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    Prevalência de deficiência de vitamina b12 em idosos atendidos na clínica de geriatria de uma universidade no sul de Santa Catarina

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    Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.Objetivo: Analisar a prevalência de deficiência de vitamina B12 e fatores associados em idosos atendidos na clínica de Geriatria da Universidade do Extremo Sul Catarinense. Metodologia: Realizou-se um estudo transversal com análise de dados secundários de prontuários de idosos atendidos em um ambulatório de geriatria durante o ano de 2021. Foram incluídos aqueles prontuários que preencheram os critérios de inclusão de serem atendidos no ano de 2021 e possuírem valores séricos de vitamina B12 documentados. Os dados foram organizados e analisados no programa SPSS versão 22.0. Para frequências foi usado teste de Shapiro-Wilk (n < 50) e Kolmogorov-Smirnov (n ≥ 50) e para associações os testes de teste t de Student, Qui-quadrado de Pearson e Exato de Fisher Resultados: Ao total 126 prontuários de idosos foram incluídos, a população apresentou média de idade de 75,21, sendo 78,6% do sexo feminino. A prevalência de deficiência de vitamina b12 foi de 11,9% para valores séricos inferiores a 200 pg/ml e de 55,6% para valores inferiores a 350 pg/ml. Conclusão: De forma geral, a prevalência de hipovitaminose por B12 nos dois pontos de corte avaliados, 200 pg/ml e 350 pg/ml, foi de 11,9% e 55,6%, respectivamente. Ou seja, avaliando-se uma suposta deficiência assintomática, porem já prejudicial, a prevalência aumentou para mais da metade da população estudada, demonstrando uma necessidade de dosagem sérica da vitamina B12 em idosos, mesmo que nenhum sintoma característico seja relatado. Ademais, conclui-se que variáveis como idade e a utilização de medicamentos para doenças psiquiátricas obtiveram uma significância relevante, quando se associa a deficiência de cobalamina ao ponto de corte de 200pg/ml. Os resultados apresentados no estudo chamam a atenção para a necessidade de novas pesquisas acerca da deficiência subclínica, e de uma abordagem diferenciada aos pacientes geriátricos

    Relação dos níveis séricos de vitamina D e mortalidade em pacientes hospitalizados com covid-19: uma revisão sistemática

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    Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.O objetivo deste estudo é avaliar se existe relação entre os níveis séricos insuficientes de vitamina D e mortalidade em pacientes hospitalizados com Covid-19. Trata-se de uma revisão sistemática de estudos transversais que avaliaram os níveis séricos de vitamina D em pacientes hospitalizados com COVID-19. A estratégia de busca desenvolvida utilizou como palavras-chave os termos “COVID 19”, “SARS-CoV-2”, Vitamin D”, “Mortality” e seus sinônimos. A estratégia foi aplicada nas principais bases de dados MEDLINE, EMBASE, Cochrane Library, LILACS e Web of Science. Os artigos foram exportados para a leitura dos títulos e resumos e por fim, os estudos classificados como potenciais para inclusão na revisão sistemática foram separados para leitura na íntegra e extração de dados. Foram incluídos no estudo sete estudos transversais que analisaram os níveis séricos de vitamina D em pacientes internados com COVID-19. Após análise pode-se observar que a chance de óbito foi maior naqueles com níveis séricos insuficientes de vitamina D [OR 7.46 (IC 2.95 -18.82); p < 0.0001; I²=0%, 486 pacientes], e que pacientes com níveis suficientes de vitamina D apresentaram complicações mais leves, quando comprados aos pacientes com níveis deficientes de vitamina D. Em conclusão, baixo nível sérico de vitamina D foi associado a complicações mais graves e à mortalidade por covid-19 em pacientes hospitalizados

    Progressão da independência funcional em pacientes amputados atendidos em um Centro Especializado em Reabilitação

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    Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.Objetivo: Avaliar a progressão da independência funcional em pacientes amputados atendidos em um Centro Especializado em Reabilitação. Método: Estudo observacional analítico transversal com amostra censitária em pacientes atendidos em um Centro de Reabilitação, mensurando a progressão durante a reabilitação e sua independência funcional foi mensurada a partir do instrumento de medida de independência funcional (MIF). A coleta das informações foi realizada a partir de prontuários dos pacientes entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022. A comparação entre os resultados da escala MIF antes e depois do tratamento foi feita pelo teste T de Wilcoxon. Resultados: Participaram 65 pacientes, a maioria homens, cuja principal causa de amputação foi Diabetes Mellitus, seguida por acidentes traumáticos. Houve melhora significativa na MIF após a reabilitação (p<0,001), com 98% dos pacientes atingindo independência completa ou modificada. Conclusão: A reabilitação melhorou a independência funcional dos pacientes amputados. A abordagem multidisciplinar aumentou a autonomia e a qualidade de vida

    Mortalidade por neoplasia de próstata no Brasil

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    Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado Profissional) da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.Introdução: A neoplasia de próstata é uma patologia que acomete, em sua maioria, homens a partir dos 65 anos de idade. No Brasil seu rastreio é preconizado em homens na faixa etária de 50 a 70 anos a partir do exame de dosagem do Antígeno Prostático Específico e pelo toque retal. Na maioria das vezes, o homem procura os centros de atendimento apenas por caráter curativo, negligenciando a prevenção dos agravos à sua saúde. Contudo, há a identificação da modificação do comportamento da população masculina, que apesar de algumas barreiras, paulatinamente está adotando hábitos de vida mais saudáveis, inclusive no aspecto preventivo da neoplasia de próstata. Mesmo assim, sabe-se que grande parte dos homens apresentam resistência ao tratamento e certa sensibilidade quanto a temática da neoplasia de próstata, impactando assim, o número de pessoas acometidas por essa condição. Objetivo: Dessa forma, partindo da problemática levantada, este estudo tem por objetivo de identificar a mortalidade por neoplasia de próstata no Brasil. Métodos: A presente pesquisa apresenta uma abordagem quantitativa, transversal e descritiva que utilizou dados secundários dos sistemas de informação de órgãos públicos brasileiros, referentes às informações regionais, socioeconômicas e desfechos da neoplasia de próstata no sistema. Resultados: Os principais resultados apontaram que a mortalidade por neoplasia maligna da próstata vem aumentando conforme os anos em região do país em consonância com o aumento de expectativa de vida (faixa etária elevada). A maior taxa foi no ano de 2014 (2,37%) na região Sul e a menor taxa foi na região Norte em 2016 (1,62%). Conclusão: Concluiu-se é necessário fortalecer as campanhas de prevenção como o novembro azul, confecção de estudos sobre o tema e disponibilização de informação de fácil acesso e qualidade, para que essa população procure atendimento cada vez mais de forma preventiva e menos de forma curativa. Esperando-se que assim, reduza o número de mortalidade por Neoplasia maligna de próstata

    Inserção e atuação do nutricionista na atenção básica na região carbonífera de Santa Catarina

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    Monografia do Programa de Residência Multiprofissional em Atenção Básica/Saúde da Família da Universidade do Extremo Sul Catarinense-UNESC.Uma das áreas em maior ampliação e consolidação na Nutrição é a área de Nutrição em Saúde Coletiva, principalmente pela ampliação das políticas públicas que incluem este profissional. A alimentação e nutrição compõem os princípios básicos para a promoção e a proteção da saúde, possibilitando o crescimento e desenvolvimento pleno do ser humano com qualidade em todas as fases da vida. Dessa forma as ações de alimentação e nutrição são fundamentais no contexto da atenção básica, principalmente no que se refere à Estratégia Saúde da Família. Objetivo: Identificar os meios de inserção do Nutricionista e quais suas principais atividades de atuação na atenção básica na região da Região Carbonífera de Santa Catarina. Metodologia: Este trabalho caracterizou-se como uma pesquisa descritiva, de temporalidade transversal e de abordagem quantitativa e qualitativa. O estudo foi realizado com as Nutricionistas inseridas na Atenção Básica da Associação dos Municípios da Região Carbonífera de Santa Catarina. A população do estudo envolveu todos os Nutricionistas atuantes na Atenção Básica dos municípios da Região Carbonífera. Resultados: Constatou-se que 100,0% das Nutricionistas atuantes na Atenção Básica desta região são do sexo feminino, 60,0% com faixa etária entre 26 a 30 anos, e solteiras (60,0%). No que diz respeitos aos aspectos de inserção deste profissional na atenção básica, observa-se que é em 40,0% por indicação/contratação ou por aprovação em concurso público, 40,0%. Sobre o questionamento quanto às atribuições destas Nutricionistas dentro do serviço de saúde do município onde estão inseridas, todas as Nutricionistas referiram principalmente realizar atividades individuais e em grupos nos estabelecimentos onde atuam. Com relação ao número de estabelecimentos de saúde que o trabalho destas profissionais abrange a maior proporção (30,0%), atuavam em seis estabelecimentos de saúde, não sendo necessariamente Estratégia Saúde da Família. Conclusão: Observamos neste estudo que ainda é pequeno o número de Nutricionistas inseridas na Atenção Básica e que alguns municípios da Região Carbonífera de Santa Catarina ainda não contam com a atuação deste profissional nos serviços da Secretaria de Saúde municipal. Além de também evidenciar que a percepção das profissionais Nutricionistas quanto ao que é atuar na Atenção Básica e suas reais atribuições no serviço de saúde são bem próximas

    Efeitos da suplementação de proteína do soro do leite em idosos submetidos ao treinamento resistido: revisão sistemática e metánalise

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    Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.Este trabalho consiste de uma revisão sistemática para mapear as evidências sobre o efeito da suplementação de proteína de soro de leite em idosos submetidos a treinamento resistido. Foi realizada uma busca exaustiva nas bases de dados Medline, Lilacs, Embase e Cochrane Library para publicações relevantes até agosto de 2015. Os bancos de dados foram pesquisados utilizando os seguintes termos: "Resistance Training" combinando com “Whey protein” e com “elderly”. A pesquisa foi limitada para humanos sem restrição de idioma. Dois pesquisadores analisaram de forma independente os títulos e os resumos. Foram encontrados 657 estudos. Cinco estudos foram incluídos compondo uma amostra de 391 pacientes. A suplementação de proteína de soro de leite foi associada a uma maior ingestão total de proteína, diferença de media padronizada 9,40 (95% IC 4,03 a 14.78), aumento da concentração plasmática de leucina diferença de media padronizada 7,80 (IC de 95% 3.05 a 12.54; P=0,001) e aumento da taxa de síntese de proteínas muscular diferença de media padronizada 1,26 (95% IC 0,46-2,07) em comparação ao grupo controle. Conclusão: Observou-se um aumento na ingestão de proteína total, resultando em aumento da concentração de leucina e taxa de síntese de proteína muscular, porém não foi observado aumento significativo relacionado à massa ou força muscular

    Avaliação dos níveis séricos de fator neurotrófico derivado do encéfalo (BDNF) em idosos pós COVID-19: um estudo caso-controle aninhado a uma Coorte

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    Dissertação submetida para aprovação do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva [Mestrado Profissional] da Universidade do Extremo Sul Catarinense.Introdução: Mundialmente, a covid-19 atingiu mais de 676 milhões de pessoas, causando mais de 6 milhões de óbitos. A covid-19 pode ocorrer de forma leve a moderada na maioria dos indivíduos saudáveis, podendo apresentar risco de vida ou sintomas debilitantes persistentes em alguns casos. O determinante mais importante da gravidade da doença é a idade, sendo os indivíduos idosos considerados população de alto risco. Além disso, alterações em neurotrofinas e a própria infecção viral podem estar relacionados com o comprometimento cognitivo na população idosa acometida com a doença, ocasionando danos a longo prazo correlacionados com a infecção por SARS-CoV-2. Objetivo: Avaliar os níveis séricos de BDNF em paciente com covid-19 prévio e controles. Metodologia: Foi realizado um estudo observacional, do tipo caso-controle aninhado em uma coorte, com idosos com 60 anos ou mais, acometidos ou não pela covid-19, residentes da região da Associação dos Municípios da Região Carbonífera. Foi aplicado questionário para avaliar perfil sociodemografico, coleta de sangue para o marcador sorológico BDNF, além da avaliação cognitiva através do Miniexame do Estado Mental, Teste do desenho do relógio e de fluência verbal. Os dados coletados foram analisados com auxílio do software IBM Statistical Package for the Social Science (SPSS), versão 22.0, onde realizou-se uma descritiva, apresentando média e desvio padrão das variáveis contínuas e frequências e porcentagens das variáveis dicotômicas. Foi utilizada a medida de associação Odds Ratio, através da regressão logística, com intervalo de confiança de 95%. Resultados: Ao todo 151 participantes, sendo 72 pertencentes ao grupo covid-19 e 79 pertencentes ao grupo controle, foram avaliados. A média de idade dos participantes foi de 68,6 (DP±6,9) anos, sendo 56,3% do sexo feminino. Quanto a presença de doenças antes da pandemia, observa-se diferença significativa entre o grupo covid-19 e o grupo controle (p= 0,042), relacionado a maior prevalência de cardiopatias no grupo covid-19 (23,6% versus 8,9%, p= 0,013) e doenças reumatológicas (33,3% versus 17,7%, p= 0,027). Ao analisar os níveis de BDNF nos participantes encontrou-se diferença significativa nas medias entre os participantes, sendo que os idosos que tiveram covid-19 apresentavam valor reduzidos do marcador (p=0,012). Na regressão logística verificou-se associação entre a hipertensão e menores níveis de BDNF (OR 2,06, IC 95%= 1,01-4,23) e entre a covid-19 e redução nos valores de BDNF (OR 2,81 IC 95%= 1,34-5,87). Conclusão: Nosso estudo demonstrou associação entre níveis baixos de BDNF e covid-19 assim como redução de BDNF em idosos com hipertensão arterial. Esses resultados contribuem para o planejamento de ações na saúde coletiva visando a promoção de um envelhecimento ativo e na preservação a autonomia dos idosos pós-covid 19

    Coenzima Q10 na síndrome dos ovários policísticos: revisão sistemática e metanálise

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    Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado Profissional) da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.Introdução: A Síndrome dos Ovários Policísticos afeta cerca de 6% a 10% das mulheres em idade reprodutiva, sendo caracterizada pela presença de oligo-anovulação, hiperandrogenismo e subfertilidade, além de estar correlacionada com presença de obesidade, diabetes mellitus tipo 2, hipertensão e dislipidemia, apresentando-se de grande interesse para a saúde pública. Atualmente, a coenzima Q10 foi estudada por suas ações terapêuticas e tem sido utilizada no tratamento de vários distúrbios. Objetivo: Avaliar os efeitos da coenzima Q10 em mulheres com síndrome do ovário policístico. Métodos: Foi realizado uma Revisão Sistemática e metanálise incluindo ensaios clínicos randomizados sobre os efeitos da coenzima Q10 em mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos nos bancos de dados eletrônicos até outubro de 2019: MEDLINE via PubMed, EMBASE via Elsevier, Biblioteca Cochrane, Web of Science, e LILACS. Foram utilizados os termos “Polycystic Ovary Syndrome” e “coenzyme Q10” e sinônimos como “ubiquinone-10” para busca dos estudos. Todos os estudos incluídos foram avaliados por sua qualidade metodológica pela ferramenta de risco de viés da The Cochrane Collaboration (RevMan 5.3). Resultados: Um total de 5 estudos foram incluídos na análise, envolvendo 307 pacientes. Não foram encontrados efeitos significativos da utilização da suplementação sobre o controle glicêmico e resistência à insulina em pacientes com Síndrome dos Ovários Policísticos que foram suplementados com coenzima Q10 em comparação com o grupo controle. No entanto, houve um aumento nos níveis hormonais de progesterona e estradiol e na chance de gravidez clínica em pacientes com a Síndrome dos Ovários Policísticos e suplementada com coenzima Q10. Conclusões: A suplementação de Coenzima Q10 não foi associada à redução de HOMA-IR, insulina e glicose plasmática em jejum em comparação com o grupo controle. Por outro lado, os estudos avaliados mostraram que a suplementação de Coenzima Q10 foi associada ao aumento da chance de gravidez

    Microbiota intestinal e pré eclâmpsia: revisão sistemática e meta-análise

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    Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva [Mestrado Profissional] para obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.No mundo, cerca de 10% das mulheres grávidas são acometidas por distúrbios hipertensivos na gestação. Mundialmente a pré-eclâmpsia apresenta uma incidência de 05 a 07% das gestações. Nas gestantes com hipertensão crônica, aproximadamente, 15 a 30% podem desenvolver a PE. Estudos associam alterações na microbiota materna com patologias como obesidade, hipertensão, diabetes durante a gestação e ao parto prematuro. Objetivo: Avaliar a diversidade e a composição da microbiota intestinal em gestantes com pré-eclâmpsia comparado a mulheres grávidas saudáveis. Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática com artigos que avaliaram gestantes com pré-eclâmpsia comparadas a um grupo controle. As palavras-chave utilizadas na busca foram: "Pre-eclampsia", "Gastrointestinal Microbiome" e "Pregnant Women”, as quais foram pesquisadas nas seguintes bases de dados: MEDLINE, BVS (LILACS e outros), Embase (Elsevier) e Cochrane Library e na literatura cinzenta (Google Acadêmico). Resultados: Seis artigos foram incluídos na revisão sistemática, totalizando 479 mulheres grávidas. A diversidade alfa da microbiota intestinal, avaliada por meio do índice de Shannon, foi significativamente menor em mulheres grávidas com pré-eclâmpsia (DMP: -0,47; IC 95%: -0,77 a -0,18; P = 0,02; I² = 0%; três estudos, 179 participantes), contudo, em nossa revisão não foram encontradas diferenças significativas na abundância relativa em nível de filo. Conclusão: Mulheres grávidas com pré-eclâmpsia apresentaram menor diversidade alfa da microbiota intestinal, entretanto ainda são necessários estudos para determinar as alterações quanto a composição bacteriana da microbiota intestinal

    Análise da prevalência do excesso de peso em crianças de 2 a 9 anos atendidas em um ambulatório de pediatria

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    Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.Introdução: O excesso de peso entre crianças tem aumentado nas últimas décadas tornando-se um problema de saúde pública global, gerando impactos negativos no perfil de saúde destes indivíduos. Diante disso, foi analisado a prevalência do excesso de peso em crianças de dois a nove anos de um ambulatório de pediatria. Materiais e métodos: Estudo observacional transversal, com coleta de dados primários, que avaliou 78 crianças de dois a nove anos, através de questionário previamente elaborado pelas autoras e aplicado aos pais/responsáveis das crianças que concordaram em participar do estudo. Resultados: A prevalência de sobrepeso foi de 14,1% e de obesidade 16,7%, totalizando 30,8% de excesso de peso. Quanto às variáveis analisadas, não houve associação significativa entre excesso de peso e gênero. No entanto, crianças com sobrepeso que usam telas menos de uma hora por dia, têm diferenças estatisticamente significativas em comparação com as crianças obesas. Além disso, o sobrepeso está correlacionado com crianças que receberam aleitamento materno por mais de 24 meses, enquanto a obesidade está relacionada àquelas que foram amamentadas por um período entre 12 e 24 meses. Conclusão: A prevalência do excesso de peso foi de 30,8% em crianças atendidas no ambulatório de pediatria analisado. Este dado reforça as descobertas presentes na literatura atual, que evidenciam o contínuo crescimento desse cenário, ressaltando a necessidade de vigilância e intervenção precoce para prevenir a obesidade infantil
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