9 research outputs found

    Tecnoversas – uma experiência de divulgação científica integrada

    No full text
    Este trabalho tem como objetivo apresentar o programa de rádio “Tecnoversas” produzido pela Coordenação de Integração Acadêmica e Assessoria de Comunicação da Decania do Centro de Tecnologia da UFRJ em parceria com o Laboratório de Produção Multimídia da COPPE. A formulação e implementação do programa foi motivada pela Chamada Pública do Núcleo de Rádio e TV do FCC/UFRJ para “seleção e veiculação de conteúdos radiofônicos a serem distribuídos, nas mais diversas plataformas, através da Rádio UFRJ.O programa Tecnoversas tem como objetivo geral a apresentação e debate de assuntos de interesse da sociedade com base na produção científica, tecnológica e de inovação das unidades do Centro de Tecnologia - Escola Politécnica, Escola de Química, COPPE, Instituto de Macromoléculas, Núcleo Interdisciplinar para Desenvolvimento Social.  Como objetivos específicos, que se aplicam tanto ao público interno quanto ao público externo, pode-se elencar a promoção do conhecimento sobre a diversidade de projetos desenvolvidos e da potencialidade da área tecnológica; a contribuição da área tecnológica, percebendo por meio das entrevistas, a sua contribuição para vários setores da sociedade; a abertura de canais de aproximações internas e externas; o estímulo do exercício de comunicação com públicos diversos; o fortalecimento da identidade, integração local e a incrementação da visibilidade do que acontece no Centro de Tecnologia. A metodologia aplicada segue um passo a passo necessário para a construção de uma programação semestral:Levantamento das pesquisas, estudos e projetos desenvolvidos nas unidades do CT;Acompanhamento dos assuntos em discussão na sociedade brasileira e que se relacionem com as áreas de conhecimentos desenvolvidas no CT;Análise e definição conjunta entre os setores envolvidos sobre os temas e convidados;Levantamento de informações sobre os trabalhos e entrevistados;Agendamento das gravações;Elaboração dos roteiros base para as gravações;Gravação;Edição;Veiculação na Rádio UFRJ e nos canais associados de forma mensal.O programa vai ao ar uma vez por mês, na primeira quinta feira às 10 h com reprise às 15h. Em função das limitações da equipe e da pandemia, não é possível manter uma programação semanal, como é o ideal para fidelizar os ouvintes. Contudo, após a veiculação de 10 entrevistas, o que podemos aferir é um maior impacto no público interno. Há boa aceitação na comunidade do CT sobre o programa, interesse e entusiasmo dos convidados em participar. Ainda é um desafio a conquista de um público assíduo e a troca com o público.

    UNIVERSIDADE DAS QUEBRADAS: TERRITÓRIO DE ENCONTRO DE SABERES

    No full text
    O projeto de extensão Universidade das Quebradas foi criado em 2009 a partir de uma bem sucedida experiência de abrigar nas aulas de pós-graduação da Escola de Comunicação da UFRJ não apenas alunos de pós-graduação, mas também de graduação e extensão. Este procedimento foi uma primeira tentativa de estabelecer um diálogo entre formas de saber diferenciadas tanto quanto ao seu repertório quanto ao próprio processo de aprendizado de cada um desses diferentes níveis de participantes. Percebendo a potencialidade desta troca dentro do sistema universitário, criamos a Universidade das Quebradas, focada no diálogo entre os saberes acadêmicos e os saberes vernaculares em curso nas periferias das grandes cidades. É um território de encontro entre artistas, produtores culturais, multiplicadores e a academia. Uma concepção de projeto que toma como direção o potencial emancipador das atividades o que nos remete ao conceito de conhecimento-emancipação de Boaventura Santos (2001). O autor considera como emancipador aquele conhecimento que pensa as consequências de seus atos, em que a relação sujeito-objeto é substituída pela reciprocidade entre os sujeitos nas relações de solidariedade. A metodologia usada no projeto Universidade das Quebradas é experimental e, portanto, flexível, sujeita a alterações em função das respostas dos participantes. Para restabelecer o equilíbrio sistêmico de uma ecologia de saberes, trabalhamos baseados na troca de conhecimentos, numa produção compartilhada de conhecimento e na afirmatividade do que Pierre Levy nomeou como inteligência coletiva. Essa troca vem estabelecendo uma dinâmica pedagógica bastante particular que abre horizontes para novas formas de produção de conhecimento menos especializadas para dar lugar a articulações culturais inovadoras. Estamos na direção de um saber que se conta pelo seu fazer. A partir da experiência emerge uma capacidade de narrar sobre o seu fazer. Um conhecimento que é capaz de se falar, narrativo ele não fecha, deixa sempre em aberto a possibilidade de se criar outros finais ou se iniciar outros processos. Assim, a forma de produção da narrativa não pretende ser verdadeira objetivamente, mas ser também subjetiva e se fazer na produção de um espaço entre. O conhecimento assim produzido circula, tem possibilidade de ser testado e de se enriquecer de novos valores e sentidos. A difusão do conhecimento por este modo não é uma mera reprodução, mas é exatamente para, feito de narrativas, produzir múltiplas versões. O caso do projeto da Universidade das Quebradas destaca a importância dos alunos cotistas e das políticas extensionistas onde lideranças e artistas das periferias têm acesso ao repertório da produção acadêmica e contribuem interpelando os paradigmas tradicionais da produção de conhecimento trazendo novos saberes e linguagens para o universo da UFRJ. O diferencial inovador deste projeto reside exatamente nesta flexibilidade e disposição para a mudança recorrente, associada ao compromisso com o compartilhamento de saberes, de modo que na apresentação deste trabalho a voz será do quebradeiros. Palavras-chave: periferia; cultura; conexão de sabere

    PROJETO DE LETRAMENTO DE JOVENS E ADULTOS. COPPE/UFRJ

    No full text
    O trabalho tem como objetivo apresentar e divulgar o Projeto de Letramento de Jovens e Adultos COPPE/ UFRJ, criado em 2005 para atender a demanda de trabalhadores terceirizados e servidores da UFRJ, na condição de analfabetos e analfabetos funcionais. Os objetivos do Projeto é contribuir com sua função social, combatendo o analfabetismo dos trabalhadores e entorno, ministrando as aulas no local e durante o horário de trabalho; possibilitar a ascensão funcional dos alunos trabalhadores; promover a inclusão digital e incentivar os alunos na continuação do ensino regular. Vale ressaltar a iniciativa que impactou metodologicamente o projeto foi o fato de termos aberto nossas salas de aula para a pesquisa científica, sob a orientação da Profa. Marisa Leal do Instituto de Matemática e Coordenadora da Área de EJA do Projeto Fundão e da Profa. Cecília Mollica, titular de lingüística da Faculdade de Letras, ambas da UFRJ.Palavras-chave: Letramento. Trabalhador. Adulto. Alfabetização. Cidadania

    O trabalho da Coordenação Integração Acadêmica do CT /UFRJ como ação pedagógica

    No full text
    O tema integração acadêmica é geralmente discutido na literatura sob a perspectiva dos processos que influenciam a adaptação de alunos de ensino superior ao ambiente acadêmico.De maneira geral, aponta-se para a transição enfrentada pelos jovens ingressantes no ensino superior, que pode ser fator gerador de crises e desafios. Aspectos pessoais, interpessoais, familiares e institucionais influenciam a maneira como essa transição é enfrentada pelos jovens. Os desafios são, geralmente, descritos como o processo de adaptação à instituição e ao curso, autonomia para aprendizagem e processos de estudos, gestão de tempo e do dinheiro, estabelecimento de novos relacionamentos com colegas e professores, expectativas e perspectivas com a carreira e aspectos logísticos com moradia, deslocamentos para universidade e etc. Índices maiores de satisfação foram relatados em relação a aspectos de relacionamentos pessoais, seguidos pela aprendizagem ou o aumento do conhecimento e o crescimento pessoal.Desta maneira, é recomendável que as instituições possam oferecer diversos tipos de programas que possibilitem a integração do estudante no meio acadêmico. A Coordenação de Integração Acadêmica do Centro de Tecnologia da UFRJ desenvolve suas atividades na forma de ações pedagógicas em uma perspectiva reflexiva, metódica e sistemática. Na prática são desenvolvidos projetos com temas relacionados ao contexto acadêmico e transversais a todas as unidades que compõem o CT, seguindo os seguintes princípios metodológicos:Busca de soluções comuns de modo a criar um senso de comunidade CT; Processo dialógico e plural;Rede interna de colaboração;Compartilhamento de experiências e infraestrutura;Fomento de atividades acadêmicas interdisciplinares.A Coordenação desenvolve um conjunto de ações destinadas a incrementar o desenvolvimento de uma dinâmica integradora por meio da construção de articulações institucionais. Seguindo a metodologia, os principais projetos desenvolvidos são: o Clube da Escrita, o programa de rádio Tecnoversas, as ações de apoio à prática docente, a participação em projetos que dialogam com os nossos objetivos (CASA e Acolhe Coppe), o trabalho conjunto com a Biblioteca Central do CT a fim de fomentar o conhecimento e maior uso dos serviços oferecidos, o acolhimento aos estudantes no início dos períodos letivos, apoio às equipes de competição,etc.. A atuação da Coordenação tem desafios a serem enfrentados como o desenvolvimento de instrumentos de maior engajamento de nossa comunidade e de avaliação e impacto de nossas ações, além de uma sistematização e divulgação regular das experiências realizadas

    O CAMPO NO CAMPUS: A EXPERIÊNCIA DA FEIRA AGROECOLÓGICA NA UFRJ

    No full text
    Alinhando-se ao contexto de segurança alimentar e nutricional que norteavam as políticas de alimentação no país, as responsáveis pelo Restaurante Universitário resolveram incluir alimentos provenientes da agricultura familiar no cardápio a ser oferecido aos estudantes. Coincidentemente, nesse mesmo período, o Grupo de Agroecologia e Permacultura Capim Limão, criado em 2006 por estudantes de Biologia, buscou o recém-inaugurado RU para discutir exatamente a possibilidade de aquisição da produção agrícola familiar do estado. As dificuldades de organização encontradas pelos agricultores familiares e a necessidade diária do RU para a produção de três mil refeições conduziram a reflexão sobre outro modo de disponibilizar esses alimentos à comunidade universitária e, como também, inserir o tema da agricultura familiar na pauta da UFRJ. A alternativa encontrada foi à implantação de uma feira livre para comercialização direta desses produtos, conforme os seguintes passos: aproximação e diálogo com organizações e entidades civis ligadas ao tema da agricultura familiar, dando ênfase a de base ecológica e a constituição do “grupo organizador da feira”, composto por estudantes, professores, técnicos e agricultores. Em seus sete anos de existência o número de “fregueses” cresceu e em termos de produção acadêmica, a Feira foi tema de monografia do curso arquitetura, de mestrado e doutorado da COPPE e de sete projetos de extensão em parcerias com variados institutos. A ocorrência de algumas iniciativas não exitosas, como o escoamento para o restaurante comercial e a expressiva desistência de cinco associações de continuarem a comercializar no campus, revelaram que ainda temos muito a conhecer sobre a promoção da agroecologia no campus. Dessa forma, ter os agricultores no espaço universitário facilita nossa aproximação com esses pontos desconhecidos. A Feira torna-se portanto, um exemplo claro, da necessidade de renovação e novas interações entre as áreas disciplinares da universidade. As ações a serem construídas envolvendo os agricultores precisam ter base na noção de que o empreendedorismo segue o ritmo da capacidade de compreensão para adequação as mudanças, sendo necessário situar as ideias novas ao já estabelecido formato de trabalho rural cadenciado por elementos outros, diferentes da velocidade conclusiva.Temos portanto, em síntese, que no caso da Feira Agroecológica da UFRJ, esta se constitui como um projeto permanente da Pró-Reitoria de Extensão, e enraizada academicamente no Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social - LTDS do Programa de Engenharia de Produção da Coppe/UFRJ que foi identificado na época como um dos espaços favoráveis para ações transdisciplinares, dentre tantos outros possíveis na UFRJ com esta característica. Considerando o diferencial do local em que a Feira acontece, reconhecemos ser apropriado refletir sobre o papel da universidade na concepção de projetos e ações para resolução de problemas da atualidade, em particular a produção de alimentos. Com a experiencia da Feira Agroecológica da UFRJ uma pergunta ficou como desafio: Como empreender num ritmo slow, promovendo a agroecologia, garantindo o retorno em renda e educando a comunidade universitária para a colaboração e o coprodutivismo?   Feira livre; campus; agroecologi

    Integração acadêmica e trabalho remoto: uma possibilidade ou um arranjo conjuntural? Reflexões a partir da experiência da Coordenação de Integração Acadêmica do Centro de Tecnologia da UFRJ

    No full text
    Este trabalho tem como objetivo comparar as vantagens, as limitações e os desafios entre atividades remotas e presenciais a partir da experiência da Coordenação de Integração Acadêmica do Centro de Tecnologia da UFRJ. A pandemia provocada pelo Covid-19 exigiu medidas de interrupção abrupta das atividades acadêmicas e administrativas presenciais provocando adaptações e transformações nos processos de trabalho. Abortar um processo planejado e gerar uma nova dinâmica exigiu aquisição de conhecimento e operação de tecnologias ainda não usuais no nosso cotidiano laboral. A Coordenação de Integração Acadêmica do CT, como toda a universidade, foi desafiada pela conjuntura pandêmica a se adequar de forma emergencial à situação. Este trabalho se apresenta como uma reflexão sobre as atividades desenvolvidas nos Projetos Clube da Escrita do CT e Conversações CT e no Programa de Formação Docente. Essas experiências estão no campo de atuação em temas transversais a todas as unidades que compõem o Centro de Tecnologia no que tange a integração acadêmica. Avaliamos que ambientes educacionais pressupõem trocas, compartilhamentos, diálogos e debates. Essas ações no ambiente virtual ficam limitadas aos referidos âmbitos e muitas vezes, unilaterais. Embora o alcance seja inquestionavelmente ampliado, o indicador numérico, no nosso entender, não deve ser critério para ações educadoras. Ações articuladas e coletivas podem proporcionar uma melhor ambiência aos alunos de graduação e pós-graduação, servidores TAs e docentes para a convivência e a integração institucional. Entendemos que essas ações se constituem e se consolidam na relação humana presencial

    DESIGN THINKING NA UFRJ: SERVIDOR CONSTRUINDO SOLUÇÕES PARA A MELHORIA NO SERVIÇO PÚBLICO

    No full text
    O Design Thinking é uma abordagem prática utilizada para buscar soluções criativas para problemas complexos e multifacetados. Esta abordagem se centra na experiência do usuário final do serviço ou produto. Os participantes das oficinas são sempre estimulados a pensar de forma empática, focando os problemas no ponto de vista do usuário. Esta abordagem já é bastante utilizada por instituições públicas, nos mais variados setores, no Brasil e no Mundo. Neste trabalho, apresentamos a experiência da Agência UFRJ de Inovação em parceria com Conexão Inovação Pública, uma rede de servidores do Rio de Janeiro focada em levar mais inovação ao serviço público, no uso da abordagem do Design Thinking na UFRJ. Oficinas de Design Thinking foram oferecidas para servidores da UFRJ com o objetivo de desenvolver soluções viáveis e facilmente aplicáveis para problemas complexos dos seus locais de trabalho. As oficinas têm um formato intensivo e curto, geralmente com duração de 3 dias integrais. O ideal é que participem das oficinas tanto os servidores diretamente relacionados ao serviço que se pretende melhorar quanto as chefias que, comprometidas com as soluções geradas, promoverão as condições necessárias para suas implementações, além de garantir pontos de vista diversos sobre o mesmo problema, o que proporciona soluções mais criativas. A dinâmica das oficinas parte da definição de um desafio inicial identificado pelo setor cuja solução gere impactos positivo no serviço público. Ao longo das atividades este desafio inicial é desconstruído. Considerando a perspectiva das pessoas atendidas pelo serviço, um novo desafio é definido e soluções para este problema são pensadas. Ao fim da oficina são apresentados protótipos e planejamentos para a implementação das soluções desenvolvidas. O objetivo maior desta abordagem de trabalho é difundir a cultura da inovação no serviço público, de modo a empoderar o servidor para provocar mudanças na relação com o seu trabalho e na relação do serviço público com a sociedade

    O FÓRUM PERMANENTE UFRJ ACESSÍVEL E INCLUSIVA: IMPLANTAÇÃO DE POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE PARA INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

    No full text
    Com o surgimento de políticas públicas nacionais, além de documentos e declarações internacionais iniciamos uma proposta de inclusão em educação para a definição de metas e objetivos para uma sociedade mais ampla e diversa. O Censo IBGE 2010 revelou que 46,4% das pessoas com deficiência (PcD) empregadas recebiam apenas um salário. Na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS 2015), 403.000 pessoas com deficiência estão em empregos formais, o que representa 0,84% do total de vínculos empregatícios. Apenas 6,7% das pessoas com deficiência têm nível superior completo. Para reverter esse quadro social, é urgente o acesso a uma melhor qualificação no ensino superior público, nos termos da Convenção da ONU pelos Direitos das PcDs (2009) e de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão (2016). Na UFRJ, o movimento pela instituição de medidas inclusivas iniciou-se há uma década, motivado pelo lançamento do primeiro edital Incluir do Ministério da Educação, em 2005. O Núcleo Interdisciplinar de Acessibilidade (NIA) foi criado em 2007. Como primeiro resultado concreto do Programa Incluir, o Núcleo Pró-acesso na Faculdade de Arquitetura da UFRJ realizou amplo Diagnóstico de Acessibilidade nos dois (2) campi (Cidade Universitária e Praia Vermelha), além de algumas unidades isoladas de nossa Universidade. Em 2011, foi criada a Divisão de Inclusão Social, Acessibilidade e Assuntos Comunitários da Superintendência Geral de Políticas Estudantis. Em 2013, diante da crescente demanda, o projeto ReAbilitArte, a Agência UFRJ de Inovação e a SuperEst, organizaram o "1o Fórum Universitário de Acessibilidade", mobilizando atores nos campos da inclusão para elaborar estratégias de mapeamento da acessibilidade nos campi. Para manter a mobilização e agregar mais projetos de ensino-pesquisa-extensão, em 2015, foi organizado o "2o Fórum de Acessibilidade e Tecnologia Assistiva da UFRJ - Conectando Projetos Institucionais em Diálogo com a Sociedade”. Esse movimento recebeu no ano de 2015 um forte apoio da reitoria, que instituiu em 2016, o Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva, como espaço regular de discussão, elaboração e suporte ao desenvolvimento e implementação da política institucional em acessibilidade. Presidido pelo Reitor, contando com representação democrática de todas as categorias da UFRJ, o Fórum expressa o comprometimento institucional indispensável para conquistar uma universidade capaz de promover o acesso e a permanência das PcDs. Pautado pelo princípio de que o acesso à educação deve afirmar-se em uma atitude inclusiva na formação de cidadania, o Fórum se reúne mensalmente e trabalha com três câmaras temáticas: Câmara de projetos, obras, questões ambientais e qualidade de vida; Câmara de Assuntos Acadêmicos e Câmara de Legislação. Em 2017, a implementação do sistema de reserva de vagas multiplicou o ingresso de novas PcDs, que estão sendo acolhidos em muitas unidades da UFRJ. O desafio se torna cada vez maior, bem como a conscientização, a mobilização e a atuação afirmativa de toda a comunidade que compõe a maior universidade federal do país.   Palavras-chave: Deficiência; Inclusão; Acessibilidade; Ensino Superior; Políticas Públicas
    corecore