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    CONSERVAÇÃO DE CARCAÇAS A BASE DE FORMÁLDEIDO COMPARANDO A EFICÁCIA DO ARMAZENAMENTO SOB REFRIGERAÇÃO E EM SOLUÇÃO AQUOSA DE CLORETO DE SÓDIO A 30%

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    A Medicina Veterinária vive uma constante busca por modelos anatômicos que substituam as peças naturais. Dessa forma é necessário criar métodos que agridam menos a saúde do estudante e que tenham maior eficiência na conservação de uma boa carcaça visando manter os tecidos firmes, a cor e a elasticidade próximas da encontrada no animal recém abatido, livre de características de decomposição e ausência de odor de putrefação . O presente estudo teve como objetivo avaliar a eficiência entre diferentes métodos de conservação de cadáveres, para isto utilizou-se o cadáver de um ovino e de um cão vindos a óbito recentemente na Universidade Vale do Rio Verde – Unincor. E visou testar dois métodos de conservação realizados com a mesma quantidade de formaldeído a 5% injetado intramuscular: a carcaça do ovino foi mantida sob refrigeração e a do canino em solução aquosa de cloreto de sódio a 30% trocada no intervalo de 15 dias. Os dois grupos foram analisados a cada sete dias durante um semestre considerando aspectos ideais de uma boa peça: tecidos firmes, cor e elasticidade próximas ao animal recém abatido e ausência de odor característico de putrefação. Ao fim da pesquisa, as duas carcaças apresentaram-se ausentes de odor e ardor provocados pelo formaldeído, porém durante o manuseio a do canino demonstrou baixa flexibilidade e não manteve-se com ótima cor. Entretanto, mediante todos os aspectos avaliados a peça conservada em solução aquosa de cloreto de sódio a 30% demonstrou um melhor custo benefício

    SISTEMA INTENSIVO X EXTENSIVO NA CRIAÇÃO DE GADO DE CORTE

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    A pecuária mundial está em constante desenvolvimento, e o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial na exportação de carne bovina (USDA, 2016). Posição essa que têm levado os produtores a administrar suas fazendas como empresas. No presente trabalho, foram analisados dois sistemas de produção mais adotados na pecuária brasileira: o extensivo e o intensivo, conhecidos popularmente como a pasto e confinamento. A partir dos aspectos administrativos e agropecuários envolvidos compararam-se três fazendas no sul de Minas Gerais. Essa pesquisa ocorreu a campo, realizando-se com o produtor um questionário contendo todas as variáveis presentes no sistema de produção. Adaptou-se a metodologia de Lopes e Carvalho (2000), com tabelas pré-elaboradas para direcionar os cálculos de custo operacional total, custos fixos e variáveis. Utilizou-se a cotação atual da arroba de carne bovina para calcular a remuneração do capital investido e ponto de nivelamento operacional, chegando-se ao final na demonstração do lucro ou prejuízo da atividade em cada fazenda. Ao final do estudo, percebeu-se que o sistema extensivo foi o que demonstrou rentabilidade, porém isso ocorreu em apenas uma propriedade. Os dois confinamentos analisados mostraram prejuízo final. Assim, o sistema intensivo mostrou-se inviável, tendo como fator prejudicial o custo da alimentação e o alto valor de aquisição dos animais. A criação extensiva apresentou lucro e o melhor custo benefício para o produtor, porém isso ocorreu em apenas uma propriedade. Conclui-se assim, que o resultado será reflexo do conhecimento prévio de mercado e dos fatores que envolvem o custo operacional
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