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    Normatização paulista de nomeação de figuras do maternal até universidade e de teste de vocabulário auditivo de 1 a 6 anos

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    Figuras são empregadas freqüentemente em materiais de avaliação psicológica e de proficiência, e de ensino e intervenção clínica e didático-pedagógica. A validade dos materiais de avaliação e a eficácia dos materiais de ensino dependem freqüentemente da escolha de figuras apropriadas à faixa etária e de escolaridade do avaliando e educando. Dispor de bancos de figuras normatizadas para diversas faixas etárias pode aperfeiçoar a validade e a eficácia dos materiais. A partir de um conjunto original de 2.100 figuras, este estudo gerou sete bancos de figuras com nomeação normatizada para milhares alunos do Ensino Superior (ES), Ensino Fundamental (EF) e Educação Infantil (EI) até a 1a. série do Maternal, numa faixa de 18 meses a 2 anos de idade. Com o objetivo de ilustrar o uso do banco de figuras para gerar testes, o estudo selecionou as 214 figuras mais unívocas das 365 figuras que compõem o banco de alta univocidade para a 2a. série da Educação Infantil, para gerar duas formas alternadas originais de um teste de vocabulário auditivo, cada qual com 107 itens, sendo uma figura alvo e quatro figuras distraidoras para cada item. O estudo aplicou as duas formas do teste a 396 crianças de 2 a 5 anos (10 de 2 anos, 93 de 3 anos, 160 de 4 anos, e 133 de 5 anos), de modo a obter normas de desenvolvimento do vocabulário auditivo. Os objetivos do estudo foram: 1) gerar sete bancos de figuras normatizados, o primeiro para universitários, o segundo para escolares de 1a. a 4a. série do EF e 3a. série da EI, o terceiro para crianças de 3a. série da EI, o quarto para crianças de 2a. série da EI, o quinto para crianças de 1a. série da EI, o sexto para crianças de 2a. série do Maternal, e o sétimo para crianças de 1a. série do Maternal; 2) apresentar os sete bancos sob a forma de 3 dicionários, o primeiro para universitários, o segundo para escolares de 1a. a 4a. série do EF e 3a. série da EI, e o terceiro para crianças de 3a., 2a. e 1a. séries da EI, e para crianças de 2a. e 1a. séries do Maternal; 3) derivar duas formas originais (A e B) do teste de vocabulário auditivo com 107 itens e 5 figuras por item; 4) aplicar as duas formas originais do teste a cerca de 300 crianças de 2 a 5 anos para aferir se eles são capazes de identificar crescimento significativo do vocabulário auditivo nessa faixa etária e se eles são capazes de discriminar entre séries escolares sucessivas e se há correlação positiva significativa entre as duas formas, o que permitiria seu uso alternado em estudos de teste-reteste; 5) normatizar a(s) forma(s) original(is) do teste que for(em) capaz(es) de identificar crescimento significativo do vocabulário auditivo; 6) fazer análise de item para excluir os itens com menor correlação item-média e obter a forma reordenada abreviada; 7) aplicar as formas reordenadas abreviadas dos testes a 177 crianças de 18 meses a 6 anos de idade para verificar são capazes de discriminar entre faixas etárias sucessivas; 8) normatizar a(s) forma(s) reordenada(s) abreviadas. Inicialmente foi gerado um corpus de 2.100 figuras originais. Essas 2.100 figuras foram apresentadas a 1.250 universitários do ES para nomeação por escrito. Dessas 2.100, 1.190 figuras passaram pelo critério de pelo menos 70% de concordância entre os universitários. Dessas 1.190, 244 foram excluídas e as restantes 944 foram selecionadas para serem apresentadas a 1.000 alunos de 1a. a 4a. séries do EF (de 7, 8, 9 e 10 anos de idade) e 3a. série da EI (com 6 anos de idade) para nomeação por escrito. Dessas 944 figuras, 566 figuras passaram pelo critério e foram apresentadas a 600 alunos da 3a. série da EI para nomeação por escrito. Dessas 566 figuras, 429 passaram pelo critério e foram apresentadas a 500 crianças de 2a.série da EI (de 5 anos de idade) para nomeação oral. Dessas 429, 365 figuras passaram pelo critério e foram apresentadas a 500 crianças de 1a.série da EI (de 4 anos de idade) para nomeação oral. Dessas 365, 187 figuras passaram pelo critério e foram apresentadas a 500 crianças de 2a.série do Maternal (de 3 anos de idade) para nomeação oral. Dessas 187, 99 figuras passaram pelo critério e foram apresentadas a 500 crianças de 1a.série do Maternal (de 2 anos de idade). Dessas 99, 90 figuras passaram pelo critério de 70% de nomeação unívoca. O estudo oferece os sete bancos de imagens com nomeação normatizada distribuídos em três livros, o primeiro contendo dados de universitários, o segundo contendo dados de estudantes de 1a. a 4a. série do Ensino Fundamental e 3a. série da Educação Infantil; e o terceiro com dados de estudantes do Maternal 1 até a 3a. série da Educação Infantil. O estudo ilustra o uso eficaz do banco de figuras ao oferecer duas formas originais com 107 itens cada uma do teste de vocabulário auditivo, bem como sua normatização com 396 crianças de 2 a 5 anos de idade. Oferece, ainda as versões reordenadas das duas formas do teste. Oferece, por fim, as versões originais abreviadas com 33 itens cada uma, bem como sua normatização com 177 crianças de 1 a 6 anos de idade; bem como as versões abreviadas reordenadas a partir dessa aplicação.Text not informed by the author

    Normatização paulista de nomeação de figuras do maternal até universidade e de teste de vocabulário auditivo de 1 a 6 anos

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    Figuras são empregadas freqüentemente em materiais de avaliação psicológica e de proficiência, e de ensino e intervenção clínica e didático-pedagógica. A validade dos materiais de avaliação e a eficácia dos materiais de ensino dependem freqüentemente da escolha de figuras apropriadas à faixa etária e de escolaridade do avaliando e educando. Dispor de bancos de figuras normatizadas para diversas faixas etárias pode aperfeiçoar a validade e a eficácia dos materiais. A partir de um conjunto original de 2.100 figuras, este estudo gerou sete bancos de figuras com nomeação normatizada para milhares alunos do Ensino Superior (ES), Ensino Fundamental (EF) e Educação Infantil (EI) até a 1a. série do Maternal, numa faixa de 18 meses a 2 anos de idade. Com o objetivo de ilustrar o uso do banco de figuras para gerar testes, o estudo selecionou as 214 figuras mais unívocas das 365 figuras que compõem o banco de alta univocidade para a 2a. série da Educação Infantil, para gerar duas formas alternadas originais de um teste de vocabulário auditivo, cada qual com 107 itens, sendo uma figura alvo e quatro figuras distraidoras para cada item. O estudo aplicou as duas formas do teste a 396 crianças de 2 a 5 anos (10 de 2 anos, 93 de 3 anos, 160 de 4 anos, e 133 de 5 anos), de modo a obter normas de desenvolvimento do vocabulário auditivo. Os objetivos do estudo foram: 1) gerar sete bancos de figuras normatizados, o primeiro para universitários, o segundo para escolares de 1a. a 4a. série do EF e 3a. série da EI, o terceiro para crianças de 3a. série da EI, o quarto para crianças de 2a. série da EI, o quinto para crianças de 1a. série da EI, o sexto para crianças de 2a. série do Maternal, e o sétimo para crianças de 1a. série do Maternal; 2) apresentar os sete bancos sob a forma de 3 dicionários, o primeiro para universitários, o segundo para escolares de 1a. a 4a. série do EF e 3a. série da EI, e o terceiro para crianças de 3a., 2a. e 1a. séries da EI, e para crianças de 2a. e 1a. séries do Maternal; 3) derivar duas formas originais (A e B) do teste de vocabulário auditivo com 107 itens e 5 figuras por item; 4) aplicar as duas formas originais do teste a cerca de 300 crianças de 2 a 5 anos para aferir se eles são capazes de identificar crescimento significativo do vocabulário auditivo nessa faixa etária e se eles são capazes de discriminar entre séries escolares sucessivas e se há correlação positiva significativa entre as duas formas, o que permitiria seu uso alternado em estudos de teste-reteste; 5) normatizar a(s) forma(s) original(is) do teste que for(em) capaz(es) de identificar crescimento significativo do vocabulário auditivo; 6) fazer análise de item para excluir os itens com menor correlação item-média e obter a forma reordenada abreviada; 7) aplicar as formas reordenadas abreviadas dos testes a 177 crianças de 18 meses a 6 anos de idade para verificar são capazes de discriminar entre faixas etárias sucessivas; 8) normatizar a(s) forma(s) reordenada(s) abreviadas. Inicialmente foi gerado um corpus de 2.100 figuras originais. Essas 2.100 figuras foram apresentadas a 1.250 universitários do ES para nomeação por escrito. Dessas 2.100, 1.190 figuras passaram pelo critério de pelo menos 70% de concordância entre os universitários. Dessas 1.190, 244 foram excluídas e as restantes 944 foram selecionadas para serem apresentadas a 1.000 alunos de 1a. a 4a. séries do EF (de 7, 8, 9 e 10 anos de idade) e 3a. série da EI (com 6 anos de idade) para nomeação por escrito. Dessas 944 figuras, 566 figuras passaram pelo critério e foram apresentadas a 600 alunos da 3a. série da EI para nomeação por escrito. Dessas 566 figuras, 429 passaram pelo critério e foram apresentadas a 500 crianças de 2a.série da EI (de 5 anos de idade) para nomeação oral. Dessas 429, 365 figuras passaram pelo critério e foram apresentadas a 500 crianças de 1a.série da EI (de 4 anos de idade) para nomeação oral. Dessas 365, 187 figuras passaram pelo critério e foram apresentadas a 500 crianças de 2a.série do Maternal (de 3 anos de idade) para nomeação oral. Dessas 187, 99 figuras passaram pelo critério e foram apresentadas a 500 crianças de 1a.série do Maternal (de 2 anos de idade). Dessas 99, 90 figuras passaram pelo critério de 70% de nomeação unívoca. O estudo oferece os sete bancos de imagens com nomeação normatizada distribuídos em três livros, o primeiro contendo dados de universitários, o segundo contendo dados de estudantes de 1a. a 4a. série do Ensino Fundamental e 3a. série da Educação Infantil; e o terceiro com dados de estudantes do Maternal 1 até a 3a. série da Educação Infantil. O estudo ilustra o uso eficaz do banco de figuras ao oferecer duas formas originais com 107 itens cada uma do teste de vocabulário auditivo, bem como sua normatização com 396 crianças de 2 a 5 anos de idade. Oferece, ainda as versões reordenadas das duas formas do teste. Oferece, por fim, as versões originais abreviadas com 33 itens cada uma, bem como sua normatização com 177 crianças de 1 a 6 anos de idade; bem como as versões abreviadas reordenadas a partir dessa aplicação.Text not informed by the author

    Language assessment sourcebook with control upon degree of picture univocity, print recognizability and decodibility, audible speech encodibility, and visible speech legibility, audibilizability and encodibility

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    Esta dissertação de mestrado apresenta um banco de figuras e palavras. O banco objetiva servir para a aumentar a validade e precisão dos instrumentos de avaliação, bem como a eficácia dos materiais instrucionais para desenvolvimento de linguagem. Este banco contém 971 entradas lexicais. Cada entrada contém uma figura e seu correspondente nome escrito. A figura é analisada em termos de grau de univocidade (grau de concordância na nomeação). O nome da figura é analisado separadamente em três formas: palavra escrita visível, palavra falada audível, e palavra falada visível (lida orofacialmente). Palavras escritas visíveis são compostas de grafemas. São analisadas em termos de seu grau de familiaridade e reconhecibilidade (grau em que pode ser lida via rota lexical) e decodificabilidade (grau em que pode ser lida pela rota perilexical ou fonológica). Palavras ouvidas audíveis são compostas de fonemas. São analisadas em termos do grau de cifrabilidade (grau de facilidade com que podem ser escritas via rota perilexical). Palavras faladas vistas são compostas de fanerolaliemas. São analisadas em termos do grau de legibilidade orofacial (grau em que podem ser compreendidas apenas pela visão), audibilizabilidade (grau em que a imagem auditiva dos fonemas pode ser evocada por fanerolaliemas durante a leitura orofacial visual), e cifrabilidade (grau de facilidade com que podem ser escritas via rota perilexical). O banco é composto de 971 entradas lexicais, cada qual composta de uma figura (à esquerda) e de vários dados pertinentes ao seu nome correspondente (à direita). O lado direito da entrada é composto de seis campos. O Campo 1 fornece o o nome da figura escrito em dois alfabetos: alfabeto romano e alfabeto fonético internacional. Ele também fornece a categoria semântica à qual pertence a palavra. O Campo 2 fornece o número da figura (para indexar todas as 971 figuras do banco). O Campo 3 fornece a univocidade da figura numa escala de 0-100 pontos separadamente para crianças de 2, 3, 4, 5, 6 7-10 anos de idade, bem como para adultos. O Campo 4 fornece a palavra escrita visível tal como analisada em termos de seu grau de familiaridade ou reconhecibilidade (grau em que pode ser lida via rota lexical) numa escala de 1-9 pontos, separadamente para crianças de 5º ano, 4º ano, 3º ano, 2º ano, e 1º ano. Nessa escala, 5 corresponde à média, 6 a 1 erro-padrão (EP) acima da média, 7 a 2 EP acima da média e assim por diante até 9; ao passo que 4 corresponde 1 EP abaixo da média, 3 a 2 EP abaixo da média, e assim por diante até 1. O Campo 5 é composto de quatro linhas, cada qual dividida em quatro colunas. A Linha 1 fornece o grau de decifrabilidade (grau com que pode ser lida pela rota perilexical) da palavra escrita visível, numa escala de 0-1. A Linha 2 fornece o grau de cifrabilidade da palavra ouvida (grau com que pode ser escrita pela rota perilexical), numa escala de 0-1. A Linha 3 fornece o grau de audibilizabilidade da palavra falada lida orofacialmente (grau com que sequência de fanerolaliemas pode ser convertida em sequência de fonemas), numa escala de 0-1. A Linha 3 fornece o grau de cifrabilidade da palavra falada lida orofacialmente (grau com que sequência de fanerolaliemas pode ser convertida em sequência de grafemas), numa escala de 0-1. Cada palavra é dividida em suas colunas. cada coluna fornece os dados referentes à linha em questão em uma de quatro formas diferentes. Nas Colunas 1 e 2, dados consistem na média das razões independente da incidência. Nas Colunas 3 e 4, dados consistem na média das razões ponderada por incidência diferencial. Nas Colunas 1 e 3 os dados consistem na média das razões independentemente da tonicidade da fala (seja ouvida ou vista) na pronúncia. Nas Colunas 2 e 4, os dados consistem na média das razões ponderada pela tonicidade diferencial da fala (seja ouvida ou vista) na pronúncia. Por exemplo, a Linha 1 fornece o grau de decifrabilidade grafema-fonema da palavra escrita visível. Na Coluna 1 decoficabilidade é calculada como mera média de razões independente da incidência ou tonicidade. Na Coluna 2 decodificabilidade é calculada como média das razões independente da incidência mas ponderasa pela tonicidade. Na Coluna 3 decodificabilidade é calculada como média de razões ponderadas em termos de incidência mas independente de tonicidade. Na Coluna 4 decodificabilidade é calculada como média de razões ponderadas em termos de incidência e de tonicidade. O Campo 6 fornece o grau de legibilidade orofacial da fala vista, numa escala de 0-1. O grau de legibilidade orofacial é apresentado em quatro formas. Nas Colunas 1 e 2 ela se encontra calculada segundo o modelo Dória; nas Colunas 3 e 4 ela se encontra calculada segundo o modelo Fonético-Articulatório. Nas Colunas 1 e 3 ela é calculada independentemente da tonicidade da pronúncia; nas Colunas 2 e 4 ela é calculada de modo ponderado pela tonicidade diferencial da pronúnciaThis master\'s thesis presents a new sourcebook aimed at increasing the validity and precision of language assessment tools, as well as the efficacy of instructional materials for language development. The sourcebook contains 971 lexical entries. Each entry contains a picture and its corresponding written name. The picture is analyzed in terms of its degree of univocity (i.e., picture naming agreement). The picture name is analyzed separately in three forms: visual written word, auditory spoken word, and visual spoken word (i.e., speechreading). Visual written word is made of graphemes. It is analyzed in terms of its degree of both: familiarity or recognizability (i.e., the degree to which it is suitable to be read via lexical reading route) and decodibility (i.e., the degree to which it is suitable to be read via perilexical reading route). Auditory spoken word is made of phonemes. It is analyzed in terms of its degree of encodibility (i.e., the degree to which it may be suitable for writing or spelling via perilexical spelling route). Visual spoken word is made of visemes. It is analyzed in terms of its degree of: speechreadability (i.e., the degree to which it may be understood via visual speechreading), audibilizability (i.e., the degree to which the auditory imagery of phonemes can be evoked by mouthshapes or visemes during speechreading), and encodibility (i.e., the degree to which it is suitable to be written or spelled correctly via perilexical route). The sourcebook is made of 971 lexical entries. Each entry is made of a picture (on the left) and several data pertaining to its corresponding name (on the right). The right side of the entry is made of six areas. The first area provides the picture name as it is written in both alphabets: the Roman alphabet (orthographic form) and the International Phonetic Alphabet. It also provides the semantic category to which the word belongs. The second area provides the picture number (for indexing all the 971 pictures of the sourcebook). The third area provides the picture univocity in a 0-100 scale for children aged: 2 years, 3 years, 4 years, 5 years, 6 years, 7 to 10 years, as well as for adults. The fourth area provides the visual written word as it is analyzed in terms of its degree of familiarity or recognizability (i.e., the degree to which the written word is suitable to be read via lexical reading route) in a 1-9 point scale, for children from 5th grade, 4th grade, 3rd grade, 2nd grade, and 1st grade. In such a scale, 5 corresponds to the mean, 6 is the mean plus 1 standard error, 7 is the mean plus 2 standard errors and so forth until 9, whereas 4 corresponds to the mean minus 1 standard error, 3 corresponds to the mean minus 2 standard errors and so forth until 1, which corresponds to the mean minus 4 standar erros. The fifth area is made of four lines. Each line is divided into four columns. The first line provides the visual written word degree of decodibility (i.e., the degree to which it is suitable to be read via perilexical reading route) in a 0-1 scale. The second line provides the auditory spoken word degree of encodibility (i.e., the degree to which it may be suitable for writing or spelling via perilexical spelling route) in a 0-1 scale. The third line provides the visual spoken word degree of audibilizability (i.e., the degree to which the auditory imagery of phonemes can be evoked by mouthshapes or visemes during speechreading) in a 0-1 scale. The fouth line provides the visual spoken word degree of encodibility (i.e., the degree to which it is suitable to be written or spelled correctly via perilexical route) in a 0-1 scale. Each line is divided into four columns. Each column presents the data pertaining to the line in question in 1 of 4 different forms. In the first and second columns the data consist of the mean of the ratios regardless of incidence. In the third and fourth columns the data consist of the mean of the ratios weighted by differencial incidence. In the first and third columns the data consist of the mean of the ratios regardless of tonicity of speech (either auditory or visual) in pronunciation. In the second and fourth columns the data consist of the mean of the ratios weighted by differencial tonicity of speech (either auditory or visual) in pronunciation. For instance the first line provides the visual written word degree of decodibility (i.e., grapheme to phoneme decoding). In the first column decodibility is calculated as a mere mean of the ratios regardless of either incidence or tonicity. In the second column decodibility is calculated as a mean of the ratios regardless of incidence but weighted in terms of tonicity. In the third column decodibility is calculated as a mean of the ratios weighted in terms of incidence but regardless of tonicity. In the fourth column it is calculated as a mean of the ratios weighted in terms of both incidence and tonicity. The sixth area provides the visual spoken word degree of speechreadability (i.e., the degree to which it may be understood via visual speechreading) in a 0-1 scale. The speechreadability is presented in 1 of 4 different forms. In the first and second columns, the speechreadability is calculated according to Doria\'s model. In the third and fourth columns it is calculated according to a phonetic model. In the first column and third columns it is calculated regardless of tonicity in pronunciation. In the second and fourth columns it is calculated in a way that is weighted by the differencial tonicity in pronunciatio

    SematosEmic structure analysis of 13,500 signs from the Brazilian Sign Language Dictionary via SignTracking

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    A partir da etimologia grecorromana, esta tese propõe terminologia para descrever estrutura SematosÊmica (de SematoLogia: , sêma, sinal; - -logía, estudo) de sinais da Língua de Sinais Brasileira (Libras) em 535 unidades linguísticas (SematosEmas) distribuídas em 27 parâmetros, cada qual devidamente em termos compostos de lexemas gregos e latinos. Análise computadorizada da distribuição dessas unidades no corpus de 13.500 sinais de Libras do Dicionário da Língua de Sinais do Brasil computou ocorrência dos 535 SematosEmas nos 13.500 sinais e identificou, para cada parâmetro, os SematosEmas canônicos com incidência acima da média. Tal caracterização insere Libras na Linguística Comparativa de línguas de sinais, e é relevante ao balanceamento SematosÊmico de futuros materiais de avaliação e de desenvolvimento de competência linguística em sinais. Resultados revelaram os seguintes SematosEmas canônicos: 1) articulações de mão direita (DexiQuiriFormEmas-DestraManusFormÍculos): aberta, S, 8, 1, D, A, L, 2, V, 2) articulações de mão esquerda (AristeroQuiriFormEmas-SinistraManusFormículos): aberta, fechada, S, 8, 1, D, curvada, C, A, L, 5, 3) Orientações palma direita (DexiQuiriTroposEmas-DestroManusDirectÍculos): para esquerda, para trás, para baixo, para frente. 4) Orientações palma esquerda (AristeroQuiriTroposEmas- SinistraManusDirectÍculos: para direita, baixo, trás. 5) Orientações mão direita (DexiQuiriDeixisEmas-DestroManusDirectÍculos): para cima, frente, esquerda; 6) Orientações mão esquerda (AristeroQuiriDeixisEmas-SinistraManusDirectÍculos): para direita, frente, cima. 7) Relações entre mãos (QuiriEsquetEmas- ManusRelativÍculos): tocando palma, dedos, lado a lado, direita sobre esquerda, laterais, dorso. 8) Dedos direitos (DexiDactiloTiposEmas-DestroDigitiTiposÍculos): indicador, polegar, polegar e indicador, médio. 9) Dedos esquerdos (AristeroDactiloTiposEmas-SinisterumDigitiTiposÍculos): indicador, polegar, polegar e indicador, mínimo. 10) Articulações dedos direitos (DexiDactiloFormEmas- DestroDigitiModusÍculos): curvado, distendido, pontas unidas. 11) Articulações dedos esquerdos (AristeroDactiloFormEmas-SinisterumDigitiModusÍculos): curvado, separados. 12) Locais do rosto e face (MascaraPerifericoSematosEmas- FacieCircumSignumÍculos): boca, testa, queixo, têmporas, nariz, bochecha; 13) Locais da cabeça (CefaloPerifericoSematosEmas-CapitisCircumSignumÍculos): ante rosto, laterais da cabeça. 14) Locais de tórax e abdome (ToraxicoPerifericoSematosEmas-TroncusCircumSignumÍculos): tocando peito, ombro, distante do corpo, lateral do corpo. 15) Locais de membros (MeliPerifericoSematosEmas-MembriCircumSignumÍculo): braço dobrado horizontal e vertical, tocando antebraço ou cotovelo. 16) Movimentos mão direita (DexiQuiriCinesEmas-DestroManusMotusÍculos): para baixo, frente, direita, girar pelo pulso, esquerda, cima, sentido horário, trás, em círculos, afastar e aproximar. 17) Movimentos mão esquerda (AristeroQuiriCinesEmas-SinistraManusMotusÍculos): para esquerda, frente, baixo, afastar, direita, girar pelo pulso, cima, aproximar. 18) Tipo movimento mão direita (DexiQuiriCineTiposEmas- DestroManusMotumTipusÍculos): ondular, tremular. 19) Tipo movimento mão 14 esquerda (AristeroQuiriCineTiposEmas-SinistraManusMotumTipusÍculos): tremular, ondular. 20) Movimento dedo direito (DexiDactilosCinesEmas- DestroDigitiMotusÍculos): abrir, curvar, unir pelas pontas, oscilar, aproximar e afastar, pinçar. 21) Movimento dedo esquerdo (AristeroDactilosCinesEmas- SinisteraDigitiMotusÍculos): abrir, oscilar, unir pelas pontas, curvar, aproximar e afastar, esfregar. 22) Frequência de movimento (CineMetronEmas- MotumQuantusÍculos): repetir várias vezes, ligeiramente, alternadamente. 23) Movimento do corpo (SomaCinesEmas-CorporisMotusÍculos): inclinar cabeça para baixo, lado, frente, trás. 24) Expressões faciais positivas (CaliMascarEmas- BellusPersonalÍculos): sorridente, alegre, contente. 25) Expressões faciais negativas (CacoMascarEmas-DeformisPersonalÍculos): contraído, aborrecido, irritado, desconfortável, tenso, indignado, descontente, bravo, raivoso, aflito. 26) Expressões faciais neutras (MascarasCinesEmas-PersonaMotusÍculos): boca aberta, bochechas infladas, testa franzida, bochechas sugadas, olhos fechados, boca semi-aberta, dirigir olhar, expirar, dentes cerrados, sobrancelhas arqueadas. Tal caracterização da estrutura da Libras é de suma relevância pois, como previsto pela teoria do pandemônio, quanto mais canônico o SematosEma, maior o número de sinais aos quais se aplica, e menor seu poder de resolução para permitir o resgate lexical de sinais via sistema de busca de sinais BuscaSignoBased on the etymology of Greek and Latin, the present doctoral dissertation describes the SematosEmic structure (from SematoLogy: sêma, mark, sign; - -logía,-logy, branch of study) of Brazilian Sign Language (Libras). That structure is described using 535 sign language units (SematosEmes) distributed in 27 parameters, each of which made of Greek and Latin lexemes. The Brazilian Sign Language Dictionary is made of a corpus of 13,500 signs. The distribution of 535 SematosEmes was computed in that corpus. Canonic SematosEmes (those with above average incidence) were identified, so as to characterize Libras for Comparative Linguistics purposes, and to allow for SematosEmic balancing of assessment and intervention instruments and materials. Results revealed the following canonical SematosEmes: 1) right hand shape (DexiQuiriFormEmas- DestraManusFormÍculos): open, S, 8, 1, D, A, L, 2, V, 2) left hand shape (AristeroQuiriFormEmas-SinistraManusFormículos): open, closed, S, 8, 1, D, curved, C, A, L, 5, 3) right palm facing (DexiQuiriTroposEmas-DestroManusDirectÍculos): left, back, down, forward; 4) left palm facing (AristeroQuiriTroposEmas- SinistraManusDirectÍculos: right, down, back. 5) right palm facing (DexiQuiriDeixisEmas-DestroManusDirectÍculos): up, forward, left; 6) left palm facing (AristeroQuiriDeixisEmas-SinistraManusDirectÍculos): right, front, up. 7) Hands interrelations (QuiriEsquetEmas-ManusRelativÍculos): touching palm, finger(s), side by side, right over left. 8) Right finger(s) (DexiDactiloTiposEmas- DestroDigitiTiposÍculos): index, thumb, thumb and index, middle. 9) Left finger(s) (AristeroDactiloTiposEmas-SinisterumDigitiTiposÍculos): index, thumb, thumb and index, little. 10) Right finger shape (DexiDactiloFormEmas-DestroDigitiModusÍculos): curved, straight, fingertips united. 11) Left finger shape (AristeroDactiloFormEmas- SinisterumDigitiModusÍculos): curved, separate. 12) Articulation place relative to face (MascaraPerifericoSematosEmas-FacieCircumSignumÍculos): mouth, forehead, chin, temple, nose, cheeks. 13) Articulation place relative to head (CefaloPerifericoSematosEmas-CapitisCircumSignumÍculos): around face, around head. 14) Articulation place relative to trunk (ToraxicoPerifericoSematosEmas- TroncusCircumSignumÍculos): touching chest, shoulder, distant from body, body side. 15) Articulation place relative to limbs (MeliPerifericoSematosEmas- MembriCircumSignumÍculo): bent horizontal arm, bent vertical arm, touching arm, touchin elbow. 16) Right hand movement (DexiQuiriCinesEmas- DestroManusMotusÍculos): down, forward, right, wrist turn, left, up, clockwise, backward, in circles, away from and towards. 17) Left hand movement (AristeroQuiriCinesEmas-SinistraManusMotusÍculos): left, forward, down, away from, right, wrist turn, up, towards. 18) Right hand movement type (DexiQuiriCineTiposEmas-DestroManusMotumTipusÍculos): waving, shaking. 19) Left hand movement type (AristeroQuiriCineTiposEmas-SinistraManusMotumTipusÍculos): shaking, waving. 20) Right finger(s) movement (DexiDactilosCinesEmas- DestroDigitiMotusÍculos): open, bend, join fingertips together, oscillate, move close, move away, pinch. 21) Left finger(s) movement (AristeroDactilosCinesEmas16 SinistraDigitiMotusÍculos): open, oscillate, join fingertips together, bend, move close, move away, rub. 22) Movement frequency (CineMetronEmas-MotumQuantusÍculos): repeat, slightly, alternately. 23) Body movement (SomaCinesEmas- CorporisMotusÍculos): tilting head down, tilting head sideway, tilting head forward, tilting head backward. 24) Pleasant facial expressions (CaliMascarEmas- BellusPersonalÍculos): smiling, happy, satisfied; 25) Unpleasant facial expressions (CacoMascarEmas-DeformisPersonalÍculos): frowning, annoyed, irritated, unconfortable, tense, indignant, disatisfied, angry, furious, anxious. 26) Neutral facial expressions (MascarasCinesEmas-PersonaMotusÍculos): open mouth, inflate cheek, frown, suck cheek, close eye, semi-open mouth, look toward, exhale, clench teeth, raise eyebrows. Such a characterization of Libras structure is relevant to understanding lexical retrieval processes. As predicted by the Pandemonium Theory, the more canonic the SematosEme, the greater the number of signs to which it applies, and the lower its resolution power to afford sign lexical retrieval via SignTrackin

    Análise de paragrafias do surdo na nomeação de sinais por escrita livre: teste de nomeação de sinais por escrita de palavras, versões 1.2 e 2.2 com 5.086 estudantes surdos de 1ª a 13ª série de 14 Estados Brasileiros

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    O Teste de Nomeação de Sinais por Escrita (TNSEscrita) é parte de uma bateria de 11 testes de desenvolvimento da linguagem de sinais e de competência de leitura e escrita, que foi desenvolvida pela equipe coordenada pelo Dr. Fernando Capovilla no Laboratório de Neuropsicolingüística Cognitiva Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, especialmente para a população escolar surda brasileira, e validada e normatizada com uma amostra de 5.365 escolares surdos. O TNSEscrita avalia o desenvolvimento conjunto de compreensão de sinais da Libras e de escrita de palavras em Português, e permite analisar o envolvimento de processos quirêmicos, ortográficos e semânticos envolvidos na escrita de palavras para denominar sinais da Libras. Este estudo apresenta dados de duas versões do teste de nomeação de sinais por escrita livre, a versão reordenada 1.2 (TNS1.2-Escrita) aplicada a 5.080 alunos surdos e a versão alternativa também reordenada 2.2 (TNS2.2-Escrita) aplicada a 5.086 alunos surdos, respectivamente de 1a. série do Ensino Fundamental a 1a. série do Ensino Superior. Os dados preliminares dizem respeito à normatização dos dois testes com a amostra avaliada, bem como à análise da distribuição dos erros de escrita (paragrafias) produzidos durante a nomeação dos 36 sinais de cada versão do teste por meio de escrita livre. Ou seja, ao ter de nomear um determinado sinal, o estudante surdo acaba escrevendo uma palavra (ou neologismo semelhante a uma palavra) que difere da palavra alvo que corresponde àquele sinal em Português. O erro de escrita tem natureza quirêmica quando a palavra escrita difere da palavra alvo mas os sinais correspondentes à palavra escrita e à palavra alvo mantêm semelhança quirêmica, i.e., quando eles compartilham certa proporção de elementos quirêmicos formacionais em comum. O erro de escrita, ou paragrafia, tem natureza semântica quando a palavra escrita difere da palavra alvo mas se relaciona com ela conceitualmente, por relações como de oposição conceitual (e.g., escrever a palavra subir para designar o sinal descer; ou escrever maior para menor), parentesco conceitual (e.g., escrever navio para designar o sinal avião), e assim por diante. O erro de escrita tem natureza ortográfica quando a palavra escrita é, em verdade, um neologismo (pseudopalavra) que se assemelha à palavra alvo que deveria ser escrita (i.e., com semelhança no aspecto geral), mas que difere dela, seja no número de letras em comum, ou mesmo na ordem dessas letras. O estudo analisou as paragrafias cometidas na nomeação dos sinais e as distribuiu em quatro categorias (paragrafia quirêmica, paragrafia ortográfica, paragrafia semântica, e paragrafia atípica), e computou a incidência relativa de cada paragrafia na nomeação de cada sinal das duas versões. Foram avaliados 5.086 estudantes surdos de 14 estados brasileiros (AC, AM, BA, CE, DF, ES, MA, MG, MS, PA, PR, RJ, RS, SP), com idade variando de 5 a 59 anos, e média de 17,7 anos (DP = 6,9). Foram 5.080 no TNS1.2- Escrita e 5.086 no TNS2.2-Escrita, com escolaridade média, em termos de número de anos no Ensino Fundamental, de 4,9 anos (DP = 2,8), isto é, quase 5a. série, com mínimo de 1 ano e máximo de 12 anos de escolaridade, ou seja, Ensino Superior. O estudo analisou o crescimento da habilidade de nomear sinais da Libras por meio da escrita livre de palavras por parte de alunos surdos do Ensino Fundamental e do Ensino Superior bem como a distribuição das paragrafias quirêmicas, ortográficas, semânticas e atípicas cometidas pelos surdos durante a nomeação escrita dos sinais. Análises de regressão do logaritmo da incidência da palavra escrita (durante a tarefa de nomeação de sinais alvo) sobre o grau de semelhança quirêmica entre sinais mediador e alvo (i.e., entre o sinal subjacente a cada palavra que foi escrita na tarefa de nomeação e o sinal alvo a ser nomeado na tarefa) revelaram correlação positiva significativa. Logo, na tarefa de nomeação escrita de sinais, a freqüência com que um determinado nome é escrito é tão maior quanto maior a semelhança entre o sinal subjacente (i.e., o sinal espontaneamente evocado que subjaz a esse nome espontaneamente escrito) e o sinal alvo a ser nomeado. Tal achado foi encontrado tanto no TNS1.2-Escrita quanto no TNS2.2-Escrita.Text not informed by the autho

    Análise de paragrafias do surdo na nomeação de sinais por escrita livre: teste de nomeação de sinais por escrita de palavras, versões 1.2 e 2.2 com 5.086 estudantes surdos de 1ª a 13ª série de 14 Estados Brasileiros

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    O Teste de Nomeação de Sinais por Escrita (TNSEscrita) é parte de uma bateria de 11 testes de desenvolvimento da linguagem de sinais e de competência de leitura e escrita, que foi desenvolvida pela equipe coordenada pelo Dr. Fernando Capovilla no Laboratório de Neuropsicolingüística Cognitiva Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, especialmente para a população escolar surda brasileira, e validada e normatizada com uma amostra de 5.365 escolares surdos. O TNSEscrita avalia o desenvolvimento conjunto de compreensão de sinais da Libras e de escrita de palavras em Português, e permite analisar o envolvimento de processos quirêmicos, ortográficos e semânticos envolvidos na escrita de palavras para denominar sinais da Libras. Este estudo apresenta dados de duas versões do teste de nomeação de sinais por escrita livre, a versão reordenada 1.2 (TNS1.2-Escrita) aplicada a 5.080 alunos surdos e a versão alternativa também reordenada 2.2 (TNS2.2-Escrita) aplicada a 5.086 alunos surdos, respectivamente de 1a. série do Ensino Fundamental a 1a. série do Ensino Superior. Os dados preliminares dizem respeito à normatização dos dois testes com a amostra avaliada, bem como à análise da distribuição dos erros de escrita (paragrafias) produzidos durante a nomeação dos 36 sinais de cada versão do teste por meio de escrita livre. Ou seja, ao ter de nomear um determinado sinal, o estudante surdo acaba escrevendo uma palavra (ou neologismo semelhante a uma palavra) que difere da palavra alvo que corresponde àquele sinal em Português. O erro de escrita tem natureza quirêmica quando a palavra escrita difere da palavra alvo mas os sinais correspondentes à palavra escrita e à palavra alvo mantêm semelhança quirêmica, i.e., quando eles compartilham certa proporção de elementos quirêmicos formacionais em comum. O erro de escrita, ou paragrafia, tem natureza semântica quando a palavra escrita difere da palavra alvo mas se relaciona com ela conceitualmente, por relações como de oposição conceitual (e.g., escrever a palavra subir para designar o sinal descer; ou escrever maior para menor), parentesco conceitual (e.g., escrever navio para designar o sinal avião), e assim por diante. O erro de escrita tem natureza ortográfica quando a palavra escrita é, em verdade, um neologismo (pseudopalavra) que se assemelha à palavra alvo que deveria ser escrita (i.e., com semelhança no aspecto geral), mas que difere dela, seja no número de letras em comum, ou mesmo na ordem dessas letras. O estudo analisou as paragrafias cometidas na nomeação dos sinais e as distribuiu em quatro categorias (paragrafia quirêmica, paragrafia ortográfica, paragrafia semântica, e paragrafia atípica), e computou a incidência relativa de cada paragrafia na nomeação de cada sinal das duas versões. Foram avaliados 5.086 estudantes surdos de 14 estados brasileiros (AC, AM, BA, CE, DF, ES, MA, MG, MS, PA, PR, RJ, RS, SP), com idade variando de 5 a 59 anos, e média de 17,7 anos (DP = 6,9). Foram 5.080 no TNS1.2- Escrita e 5.086 no TNS2.2-Escrita, com escolaridade média, em termos de número de anos no Ensino Fundamental, de 4,9 anos (DP = 2,8), isto é, quase 5a. série, com mínimo de 1 ano e máximo de 12 anos de escolaridade, ou seja, Ensino Superior. O estudo analisou o crescimento da habilidade de nomear sinais da Libras por meio da escrita livre de palavras por parte de alunos surdos do Ensino Fundamental e do Ensino Superior bem como a distribuição das paragrafias quirêmicas, ortográficas, semânticas e atípicas cometidas pelos surdos durante a nomeação escrita dos sinais. Análises de regressão do logaritmo da incidência da palavra escrita (durante a tarefa de nomeação de sinais alvo) sobre o grau de semelhança quirêmica entre sinais mediador e alvo (i.e., entre o sinal subjacente a cada palavra que foi escrita na tarefa de nomeação e o sinal alvo a ser nomeado na tarefa) revelaram correlação positiva significativa. Logo, na tarefa de nomeação escrita de sinais, a freqüência com que um determinado nome é escrito é tão maior quanto maior a semelhança entre o sinal subjacente (i.e., o sinal espontaneamente evocado que subjaz a esse nome espontaneamente escrito) e o sinal alvo a ser nomeado. Tal achado foi encontrado tanto no TNS1.2-Escrita quanto no TNS2.2-Escrita.Text not informed by the autho

    Alphabetical reading, spelling under dictation, and speech reading: inter-relationships and the role of vocabulary, phonological awareness and memory

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    A tese divide-se em duas partes: 1) Relações entre leitura orofacial e leitura alfabética, vocabulário auditivo, consciência fonológica, memória de reconhecimento visual de figuras e de pseudofiguras, e compreensão de leitura de sentenças; 2) Escrita sob ditado e relações com leitura orofacial. Na Parte 1, 157 crianças de 6, 7 e 8 anos de idade de NSE muito elevado, foram avaliadas em leituras orofacial e alfabética, vocabulário auditivo, consciência fonológica, memória de reconhecimento visual, e compreensão de leitura de sentenças. Foram empregados: Prova de Leitura Orofacial, Teste de Vocabulário por Leitura Orofacial versão 1A computadorizada, Teste de Competência de Leitura de Palavras e Pseudopalavras, Teste de Vocabulário Auditivo Usp, Prova de Consciência Fonológica por Escolha de Figuras (PCFF-o), Teste Computadorizado de Memória de Reconhecimento de Figuras, e Teste de Compreensão de Leitura de Sentenças. Resultados revelaram que: 1) O léxico ortográfico aumenta sistematicamente de modo de modo monotônico desde o acaso aos 6 anos para 7 anos e daí para 8 anos; 2) A competência mais fortemente associada à leitura orofacial é a leitura de itens escritos; 3) O desenvolvimento das competências de leitura fonológica e lexical é diretamente proporcional ao desenvolvimento das habilidades metafonológicas no nível fonêmico; 4) Os subtestes de leitura fonológicos (decodificação) são mais fortemente associados com leitura orofacial. Assim, quanto maior a habilidade de converter grafemas em fonemas (rota fonológica de leitura por decodificação), maior a habilidade de converter optolalemas em fonemas para compreeder fala por leitura orofacial; 5) O desenvolvimento da leitura orofacial correlaciona-se mais fortemente com habilidades metafonológica de Transposição e Adição Fonêmicas. Logo, consciência fonêmica é precursora da leitura orofacial. Transposição Fonêmica correlaciona-se mais fortemente com rotas de leitura fonológica e lexical. De fato, a correlação com os subtestes logográficos foi não significativa, ou foi menos significativa que com subtestes fonêmicos (Transposição e Subtração Fonêmicas, e Trocadilho). Assim, o desenvolvimento de habilidades metalinguísticas no nível fonêmico (Transposição e Subtração Fonêmica e Trocadilhos) associa-se ao desenvolvimento de mais eficientes habilidades de leitura (inicialmente pela rota fonológica de decodificação grafema-fonema, convertendo grafemas em fonemas para compreender a escrita, e subsequentemente, pela rota lexical de reconhecimento visual direto das formas ortográficas, que, por sua vez, está associado com o desenvolvimento de mais eficientes habilidades de leitura orofacial (converter optolalemas em fonemas para compreender a fala lida nos lábios). Subtestes logográficos (de pré-leitura) não predizem confiavelmente nem bom nível de habilidade metafonológica nem bom nível de leitura orofacial (conversão de optolalemas em fonemas). Dados apoiam a interpretação de que a leitura orofacial (conversão de optolalemas em fonemas) depende de leitura alfabética que, por sua vez, depende de habilidades metafonológicas. Foram normatizados oito testes, e cinco subtestes de leitura, e nove subtestes de consciência fonológica. Na Parte 2, 154 alunos (61 do Ensino Superior e 93 do Ensino Fundamental) foram submetidos a uma prova de escrita sob ditado de 560 palavras de baixa frequência de ocorrência. Anovas revelaram que a precisão da cifragem das palavras ouvidas foi função positiva da média aritmética dos índices de cifrabilidade das relações fonografêmicas componentes dessas palavras, conforme modelo de Capovilla. Análise de erros de escrita (paragrafias) indicam efeito de leitura orofacial visual, pois os grafemas produzidos nas paragrafias mapearam mais concentradamente os fonemas dos mesmos pontos de articulação daqueles componentes das palavras ouvidasThe dissertation is divided into two parts. Part 1 assessed the relationships holding among alphabetical reading, speech reading, auditory vocabulary, phonological awareness, recognition memory, and sentence reading comprehension in a sample of 157 children aged 6- 8 years. Part 2 assessed writing under dictation: error analyses based on cyphering precision measures and phonetics underlying speech reading (articulation points of the phonemes corresponding to the writing errors) in 154 college and elementary school students.Part 1 used the following tests: Speech Reading Skill Test (SRST), Computerized Speech Reading Vocabulary Test (CSRVT), Alphabetic Reading Skill (Word Decoding-Recognition) Test (ARST); Auditory Vocabulary (AVT), Phonological Awareness Test (PAT), Computerized Picture Recognition Memory Test (CPRMT-112), Computerized Image Recognition Memory Test (CIRMT-180), Reading Comprehension Skill Test, Alphabetic Reading Skill (Word Decoding-Recognition) Test (ARST). Results showed that: 1) The orthographic lexicon (subtest of rejecting Homophone Pseudo-words) increased systematically in a monotonic way from kindergarten to 1st grade to 2nd grade; 2) Speech-reading skill is most strongly associated with the alphabetic reading skill; 3) Reading subtests that demand phonological reading strategy and lexical reading strategy were directly proportional to meta-phonological skills subtests, specially those at the phonemic level; 4) Subtests that demand phonological reading strategy were strongly associated with speech-reading tests. The greater the skill of converting graphemes into phonemes, the greater the skill of converting optolalemes into phonemes in order to comprehend speech via lip-reading. 5) Speech-reading skill was most strongly correlated with the meta-phonological skills of Phonemic Transposition and Addition. Thus, meta-phonological skills at the phonemic level seemed to foster speech-reading skill. Phonemic Transposition skill was most strongly correlated with phonological and lexical reading strategies. Alphabetic Reading Test subtests that demanded just basic logographic strategy were not correlated or were only very weakly correlated with Phonological Awareness Test subtests that demand high phonemic processing. There was a positive correlation between phonemic skills on one hand and, on the other hand, phonological reading skills and lexical reading skills. Also, there was a positive correlation between phonological and lexical reading skills on one hand and speech-reading skills on the other hand. Alphabetic Reading Skill Test subtests that require only a basic logographic reading strategydo not predict reliably neither meta-phonological skills, nor speech-reading skills. Such data give support to the interpretation that the speech-reading skill of converting optolalemes into phonemes relies on the alphabetic reading skills. In turn, such alphabetic reading skills rely on meta-phonological skills. In Part 2, 154 participants (61 college students and 93 elementary school students) were assessed in a spelling under auditory dictation test of 560 extremely rare words. ANOVAS revealed that the encoding precision of the spoken words to be spelled under dictation was a positive function of the encoding index mean of the phoneme-grapheme relationships that make up those words, according to Capovillas model. Spelling error (paragraphia) analyses suggest visual speech reading effects in spelling under auditory dictation: The unconventional spelling units produced in the paragraphias matched the articulation points of the phonemes to be mappe

    Analysis of the Sematosemic structure of 10,400 Libras signs: canonical combinations among handshapes, hand and pal orientation, movement, facial expression

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    Esta dissertação empreende análise da estrutura SematosÊmica-Signumicular da Língua de Sinais Brasileira (Libras) em termos de cruzamentos entre os seguintes parâmetros: Articulação de cada Mão; Orientação de cada Palma; Orientação de cada Mão; Relação entre Mãos; Movimento de cada Mão; Expressão Facial indicando Sentimentos Positivos e de Sentimentos Negativos. Foi utilizado o software BuscaSigno-2 para empreender a análise do corpus de 10.400 sinais da 2a. edição revista e ampliada do Novo Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da Língua de Sinais Brasileira (Libras) de Capovilla, Raphael e Mauricio (2012). O objetivo foi caracterizar Libras em busca das combinações mais características entre os SematosEmas dos sinais de Libras. A dissertação apresenta os dados de uma extensa análise piloto que usou BuscaSigno-2 para computar as incidências absoluta e relativa de sinais que contêm os 13 seguintes cruzamentos entre SematosEmas: 1: articulação da mão direita e articulação da mão esquerda (AMD x AME); 2: articulação da mão direita e movimento da mão direita (AMD x MMD); 3: articulação da mão direita e orientação da palma direita (AMD x OPD); 4: articulação da mão esquerda e movimento da mão esquerda (AME x MME); 5: articulação da mão esquerda e orientação da palma esquerda (AME x OPE); 6: articulação da mão direita, orientação da mão direita, orientação da palma direita (AMD x OMD x OPD); 7: articulação da mão esquerda, orientação da mão esquerda, orientação da palma esquerda (AME x OME x OPE); 8: articulação da mão direita, orientação da palma direita, e movimento da mão direita (AMD x OPD x MMD); 9: articulação da mão direita, articulação da mão esquerda, relação entre mãos (AMD x AME x RM); 10: movimento da mão direita, sentimentos sensações positivas (MMD x SSP); 11: movimento da mão direita, sentimentos sensações negativas (MMD x SSN); 12: articulação da mão direita, movimento da mão direita, sentimentos sensações positivas (AMD x MMD x SSP); 13: articulação da mão direita, movimento da mão direita, sentimentos sensações negativas (AMD x MMD x SSN). Em busca de caracterizar as combinações mais típicas entre os SematosEmas em Libras, foram analisados 122.163 cruzamentos em busca dos sinais que os contivessem. Foram computados os sinais em cada um desses 122.163 cruzamentos. Dos 122.163 cruzamentos analisados, foram identificados 21.328 cruzamentos válidos (i.e., com incidência superior a zero). Destes, foram identificados 369 cruzamentos canônicos (i.e., com incidência maior que 50% da incidência total naquele tipo de cruzamento). Esses 369 cruzamentos canônicos foram, então, ordenados por incidência decrescente, de modo a caracterizar Libras em seu \"DNA\" com vistas a permitir estudos ulteriores de Linguística Comparada entre Libras e outras línguas de sinais. Esta dissertação apresenta essas combinações mais típicas, refinando essas análises e apreciando os achados à luz do Modelo de Processamento de Informação da Psicologia Cognitiva, e do Novo Paradigma Neuropsicolinguístico de Linguagem Oral, Escrita e de Sinais de Capovilla (2011, 2012, 2013). Esta dissertação também torna possível descobrir o grau de utilidade de cada um dos SematosEmas- SignumÍculos de Libras para empreender a recuperação lexical desses sinais de Libras por parte de surdos brasileirosThe present thesis analyzes the phonological (SematosEmic) structure of Brazilian Sign Language (Libras) in terms of crossings among the following parameters: handshape; palm orientation; hand orientation; relationship between hands; hand movement; and facial expression indicating positive and negative feelings. SignTracking-2 software (Duduchi & Capovilla, 2006) was used to undertake the analysis of the corpus of 10,400 signals of the second edition of the New Libras dictionary (Capovilla, Raphael, & Mauricio, 2012). The objective was to characterize Libras in search of combinations among the most typical SematosEmes. This thesis presents data from an extensive pilot analysis that used SignTracking-2 to calculate the absolute and relative incidences of signs containing the following 13 intersections among SematosEmes: 1: right handshape and left handshape (AMD x AME); 2: right handshape and right hand movement (AMD x MMD); 3: right handshape and right palm orientation (AMD x OPD); 4: left handshape and left hand movement (AME x MME); 5: left handshape and left palm orientation (AME x OPE); 6: right handshape and right hand orientation and right palm orientation (AMD x OMD x OPD); 7: left handshape and left hand orientation and left palm orientation (AME x OME x OPE); 8: right handshape and right palm orientation and right hand movement (AMD x OPD x MMD); 9: right handshape and left handshape and relationship between hands (AMD x AME x RM); 10: right hand movement and positive facial expression (MMD x SSP); 11: right hand movement and negative facial expression (MMD x SSN); 12: right handshape and right hand movement and positive facial expression (AMD x MMD x SSP); 13: right handshape and right hand movement and negative facial expression (AMD x MMD x SSN). In order to discover what are the most typical combinations among Libras SematosEmes, 122.163 SematosEme combinations were analyzed and the incidence of signs containing those combinations in the sign corpus of the dictionary was computed. Using the software BuscaSigno-2, the incidence of signs pertaing to each of the 122.163 combinations was computed. Of the 122.163 combinations analyzed, the software identified 21.328 valid combinations with incidence greater than zero. After that, the software computed the sign incidence at each of the 21.328 valid combinations, and calculated the mean sign incidence. Based on that, the software identified the 369 canonical combinations, in which the sign incidence was greater than the average sign incidence in all combinations. These 369 canonical combinations were then ordered by decreasing incidence, in order to characterize Libras in its \"DNA\". Such a characterization is useful for further studies in Sign Language Comparative Linguistics, in which Libras is to be compated to other sign languages. The present thesis presents the most typical combinations among SematosEmes that characterize Libras. The findings are discussed in the light of the Information Processing Model of Cognitive Psychology and the New Paradigm Neuropsycholinguistic of Oral Language, Writing and Signal from Capovilla (2011, 2012, 2013). The present thesis paves the way to further studies on the relationships between sign structure and cognitive sign processing, such as memory sign retrieval Libras by the Brazilian dea

    Portuguese spelling under dictation of uncommon words: auditorily- and visually-based misspellings

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    Resumo A dissertação analisa as ParaGrafias cometidas sob ditado auditivo-visual de 560 palavras incomuns por parte de 154 estudantes (61 do Ensino Superior e 93 do Ensino Fundamental, do 5º ao 9º ano). Precisão de escrita foi analisada como função do grau médio de cifrabilidade, que é a média aritmética dos índices ponderados de cifrabilidade das relações entre Unidades de Fala (UF) e Unidades de Escrita (UE) contidas na palavra falada a ser escrita sob ditado auditivo-visual. O estudo ofereceu 521.640 oportunidades de cifragem de UF em UE, 285.943 (54,82%) de UF vocálicos, e 235.697 (45,18%) de UF consonantais. Destas 521.640 oportunidades, 421.126 (80,73%) foram apropriadas (231.546 vocálicas [80,98%] e 189.580 [80,43%] consonantais), e 100.514 [19,27%] consistiram em ParaGrafias (54.397 [19,02%] vocálicas e 46.117 [19,57%] consonantais). Destas 100.514 ParaGrafias, houve 96.649 [96%] substituições (51.528 [53%] vocálicas e 45.121 [47%] consonantais), e 3.865 [4%] omissões (2.577 vocálicas [67%] e 1.288 [33%] consonantais). Das 96.649 substituições, 79.518 [82%] foram canônicas (cf. modelo de Capovilla & Casado, 2014), e 17.131 [18%] foram não canônicas. Das 51.528 substituições vocálicas, 40.843 [79%] foram canônicas e 10.685 [21%] foram não canônicas. Das 45.121 substituições consonantais, 38.675 [86%] foram canônicas e 6.446 [14%] foram não canônicas. Este estudo descreve as ParaGrafias vocálicas. Ele cobriu 58 relações FonoGrafÊmicas vocálicas além de 14 conjuntos de OtoLalEmas vocálicos HomoScópicos (e.g., {\\e\\, \\ej\\, \\ej\\};{\\a\\, \\a\\, \\\\}; {\\\\, \\j\\}; {\\i\\, \\\\, \\ij\\}; {\\o\\, \\oj\\, \\oj\\}; {\\wa\\, \\w\\}; {\\aj\\, \\j\\}; {\\iw\\, \\w\\}; {\\wi\\, \\w\\}; {\\ja\\, \\j\\}; {\\wej\\, \\we\\}; {\\w\\, \\w\\}; {\\wo\\, \\w\\}; {\\u\\, \\\\, \\uw\\, \\w\\}, cf. Capovilla, 2015, 2018). Corroborando o modelo de Capovilla e Casado (2014), a precisão da cifragem foi função positiva da prevalência com que cada GrafEma cifra cada FonEma no Português. Ou seja, a cifragem correta foi função do IPC da relação UFA-UE. A grande incidência de substituições cometidas sob controle visual de OtoLalEmas HomoScópicos sugere a importância do processamento visual em reduzir a variabilidade das ParaGrafias cometidas sob ditado auditivo-visual ao vivo. Tais dados com ParaGrafias vocálicas corroboram os de Graton-Santos (2017) com ParaGrafias consonantais. Os dois estudos revelaram que as ParaGrafias (vocálicas e consonantais) são restritas ao local de articulação, de modo que FonEmas visualmente semelhantes (OptoLalEmas HomoScópicos) envolvendo o mesmo local de articulação foram confundidos entre siThis dissertation analyzes spelling errors committed by students while spelling under both auditory and visual live dictation. A sample of 154 volunteer students took part of the experiment. There were 61 college students, and 93 elementary-school students from 5th to 9th grade levels. The task consisted of spelling under dictation 560 spoken words of very low orthographic familiarity, so as to maximize phonological encoding processes. The list of 560 words to be spelled under dictation had very low orthographic familiarity, as ascertained by a mean annual search frequency in the Google AdWord database of under 16 searches. The task of spelling under dictation consisted in encoding Phonemes into Graphemes. Encoding precision was analyzed as function of the word mean encodability degree, which was the average of the encodability degree of all the Phoneme- Grapheme relationships contained in the spoken word to be spelled. This dissertation analyzes spelling errors committed under auditory-visual dictation of 560 uncommon spoken words by 154 students (61 college students, and 93 5th-9th grade elementary-school students). Encoding precision was analyzed as function of the word mean encodability degree, i.e., the average of the encodability degrees of all the Phoneme-Grapheme relationships contained in the spoken word to be spelled under auditory-visual dictation. There were 521,640 discrete Phoneme-Grapheme encoding opportunities, 285,943 (54.82%) vowel phonemes, and 235,697 (45.18%) consonant phonemes. Out of the 521,640 cyphering opportunities, 421,126 (80.73%) were appropriate spellings (231,546 vowel phonemes [80.98%] and 189,580 [80.43%] consonant phonemes), and 100,514 [19.27%] were misspellings (paragraphias) (54,397 [19.02%] vowel phonemes and 46,117 [19.57%] consonant phonemes). Out of the 100,514 vowel and consonant misspellings, there were 96,649 [96%] substitutions (51,528 [53%] vowel phonemes and 45,121 [47%] consonant phonemes), and 3,865 [4%] were omissions (2,577 pertaining to vowels [67%] and 1,288 [33%] pertaining to consonants). Out of the 96,649 substitutions, 79,518 [82%] were cannonical ones (cf. Capovilla & Casados 2014 model), and 17,131 [18%] were uncannonical ones, which reflect problems with literacy acquisition. Out of the 51.528 vowel substitutions, 40,843 [79%] were cannonical ones and 10,685 [21%] were cannonical ones. Out of the 45,121 consonant substitutions, 38,675 [86%] were cannonical ones and 6.446 [14%] were uncannonical ones. The present study describes vowel misspellings. It assessed the cyphering of 58 vowel phonemes presented auditorily. Out of the 58 phonemes, 38 phonemes were grouped in 14 sets of visually identical phonemes: {\\e\\, \\ej\\, \\ej\\};{\\a\\, \\a\\, \\\\}; {\\\\, \\j\\}; {\\i\\, \\\\, \\ij\\}; {\\o\\, \\oj\\, \\oj\\}; {\\wa\\, \\w\\}; {\\aj\\, \\j\\}; {\\iw\\, \\w\\}; {\\wi\\, \\w\\}; {\\ja\\, \\j\\}; {\\wej\\, \\we\\}; {\\w\\, \\w\\}; {\\wo\\, \\w\\}; {\\u\\, \\\\, \\uw\\, \\w\\}. Results showed that the phoneme cyphering precision was a positive function of the phoneme cypherability index in Portuguese (cf. Capovilla & Casado, 2014). The prevalence of substitutions that occurred under visual presentation suggests the importance of visual information in reducing the variability of misspellings committed in the task of spelling under auditory-visual dictation. The present results with vowel misspellings corroborate GratonSantos (2017) findings with consonant misspellings. Taken together, both studies revealed that vowel and consonant misspellings tend to become restricted to the articulation point, so that visually similar phonemes involving a common articulation point tend to be mistaken one for the othe

    Validation and standardization of instruments to assess receptive and expressive vocabularies in children from 18 months to 6 years of age

    No full text
    Um dos mais clássicos testes para avaliar vocabulário auditivo é o Peabody Picture Vocabulary Test, normatizado por Capovilla para crianças a partir de de 30 meses de idade. Para preencher a lacuna no Brasil, esta tese apresenta o Teste de Vocabulário Auditivo por Figuras USP (TVAud33), validado e normatizado com 1.279 crianças paulistas de 12 escolas (públicas e particulares) a partir de 1 ano e 6 meses até 6 anos de idade. Vocabulário expressivo costuma ser avaliado indiretamente por meio de inventários (como o Language Development Survey, normatizado por Capovilla para crianças com 2-6 anos de idade), cuja validade e precisão são relativas, dada a mediação de terceiros. Para minorar este problema, esta tese apresenta o Teste de Vocabulário Expressivo USP (TVExpr100), validado e normatizado para 1.279 crianças de 18 meses a 6 anos de idade. O propósito é reduzir a carência de instrumentos brasileiros devidamente normatizados e validados para avaliar precocemente vocabulários receptivo e expressivo em crianças de 18 meses a 6 anos de idade. Esta tese é parte do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentos de Avaliação e Intervenção do Laboratório de Neuropsicolinguística Experimental da USP coordenado por Capovilla. O programa objetiva gerar, validar, e normatizar testes genuinamente brasileiros para a população brasileira, e disponibilizá-los sem custos de royalties aos profissionais. A Parte 1 apresenta três instrumentos validados e normatizados em versão original, sendo um teste de nomeação oral de figuras: o Teste de Vocabulário Expressivo, versão original, com 100 itens (TVExp-100o), e um teste de compreensão de palavras ouvidas por escolha de figuras (Teste de Vocabulário Auditivo) nas Formas A e B (TVAud-A33o e TVAud-B33o), com 33 itens cada uma (ambas derivadas por análise de itens, do Teste de Vocabulário Auditivo Usp com 107 itens nas Formas A e B: TVAud-A107o e B TVAud-B107o). A Parte 2 apresenta os três instrumentos com itens reordernados por grau de dificuldade crescente (TVExp-100r, o TVAud- A33r e o TVAud-B33r) a partir da análise de itens, e fornece dados normativos de 1 a 6 anos e de validade desenvolvimental e cruzada esses instrumentos. Resultados mostraram que a incidência de nomeação das 100 figuras por 1.279 crianças de 1 a 6 anos foi função positiva de características (como a univocidade dessas figuras e a familiaridade dos nomes correspondentes) documentadas no software Pictografia Evocadora da Fala, de Capovilla e colaboradores. Para crianças de 6 anos, observoue que, quanto maior a habilidade de compreender nomes de figuras faladas (TVAud- B33r), e de nomear figuras por fala (TVExp-100r), maior a habilidade de nomear figuras por escrito (TNF-Escrita). O presente estudo estabeleceu a validade dos instrumentos desenvolvidos no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento do Laboratório de Neuropsicolinguística Experimental da USP (do qual derivam todas as figuras e respectivos dados de iconicidade e univocidade e familiaridade para compor os testes), e ofereceu tabelas de dados normativos que permitem acompanhar o desenvolvimento da linguagem receptiva auditiva e expressiva oral de nossas crianças, de modo a identificar precocemente as crianças que necessitam de intervenção preventiva e remediativaOne of the most classic instruments to assess auditory vocabulary is the Peabody Picture Vocabulary Test, which has veen standardized in Brazil by Capovilla to evaluate children from 2y6m on. In order to circumvent problems due to the low commercial availability of PPVT in Brazil, this dissertation presents the USP Auditory Vocabulary Test (TVAud33), which has been validated and standardized with 1,279 children from 1y6m until 6y of age. Expressive vocabulary is usually assessed indirectly by means of inventories (such as Rescorla\'s Language Development Survey, which has been validated and standardized in Brazil by Capovilla for children from 2 to 6 years of age), whose validity and precision are compromised by biases of informants. In order to control for that, this dissertation presents the USP Picture Vocabulary Test (TVExpr100) which has been validated and standardized with 1,279 children from 18 months to 6 years of age. The purpose is to circumvent the lack of Brazilian instruments fully validated and standardized for early assessment of receptive and expressive vocabularies of children from 18 months to 6 years of age. The present dissertation is part of the Language Assessment and Intervention Research & Development Program of the Experimental Neuropsychology Laboratory at the University of Sao Paulo headed by Capovilla. Such a program aims at making freely available standardized tests for language assessment and intervention. Part 1 presents three standardized tests: a picture naming test: The Expressive Vocabulary Test (TVExp-100o), and an auditory picture vocabulary test in two forms (TVAud-A33o e TVAud-B33o), with 33 items each. Part 2 presents three tests with items ranked by difficulty (TVExp-100r, o TVAud-A33r e o TVAud-B33r) after item analyses. It provides stardardization data for children from 1-6 years of age, as well as validation data based on other tests. Results showed that the naming incidence of the 100 pictures by the 1,279 children from 1-6 years of age was a positive function of characteristics (such as picture naming agreement scores as well as word familiarity) which may be found in Capovilla\'s Speech-Invoking Pictography. For 6 year old children, it was found that the greater the ability to understand picture spoken names (TVAud-B33r), and the greater the ability to name pictures by speech (TVExp-100r), the greater the ability to name pictures by writing (TNF-Escrita). The present study has established the validity of three instruments which have been developed by the Language Assessment and Intervention Research & Development Program of the Experimental Neuropsychology Laboratory at the University of Sao Paulo (which has produced all pictures and respective iconicity, univocity and familiarity built in the tests). It has offered standardization data tables that permit early assessment and intervention upon the development of both receptive and expressive speech competencies of Brazilian childre
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