudável e equilibrado para todos, evidentemente representando o maior legado do ser humano com a natureza. Aqui, divulgamos ao público em geral e 4ª edição e última da revista Biodiversidade, ano de 2025, com os artigos científicos originados nos vários Estados brasileiros e países vizinhos.     Desejamos a todos um abençoado Natal em família e um próspero Ano Novo de muita luz e sabedoria científica no mundo da ciência.       Cordialmente   Maria Corette Pasa Instituto de Biociências UFM

    Zea mays L. E A PRODUÇÃO DE MASSA SECA

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    Embora existam várias plantas forrageiras, anuais e perenes, que servem para a produção de silagem, Zea mays L. é uma das culturas mais utilizadas neste processo no Brasil por apresentar um bom rendimento de matéria verde, excelente qualidade de fermentação e manutenção do valor  nutritivo da massa ensilada, aliado ao baixo custo operacional de produção e uma boa aceitabilidade por parte dos animais. A preocupação em produzir alimento volumoso para os rebanhos, particularmente no período seco do ano quando as pastagens naturais tornam-se cada vez mais precárias tem aumentado a utilização da silagem, especialmente à produção de leite. O milho é a forragem mais tradicional por apresentar condições ideais para a produção de uma boa silagem, como o teor de matéria seca por ocasião da ensilagem entre 30% e 35%, mais de 3% de carboidrato solúvel na matéria original e baixo poder tampão. No passado, as tecnologias recomendadas para a produção de milho para silagem visavam basicamente à produção de massa verde, dando ênfase ao uso de cultivares de porte alto e com alta densidade de plantio. Posteriormente, a qualidade da silagem passou a ser avaliada somente através da porcentagem de grãos na matéria seca. Isto foi atribuído devido ao grande número de trabalhos desenvolvidos até a década de 1970, demonstrando que os grãos de milho são mais digestíveis do que as folhas e hastes da planta e, desta forma, aumentando-se sua proporção na silagem. A partir dos anos oitenta, vários trabalhos de pesquisas mostram que a digestibilidade da porção volumosa (colmos e folhas) também deveria ser avaliada na determinação da qualidade da cultivar a ser ensilad

    Editorial

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    A Revista Biodiversidade na edição de 2017 apresenta o primeiro volume de publicações científicas, trazendo ao público em geral, as contribuições dos pesquisadores ao abordarem os temas sobre a diversidade biológica, ligados à complexa área da biodiversidade, que contribuem para compor os pensamentos e procedimentos de investigações de caráter elucidativos, diante dos problemas e dos objetos de estudos na grande área das Ciências. A difusão do conhecimento científico por meio de publicações tem um peso considerável nos avanços dos conhecimentos acadêmicos, e principalmente, na sociedade em geral, que contribui para a valorização de resultados de pesquisas e consolidação de Grupos de Pesquisadores, por meio da difusão do conhecimento, respaudado por um vínculo de qualidade e responsabilidade. Desta forma, publicar significa, na sua forma sui generis uma consolidação da atividade intelectual do pesquisador, de modo que “publicação é a sua reflexão materializada ao conquistar a significância da ou de mais uma investidura científica e acadêmica”.Parabenizo os pesquisadores, que ao submeterem suas produções no âmbito das abordagens biológicas contribuem, significativamente, para o fortalecimento da ciência e da tecnologia no mundo moderno.Cordiais saudações

    EDITORIAL

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    Dear authors, readers and researchers of the Biodiversity Journal It is with intense production and satisfaction that we publish the third and last edition of the year 2017. Here, we disclose the scientific contributions that deal with biological diversity, which reveal the thoughts and procedures of investigations by the science bias. The dissemination of scientific works through publications has a considerable weight in the advances of academic and scientific knowledge for society and science in general. And in publishing, the researcher returns to society the consolidation of intellectual activity in the form of materialized and processed reflection, by the diffusion of the constructed knowledge. We congratulate all of them, who, by submitting their productions in the context of biological approaches, promote the strengthening of science in the modern world

    Editorial

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    A Revista Biodiversidade em sua primeira edição no ano de 2015 tem o prazer de publicar osresultados das pesquisas que foram conduzidas pela cientificidade acadêmica em geral.Os temas que são relevantes e atuais concernem discussões aprofundadas e relacionadas à biodiversidade e toda a sua complexidade no mundo atual.Ao se considerar o expressivo crescimento populacional, bem como os seus impactos ao meio ambiente é de grande relevância e necessidade o investimento em novas pesquisas no campo das Ciências Ambientais, de modo que os resultados refletem o comprometimento da biodiversidade, ao gerar informações à sociedade em geral, através de planos estratégicos para o uso sustentável dos recursos naturais.Agradecemos aos Autores que elegeram a Biodiversidade para publicar suas pesquisas e convidamos a todos os leitores a apreciar esta primeira edição de 2015 que trata de discussões e reflexões relacionadas à biodiversidade e que contribui significativamente para compreender a ciênciada vida

    INTERPRETAÇÃO ZOOCULTURAL NA COMUNIDADE DE CONCEIÇÃO-AÇU (ALTO DA BACIA DO RIO ARICÁ-AÇU. MT, BRASIL)

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    O presente estudo foi realizado na comunidade rural de Conceição-Açu localizada no município de Cuiabá, Estado de Mato Grosso. O propósito central do trabalho foi o de interpretar as relações existentes entre a população e o seu ambiente, integrados no contexto sócio-cultural e ambiental relacionados ao uso dos recursos animais. O procedimento metodológico utilizado combinou aspectos qualitativos e na execução das seguintes etapas: descrição ecológica dos ecossistemas; descrição sócio-econômica das famílias estudadas; acompanhamento das principais atividades produtivas; acompanhamento das atividades de coleta nas matas de galeria; verificação das diferentes estratégias dispensadas à preparação e conservação dos recursos vegetais e a interpretação dos conhecimentos etnobiológicos, com ênfase no aspecto etnozoológicos emitidos pela população local. Os moradores rurais identificam diversos micro-habitats no interior da mata de galeria, aos quais associam a presença de determinadas espécies vegetais e animais. As pessoas demonstraram ampla compreensão sobre o comportamento trófico e reprodutivo dos animais que conhecem e que convivem em sua propriedade e nas áreas próximas, sem perder de vista a associação ecológica planta-animal-planta. Atribuem as plantas (sofre mais ou sofre menos; reage muito ou reage pouco) e aos animais (comem muito ou comem pouco; são ariscos ou são mansos) uma classificação por oposição binária em função do seu comportamento.

    Editorial

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    A REVISTA BIODIVERSIDADE em seu primeiro volume do ano de 2014 traz apúblico as pesquisas articuladas aos diferentes Grupos de Pesquisas de certificaçãocientífica, de diferentes Universidades Brasileiras e tem como objetivo divulgar arelevância do tema biodiversidade
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