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    "A Esperança Engañada" de Manuel Fernandes Raia

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    This study focuses on ¿Esperança Engañada¿ (1624) by Manuel Fernandes Raya, placing it within the literary codes of the pastoral novella. In the context of this theoretical codification, the possibility of an allegorical reading of the second part of the novella is stressed. The study focuses as well on the development of the features of the pastoral genre in 17th Century Portuguese literature

    Manuel Fernandes de Vila Real: vida e morte pela causa da Restauração

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    Passaram 400 anos sobre a data de nascimento de Manuel Fernandes Vila Real. Tinha 32 anos quando soube, em França, da revolução que depunha o rei estrangeiro e elegia D. João, duque de Bragança, para iniciar uma nova dinastia. Manuel Fernandes era, então um abastado e culto comerciante da comunidade de judeus e cristãos-novos que viviam naquele país. Partidário da causa de D. João IV, nela investiu movendo influências, a pena e o dinheiro, acreditando numa monarquia fundadora de uma ordem política, social, moral e religiosa inteiramente nova que pudesse aproximar Portugal da Europa. Por esse ideal morreu. “La passion que les portugais ont toujours euë d’avoir un Roy de leur nation & comme leurs justes dessins ont eu leur effet au couronnement de Don Jean quatrième.” (Manuel Fernandes Vila Real, Le Mercure… [p. 25])

    AS REDES SOCIAIS SEGUNDO JOSÉ MANUEL FERNANDES

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    Um dos textos que hoje editamos no P2 a propósito da rede social on-line que incentivava jovens a automutilarem-se é significativamente intitulado: «Filtros ajudam a proteger, mas não substituem os pais». Assim começa o editorial de José Manuel Fernandes, director do Público, na edição de hoje. O editorial segue dois exemplos, o primeiro baseado no artigo de Ana Gerschenfeld (pp. 4-5 do caderno P2) que parte de notícia publicada esta semana, onde se dá conta de adolescentes de Vale de Cambra ..

    AS REDES SOCIAIS SEGUNDO JOSÉ MANUEL FERNANDES

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    Um dos textos que hoje editamos no P2 a propósito da rede social on-line que incentivava jovens a automutilarem-se é significativamente intitulado: «Filtros ajudam a proteger, mas não substituem os pais». Assim começa o editorial de José Manuel Fernandes, director do Público, na edição de hoje. O editorial segue dois exemplos, o primeiro baseado no artigo de Ana Gerschenfeld (pp. 4-5 do caderno P2) que parte de notícia publicada esta semana, onde se dá conta de adolescentes de Vale de Cambra ..

    P. Manuel Fernandes de Santanna, Questôes de Biologia. O materialismo em face do dogma

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    d' Aranjo P. P. Manuel Fernandes de Santanna, Questôes de Biologia. O materialismo em face do dogma. In: Revue néo-scolastique. 12ᵉ année, n°46, 1905. pp. 284-286

    Escritos políticos e discursos parlamentares, (1820-1822)

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    Este livro apresenta uma seleção dos principais escritos e discursos produzidos por Manuel Fernandes Tomás (1771-1822) durante os anos decisivos da revolução liberal portuguesa, desde o pronunciamento militar de 24 de agosto de 1820 até à aprovação da Constituição em 23 de setembro de 1822. Fernandes Tomás viveu intensamente os acontecimentos que marcaram a génese do constitucionalismo em Portugal. Com a presente antologia, torna-se possível o conhecimento alargado e enriquecido da sua obra escrita e das suas intervenções parlamentares. E a leitura dos textos de Manuel Fernandes Tomás (proclamações, manifestos, folhetos de polémica pública, artigos da imprensa periódica e intervenções nas Cortes Constituintes) permite perceber a riqueza e a relevância do seu pensamento e ação política. O livro inclui um ensaio introdutório de José Luís Cardoso, responsável pela seleção e fixação dos textos editados, no qual se discute o papel decisivo de Manuel Fernandes Tomás na construção do movimento regenerador e do constitucionalismo liberal vintista.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

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    Este livro apresenta uma seleção dos principais escritos e discursos produzidos por Manuel Fernandes Tomás (1771-1822) durante os anos decisivos da revolução liberal portuguesa, desde o pronunciamento militar de 24 de agosto de 1820 até à aprovação da Constituição em 23 de setembro de 1822. Fernandes Tomás viveu intensamente os acontecimentos que marcaram a génese do constitucionalismo em Portugal. Com a presente antologia, torna-se possível o conhecimento alargado e enriquecido da sua obra escrita e das suas intervenções parlamentares. E a leitura dos textos de Manuel Fernandes Tomás (proclamações, manifestos, folhetos de polémica pública, artigos da imprensa periódica e intervenções nas Cortes Constituintes) permite perceber a riqueza e a relevância do seu pensamento e ação política. O livro inclui um ensaio introdutório de José Luís Cardoso, responsável pela seleção e fixação dos textos editados, no qual se discute o papel decisivo de Manuel Fernandes Tomás na construção do movimento regenerador e do constitucionalismo liberal vintista.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Escritos políticos e discursos parlamentares, (1820-1822)

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    Este livro apresenta uma seleção dos principais escritos e discursos produzidos por Manuel Fernandes Tomás (1771-1822) durante os anos decisivos da revolução liberal portuguesa, desde o pronunciamento militar de 24 de agosto de 1820 até à aprovação da Constituição em 23 de setembro de 1822. Fernandes Tomás viveu intensamente os acontecimentos que marcaram a génese do constitucionalismo em Portugal. Com a presente antologia, torna-se possível o conhecimento alargado e enriquecido da sua obra escrita e das suas intervenções parlamentares. E a leitura dos textos de Manuel Fernandes Tomás (proclamações, manifestos, folhetos de polémica pública, artigos da imprensa periódica e intervenções nas Cortes Constituintes) permite perceber a riqueza e a relevância do seu pensamento e ação política. O livro inclui um ensaio introdutório de José Luís Cardoso, responsável pela seleção e fixação dos textos editados, no qual se discute o papel decisivo de Manuel Fernandes Tomás na construção do movimento regenerador e do constitucionalismo liberal vintista.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Introdução: Manuel Fernandes Tomás e o movimento constitucional vintista

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    Manuel Fernandes Tomás foi um dos mais destacados protagonistas da revolução liberal de 1820. Os textos de sua autoria que se incluem neste volume são peças de demonstração inequívoca do seu envolvimento ativo e do papel ímpar que desempenhou na construção de um moderno regime de monarquia constitucional em Portugal. A experiência política que revelou na fase inicial do mandato regenerador teve como antecedentes a tarimba do magistrado e o prestígio do jurisconsulto conhecedor das matérias que suscitavam a sua intervenção.1 Fernandes Tomás concluiu em 1791 a sua formação jurídica na Universidade de Coimbra, iniciando então uma carreira pública em que se destacam os cargos de almotacé, de procurador fiscal e de vereador da Câmara da Figueira da Foz (vila mercantil onde nasceu a 31 de julho de 1771), de juiz de fora em Arganil, de superintendente das Alfândegas e Tabacos de Aveiro, Leiria e Coimbra, de provedor da comarca de Coimbra e de desembargador do Tribunal da Relação e Casa do Porto. Foi neste cargo que, a partir de 1816, se deixou surpreender e animar pela causa regeneradora. Durante o período das invasões francesas (entre 1808 e 1811) cumpriu funções como encarregado dos abastecimentos das tropas britânicas, que certamente viu desembarcar em junho de 1808, junto à foz do Mondego, na sua vila natal, sob o comando de Arthur Wellesley (futuro duque de Wellington).info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Introdução: Manuel Fernandes Tomás e o movimento constitucional vintista

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    Manuel Fernandes Tomás foi um dos mais destacados protagonistas da revolução liberal de 1820. Os textos de sua autoria que se incluem neste volume são peças de demonstração inequívoca do seu envolvimento ativo e do papel ímpar que desempenhou na construção de um moderno regime de monarquia constitucional em Portugal. A experiência política que revelou na fase inicial do mandato regenerador teve como antecedentes a tarimba do magistrado e o prestígio do jurisconsulto conhecedor das matérias que suscitavam a sua intervenção.1 Fernandes Tomás concluiu em 1791 a sua formação jurídica na Universidade de Coimbra, iniciando então uma carreira pública em que se destacam os cargos de almotacé, de procurador fiscal e de vereador da Câmara da Figueira da Foz (vila mercantil onde nasceu a 31 de julho de 1771), de juiz de fora em Arganil, de superintendente das Alfândegas e Tabacos de Aveiro, Leiria e Coimbra, de provedor da comarca de Coimbra e de desembargador do Tribunal da Relação e Casa do Porto. Foi neste cargo que, a partir de 1816, se deixou surpreender e animar pela causa regeneradora. Durante o período das invasões francesas (entre 1808 e 1811) cumpriu funções como encarregado dos abastecimentos das tropas britânicas, que certamente viu desembarcar em junho de 1808, junto à foz do Mondego, na sua vila natal, sob o comando de Arthur Wellesley (futuro duque de Wellington).info:eu-repo/semantics/publishedVersio
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