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Competência em Informação
Registro da Assessoria Especial realizada pela Profa. Dra. Regina Celia Baptista Belluzzo. A FEBAB no período de 2003 a 2013 desenvolveu uma série de ações sobre a temática Competência em Informação (Information Literacy), promovendo palestras, workshops, monitoramento de eventos internacionais e contatos com especialistas. Embora, em 2003, o tema ainda era desconhecido no contexto brasileiro, foram tomadas iniciativas que se constituíram contribuições de impacto e relevância, destacando-se nesse cenário algumas ações empreendidas pela FEBAB, enquanto órgão representativo das associações e organismos que envolvem
A Febab e suas realizações
Esta tese tem o objetivo de pôr em relevo o movimento associativo da classe bibliotecária. do Brasil. Os dados relacionados, foram fornecidos pelas quinze Associações filiadas a FEBAB, através dos questionários, que anualmente circulam para a necessária atualização de informações
GT - CoInfo da FEBAB: ações empreendidas, caminhos a trilhar
A coordenadora do GT - CoInfo da FEBAB, Camila Araújo dios Santos, proferiu live no evento V Seminário de Competência em Informação em que apresentou as ações concretizadas e futuras desenvolvidas pelo GT - CoInfo da FEBAB
FEBAB: Estrutura e Funcionamento
A FEBAB, com a publicação deste volume, visou reunir dados que lhe são constantemente pedidos, por bibliotecários e entidades nacionais e estrangeiras.É também, uma homenagem que presta aos bibliotecários do Brasil, em seu VII Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação
Selo comemorativo dos 50 Anos da FEBAB
A FEBAB, criada em julho de 1959, estará a partir de julho desse ano, iniciando uma série de atividades, começando com as atividades na Bienal Internacional do Livro de São Paulo em agosto próximo. Para essa data importante foram elaborados dois modelos de selo
O que é a FEBAB e o que ela necessita ser
O que é a FEBAB e o seu papel, movimento associativo e seus objetivo
1ª. Consulta pública GT-BP/FEBAB - Relatório
Esse relatório apresenta os resultados da 1ª. consulta pública realizada pelo GTBP/FEBAB no ano de 2018. Inicia apresentando os objetivos, as questões que levaram a realização da consulta e a metodologia adotada, por fim apresenta os resultados das análises realizadas pelos integrantes do grupo de trabalho
Integração do sistema de informação na área da saúde pela CBDB/FEBAB
Instalada oficialmente pela FEBAB, em 1971, a Comissão Brasileira de Documentação Biomédica vem desenvolvendo um sistema integrado de informação na área da saúde. A colaboração dos Grupos estaduais de bibliotecários atuantes nas instituições biomédicas, como suporte essencial do desenvolvimento integrado evidencia-se pela otimização de recursos bibliográficos, humanos e financeiros, padronizando técnicas, rotinas e procedimentos. Objetivando solução para o caso brasileiro, os projetos coordenados pela CBDB/FEBAB atendem a essa política e são desenvolvidos pelos Grupos estaduais bem articulados
Bibliotecas por um Mundo Melhor - Agenda 2030
Em 2016 entrou em vigor a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável – que incluiu 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas. O documento apresenta uma visão ambiciosa do desenvolvimento sustentável integrando suas dimensões econômica, social e ambiental, constituindo-se na expressão dos desejos, aspirações e prioridades da comunidade internacional para os próximos anos. A agenda põe a igualdade e dignidade das pessoas no centro e chama a adotar um estilo de desenvolvimento, de forma equilibrada e integrada, respeitando diferentes realidades, capacidades, níveis de desenvolvimento, políticas e prioridades nacionais. O Brasil é um dos signatários dessa Agenda e, portanto, deverá empenhar-se para o cumprimento dos ODS. Em todo o mundo 320.000 bibliotecas públicas e mais de um milhão de bibliotecas parlamentares, nacionais, universitárias, de pesquisa, especializadas, comunitárias e escolares garantem que as informações e o conhecimento para utilizá-las estejam disponíveis para todos, convertendo-se em instituições fundamentais para a era digital. Muitos programas e projetos estão sendo realizados para apoiarem o cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, pois as bibliotecas estão comprometidas com esse chamado mundial por um mundo mais justo, solidário e com respeito ao meio ambiente. As bibliotecas brasileiras também estão engajadas e fazendo a diferença nas comunidades onde atuam. Nós da Federação Brasileira de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB) - uma instituição que milita por mais e melhores bibliotecas no país- compilamos alguns exemplos para mostrar que as bibliotecas são parceiras estratégicas para o cumprimento dos ODS. Esse trabalho pode ser potencializado se tiver mais apoio do poder público e sociedade civil. As bibliotecas podem também contribuir com a comunicação entre os municípios, estados e governo federal, mostrando os avanços que estão ocorrendo no país sobre a Agenda 2030 para as comunidades onde elas estão inseridas. A seguir mostramos os exemplos e seus alinhamentos com os ODS
Relatório do 28o. Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação (2019)
“Desigualdade e Democracia: qual é o papel das bibliotecas?” esse foi o chamado da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários e Instituições (FEBAB) para a 28ª. edição do Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação (CBBD), pois entende que nossa responsabilidade como bibliotecários - reafirmada em nosso juramento - nos compromete a defender a democracia, a liberdade de expressão e a inclusão de todos, e para isso, temos que ter consciência de nosso importante papel de colaboração na sociedade atuando com ética, compromisso e coragem. A Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável, assim como o Acordo de Paris sobre a mudança climática, são uma resposta da comunidade internacional destinada a mudar o atual estilo de desenvolvimento e construir sociedades pacíficas, mais justas, solidárias e inclusivas que protejam os direitos humanos, o planeta e seus recursos naturais. Os progressos da Agenda 2030 para a América Latina e Caribe são monitorados pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe – CEPAL. Na Segunda Reunião do Fórum dos Países da América Latina e do Caribe sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, ocorrida no período de 18 a 20 de abril de 2018, foi publicado o “Segundo Informe Anual sobre o Progresso e os Desafios Regionais da Agenda 2030 para os ODS”, demonstrando que durante as últimas décadas a América Latina e Caribe melhoraram consideravelmente um conjunto de variáveis econômicas e sociais cujos indicadores e medições se encontram incluídos na Agenda 2030. Os dados mostram que entre 2004 a 2014 a região cresceu a uma taxa regional de 3.32%, anual, neste tempo foram implementadas diversas políticas em matéria social. A combinação desses fatores teve importante efeito sobre o bem-estar ao diminuir o número de pessoas extremamente pobres, de 63 milhões para 48 milhões, mas desde 2015 os números da região revelaram um aumento em todos os níveis gerais de pobreza e de pobreza extrema; em 2017, mais de 187 milhões de pessoas estavam vivendo na pobreza e 62 milhões viviam na pobreza extrema. A incidência da pobreza é levemente maior em mulheres, em idade ativa (15 a 29 e 30 a 39 anos), do que a registrada entre homens desses mesmos grupos etários. O relatório mostra que a América Latina e o Caribe é a região mais desigual do planeta e indica que 75% das pessoas que vivem na região não têm confiança nas entidades públicas; 85% pensam que a corrupção é um tema estendido na população; a maioria das pessoas entende que os serviços públicos de saúde não estão dando o resultado esperado e uma em cada três pessoas dizem que a Educação também não corresponde ao desejado. Aliado a isso, dados da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que 80 milhões de brasileiros, o equivalente a 25,4% da população, vivem na linha de pobreza e têm renda familiar equivalente a R 5,5) por dia, valor adotado pelo Banco Mundial para definir se uma pessoa é pobre. No que diz respeito à distribuição de renda, o Brasil continua sendo um país de alta desigualdade, inclusive, quando comparado a outros países da América Latina. Os países signatários da Agenda 2030 devem seguir trabalhando para alcançar as metas, e é importante destacar que a Organização das Nações Unidas (ONU) focará neste ano de 2019, seis dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 (4, 8, 10, 13, 16 e 17), sendo que a IFLA tem incentivado as bibliotecas trabalharem com mais foco em 4 desses, a saber: ODS 4 – Educação de Qualidade; ODS 8 – Trabalho decente e crescimento econômico; ODS 10 - Redução das Desigualdades; ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes. Diante desse cenário e, considerando o trabalho de “advocacy” que a International Federation of Library Association (IFLA) vem realizando e também o que está sendo conduzido pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários e Instituições (FEBAB) - no sentido de mostrar que as bibliotecas são importantes aliadas para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - acreditamos que os profissionais da área de informação devem estar cientes e integrados nos temas centrais da sociedade. E o que estamos fazendo diante desses dados? Como colaborar para a diminuição da desigualdade? Quais são as atuações possíveis? Que habilidades precisamos desenvolver para dar respostas às essas demandas que estão na nossa porta? Como fazer a sociedade perceber que as bibliotecas podem melhorar suas vidas? Como prover o acesso à informação confiável? Se as bibliotecas públicas são os equipamentos culturais mais presentes em todo o território nacional, por que não conseguimos dialogar com nossas comunidades? Essas indagações foram tratadas nas diversas atividades que aconteceram durante os quatro dias de evento
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