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Proposta de sistematização do tratamento não operatório das lesões traumáticas do baço no hospital universitário da UNIFESP/EPM
Objetivo: elaborar um protocolo de tratamento não operatório das lesões traumáticas do baço para ser utilizado no Hospital São Paulo - Hospital Universitário da UNIFESP/EPM.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016
Estudo citológico de amostras obtidas por escovado endoscópico através da papila duodenal maior em doentes portadores de colestase extra-hepática
BV UNIFESP: Teses e dissertaçõe
Late evaluation of patients with schistosomiasis, not previously submitted to surgical treatment, after eradication of bleeding esophageal varices by endoscopic sclerotherapy
O autor avaliou, num periodo tardio, trinta e sete doentes com a forma hepatosplenica compensada da esquistossomose e antecedente de hemorragia varicosa, que nao haviam sido submetidos previamente ao tratamento cirurgico da hipertensao portal, e cujas varizes de esofago foram erradicadas por escleroterapia endoscopica, no setor de Endoscopia Digestiva da Disciplina de Gastroenteroiogia Cirurgica da UNIFESP, entre janeiro de 1986 e dezembro de 1994. Constituiram a casuistica 21 pacientes do sexo masculino e 16 do sexo feminino, com idade variando de 17 a 66 anos, sendo a mediana 36 anos. O periodo de acompanhamento apos a erradicacao das varizes variou de 36 a 126 meses, sendo a mediana 59 meses. A tecnica de escleroterapia empregada foi a de injecoes intravaricosas de oleato de monoetanolamina a 3 por cento , realizadas por diferentes examinadores. O numero de sessoes ate que o exame endoscopico evidenciasse a erradicacao das varizes variou de quatro a nove, com a mediana de seis sessoes. O periodo de tempo observado entre o inicio do tratamento endoscopico e a observacao do desaparecimento das varizes variou de tres a 17 meses, sendo a mediana de 7 meses. A hemorragia digestiva foi observada durante o tratamento endoscopico em oito pacientes (21,6 por cento ), sempre controlada com medidas clinicas e endoscopicas. Durante o periodo de acompanhamento apos a erradicacao 62,2 por cento dos pacientes apresentaram varizes esofagicas neoformadas necessitando de novas intervencoes endoscopicas. Na maior parte dos doentes esse diagnostico foi realizado efetivamente e nao determinou complicacoes. A ocorrencia de hemorragia digestiva apos a erradicacao das varizes foi observada em 18,9 por cento dos pacientes, sendo a maior parte causada por cordoesvaricosos neoformados, tambem controlados com medidas clinicas e endoscopicas. Os episodios hemorragicos foram observados apenas ate 0 59º mes apos a erradicacao, sendo todos de leve intensidade, sugerindo que apos esse periodo os pacientes que sao acompanhados com regularidade teriam menor risco de apresentarem novo sangramento. Nao houve nbenhum obito no periodo de acompanhamento e nenhum dos pacientes foi submetidos ao tratamento cirurgico da hipertensao portal. A avaliacao tardia deste grupo de doentes selecionados permitiu as seguintes conclusoes, validas para este grupo selecionado: 1) a maioria dos pacientes apresentou varizes esofagicas neoformadas num perio...(au)BV UNIFESP: Teses e dissertaçõe
Detecção De Varizes Gástricas E De Trombose De Veia Porta Em Doentes Portadores De Esquistossomose Hepatoesplênica Após Tratamento Endoscópico Com Erradicação De Varizes Esofágicas
an expressive problem of public health. The main impact of this disease on health occurs in patients with hepatosplenic form, high morbidity and mortality. Currently in the literature, there is a lack of data on long-term follow-up of these patients, especially those submitted to exclusive endoscopic treatment with eradication of esophageal varices. Objective: To evaluate the incidence of variceal vein thrombosis and gastric varices as well as the association between these events. Methods: We evaluated 50 patients diagnosed with schistosomiasis in the hepatosplenic form who underwent to endoscopic treatment with eradication of esophageal varices. Patients followed in our clinic from April 1, 1983 to December 31, 2016. Inclusion criterion was a minimum follow-up period of 24 months after eradication of esophageal varices, endoscopic and ultrasonographic abdominal Doppler examinations; Patients with liver disease and/or cirrhosis of another etiology were excluded. Results: We identified gender equality with mean age of 52 years and outpatient follow-up averaged 181 months. Regarding gastric varices, eight patients had primary gastric varices and 18 developed secondary ones after the eradication. The mean time of onset of gastric varices after eradication was 103 months. When analyzing ultrasonography, we observed that three patients had portal vein thrombosis and during follow-up was detected in 23 patients, the mean time of thrombus onset after esophageal variceal eradication was 69 months. We observed that portal vein thrombosis generated was 5.25 times more likely to present gastric varices compared to those without thrombosis (CI [1.4, 21.9], Fisher's Exact Test = 0.01). The mortality rate was 10%, with three deaths due to to high varicose digestive hemorrhage. Conclusion: We consider that the follow-up of the patients should be long-lasting, since the formation of portal vein thrombosis was approximately five years on average, and the average onset of gastric variceswas eight years; In addition, we conclude that the appearance of gastric varices is intimately related to portal thrombosis, and these events should be evaluated in the follow-up and treatment of the disease, given its high frequencies and may be associated with morbidity an mortality.Introdução: A esquistossomose ainda é uma doença endêmica nacional, considerada como um problema expressivo de saúde pública. O principal impacto desta doença na saúde ocorre nos portadores da forma hepatoesplênica, com altos índices de morbimortalidade. Atualmente em literatura, faltam dados do seguimento a longo prazo destes pacientes, em especial aos submetidos ao tratamento endoscópico exclusivo com erradicação das varizes esofágicas. Objetivo: Avaliar as ocorrência de trombose de veia porta e de varizes gástricas, bem como a associação entre estes eventos, nos pacientes submetidos a tratamento endoscópico. Métodos: Avaliamos 50 pacientes com diagnóstico de esquistossomose da forma hepatoesplênica e que foram submetidos a tratamento endoscópico com erradicação das varizes esofágicas, acompanhados em nosso ambulatório de 01 de abril de 1983 a 31 de dezembro de 2016. Os critérios de inclusão foram um período mínimo de acompanhamento de 24 meses após a erradicação das varizes esofágicas, exames endoscópico e ultrassonográfico doppler abdominal seriados; foram excluídos pacientes com hepatopatia e/ou cirrose de outra etiologia. Resultados: Identificamos igualdade entre os gêneros, com média etária de 52 anos e o acompanhamento ambulatorial apresentou uma média de 181 meses. Em relação às varizes gástricas, 8 pacientes apresentavam varizes gástricas primárias e 18 desenvolveram secundárias após a erradicação. O tempo médio do surgimento das varizes gástricas, após a erradicação, foi de 103 meses. Ao analisar as ultrassonografias, observamos que três pacientes apresentavam trombose de veia porta, e durante o acompanhamento foi detectado em 23 pacientes, o tempo médio da detecção do trombo após a erradicação das varizes esofágicas foi de 69 meses. Observamos que o doente que desenvolveu trombose de veia porta apresentou 5,25 mais chances de apresentar varizes gástricas em comparação com aqueles que não tiveram trombose (IC 1,4 a 21,9, Teste Exato de Fisher = 0,01). A taxa de mortalidade em nosso seguimento foi de 10%, sendo três óbitos secundários a hemorragia digestiva alta varicosa. Conclusão: Consideramos que o seguimento dos pacientes deve ser duradouro, visto que a formação da trombose de veia porta foi de aproximadamente 5 anos e o surgimento das varizes gástricas de 8 anos; e concluímos que as varizes gástricas tem intima relação com a trombose portal, devendo estes eventos serem avaliados no seguimento e tratamento da doença, visto suas altas frequências e podendo estar associados a alta morbimortalidade.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2017
Análise do índice esplênico como preditor de sangramento e recidiva varicosa no seguimento tardio de pacientes esquistossomóticos após tratamento endoscópico exclusivo
Introduction: Endoscopic treatment for esophageal varices has been used as the main intervention in patients with portal hypertension secondary to schistosomiasis, but with significant rates of recurrence of esophageal varices and rebleeding. The long-term results of exclusive endoscopic treatment are poorly studied as the relationship of the splenic dimensions in this context. Objective: To identify, through ultrasonography, cut-off values for splenic index and longitudinal (craniocaudal) dimension of the spleen as predictors of rebleeding and varicose recurrence in late follow up of nonoperated schistosomiasis patients, after endoscopic eradication of esophageal varices. Methodology: Retrospective observational study by analysis of medical records of patients diagnosed with hepatosplenic schistosomiasis. The ROC Curve was used to determine the best cutoff point for the mean splenic index as predictor of recurrence and bleeding. Statistical analysis was performed in the SAS 9.1 program, and a significance level of 5% was adopted. Results: A follow-up of 54 patients was analyzed during the period from 2002 to 2018. Mean follow-up time was 8 years regarding abdomen doppler ultrasonography, endoscopic exams and laboratory tests. The splenic index proved to be a sensitive test in values above 144 as a predictor of rebleeding. (VP-85%, AUC = 0.70, p = 0.044). In the analysis of the longitudinal dimension, the value above 20 cm showed a very specific and statistically significant test for recurrence of varices (VP + of 100%, AUC 0.71, p = 0.047) and a value above 19 cm presented as a very sensitive and statistically significant test for rebleeding (VP-100%, AUC 0.76, p = 0.008). Conclusion: Splenic index and craniocaudal dimension analysis, obtained by ultrasonography exam, can predict recurrence of varicose veins and rebleeding after exclusive endoscopic eradication, contributing to the therapeutic planning of schistosomiasis patients with portal hypertension.Introdução: O tratamento endoscópico das varizes de esôfago tem sido empregado como a principal intervenção nos doentes com hipertensão portal secundária a esquistossomose, porém ocorrendo taxas expressivas de recidiva de varizes esofágicas e ressangramento durante o período de acompanhamento. Os resultados em longo prazo do tratamento endoscópico exclusivo foram pouco estudados assim como a possível influência das dimensões do baço neste contexto. Objetivo: Identificar através da ultrassonografia os valores de corte para índice esplênico e dimensão longitudinal (craniocaudal) do baço como fatores preditores de sangramento e recidiva varicosa em doentes esquistossomóticos, não operados, após a erradicação de varizes esofágicas pelo tratamento endoscópico e acompanhados tardiamente. Metodologia: Estudo observacional retrospectivo por análise do registro de prontuários de pacientes com diagnóstico de esquistossomose hepatoesplênica. Para determinar o melhor ponto de corte do índice esplênico médio preditor de recidiva e sangramento foi utilizada a Curva ROC. A análise estatística foi realizada no programa SAS 9.1, e foi adotado nível de significância de 5%. Resultados: Foram avaliados 54 pacientes durante o período de 2002 a 2018, sendo o tempo médio de seguimento de 8 anos, considerando os achados de ultrassonografias doopler, endoscopias e exames laboratoriais. O índice esplênico se mostrou um teste sensível em valores acima de 144 como preditor de ressangramento. ( VP- 85 % , AUC = 0,70, p = 0,044). Na análise da dimensão longitudinal, o valor acima de 20 cm, se mostrou um teste bastante específico e estatisticamente significativo para recidiva de varizes (VP+ de 100 %, AUC 0,71, p = 0,047) e o valor acima de 19 cm, foi bastante sensível e significantemente estatístico para ressangramento (VP- de 100 %, AUC 0,76, p = 0,008). Conclusão: O índice esplênico e a análise unidimensional craniocaudal do baço, obtidos pela ultrassonografia, podem prever a ocorrência de recidiva das varizes e ressangramento após a erradicação endoscópica exclusiva, colaborando para o planejamento terapêutico dos pacientes esquistossomóticos com hipertensão portal.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2019
Violação Do Sigilo Profissional Em Mídias Sociais Por Acadêmicos De Medicina, Residentes E Cirurgiões De Um Hospital Universitário
Objectives: this study aims to identify, in the surgical environment, those who share more patient’s information through social medias and those who are unaware of the confidentiality rules of these medias. Methods: 5th and 6th graduates of Medicine, surgical residents and attending surgeons from the university hospital at the Federal University of São Paulo were surveyed between June and December, 2015. A questionnaire was applied evaluating demographic data, characteristics of mobile technologies use and social medias access, and knowledge regarding professional secrecy preservation on these medias. Results: 156 individuals (52 graduates, 51 residents and 53 attending surgeons; mean age 24, 28, and 59, respectively) participated in the study. Patient’s information was shared on social medias by 53% of the graduates, 86% of the residents and 32% of the attending surgeons (p < 0.05). Confidentiality preservation policies were unknown to 69% of graduates, 80% of residents and 62% of attending surgeons (p = 0.124). Knowledge regarding protocols to guide health care professionals about safe use of social medias was referred by 0% of graduates, 15% of residents and 22% of attending surgeons (p = 0.002). Conclusions: residents shared more patient’s information on social medias compared to graduates and attending surgeons. Knowledge regarding confidentiality rules was low for the 3 groups.Objetivos: identificar, dentro do ambiente cirúrgico, aquele que mais divulga informações de pacientes nas mídias sociais e aquele que menos conhece as regras de confidencialidade dessas mídias. Métodos: aplicou-se um questionário aos acadêmicos de Medicina do 5º e 6º ano, residentes das especialidades cirúrgicas e docentes cirurgiões do hospital universitário da Universidade Federal de São Paulo, de junho a dezembro de 2015. As questões avaliavam o perfil demográfico dos participantes, os hábitos relativos ao uso das tecnologias móveis e das mídias sociais e o conhecimento sobre a preservação do sigilo profissional nessas mídias. Resultados: participaram 156 indivíduos, sendo 52 alunos, 51 residentes e 53 docentes, com média de idade de 24, 28 e 59 anos, respectivamente. A divulgação de informações de pacientes nas mídias sociais foi referida por 53% dos alunos, 86% dos residentes e 32% dos docentes (p < 0,05). As políticas de privacidade das mídias sociais eram desconhecidas por 69% dos alunos, 80% dos residentes e 62% dos docentes (p = 0,124). O conhecimento sobre algum protocolo que orientasse o profissional da saúde sobre o uso seguro das mídias sociais foi referido por 0% dos alunos, 15% dos residentes e 22% dos docentes (p = 0,002). Conclusões: residentes, quando comparados a alunos e docentes, foram os que mais divulgaram informações de pacientes nas mídias sociais. O conhecimento sobre as regras de confidencialidade foi baixo nos três grupos.Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2017
Cistadenoma mucinoso retroperitoneal primário - relato de caso
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Escola Paulista de Medicina (EPM)UNIFESP, EPMSciEL
Short esophagus or bad dissected esophagus? An experimental cadaveric study
Short esophagus is defined as the inability to reduce the gastroesophageal junction below the diaphragm. One of the factors responsible for this inability can be inadequate esophageal mobilization. We evaluated esophageal lengthening achieved by means of dissection in a cadaveric model. Fifty-one cadavers were dissected (27 transthoracically and 24 transhiatally). Abdominal esophageal length was assessed before and after dissection of the esophagus from the hiatus to the carina. in the transthoracic group, a mean of 1.7 +/- 1.3 cm (range 0.3 to 5.0 cm) was gained with dissection. in the transhiatal group, a mean of 1.8 +/- 0.8 cm (range 0 to 3.0 cm) was gained with dissection. in a comparison of results of transthoracic and transhiatal approaches, the difference was not statistically significant. We concluded that a significant increase in esophageal length was achieved after dissection;, however, the access route (thorax or abdomen) did not influence the results. (C) 2003 the Society for Surgery of the Alimentary Tract, Inc.Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista Med, Dept Surg Gastroenterol, Esophagus & Stomach Div, São Paulo, BrazilUniversidade Federal de São Paulo, Escola Paulista Med, Dept Surg Gastroenterol, Esophagus & Stomach Div, São Paulo, BrazilWeb of Scienc
Efficacy of mediastinal lymphadenectomy in transhiatal esophagectomy with and without diaphragm opening: a cadaveric study
Transhiatal esophagectomy (THE) is believed to induce a lower morbidity and mortality compared with transthoracic esophagectomy, but to be inefficient in performing mediastinal lymphadenectomy. Some surgeons are convinced that lymphadenectomy of the lower mediastinum in the and transthoracic esophagectomy are equivalent. To test this, the authors performed the in 20 cadavers (10 with and 10 without diaphragm opening). the number of lymph nodes resected with the esophagus and dissected through the hiatus was counted. After THE, the thorax was opened and the number of residual lymph nodes was evaluated. Complications were also assessed. the results show that lymphadenectomy in the is incomplete in the lower mediastinum and not possible in the upper mediastinum; comparing the with and without diaphragm opening, the first permits resection of a superior number of lymph nodes with the esophagus and dissection of a higher number of nodes through the hiatus. It is concluded that the does not provide an effective mediastinal lymphadenectomy.Universidade Federal de São Paulo, Dept Surg Gastroenterol, Esophagus & Stomach Div, São Paulo, BrazilUniversidade Federal de São Paulo, Dept Surg Gastroenterol, Esophagus & Stomach Div, São Paulo, BrazilWeb of Scienc
Short esophagus: literature incidence
There are controversies regarding existence and incidence of short esophagus. the authors reviewed the literature incidence of short esophagus among operated patients due to gastroesophageal reflux disease in the last 3 years. the overall incidence of short esophagus was 1.53%. the proposed risk factors (paraesophageal hernia, Barrett's esophagus, reoperation, esophageal strictures and access route) do have a higher incidence of short esophagus, with the exception of the Barrett's esophagus. Although several biases can be associated with the review, the authors identified the short esophagus incidence in the literature.Universidade Federal de São Paulo, Dept Surg Gastroenterol, São Paulo, BrazilUniversidade Federal de São Paulo, Dept Surg Gastroenterol, São Paulo, BrazilWeb of Scienc
